Transferban, política e ruído interno: tensão cresce entre jogadores do Corinthians

Clima político e incertezas sobre o futuro do Corinthians incomodam líderes do elenco, que cobram ação rápida de Osmar Stábile
Transferban, política e ruído interno: tensão cresce entre jogadores do Corinthians
Foto: Rodrigo Coca/ Corinthians

Não é só Memphis Depay que observa com preocupação o momento do Corinthians. Dentro do elenco, principalmente entre os jogadores mais experientes, cresce o incômodo com a situação política e com o início da gestão do presidente Osmar Stábile.

A Agência RTI Esporte apurou que as conversas no vestiário revelam desconforto crescente com a falta de direção e o ambiente turbulento nos bastidores. O impasse em torno do transfer ban imposto pela Fifa é um dos principais motivos de irritação.

O clube ainda não quitou as pendências que o impedem de manter em dia a folha do departamento de futebol, e isso gera dúvidas sobre o planejamento para 2026. Jogadores e comissão técnica cobram clareza sobre o futuro esportivo e financeiro da equipe.

Outro ponto de atrito é a fritura de Fabinho Soldado, diretor-executivo de futebol do Corinthians, por parte de conselheiros. A percepção entre líderes do elenco é de que a disputa política atrapalha o trabalho e mina a confiança no projeto.

A indefinição sobre quem ficará no lugar de Fabinho Soldado em 2026 também preocupa. Apesar das tensões, o grupo tenta blindar o vestiário. Há um pacto interno para evitar que os problemas administrativos afetem o desempenho dentro de campo.

Ainda segundo apurou a reportagem, Memphis Depay, principal liderança do elenco alvinegro, mantém o foco nas partidas finais do Corinthians no Campeonato Brasileiro, mas entende que a paciência tem limite.

Nos bastidores, cresce a cobrança por atitudes mais firmes do presidente Osmar Stábile. A demora em resolver o transfer ban, somada à falta de transparência no planejamento da próxima temporada, causa apreensão entre os jogadores.

Elenco do Corinthians pede projeto para 2026

Líderes do grupo pedem que o clube apresente um plano concreto e restabeleça a confiança no projeto. O risco de o vestiário ser contaminado é real. O Corinthians ainda mantém união interna, mas o sinal de alerta está aceso.

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