Após o vexame na Copa do Mundo, a Seleção Brasileira já foca no ciclo de 2030. Com o contrato renovado, Carlo Ancelotti será o responsável pela montagem do elenco ao lado da comissão técnica e do Coordenador Executivo, Rodrigo Caetano.
A delegação brasileira desembarcou no Rio de Janeiro no final da madrugada desta quarta-feira, 08, com muita coisa para refletir até a próxima convocação. Nesse sentido, é importante lembrar que a próxima Data FIFA acontece entre setembro e outubro.
A intenção da CBF é fazer três jogos nesse período. Até o momento, dois jogos estão confirmados com a seleção da Austrália. A ideia é fazer mais uma partida na Ásia para aproveitar ao máximo o primeiro momento junto com jogadores que podem disputar a Copa do Mundo de 2030.
“Por mais que o resultado realmente não tenha sido o esperado por todos nós, não só pelos atletas, comissão, mas por todo o povo brasileiro, nós temos muitos jogadores jovens aí que conseguiram ter minutagem, aproveitamento e até afirmação nessa Copa do Mundo. Eu acho que é por aí que a gente parte, já mirando os amistosos agora em setembro e outubro, com a esperança de que realmente tenhamos um ciclo bem mais estável do que o que passou”, disse Rodrigo Caetano.
Na visão do Coordenador Executivo Geral das Seleções Masculinas, o ciclo deve começar com o afastamento de jogadores que não vão ter idade para a disputa da próxima Copa do Mundo, e consequentemente a abertura de espaço para jovens talentos do futebol brasileiro.
“Agora, o que a gente espera é que possamos ter o tempo necessário para reavaliar, para fazer os ajustes que sempre são necessários, principalmente agora com a mudança de ciclo, muitos jogadores experientes que infelizmente não vão poder estar conosco na próxima Copa. E automaticamente abre-se um espaço muito maior para os jovens. Eu tenho certeza absoluta de que a comissão técnica vai, o mais rapidamente possível, colocar todos esses jovens, oportunizá-los, e colocar a seleção num rumo que é o que todos mais querem” afirmou Caetano.
Rodrigo Caetano acredita na safra de jogadores brasileiros
“O Brasil sempre vai ter um número bastante grande de jogadores qualificados, com talento. Eu acho que a discussão que vale é, realmente, o porquê, nas últimas competições, a seleção ficou no meio do caminho, enfrentando seleções que, obviamente, cresceram também, o futebol está globalizado, vocês assistiram, inclusive, hoje”.


