Libertadores: Belém se oferece à Conmebol para sediar final da competição, dia 29 de novembro

Antes de tudo, o Governo do Pará apresentou proposta oficial à Conmebol para que a final da Libertadores 2025 seja em Belém. O presidente da Federação Paraense de Futebol foi que revelou as tratativas nesse sentido. Ricardo Gluck Paul, presidente da FPF, também é vice-presidente da Confederação Brasileira de Futebol.

A decisão, prevista para o dia 29 de novembro, está marcada para Lima, no Peru, mas o cenário político conturbado do país pode levar a entidade a mudar o local. Conforme Gluck Paul, a candidatura de Belém se destaca pelo caráter ambiental e pela visibilidade internacional. Isto porque a cidade sediará a Conferência da ONU sobre Mudanças Climáticas (COP30).

A COP 30 deve reunir cerca de 50 mil pessoas de 162 países e colocar a capital paraense sob os olhos do mundo por duas semanas. São esperados chefes de Estado, ministros, cientistas, ativistas, além de representantes de empresas e ONGs.

A proposta ressalta que a final da Libertadores seria disputada cerca de uma semana após o encerramento da COP30. Dessa forma, permitiria aproveitar parte da estrutura montada para o evento climático, incluindo hospedagem, transporte e segurança. Além disso, o estádio Mangueirão, recentemente reformado, oferece capacidade para mais de 50 mil torcedores e estrutura moderna para receber um evento de grande porte.

A Conmebol, porém, ainda avalia o pedido. A entidade monitora a situação política no Peru e analisa outras possíveis sedes. Nos últimos anos, a final única da Libertadores passou por cidades como Guayaquil, Montevidéu e Rio de Janeiro. A intenção é de fortalecer a imagem do torneio e ampliar o alcance continental.

Em suma, Belém aposta na combinação de hospitalidade, tradição esportiva e relevância ambiental para convencer a entidade sul-americana. Caso a proposta seja aceita, a capital paraense se tornará a primeira cidade da região Norte a sediar uma final de Libertadores. Isto seria um marco histórico para o futebol amazônico e brasileiro.

António Oliveira reconhece falhas do Remo e projeta reação após derrota no Re-Pa

Primeiramente, na estreia do técnico António Oliveira, o Remo perdeu por 1 a 0 para o Paysandu no clássico Re-Pa, disputado neste sábado pela 13ª rodada da Série B. Após o jogo, o treinador português lamentou o resultado, reconheceu falhas da equipe azulina e destacou que, apesar da maior posse de bola e volume ofensivo, o time pecou nas decisões e na execução técnica.

Para António Oliveira, o Paysandu foi eficiente ao explorar erros do Remo e apostar nas bolas paradas e transições. O adversário teve uma estratégia muito clara. Marcou um gol, nós não. Isso define o futebol. Tivemos mais posse, mas isso não vale nada se não for bem usada. Erramos muito nos passes, cruzamentos e finalizações, avaliou o treinador.

O técnico do Remo explicou que houve problemas no preenchimento do meio de campo, o que dificultou a construção ofensiva. Segundo ele, os jogadores de criação recuaram demais e deixaram espaços entre linhas mal ocupados. Faltou refino na zona intermediária, e isso comprometeu nossa chegada ao terço final. Quando conseguimos ocupar bem, criamos chances. Mas fomos pouco eficazes, destacou.

“Temos que ser mais malandros e assertivos”, diz António após revés no clássico

Mesmo diante das dificuldades, António viu pontos positivos na postura da equipe e reforçou que há margem para evolução. O grupo foi comprometido, lutou, mas precisamos igualar a agressividade do adversário e ser mais malandros em momentos decisivos. A Série B é longa. Disse aos jogadores: no fim, vamos celebrar alguma coisa, afirmou.

Além disso, o treinador também agradeceu à torcida, que fez bonita festa no Mangueirão, mesmo com o resultado adverso. Foi emocionante ver a arquibancada. Infelizmente, não conseguimos dar o que o torcedor queria hoje. Mas vamos continuar trabalhando para recompensar esse apoio lá na frente, prometeu António, ao falar diretamente à torcida azulina.

Por fim, o técnico apontou que o Remo precisa reduzir o número de finalizações sofridas, além de manter equilíbrio entre ataque e defesa. Ataques ganham jogos, defesas ganham campeonatos. Se quisermos brigar por algo maior, precisamos melhorar nossa compactação e evitar transições. Ter mais a bola exige responsabilidade defensiva também, concluiu.

