Antes de tudo, o Clube do Remo ainda não chegou a um acordo para renovar o contrato do lateral Sávio. O vínculo do jogador terminou no dia 31 de dezembro de 2025, e as conversas seguem travadas por divergências contratuais consideradas sensíveis por ambas as partes.
O principal entrave está em uma cláusula de comportamento exigida pela diretoria azulina. Nesse sentido, o dispositivo prevê punições financeiras, com multas sobre o salário, e até a possibilidade de rescisão unilateral em caso de reincidência em problemas disciplinares. O diretor-executivo Marcos Braz não abre mão da exigência. Assim, o clube trata o ponto como inegociável.
Sávio, por sua vez, não aceita a inclusão da cláusula nos termos apresentados. O estafe do jogador avalia que o mecanismo dá margem para decisões unilaterais e cria insegurança jurídica, o que tem impedido o avanço das negociações até o momento.
Por que a diretoria do Remo insiste em cláusula sobre comportamento de Sávio?
Dentro de campo, o lateral foi peça importante na campanha que culminou no acesso do Remo à Série A do Campeonato Brasileiro em 2025. No entanto, a temporada também foi marcada por episódios de indisciplina, que pesaram na avaliação interna da diretoria.
Durante o ano, Sávio chegou a ficar fora de algumas partidas após entrar em rota de colisão com o então técnico Guto Ferreira, em episódios relacionados a comportamentos fora de campo. Esses episódios reforçaram a posição do clube por maior rigidez contratual.
Paralelamente, o Remo segue no mercado em busca de um lateral experiente para a temporada 2026. Caso a contratação seja concretizada, a tendência é de que Sávio seja descartado dos planos. O jogador desperta interesse do Sport e segue livre para definir o futuro.
Como foi Sávio em 2025?
Por fim, na última temporada, o lateral Sávio jogou 35 partidas, sendo 33 como titular do Remo. Destas, ele atuou 90 minutos em 22, com dois gols marcados e cinco assistências. Em suma, Sávio jogou 2.767 pelo clube paraense.


