São Paulo acerta bases salariais com Allan Souza, mas Flamengo faz jogo duro; saiba detalhes

Rubro-Negro, após sofrer calotes, exige garantias financeiras e metas claras antes de liberar o volante.

Antes de tudo, Allan Souza não está nos planos do Flamengo para 2026. Dessa forma, o interesse do São Paulo converge com o das partes envolvidas. De um lado, o Rubro-Negro busca aliviar a folha salarial; do outro, o jogador enxerga a chance de atuar com mais regularidade nesta temporada.

Internamente, a avaliação é clara: o volante Allan Souza perdeu espaço de maneira definitiva, sobretudo após oscilações físicas e a mudança no perfil do meio-campo rubro-negro. Atualmente, o setor exige mais intensidade e jogo vertical. Por isso, a diretoria já comunicou ao estafe que aceita negociá-lo, mas sem facilitar a liberação.

O São Paulo avançou porque acertou as bases salariais com Allan Souza. Além disso, o técnico Hernán Crespo vê o volante como peça de equilíbrio para o setor, alguém experiente, com boa leitura tática e capacidade de proteção defensiva. Esse é exatamente o perfil que o Tricolor procura no mercado desde a última temporada.

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A vontade do jogador pesa. Allan vê o Morumbi como oportunidade de retomada e protagonismo. No entanto, o entrave está fora de campo. O Flamengo não confia na capacidade financeira do São Paulo para cumprir um acordo futuro de compra e, por isso, endureceu a negociação. A diretoria rubro-negra exige garantias bancárias concretas.

Calotes recentes tornaram a diretoria mais cautelosa?

Além disso, o clube quer metas objetivas para ativação da opção de compra e um modelo contratual que impeça atrasos ou inadimplência. Recentemente, o Flamengo enfrentou problemas em negociações envolvendo falta de pagamento, como no caso do volante Thiago Maia, em tratativas com o Internacional. Portanto, a postura atual reflete experiências negativas recentes no mercado brasileiro.

O modelo em discussão prevê empréstimo com obrigação ou opção de compra fortemente condicionada, atrelada a número de jogos, minutagem ou metas esportivas. Sem essas salvaguardas, o Flamengo não libera. A diretriz é direta: ativo valorizado não sai sem proteção jurídica.

Por fim, as conversas continuam, mas o negócio não avança com rapidez. Caso o São Paulo não apresente garantias sólidas, o Flamengo prefere manter Allan no elenco. O entendimento interno é simples: melhor arcar com um salário elevado, em torno de R$ 650 mil, do que assumir risco financeiro. Negociação dura. Jogo pesado. E é assim que funciona quando clube grande aprende com erro antigo.

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