Zubeldía: “Criamos mais e vencemos com justiça” após Fluminense bater o Botafogo

Técnico tricolor destaca chances no segundo tempo, elogia John Kennedy e valoriza organização da equipe no clássico no Nilton Santos.
Luís Zubeldía, técnico do Fluminense
Foto: Marcelo Gonçalves/ Fluminense

Primeiramente, o Fluminense venceu o Botafogo por 1 a 0 neste domingo (1º), no Estádio Nilton Santos, e garantiu de forma antecipada a classificação para a fase final da Taça Guanabara. O gol foi de John Kennedy no segundo tempo, em um clássico equilibrado, disputado sob chuva e com paralisação durante a partida.

Após o jogo, o técnico Luís Zubeldía avaliou a vitória como justa, destacando o desempenho da equipe principalmente na etapa final. Segundo o treinador, apesar do equilíbrio do clássico, o Fluminense criou as melhores oportunidades e soube aproveitar o momento decisivo. “O jogo foi parelho, mas no segundo tempo tivemos três ou quatro situações claras de gol. Graças a Deus, conseguimos concretizar uma delas”, afirmou.

Zubeldía também ressaltou a importância do gol de John Kennedy e o funcionamento coletivo do time. “É sempre uma boa notícia quando o centroavante consegue marcar. Fizemos coisas boas com bola, na organização, e merecidamente ganhamos o jogo”, disse o comandante tricolor.

Zubeldía não viu condições do gramado como impedimento para o desempenho do time?

Em seguida, questionado sobre a influência da chuva e das condições do gramado, o treinador minimizou o impacto do cenário. Para ele, independentemente do contexto, o Fluminense foi superior nas chances criadas. “Com chuva ou sem chuva, gramado sintético ou não, foi um jogo difícil. Mas tivemos as situações mais claras e, por isso, fomos justos vencedores”, reforçou.

Ademais, o técnico também elogiou o momento vivido por Martinelli, apontando o crescimento do volante dentro da equipe. Zubeldía destacou a postura do jogador em campo e nos treinamentos. “É um jogador que fala dentro de campo, treina muito bem, é humilde e focado no Fluminense. É importante com bola, taticamente obediente e intenso sem bola”, avaliou.

Por fim, ao comentar as opções pelos lados do campo, o treinador explicou que a escolha entre jogadores como Serna, Canobbio e Savarino passa pelas características e pelo contexto do jogo. “São perfis diferentes, mas todos funcionais ao time. O importante é ter opções e jogadores que se adaptem rápido ao que a equipe precisa”, concluiu.

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