Antes de tudo, após anunciar a rescisão de contrato do técnico Fernando Diniz, a diretoria do Vasco procurou estabelecer critérios para o substituto. Apesar de ter vários nomes para o cargo, até o momento as tratativas estão centradas em Renato Gaúcho.
Conforme apurou a reportagem da Agência RTI Esporte, qualquer outro nome é apenas especulação. O Vasco não abriu qualquer conversa com Leonardo Jardim, ex-técnico do Cruzeiro. Além da ausência de contato, o salário de cerca de R$ 2,5 milhões mensais inviabiliza qualquer tentativa.
Outro detalhe que tornaria inviável a contratação é que o treinador recusou recentemente proposta do Olympique de Marseille. A decisão se deve à sua intenção de seguir carreira na Europa. Portanto, mesmo diante de uma oferta atrativa, pesa contra o projeto atual dele.
Outro nome ventilado foi o do também português Artur Jorge. A situação também é considerada fora da realidade vascaína. A multa rescisória gira em torno de 5 milhões de dólares, com vencimentos mensais próximos de R$ 5 milhões. Nos bastidores, a informação é que, no Brasil, ele só trabalharia no Flamengo ou Palmeiras.
E o Vasco, colocou mesmo Marcelo Gallardo no radar?
Já em relação a Marcelo Gallardo, o clube também não fez contato. O treinador argentino, que recentemente deixou o River Plate, tem sondagem do futebol europeu e proposta oficial do Oriente Médio. Além disso, caso aceite novo projeto, só estaria disponível a partir de junho.
Outros nomes citados nos últimos dias não tiveram qualquer fundamento. Internamente, a direção trabalha apenas com a negociação em curso e evita abrir novas frentes enquanto o cenário principal não for definido.
Por fim, a mensagem que circula nos bastidores em São Januário é direta: o desfecho depende exclusivamente de Renato Gaúcho: “Não vem se não quiser”. Se houver acordo, ele assume logo. Caso contrário, o clube seguirá outro caminho. Sem mistério e sem leilão.





