João Martins vê Palmeiras vivo por título Brasileiro e destaca trabalho de Abel

Grêmio e Palmeiras empataram por 0 a 0 na manhã deste domingo, em Porto Alegre, em partida da 28ª rodada do Campeonato Brasileiro. Com o resultado, o time paulista chegou aos 57 pontos, mesma pontuação do Flamengo, mas segue na segunda posição do Brasileirão.

Já o Grêmio contou com o goleiro Weverton para segurar o resultado. Contudo, o time segue na zona do rebaixamento com 29 pontos, na 17.ª posição. Após a partida, o auxiliar do Palmeiras, João Martins, comentou o empate. Ele “culpou” o goleiro Weverton pelo resultado sem gols.

“Quando um goleiro tem o rendimento que ele teve, é difícil não dar mérito, não dar os parabéns e olhar para a nossa ineficiência ou falta de eficácia no que é mais importante no futebol, que é fazer gol. Foi só isso o que faltou, assumir nossa responsabilidade, a falta de eficácia, e dar parabéns ao Weverton”, disse.

João Martins apontou que os próximos terão o mesmo peso do jogo de hoje. Cada partida precisa ser pensada pelo Palmeiras para superar o Flamengo na tabela de pontuação. Ele também destacou os jogos de Copa do Brasil e Libertadores da América.

“Faltam 16 finais. Jogo a jogo. Já colocamos esse objetivo internamente. Hoje, infelizmente, não conseguimos nossos objetivos. Mais vale um ponto do que nenhum. Se o primeiro colocado ganhar hoje, ficamos a um jogo de distância, ainda temos o confronto direto, por isso tudo está em aberto”, disse.

Palmeiras perderá jogadores durante a Data FIFA

“Não é igual trabalhar com o grupo todo ou só com alguns. Vamos perder três para a seleção brasileira sub-20, mais três para o Paraguai, mais Uruguai, Argentina… Primeiramente, vamos focar em recuperar física e mentalmente, é o mais importante nessa parada. Depois vamos voltar às bases, voltar a pontos que achamos que são essenciais no nosso trabalho, esperar que corra tudo bem com os jogadores na seleção, que voltem bem, é essencial para essa fase final”.

João Martins critica calendário após empate do Palmeiras e reclama de atraso em Belém

O empate do Palmeiras diante do Remo, por 1 a 1, neste domingo, 10, no Mangueirão, em Belém, deixou marcas além do resultado dentro de campo. Auxiliar técnico de Abel Ferreira, suspenso no Campeonato Brasileiro, João Martins adotou tom crítico após a partida.

Ele direcionou as principais reclamações ao calendário, ao horário do confronto e até à arbitragem de vídeo. A partida, válida pela 15ª rodada da Série A, começou com duas horas de atraso por conta das fortes chuvas que atingiram a capital paraense.

“Estamos habituados a rotinas. Esse tipo de coisa acontece, temos que nos adaptar, são situações diferentes, excepcionais. Nos avisaram isso. Quem marca um jogo desse para as 16h está a pedir que isso aconteça”, disse o auxiliar antes de prosseguir:

“Em Portugal, para dar exemplo, existe um estádio na Ilha da Madeira e às 18h sempre fica aquele nevoeiro, neblina. Deixaram de marcar jogos neste horário porque os jogos eram sempre adiados”, afirmou.

O auxiliar do português Abel Ferreira ainda reforçou que o clube paulista não pretende usar o atraso como desculpa para o tropeço, mas ressaltou o impacto físico provocado pela sequência intensa de jogos.

“Quem fez essa programação estava a pedir que isso acontecesse. A razão não foi o atraso do jogo, mas o campo estava pesado, duro, para correr é preciso gastar muita força. Quando não estamos 100%, pagamos mais caro, principalmente nas decisões no último terço”, completou.

Palmeiras sente desgaste e perde intensidade em Belém

João Martins voltou a citar o desgaste acumulado do elenco como um dos principais desafios do Palmeiras na temporada. Segundo ele, o clube vive uma maratona de partidas que exige adaptação constante e cobra alto nível físico dos jogadores.

