Wesley revela ansiedade pela Copa do Mundo e conversa com Carlo Ancelotti

Jogador via a Copa de 2026 como um sonho muito distante.
Wesley pode ser titular na estreia da Copa do Mundo.
Foto: Reprodução

Wesley pode ser escolhido pelo técnico Carlo Ancelotti para começar a Copa do Mundo entre os titulares da Seleção Brasileira. O jogador da Roma evoluiu muito desde que chegou à Europa e passou a figurar entre os convocados no ciclo para a Copa de 2026.

Já na preparação nos Estados Unidos, o jogador seguiu se destacando e passou a receber atenção especial do treinador. O que parece é que, Wesley será o titular da Seleção Brasileira diante de Marrocos na primeira rodada da fase de grupos da Copa do Mundo.

“Confesso que está bem difícil (controlar a ansiedade), mas é algo que estou controlando porque é um sonho estar aqui. Tento me manter o mais calmo possível para que eu possa dar o meu melhor.”

Wesley falou sobre pressão na Seleção Brasileira

“Confesso que é muita pressão, sei da responsabilidade que é estar aqui, então como já passei por tanta coisa, é tentar fazer o que já fiz, quando estava em uma fase ruim, tentar dar a volta por cima. É minha primeira experiência em uma Copa, então estou quero que só aconteça coisas boas, estou me preparando para isso, que não tenha nada de ruim e que eu possa fazer uma grande Copa.”

Conversa com Carlo Ancelotti

“Ele está pedindo para eu ser eu mesmo. Não tem muita tática assim. Ele me bota ali porque sabe o que posso fazer ali. É uma característica minha. Então ontem no treino estava aberto ali, eu não voltava, estava no poder mais ofensivo e é isso, não tem muita coisa. Ele me bota ali na frente e acreditar, vai ser feliz.”

Lateral ofensivo ou defensivo?

“Isso o jogo que vai decidir. Se eu começar jogando na estreia e ele pedir para ficar o jogo todo defendendo, eu vou ficar. Se pedir para ser o Wesley que sou, de atacar, vou atacar. Se pedir as coisas, vou fazer. Estou aqui pelo Brasil, para ajudar e não importa, se for para ficar 90, 100 minutos defendendo, vou ficar.”

Números pelo Flamengo e Roma

“Acho que é um aprendizado. Eu conversei com Danilo: o que tu fazia? Porque tu jogava ali, quando ia para a direita não sentia diferença? Porque eu sinto. Joguei 20 e poucos jogos só pela esquerda e 13 ou 12 pela direita. Então tem uma diferença. Eu falei para ele: sinto diferença. Comentei com Juan, com o pessoal: preciso treinar mais aqui de ajuste de corpo, porque preciso disso, porque só estou pela esquerda, mas acho que é uma coisa que agregou no meu futebol. Só que pela esquerda sou mais ofensivo do que defensivo, porque tem ajuste de corpo. Como a Roma a estratégia é muito ofensiva, acho que meu poder ofensivo pela esquerda é muito bom, e pela direita também.”

 

 

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