Quanto vale Arthur Novaes? Saiba valor da multa rescisória da joia do Botafogo

O Botafogo trabalha nos bastidores para evitar a saída precoce de uma de suas principais revelações na próxima janela de transferências: Arthur Novaes. O jogador de 18 anos entrou na mira de clubes europeus e, por isso, a diretoria decidiu proteger o volante.

A Agência RTI Esporte apurou que o Botafogo renovou o contrato da joia alvinegra até dezembro de 2029. Arthur Novaes, além de um robusto reajuste salarial, também teve a multa rescisória elevada para 80 milhões de euros (R$ 474,4 milhões, na cotação atual).

A medida de John Textor, acionista majoritário da SAF Botafogo, faz parte de uma estratégia clara de proteção de ativos. Internamente, o entendimento é de que o jogador possui alto potencial de valorização e pode se tornar uma das principais negociações futuras do clube.

Botafogo reforça proteção contratual

O aumento da multa rescisória é visto como um movimento padrão dentro do modelo de gestão adotado pelo clube. A ideia é evitar investidas prematuras do mercado europeu e garantir maior poder de negociação em uma eventual venda.

Com o novo contrato, o Botafogo se posiciona de forma mais firme diante de possíveis interessados, estabelecendo um patamar elevado para qualquer negociação envolvendo o atleta que foi incorporado ao elenco principal pelo técnico Franclim Carvalho.

Arthur Novaes interessa clube da Premier League

Apesar do movimento de blindagem, o cenário de mercado da bola pode apresentar alternativas diferentes. Nos bastidores, existe a possibilidade de Arthur Novaes ser negociado com o Nottingham Forest, da Inglaterra, por um valor aproximado à multa estipulada.

O Botafogo faz parte de um grupo com conexões internacionais do bilionário grego Evangelos Marinakis, proprietário do Nottingham Forest, o que pode facilitar negociações estratégicas. Nesse contexto, o clube inglês surge como um destino possível para Arthur Novaes.

A eventual venda por um valor reduzido não seria necessariamente vista como perda pela diretoria alvinegra, mas sim como parte de uma estratégia mais ampla, considerando o relacionamento entre as partes envolvidas.

Comparação com craque do penta chama atenção

Internamente, há quem veja no jogador características que lembram Kaká, principalmente pela capacidade técnica e estilo de jogo. A diferença é que Arthur Novaes atua com o pé esquerdo, o que amplia suas possibilidades em campo.

A comparação reforça a expectativa de crescimento do atleta nos próximos anos. O Botafogo aposta que, com sequência e desenvolvimento, o jogador pode atingir um nível elevado e atrair ainda mais interesse do mercado internacional.

Planejamento envolve cenário futuro

A diretoria alvinegra trabalha com diferentes cenários para o futuro de Arthur Novaes. A blindagem contratual garante segurança, mas não impede uma eventual negociação, caso seja considerada vantajosa.

O objetivo é equilibrar o desenvolvimento esportivo com o potencial financeiro do atleta. Por isso, decisões envolvendo o jogador devem ser tomadas com base no momento de carreira e nas oportunidades de mercado.

Nos bastidores, o discurso é de cautela e estratégia. O Botafogo quer valorizar seu ativo, mas mantém a porta aberta para futuros negócios que façam sentido dentro de um planejamento esportivo e financeiro global.

Botafogo sofre novo transfer ban; entenda

O Botafogo sofeu mais um transfer ban e está impossibilitado de registrar jogadores por seis meses, ou até que pague a dívida de R$ 1,3 milhão. O detalhe é que desta vez o transfer ban foi imposto pela  Câmara Nacional de Resolução de Disputas (CNRD). O órgão é ligado à CBF.

A CNRD funciona como um “tribunal do futebol” especializado. Ele foi criado em 2016 com o objetivo de solucionar disputas contratuais, trabalhistas e financeiras de forma mais célere e especializada que a Justiça comum. A parcela da divida na CNRD venceu no dia 31 de março, o Botafogo sofreu o bloqueio na última quarta-feira, 08.

