Rony foi contratado sem aprovação da torcida do Atlético-MG; relembre o caso

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Foto: Pedro Souza/ Atlético-MG

Primeiramente, quando o Atlético-MG contratou o atacante Rony, no início da temporada, torcedores reagiram de forma negativa. O anúncio oficial foi em fevereiro de 2025, e a torcida o recebeu com muitas críticas nas redes sociais e grupos de atleticanos, que consideraram o valor pago muito alto.

Na ocasião, o atacante Rony veio do Palmeiras, após uma temporada irregular e em baixa com a torcida alviverde. O custo da negociação girou em torno de R$38,8 milhões, além de um salário de R$1,3 milhão por mês. Para muitos, a quantia era desproporcional ao desempenho recente do atleta.

Nas semanas seguintes, a rejeição se intensificou. Parte da torcida cobrava reforços mais jovens ou em melhor fase. Enquanto isso, outros apontavam que o valor poderia ser investido em outras posições carentes do elenco. Dessa forma, o clima foi de desconfiança generalizada.

Por que a diretoria aprovou a contratação de Rony?

Internamente, a diretoria bancou a escolha. O técnico e a comissão enxergavam em Rony um atacante de velocidade, com histórico de entrega em campo e perfil competitivo. Apostaram na retomada de forma física e técnica ao longo da temporada.

Apesar da pressão inicial, Rony se firmou entre os titulares. O atacante participou de decisões no Mineiro, na Copa Sul-Americana e no Brasileirão, anotando gols e melhorando seu desempenho gradativamente. Isso não eliminou as críticas, mas reduziu parte da rejeição.

A relação com a torcida segue instável. Há quem ainda veja o investimento como excessivo, mas também há quem reconheça a evolução do jogador em campo. A expectativa é que, com mais atuações consistentes, Rony reverta a percepção e ganhe respaldo nas arquibancadas.

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