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Quem vendeu mais? Saiba os valores arrecadados por Peter Siemsen, Pedro Abad e Mario Bittencourt em negociações de jogadores da base

Desde que assumiu a presidência do Fluminense, Mário Bittencourt tinha como objetivo realizar a maior venda da história do clube em sua gestão. E o feito foi alcançado com transferência do volante André para o Wolverhampton (ING) por 22 milhões de euros fixos (R$135,5 milhões). O valor de transferência do jogador superou a venda de Gerson para a Roma, em 2015, por 16 milhões de euros (R$60 milhões na cotação da época).

A Agência RTI Esporte fez um levantamento dos valores arrecadados pelos três últimos presidentes do Fluminense na venda de jogadores formados nas divisões de base do clube. Para um comparativo mais justo entre as transferências realizadas por Peter Siemsen, Pedro Abad e Mario Bittencourt, a conversão Euro-Real será baseada na cotação atual (1 € = R$6,20). Nos últimos 12 anos, Tricolor das Laranjeiras arrecadou mais de R$900 milhões em negociações de atletas de Xerém. Confira os números:

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Peter Siemsen | Total: R$ 141,6 milhões (€ 22,9 milhões)

Peter Siemsen esteve a frente do Fluminense no período de 2012 a 2016. Ao longo dos seis anos de mandato, realizou a venda de quatro jogadores formados nas divisões de base de Xerém: o lateral-direito Wallace, o volante Fabinho e os atacantes Kenedy e Wellington Nem.

  • Wallace: vendido para o Chelsea (ING) por 5,4 milhões de euros
  • Fabinho:  vendido para o Rio Ave (POR) por 500 mil euros
  • Kenedy: vendido para o Chelsea (ING) por 8 milhões de euros
  • Wellington Nem: vendido para o Shakhtar Donetsk (UCR) por 9 milhões de euros
Pedro Abad | Total: R$ 313,1 milhões (€ 50,5 milhões)

Pedro Abad presidiu o Fluminense entre 2017 e junho de 2019. O ex-mandatário tricolor viu a situação ficar insustentável no início do último ano do mandato. Em meio aos problemas com salários atrasados, descrédito com a torcida e pedido de impeachment, o dirigente convocou uma assembleia, com a participação dos sócios torcedores, para decidirem sobre sua saída.

Apesar de não completar o triênio (2017-2019), Abad ainda realizou seis vendas de jogadores formados nas divisões de base do Fluminense. Entre elas, a mais cara da história do clube, até aquele momento: de Gerson para Roma. Além do volante, foram negociados os zagueiros Marlon e Ibañez, o lateral-esquerdo Ayrton Lucas, o volante Wendel e o atacante Pedro.

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  • Marlon: vendido para o Barcelona (ESP) por 5 milhões de euros 
  • Ibañez: vendido para a Atalanta (ITA) por 4 milhões de euros
  • Ayrton Lucas: vendido para o Spartak Moscou (RUS) por 7 milhões de euros
  • Gerson: vendido para a Roma (ITA) por 16 milhões de euros
  • Wendel: vendido para o Sporting Lisboa (POR) por 7,5 milhões de euros
  • Pedro: vendido para a Fiorentina (ITA) por 11 milhões
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Mario Bittencourt | Total: R$ 463,1 milhões (€ 78,4 milhões)

Em seu segundo mandato a frente do Fluminense, Mario Bittencourt é considerado o maior presidente da história do clube pelos resultados conquistados em 2023 e no início de 2024. Sob sua gestão, o Tricolor das Laranjeiras conquistou os títulos inéditos da Copa Libertadores da América e da Recopa Sul-Americana. Além disso, trouxe dois grandes ídolos de volta: primeiro o lateral-esquerdo Marcelo e, na sequência, o zagueiro Thiago Silva.

Em relação às finanças, Mario Bittencourt afirmar que tem conseguido equacionar a milionária e histórica dívida do clube. No entanto, para manter as contas em dia, é preciso negociar alguns jogadores formados nas divisões de base de Xerém. Até aqui, 12 atletas de Xerém já deixaram o Tricolor. São eles: os goleiros Marcos Felipe e Marcelo Pitaluga; o zagueiro Kayky Almeida; o lateral-esquerdo Jefté; os volantes André, Alexsander e Metinho; o meia-atacante Gabriel Teixeira; e os atacantes João Pedro, Kayky, Luiz Henrique e Matheus Martins.

  • André: vendido para o Wolverhampton (ING) por 22 milhões de euros
  • João Pedro: vendido para o Watford (ING) por 11,5 milhões de euros
  • Kayky: vendido para o Manchester City (ING) por 10 milhões de euros
  • Alexsander: vendido para o Al-Ahli (ARS) por 9 milhões de euros
  • Luiz Henrique: vendido para o Real Betis (ESP) por 10,4 milhões de euros
  • Metinho: vendido para o Troyes (FRA) por 5 milhões de euros
  • Matheus Martins: vendido para Udinese (ITA) por 6 milhões de euros
  • Gabriel Teixeira: vendido para o Bahia por 1,60 milhão de euros
  • Marcos Felipe: vendido para o Bahia por 400 mil euros
  • Jefté: vendido para o Rangers (ESC) por 500 mil euros
  • Kayky Almeida: vendido para o Watford (ING) por 1 milhão de euros
  • Marcelo Pitaluga: vendido para o Liverpool (ING) por 1 milhão de euro
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