Rafael Paiva recorda passagem pelo Vasco e exalta Philippe Coutinho e Dimitry Payet: “Jogador craque não te dá problema” Treinador disse que o jogo mais marcante da carreira foi o empate em 1 a 1 com o Flamengo

Antes de mais nada, Rafael Paiva assumiu o time profissional do Vasco da Gama na quinta rodada do Campeonato Brasileiro de 2024. Contudo, o clube vivia um turbilhão de emoções com a eminente troca de comando no futebol, com a saída da 777 Partners e entrada de Pedrinho como gestor do futebol.
Somando as duas passagens, o técnico comandou o time em 35 jogos, com 13 vitórias. Contudo, acabou demitido após derrota para o Corinthians na reta final do Campeonato Brasileiro. Nesse meio tempo, o treinador ainda levou o time até a semifinal da Copa do Brasil.
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Assim, entre outras coisas ele encarou a pressão para colocar Philippe Coutinho e Dimitri Payet juntos no meio campo. Algo que até os dias de hoje não funcionou com Felipe Loureiro, que assumiu interinamente e Fábio Carille na temporada de 2025. Contudo, em entrevista á rádio Itatiba do interior de São Paulo Rafael Paiva não desperdiçou a oportunidade para elogiar a dupla.
“Eles são muito profissionais. As vezes eu falava brincando mas é verdade, um jogador craque não te dá problema. O Philippe Coutinho é uma pessoa fantástica, um cara humilde, simples, tranquilo, extremamente educado, extremamente profissional. E isso estou falando porque as pessoas não conhecem o dia a dia. Eu espero ver ele na Seleção Brasileira, futebol pra isso ele tem, acredito que ele tenha essa vontade até porque ele tem idade para jogar. Espero que ele consiga ter uma sequência de jogos sem lesões, se condicione da forma que ele vá conseguir jogar porque é um jogador extra série”, disse Rafael Paiva que seguiu elogiando a postura do francês Dimitri Payet.
“Também é um grande jogador, ele gosta de futebol bem jogado. Ele dava risada quando saia um gol bonito, quando um menino da base fazia um gol bonito. E ele ficava puto quando as coisas não aconteciam, quando o jogo não era vistoso e era só de muita força. Então era muito legal ter esses caras no dia a dia”, afirmou o ex-treinador do Vasco da Gama.
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O técnico que ainda está livre no mercado seguiu detalhando a sua chegada ao time profissional do Vasco em 2024, e afirmou que se sentiu pronto desde a primeira oportunidade nos quatro jogos após a saída do argentino Ramón Díaz.
“Foi fantástico, foi sensacional. Eu já tinha trabalhado em grandes clubes, com grandes jogadores e acho que isso me preparou para esse momento na Série A. Ganhei muitos títulos importantes (na base), então me sentia preparado para esse momento no Vasco. Eu era o treinador do sub20, e a primeira vez que assumi foi quando o Ramón Díaz saiu do Vasco da quarta para quinta rodada do Campeonato Brasileiro de 2024. Ali eu peguei quatro jogos, foi quando chegou o português”, disse.
O português em questão é Alvaro Pereira, que foi contratado pela gestão de 777 Partners, que perdeu o comando da SAF poucos dias depois para o Vasco associativo comandado por Pedrinho. Mesmo assim, Alvaro desembarcou no Rio de Janeiro e perdeu na estreia por 6 a 1 para o Flamengo.
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“O Alvaro Pacheco chegou, um cara sensacional, mas era um treinador que não estava no Porto, Benfica ou Sporting, que são os três grandes de Portugal. Mas era um grande treinador, que teve dificuldades aqui, ficou quatro jogos e saiu. Daí eu assumi novamente e fiquei quase até o final do Campeonato Brasileiro. Nesse meio tempo fizemos semifinal de Copa do Brasil, então foi muito legal, foram grande momentos”, disse o treinador antes de encerrar recordando o apoio recebido pelo torcedor do Vasco.
“A torcida do Vasco é impressionante, ela empurra demais. Em São Januário é muito difícil ganhar do Vasco, eu perdi um jogo em São Januário que foi contra o Internacional do Roger Machado, quando ele estava uns 14 jogos invicto. Jogar em São Januário é mágico. E onde a gente ia jogar com o Vasco tinha muitos torcedores. Fomos jogar em Brasília, Fortaleza, Salvador é impressionante a torcida do Vasco” encerrou Rafael Paiva.