Fernando Diniz exalta virada sobre o Fluminense, elogia Rayan e alerta: “Não tem absolutamente nada ganho”

Técnico do Vasco destaca ajustes no intervalo, crescimento individual, evolução coletiva e pede foco máximo para o jogo decisivo de domingo.

Fernando Diniz segue negociando com o Vasco

Antes de tudo, o técnico Fernando Diniz explicou com clareza o que fez o Vasco reagir após sair atrás no clássico. “A gente fez um bom primeiro tempo, mais equilibrado. No segundo, a gente mereceu a virada, o time buscou mais o gol, encaixou mais a marcação alta, ganhou mais segundas bolas e teve mais controle do jogo”, disse. Ele negou ter dado bronca no intervalo: “Mereceu vencer.”

Em seguida, o treinador detalhou o impacto de Rayan. “Ele é um jogador muito decisivo e, desde que eu cheguei aqui, procuro fazer com que participe o máximo possível”, afirmou. Diniz revelou que a ideia inicial já previa maior protagonismo do camisa 77. “Ajustamos um pouco o posicionamento dele e orientamos onde estavam os espaços. Ele conseguiu participar mais e foi decisivo.”

Ademais, Diniz comentou a entrada de Vegetti. “Depois que o Vegetti entrou, ele veio mais para a ponta, circulando nas entrelinhas. Pegando a bola aberta, levou muita vantagem”, explicou. Para ele, a dinâmica ofensiva ganhou velocidade e clareza no segundo tempo.

Ao falar sobre a mudança de postura da equipe, o técnico negou que o time estivesse apenas cruzando bolas no primeiro tempo. “O Fluminense baixou muito a marcação depois do gol, então fica mais difícil entrar”, disse. Ele ressaltou que o ajuste de amplitude foi determinante: “Abrimos o Gomes e demos amplitude com o Paulo Henrique. Não é só alçar a bola, é como você chega e quantas pessoas coloca na área.”

O treinador considerou que a dinâmica acelerou após o intervalo. “A gente teve mais celeridade nos passes, o Rayan mais no jogo, e a construção ficou mais acelerada. Isso ajudou o jogo a fluir com naturalidade”, avaliou. Segundo ele, o time ganhou “mais contundência”.

O que Fernando Diniz disse sobre a vantagem mínima sobre o Fluminense?

Sobre a vantagem para o jogo de volta, Diniz foi direto. “É como se fosse o primeiro tempo. Acabou o primeiro tempo, tem mais um tempo para decidir. Não tem absolutamente nada ganho”, alertou. Ele pediu foco total. “A gente precisa encarar o jogo com muita seriedade.”

Diniz também respondeu sobre seu histórico em Copas e evitou qualquer clima de superioridade. “Não vou pedir música. É um treinador que eu respeito muito. Já perdi para ele, admiro como técnico e como pessoa”, afirmou ao comentar o duelo com Zubeldía.

Ademais, Diniz lembrou que seus trabalhos não se resumem a torneios eliminatórios. “No São Paulo, fizemos um trabalho longo. No Fluminense, saímos da zona de rebaixamento para terminar em terceiro.”

Por fim, o técnico vascaíno encerrou falando do processo de reconstrução vascaíno. “O Vasco está aprendendo a ser grande. É uma construção infinita para ganhar estabilidade”, disse. Ele pediu paciência e foco no essencial: “O que a gente precisa agora é ter foco total no jogo de domingo.”

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