Remo aposta em ex-dirigente do Flamengo como CEO para reestruturar clube

Diogo Lemos pode liderar reestruturação administrativa e esportiva a partir de 2026
Remo aposta em ex-dirigente do Flamengo como CEO para reestruturar clube
Foto: Divulgação/ Instagram @diogolemosrj

Antes de mais nada, Diogo Lemos, formado em Administração com MBA em Gestão Esportiva, está cotado para assumir como CEO do Clube do Remo em 2026. Ele atuou como um dos vice-presidentes e membro do Conselho de Futebol do Flamengo entre 2019 e 2024.

A Agência RTI Esporte apurou que a experiência adquirida no Flamengo vem sendo vista pelo presidente do Remo, Antônio Carlos Teixeira, como diferencial para o futuro do clube. A expectativa é alinhar desempenho em campo com equilíbrio financeiro e sustentabilidade a longo prazo.

No clube, por exemplo, Diogo Lemos ganhou reconhecimento por modernizar processos internos. Além disso, ele implementou métricas de desempenho e otimizou orçamento. O diretor também participou de contratações, planejamento de elenco e desenvolvimento da base.

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Nesse meio tempo, o Flamengo conquistou títulos nacionais e internacionais, profissionalizou contratos e costurou parcerias de marketing, e aumentou a receita global, reforçando a governança interna.

Ainda segundo apurou a reportagem, a chegada de Diego Lemos, caso confirmada, deve provocar mudanças significativas nas operações do Remo. A diretoria planeja avaliar contratos, infraestrutura e marketing de forma integrada, além de revisar políticas esportivas.

Mudanças iniciais podem impactar a experiência dos torcedores, resultados financeiros e rendimento em campo. Ao mesmo tempo, ajustes estratégicos visam criar ambiente mais profissional, transparente e sustentável, seguindo modelo aplicado no Flamengo.

Quem é Diogo Lemos do Flamengo?

Antes de tudo, Diogo Lemos teve atuação direta nos principais processos administrativos e estratégicos do Flamengo nos últimos anos. Trabalhou ao lado de Marcos Braz e Rodolfo Landim, participando da montagem de elenco e planejamento esportivo.

Após sua saída do Flamengo, em 2025, passou a ser visto no mercado como um executivo valorizado e preparado para novos desafios. Seu nome começou a ser citado para cargos de liderança, como CEO de SAF, evidenciando sua projeção no futebol brasileiro.

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