Nesta quarta-feria (19), o executivo de futebol do São Paulo, Rui Costa, se posicionou sobre o futuro de Oscar no Morumbi. A saber, o jogador já recebeu alta do hospital.
Oscar sofreu uma síncope vasovagal e desmaiou em um treino do Tricolor. A imprensa a possível aposentadoria do atleta devido à doença cardíaca, o que ainda não foi confirmado pelas partes.
Vale destacar que o meia Tricolor possui contrato válido até 2027. Sendo assim, no caso de rescisão, existe a expectativa de que as partes cheguem a um acordo amigável.
“A nossa preocupação é como ele voltará a ser um bom pai, estar saudável para ser um pai de família, o filho, o irmão”, iniciou o gestor antes de complementar.
“E a partir daí, quando ele estiver plenamente recuperado, não tenha dúvida que vamos tratar das questões de performance, de contrato, porque é um grande investimento do clube”.
Rui também destacou o aspecto humano e o trabalho da diretoria em prol dos jogadores e familiares.
“Eu aprendi aqui na Barra Funda, com os diretores que me trouxeram, a fazer uma gestão muito focada na questão humana. E nós vivenciamos aqui situações muito dramáticas de muitos atletas. Algumas conhecidas e outras nem tanto”, avaliou.
“E em todos o que sempre prevaleceu aqui foi em que momento eu poderia cuidar do ser humano e como eu poderia fazer com que esse processo de humanização fosse exaurido antes de entrar num processo de contrato, gastos, investimento. E com o Oscar não será diferente”, completou.
O que o dirigente disse sobre o histórico de lesões do São Paulo?
O grande número de lesões no plantel é um grande obstáculo do São Paulo nesta temporada. A saber, jogadores como Calleri, que se recupera de lesão, estão impossibilitados de um retorno nos próximos meses.
“Tivemos ao longo desse ano uma série de desfalques de lesão que não são inerentes à intervenção médica. Os três artilheiros… Calleri, um artilheiro que dispensa comentários, o André, que vinha se tornando um fazedor de gols, e o Ryan, que é o jogador mais destacado na história recente”, explicou Rui.
“E por que eles não conseguiram jogar? Por que tiveram lesão muscular, algum tipo de excesso de carga? Não. Porque tiveram ligamentos rompidos. Então, ter 12 desfalques é preocupante? Sim. Mas nestes desfalques temos situações de saúde”, cotinuou.
“O Luiz Gustavo, que não é um desfalque hoje, mas foi um desfalque muito importante, porque é uma liderança muito significativa. E ele teve um problema de saúde que não tem uma relação direta com atividade profissional”, concluiu.