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Remo x Paysandu: saiba como foi o jogo pela Série B do Brasileirão

Inicialmente, Remo e Paysandu fizeram um jogo bem movimentado pela 13ª rodada da Série B do Campeonato Brasileiro. O Clássico Rei da Amazônia teve festa das torcidas nas arquibancadas do estádio Mangueirão, com direito a mosaicos.

Pressionado pelos resultados negativos recentes, o Papão começou com mais intensidade. Apesar de o Leão buscar mais se impor no jogo, o Papão levou a melhor. Com gol de Diogo Oliveira, na etapa final, venceu por 1 x 0.

Como foi o primeiro tempo?

Logo no início, o Paysandu pressionou com escanteio na saída de bola e tentativa de Garcez. A intensidade bicolor dificultou a troca de passes do Remo, que sofreu para avançar ao ataque. Aos sete minutos, o atacante Jorge Benítez sentiu uma lesão e precisou sair para entrar Diogo Oliveira.

O jogo seguiu movimentado, com o Paysandu criando as melhores chances. Garcez, muito participativo, obrigou Marcelo Rangel a fazer boas defesas. Em uma delas, o atacante cabeceou com perigo após cruzamento de Marlon. O Remo respondeu com investidas de Pedro Rocha e Janderson, mas sem finalizar com precisão.

Além disso, nos minutos finais, o Paysandu manteve o domínio ofensivo e voltou a exigir defesas de Marcelo Rangel, destaque azulino no primeiro tempo. O Remo teve mais posse de bola, mas não acertou nenhum chute no gol. O Papão terminou melhor, com mais escanteios, finalizações e presença ofensiva no campo adversário.

Como foi o segundo tempo?

O Remo voltou do intervalo pressionando e tentou surpreender com jogadas ensaiadas. Pedro Rocha e Janderson criaram as melhores chances, mas Gabriel Mesquita segurou o empate. O Paysandu respondeu com escanteios e chutes de fora da área, enquanto o duelo seguia equilibrado até os 25 minutos.

O gol bicolor saiu aos 26, em jogada de bola parada concluída de peixinho por Diogo Oliveira. O Remo tentou reagir com Vizeu e Marrony, que estreou, mas esbarrou novamente no goleiro adversário. Davó também parou em grande defesa de Mesquita, o destaque do jogo.

Mesmo com mudanças ofensivas, o Leão não conseguiu furar a defesa do rival. As últimas investidas pararam em cortes e defesas seguras do Paysandu. O clássico terminou com público de 45.544 torcedores no Mangueirão e vitória bicolor por 1 a 0, a primeira no Re-Pa em 2025.

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Águia de Marabá recusa proposta para mandar jogo contra o Fluminense no Estádio Mané Garrincha; entenda

Antes de mais nada, a Confederação Brasileira de Futebol (CBF) confirmou o local da partida entre Águia de Marabá e Fluminense. O duelo válido pela primeira fase da Copa do Brasil acontece no dia 26 de fevereiro, às 19:30h, no Estádio do Mangueirão, em Bélem (Pará). No entanto, o jogo quase aconteceu em outro local: o Estádio Mané Garrincha, em Brasília.

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A Agência RTI Esporte apurou que o Águia de Marabá recebeu uma oferta de uma empresa no valor de R$ 300 mil para levar o jogo para a capital federal. A expectativa era de que a partida poderia ter um grande apelo para o torcedor do Fluminense que mora em Brasília. No entanto, a equipe paraense prontamente recusou a proposta.

Incialmente, a diretoria do Águia de Marabá queria que o confronto contra o Fluminense acontecesse na cidade de Parauapebas, no Pará. Contudo, o Estádio Rosenão não teve os laudos aprovados pela CBF e, com isso, a entidade máxima do futebol brasileiro definiu o Estádio Mangueirão como o palco da partida.

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Por fim, Fluminense e Águia de Marabá vão se encontrar pela terceira vez na história dos clubes. Os dois primeiros confrontos aconteceram também numa edição da Copa do Brasil, em 2009. Na ocasião, as equipes disputavam uma vaga na terceira fase da competição. No jogo de ida, também no Estádio Mangueirão, o Tricolor Carioca perdeu por 2 a 1 (Fred marcou o gol do time do Rio de Janeiro).

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Por outro lado, no jogo da volta, no Maracanã, a equipe comandada por Carlos Alberto Parreira venceu por 3 a 0 (Maicon, duas vezes; e Eduardo Ratinho). Assim, o Tricolor Carioca garantiu a classificação na Copa do Brasil daquele anos. Vale lembrar, no entanto, que para 2025 a definição do classificado acontece em jogo único e sem vantagem do empate. Em caso de igualdade no placar, a decisão da vaga será nos pênaltis.

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