O auxiliar destacou que o Remo chegou mais descansado para o confronto, já que teve a semana livre para treinamentos, enquanto o Palmeiras vem dividido entre Campeonato Brasileiro, Copa do Brasil e Copa Libertadores da América.

Comissão técnica lamenta falta de eficiência ofensiva

Mesmo com maior posse de bola e controle territorial durante boa parte do jogo, o Palmeiras voltou a apresentar dificuldades para transformar superioridade em vitória. João Martins lamentou as oportunidades desperdiçadas e afirmou que faltou precisão nas jogadas decisivas.

“Faltou domínio do Maurício, pois tínhamos dois jogadores sozinhos para fazer o gol; faltou o arremate do Lucas Evangelista acertar o gol; e faltou o VAR inventar, não ser incompetente no seu trabalho e seguir as regras do jogo”, disparou.

João Martins encerra sequência no comando do Palmeiras

O empate manteve o Palmeiras na liderança isolada do Campeonato Brasileiro, agora com 34 pontos. Apesar disso, o desempenho voltou a gerar críticas internas pela queda de intensidade apresentada nos minutos finais.

A partida também marcou a despedida momentânea de João Martins à beira do gramado no Brasileirão. Após cumprir suspensão, Abel Ferreira retorna ao banco de reservas na próxima rodada, diante do Cruzeiro, em Barueri.

Antes disso, o Palmeiras volta suas atenções para a Copa do Brasil. A equipe encara a Jacuipense, nesta quarta-feira, às 21h30, no Estádio do Café, em Londrina, tentando confirmar a classificação às oitavas de final após vencer o jogo de ida por 3 a 0.

João Martins valoriza resultado e destaca força defensiva do Palmeiras na liderança

Antes de mais nada, a vitória por 1 a 0 do Palmeiras sobre o Bragantino, neste domingo, 26, pela 13ª rodada da Série A do Campeonato Brasileiro, teve um roteiro menos vistoso do que o habitual para o líder da competição.

Ainda assim, o resultado foi tratado como prioridade absoluta por João Martins, que comandou a equipe à beira do campo na ausência de Abel Ferreira, suspenso pelo Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD).

Com o triunfo, o Palmeiras chegou aos 32 pontos e manteve a vantagem na liderança. Mesmo com queda de rendimento no segundo tempo e menor volume ofensivo, a equipe conseguiu sustentar o placar, apoiada em uma atuação defensiva consistente.

“Se eu pudesse escolher entre nota artística e resultado, resultado é sempre melhor. Quando não estamos tão inspirados não pode faltar empenho, intensidade e saber o que fazer sem bola. Saber defender também é um dom e defendemos muito bem. E faz parte do jogo”, disse.

Defesa como ponto de equilíbrio

Sem a mesma fluidez ofensiva de outras partidas, o Palmeiras precisou recorrer a um comportamento mais reativo. A equipe passou mais tempo defendendo, especialmente na segunda etapa, mas conseguiu limitar as ações do adversário.

“Falta-nos saber se foi mérito do adversário ou demérito nosso, passamos mais tempo a defender e o adversário teve duas oportunidades. E nosso goleiro foi bem nas duas ações. E o jogo se resume a isso, mais três pontos para o Palmeiras”, avaliou.

Números mostram domínio territorial do Bragantino

O Bragantino finalizou 18 vezes, contra apenas seis do Palmeiras. Ainda assim, a equipe alviverde foi mais eficiente e contou com boas intervenções do goleiro para garantir a vitória. Para João Martins, o contexto do jogo exigiu uma postura diferente da habitual.

“Falta-nos entender de onde veio o mérito do adversário e o demérito nosso. O Bragantino é um dos jogos mais difíceis desde que chegamos. Preparamos os jogadores para isso. Poderíamos ter estado um pouco melhor com bola e eles apareceriam mais”, explicou.

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