Antes de tudo, o goleiro Léo Jardim foi o nome da classificação do Vasco à final da Copa do Brasil após 14 anos. Decisivo mais uma vez em disputa por pênaltis, o camisa 1 falou com emoção depois da vaga no Maracanã e destacou o peso coletivo da conquista diante do Fluminense.
“Muita gratidão, primeiramente, a Deus, por tudo que Ele tem me proporcionado. Sou muito grato à minha família, à minha esposa, aos meus filhos e aos meus companheiros”, afirmou o goleiro. Para ele, a vaga não tem dono individual. “Essa classificação é do grupo todo. Foram dois grandes jogos, dois espetáculos.”
Ademais, Léo Jardim fez questão de ressaltar o ambiente criado pelas arquibancadas nos dois confrontos da semifinal. “As duas torcidas fizeram um espetáculo incrível. Foram jogos dignos de uma semifinal de Copa do Brasil, e fico feliz de poder ajudar a chegar a essa final, que também era nosso objetivo”, completou.
De onde vem a frieza de Léo Jardim nas cobranças de pênaltis?
Em seguida, questionado sobre o desempenho recorrente em decisões por pênaltis, o goleiro atribuiu o sucesso ao controle emocional. “É tentar manter a calma quando as coisas ficam mais agitadas. É muito trabalho, muita concentração, estar o mais equilibrado possível para tomar boas decisões”, explicou.
O jogador voltou a dividir os méritos com o elenco e a comissão técnica. “Fico feliz de poder ajudar mais uma vez e de ressaltar o trabalho de toda a equipe e do staff. Era um sonho estar nessa final. Agora é descansar, comemorar e buscar esse título”, disse.
Por fim, Léo Jardim falou da relação com a torcida, marcada por cobrança e apoio ao longo da temporada. “A cobrança é normal. A gente sabe que precisa corresponder em campo. Mesmo com oscilações, o torcedor não deixa de apoiar. Esse momento é para eles, e esse título a gente vai buscar para dar esse presente à torcida do Vasco.”




