UFC México e Jungle Fight dominam o sábado; Prochazka e Ulberg herdam trono de Poatan

Neste sábado, 28 de fevereiro, o mundo dos esportes de combate não está para brincadeira. Entre a falta de oxigênio na Cidade do México, a porrada estancando no Rio de Janeiro e as notícias bombásticas vindo de Miami, uma coisa é certa: quem piscar, perde o nocaute. No RTI Esporte, a gente traz o detalhe, porque aqui não tem colé-colé!

1. O Desafio dos Pulmões no UFC México

Na Arena CDMX, o inimigo é invisível e atende por 2.240 metros de altitude. O ídolo Brandon Moreno retorna ao octógono contra a promessa Lone’er Kavanagh, mas os olhos do Brasil estão em Douglas D’Silva e Felipe Bunes.

Douglas, aos 40 anos, desafia a biologia contra Javier Reyes. Já Bunes busca a redenção contra Edgar Chairez. A estratégia é uma só: não gaste o tanque no primeiro round. No México, se o fôlego acaba, a paçoca é entregue antes do gongo. É luta de inteligência e pulmão!

2. Selva de Pedra: Jungle Fight 145 no Rio

Enquanto isso, no Velódromo Olímpico do Rio, o bicho pega no Jungle Fight 145. O “Brasileirão do MMA” traz Ernane Pimenta e Anderson Nascimento no topo de um card recheado de garotos com sangue nos olhos. É o celeiro de talentos onde a regra é clara: o nocaute é o melhor amigo do lutador. No Jungle, ou você caça, ou vira caça. Não tem colé-colé!

3. A Bomba do UFC 327: O Trono de Poatan

E para fechar o sábado com a adrenalina no teto, a notícia que sacudiu as redes: Alex “Poatan” Pereira abriu mão do cinturão meio-pesado para buscar o tri na categoria de cima! Com isso, o UFC 327, em 11 de abril, terá Jiri Prochazka x Carlos Ulberg pelo título vago. O tcheco samurai contra o neozelandês que não sabe o que é perder há nove lutas. Miami vai tremer, e a herança do brasileiro já tem data para ser disputada.

O Veredito RTI

Seja no boxe com a guerra mexicana de Vaquero Navarrete (também hoje!), no octógono do Ultimate ou no cage do Jungle, o sábado é de quem tem coração e estratégia. Prepare a poltrona, porque o nocaute pode vir de qualquer lugar.

Sem fôlego: O teste de fogo dos brasileiros no UFC México

O octógono do Ultimate desembarca neste sábado, 28 de fevereiro, na altitude impiedosa da Cidade do México. E para os brasileiros escalados, o desafio vai muito além dos adversários: o inimigo invisível atende pelo nome de 2.240 metros acima do nível do mar. No UFC Fight Night, quem não tiver pulmão, entrega a paçoca. Não tem colé-colé!

Brandon Moreno x Lone’er Kavanagh: O Dono da Casa contra a Promessa

Não dá para falar de UFC México sem citar o ídolo nacional, Brandon Moreno. O “The Assassin Baby” retorna ao octógono sob uma pressão ensurdecedora para enfrentar a estrela em ascensão Lone’er Kavanagh.

Moreno é o veterano das guerras, ex-campeão e mestre em reviravoltas. Já Kavanagh chega com o hype de quem quer furar a fila da categoria. O segredo aqui será o ritmo: se Moreno deixar o jovem Kavanagh se sentir confortável no início, a noite pode ser longa para o mexicano. Mas, com o apoio da Arena CDMX, Moreno entra com o coração de quem não aceita derrota em casa. É técnica pura misturada com a raça latina.

Douglas D’Silva: O Veterano que Ignora o RG

Aos 40 anos, Douglas Silva de Andrade continua sendo um fenômeno da física. O paraense encara o mexicano Javier Reyes em uma daquelas lutas que prometem faíscas. Reyes é mais jovem, tem a envergadura a seu favor e o grito da torcida local, mas Douglas tem o que os americanos chamam de fuck you power — um soco que, se encostar, apaga a luz.

A estratégia aqui é clara: Douglas precisa de uma blitz controlada. Se gastar todo o tanque de oxigênio no primeiro round, pode virar alvo fácil no terceiro. Mas conhecendo o “D’Silva”, a aposta da casa é no peso da mão. Se o cruzado entrar, o mexicano só acorda com o cheiro de tacos no vestiário.

Felipe Bunes: A Redenção no Chão

Já no peso-mosca, Felipe Bunes chega para o “tudo ou nada” contra Edgar Chairez. Bunes é um artista do solo, um finalizador nato que precisa silenciar a Arena CDMX. O mexicano Chairez é um striker perigoso, mas tem um “buraco” crônico na defesa de quedas que o brasileiro precisa explorar.

Para o RTI Esporte, o caminho da vitória de Bunes passa pelo clinch e pela grade. Cansar o mexicano, tirar o espaço e buscar o pescoço. Se aceitar a trocação franca no centro do cage, estará jogando a moeda para o alto em território inimigo.

O Veredito RTI

Lutar no México é um teste de sobrevivência. Do card preliminar ao main event, o condicionamento físico será o fiel da balança. Douglas e Felipe têm técnica de sobra para sair com o braço erguido, enquanto Moreno carrega o peso de uma nação nas costas.

Preparem o café (ou a tequila), porque o sábado promete fortes emoções. No RTI Esporte, a gente analisa o detalhe, porque na hora que o bicho pega… não tem colé-colé!

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