Justiça bloqueia contas do Internacional por dívida ligada à contratação de Carlos Palacios

Antes de tudo, a Justiça de Porto Alegre determinou o bloqueio das contas do Internacional por causa de uma dívida. O processo envolve a contratação do atacante chileno Carlos Palacios. Nesse sentido, o valor pendente é de aproximadamente R$ 640 mil. O montante se refere à comissão de um empresário que atuou na negociação que levou o jogador ao Beira-Rio.

A cobrança tem como autor Pablo Alain Lecler Fluxa, agente que intermediou a transferência de Palacios ao clube gaúcho. Segundo a ação, o Internacional não cumpriu o acordo, ao deixar de quitar integralmente o valor. Diante disso, a parte interessada ingressou com o pedido judicial. Consequentemente, resultou na medida de bloqueio das contas.

O caso tramita em uma Vara Cível do Foro Central de Porto Alegre. A decisão judicial autoriza a retenção de valores para garantir o pagamento da dívida, que pode aumentar com juros, correção monetária e honorários advocatícios, caso o impasse siga sem uma solução.

O que alega a diretoria do Internacional sobre a dívida com Carlos Palácios?

Em sua defesa, o Internacional contesta a cobrança e sustenta que o contrato firmado com o empresário é nulo. O clube também argumenta haver excesso no valor exigido e afirma que já recorreu da decisão, tentando suspender o bloqueio determinado pela Justiça.

Carlos Palacios foi contratado pelo Inter em 2021 e atualmente defende o Boca Juniors. A negociação, à época, envolveu valores significativos e agora volta ao noticiário por conta do litígio judicial, que gera impacto direto na gestão financeira do clube.

Por fim, o bloqueio ocorre em um momento sensível para o Internacional, que busca equilíbrio financeiro e estabilidade administrativa. Dessa forma, a diretoria trabalha para reverter a decisão e resolver a pendência, enquanto o processo segue em andamento no Judiciário gaúcho.

Projeto Rodrigo Garro: Saiba como o Boca Juniors pretende tirar o jogador do Corinthians

O Boca Juniors está determinado a tirar Rodrigo Garro do Corinthians. Em meio a uma reestruturação do elenco, o Clube de Buenos Aires aposta em um projeto ambicioso para convencer o meio-campista a voltar ao futebol à Argentina.

A Agência RTI Esporte apurou que o presidente do Boca Juniors, Juan Román Riquelme, é fortalecer o elenco após o chileno Carlos Palacios, ex-Internacional e Vasco, acumular problemas disciplinares desde que chegou na equipe Xeneize.

Rodrigo Garro vem sendo visto como peça ideal para liderar essa reformulação. Com excelente visão de jogo, qualidade nos passes e personalidade em campo, o armador preenche exatamente o perfil buscado pelo mandatário do Boca Juniors.

Juan Román Riquelme vem buscando no mercado da bola atletas que combinem talento técnico, capacidade de liderança e principalmente comprometimento em campo, algo que, segundo o dirigente, falta ao camisa 8 do Boca Juniors.

O “caso Carlos Palacios” ligou o alerta. O chileno chegou com pompa, mas não correspondeu. Sem adaptação e com atritos nos bastidores, acabou afastado rapidamente. Isso reforçou a urgência por nomes que se encaixem no projeto coletivo.

Ainda segundo apurou a reportagem, Rodrigo Garro, nesse contexto, surge como a solução. Apesar do histórico recente de lesões no Corinthians, o jogador vem sendo bem visto por causa de sua trajetória regular e perfil centrado dentro e fora de campo.

O Boca Juniors aposta em mais do que dinheiro. A proposta inclui protagonismo e um projeto técnico robusto. As conversas acontecem há duas semanas. Se Rodrigo Garro aceitar, será um dos principais nomes do clube. A decisão de ouvir uma proposta está nas mãos do jogador.

Qual o valor da multa rescisória de Rodrigo Garro?

Antes de tudo, Rodrigo Garro possui contrato com o Corinthians até dezembro de 2028. A multa rescisória do camisa 8 é de 40 milhões de euros (R$ 255,6 milhões, na cotação atual) para o mercado nacional e 100 milhões de euros (R$ 639,1 milhões) para o exterior.

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