Antes de mais nada, Giorgian de Arrascaeta alcançou um feito raro para atletas que atuam fora do eixo europeu. O uruguaio figura entre os dez jogadores que mais venderam camisas no mundo em 2025 e, surpreendentemente, aparece à frente de Cristiano Ronaldo, do Al-Nassr.
A marca, segundo levantamento do site Euromericas Sport Marketing, reforça a popularidade do meio-campista uruguaio e o alcance global do Flamengo em um mercado dominado por grandes clubes europeus.
O levantamento internacional indica que Arrascaeta vendeu 975 mil camisas, resultado que o coloca na sexta posição do ranking. O topo é liderado por Lamine Yamal, do Barcelona, com impressionantes 1,315 milhão de unidades comercializadas.
Logo atrás aparecem Lionel Messi, do Inter Miami, com 1,278 milhão, e Robert Lewandowski, do Barcelona, que somou 1,110 milhão. A lista prossegue com Kylian Mbappé e Vinícius Júnior, ambos do Real Madrid, que venderam 1,020 milhão e 992 mil unidades, respectivamente.
Esses números evidenciam a predominância do mercado europeu. Ainda assim, a presença de Giorgian De Arrascaeta representa exceção significativa e reflete a força de sua imagem no Brasil e no exterior.
Mesmo assim, o dado mais chamativo envolve a comparação direta com Cristiano Ronaldo. O astro português aparece apenas na sétima posição, com 925 mil camisas vendidas. O top 10 é fechado por Bruno Fernandes (878 mil), Harry Kane (867 mil) e Rodrygo, que soma 798 mil unidades.
Popularidade de Arrascaeta reforça peso da marca Flamengo no mercado global
Além dos números expressivos, o levantamento indica que o Flamengo fortalece sua presença comercial no cenário internacional. A combinação entre desempenho esportivo, forte presença digital e campanhas de marketing impulsiona a procura por produtos oficiais.
A posição de Arrascaeta no ranking revela a capacidade de clubes sul-americanos competirem, em engajamento, com gigantes europeus. O caso do uruguaio também reforça a discussão sobre a expansão do mercado do futebol globalizado.
O sucesso comercial do camisa 10 da Gávea revela um fenômeno além das quatro linhas. Seu apelo se estende para torcedores que veem nele símbolo técnico e cultural desde que chegou no Flamengo em 2019.

