Zakaria Labyad entra para a história como segundo africano do Corinthians

Marroquino se junta a Mark Williams, sul-africano que teve passagem discreta pelo clube em 1996
Zakaria Labyad entra para a história como segundo africano do Corinthians
Foto: Divulgação/ Instagram @z.labyad

Antes de mais nada, o Corinthians terá, mais uma vez, um representante do continente africano em seu elenco. O marroquino Zakaria Labyad entra para a história como apenas o segundo jogador africano a vestir a camisa alvinegra. Antes dele, somente um atleta nascido na África atuou pelo Timão.

Quem foi o primeiro africano do Corinthians?

Antes de tudo, Mark Williams chegou ao Corinthians em um período de reformulação do elenco. Atacante de força física e presença de área, ele teve pouquíssimo espaço. Foram apenas três partidas disputadas, nenhum gol marcado e uma passagem rápida.

Ele, portanto, deixou o clube sem grande impacto esportivo. O sul-africano não conseguiu se firmar e não construiu identificação com a torcida alvinegra. Apesar disso, seu nome ficou registrado como o pioneiro africano na história do clube.

Zakaria Labyad abre novo capítulo

Três décadas depois, por exemplo, o Corinthians volta a ter um jogador africano no elenco. Zakaria Labyad, marroquino, carrega um currículo mais robusto no futebol europeu e chega com expectativa maior do que seu antecessor.

Meia de característica ofensiva, Zakaria Labyad construiu carreira principalmente na Holanda e em outros centros do futebol europeu, acumulando experiência internacional. A chegada do marroquino representa um marco simbólico para o clube, que amplia sua diversidade histórica.

Zakaria Labyad iniciou a carreira profissional no PSV Eindhoven, da Holanda. Posteriormente, atuou por Sporting, de Portugal, e Fulham, da Inglaterra. No retorno ao futebol holandês, teve passagem destacada por FC Utrecht e Ajax. Além disso, vestiu a camisa do Ankaragücü, da Turquia.

Africanos no futebol brasileiro

A presença de atletas africanos no futebol brasileiro nem sempre foi pontual. Diferentemente do que ocorre na Europa e na Ásia, o fluxo ainda é reduzido. Atualmente, Bastos, do Botafogo, e Yannick Bolasie, da Chapecoense, são os destaques.

Por isso, cada caso ganha relevância histórica. Agora, cabe a Zakaria Labyad escrever um capítulo diferente daquele deixado por Mark Williams — e transformar a estatística em protagonismo dentro de campo.

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