Grêmio: Luís Castro abre o jogo e revela motivos que o levaram a deixar o Botafogo

Técnico do Imortal revelou detalhes de sua saída do Glorioso em 2023; português destacou o trabalho do Imortal Tricolor
Grêmio: Luís Castro revela os motivos que o levaram a deixar o Botafogo
Foto: Pedro Tesch | Grêmio FBPA

Antes de tudo, o Grêmio apresentou o técnico Luís Castro nesta segunda-feira (22), em Porto Alegre. Durante o evento, o português revelou os motivos pelo qual optou por aceitar a proposta do Imortal

“A forma determinada como foi feita a abordagem [chamou atenção no Grêmio], a forma consistente e clara do que iria me esperar. Fomos atrás da história do clube. Como é a cidade, estádio, elenco. Essa clareza do que o clube tem me foi passada”, explicou.

Sendo assim, Luís Castro também destacou o empenho da nova gestão do Grêmio, capitaneada por Odorico Roman.

“Acho que dá para fazer bem. Senti confiança no presidente, no Luiz Felipe Scolari e no Dutra. O Odorico Roman teve palavras que me deixaram muito confiantes, e é por isso que hoje estou aqui. Determinado, com valores que me acompanham, respeito, coragem e compromisso”, complementou.

Técnico do Grêmio abriu o jogo sobre a sua saída do Botafogo

Luís Castro teve grande projeção como técnico do Botafogo no ano de 2023. Na ocasião, o português obteve bons resultados no Brasileirão, o que garantiu ao Glorioso uma ampla vantagem na liderança do torneio.

O desempenho do português chamou a atenção do Al-Nassr, time de Cristiano Ronaldo na Arábia Saudita.  Luís Castro aceitou a proposta e o Glorioso viveu momentos de adversidades sob os comandos dos técnicos Bruno Lage e Lúcio Flávio.

Logo, neste contexto, o Botafogo perdeu a liderança para o Palmeiras e acabou superado por outros clubes no Brasileirão de 2023. Em resumo, o Glorioso terminou o torneio na quinta colocação.

“Já sabia que iam perguntar isso, sobre o porquê de ter ido, saído. Em cada janela de mercado, o clube sempre esteve ativo. Criou-se organização. O que me fez sair foi eu me permitir trabalhar com um dos jogadores que são referências mundiais”, iniciou Luís Castro.

“Me lembrei de 14 horas que trabalhava diariamente na quarta divisão de Portugal. Saia de casa às 8h e chegava às 22h. Tinha três empregos. Lembrei que tinha chegado a hora, depois de já ter disputado Champions, ter feito jogo contra o City de Guardiola, tinha chegado a hora de poder me juntar a uma referência mundial, que é o Cristiano, e outros, como Mané, Laporte”, concluiu.

Por fim, Luís Castro ainda destacou a liberdade ao escolher o futebol saudita como parte de sua carreira.

“Me permiti. Como sou dono do meu destino, e como sou livre para determinar o meu destino, como nunca estive em tribunal por faltar a qualquer linha de contrato, como sempre fiz coisas de forma limpa, como me relacionei com as pessoas do Botafogo de forma limpa e com amizade, eu fui. Foi isso”, concluiu.

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