A SAF aguarda o novo aporte financeiro prometido por John Textor para solucionar problemas financeiros do clube. A ideia da SAF é pagar a parcela em atraso até o próximo dia 20 de abril. Contudo, ainda existe residtência do clube associativo em relação ao aporte de John Textor.

Botafogo pode sofrer transfer ban da Fifa

Desde que John Textor assumiu o Botafogo prometendo sanear as dívidas do clube, o Botafogo sofreu e segue sofrendo com problemas financeiros. Para exemplicar, em março de 2025 o clube sobre transfer ban pela negociação de Matías Segovia.

Na ocasião o Guaraní, do Paraguai cobrou cerca de US$ 2,598 milhões. Em dezembro do mesmo ano, o Alvinegro voltou a sofrer transfer ban pela dívida com Thiago Almada. O problema só foi resolvido em fevereiro.

Contudo, o Botafogo voltou a atrasar a parcela do acordo com o jogador. Além disso, pode sofrer outro transfer ban pela divida com o Zenit, pela contratação de Artur, que foi emprestado ao São Paulo.

O Braga, de Portugal, cobra 1 milhão de euros ao Botafogo pela multa rescisória de Artur Jorge, contratado em 2024. O clube acertou o pagamento em três parcela do mesmo valor, contudo, não pagou a última parcela e foi acionado na Fifa. Ou seja, nos próximos meses, o clube pode sofrer três transfer ban da Fifa.

Aporte milionário na SAF do Botafogo é barrado e gera novo impasse com John Textor

O Botafogo enfrenta um novo capítulo de indefinição em sua estrutura societária. O aporte de US$ 25 milhões (R$ 130 milhões, na cotação atual), desejado por John Textor para a SAF alvinegra, não será concretizado.

A Agência RTI Esporte apurou que a operação foi barrada após avaliação do banco consultor do clube, o BTG Pactual. A decisão inviabiliza a assinatura do acordo por parte do clube social, que optou por seguir a recomendação técnica apresentada pela instituição financeira.

O episódio amplia a tensão nos bastidores e levanta dúvidas sobre os próximos passos da gestão da SAF. O BTG Pactual, responsável por assessorar o Botafogo em questões estratégicas e financeiras, não aprovou os termos da operação proposta por John Textor.

Embora os detalhes não tenham sido oficialmente divulgados, a avaliação interna apontou riscos ou inconsistências que levaram à rejeição do modelo apresentado. Sem o aval do banco, o clube social decidiu não avançar na assinatura do acordo.

A medida segue o entendimento de que operações dessa magnitude exigem respaldo técnico e segurança jurídica, especialmente no contexto de uma Sociedade Anônima do Futebol como é o caso do Botafogo.

Clube social opta por cautela

A postura adotada pelo Botafogo indica uma tentativa de preservar a governança e evitar decisões que possam comprometer o futuro da SAF. Internamente, a leitura é de que a negativa do BTG Pactual não pode ser ignorada, dada a relevância da instituição no processo.

O movimento também reforça a autonomia do clube social em relação à SAF, mesmo com a presença de um investidor majoritário. A relação entre as partes, no entanto, tende a sofrer novo desgaste com a recusa.

Comunicação será feita em reunião nos Estados Unidos

O presidente do clube, João Paulo Magalhães Lins, será o responsável por comunicar oficialmente a decisão a John Textor. O encontro está marcado para acontecer ainda hoje, em Miami, nos Estados Unidos.

A reunião é tratada como decisiva para o alinhamento entre as partes. Além de informar a recusa, a diretoria do Clube de General Severiano deve discutir alternativas e possíveis ajustes no modelo de investimento.

A expectativa é de que o diálogo busque evitar um rompimento mais profundo. A não concretização do aporte de US$ 25 milhões impacta diretamente o planejamento financeiro da SAF. O valor poderia ser utilizado para reforçar o caixa, investir no elenco ou acelerar projetos estruturais.

Futuro depende de novo alinhamento

Sem o recurso, o Botafogo precisará reavaliar prioridades e ajustar estratégias para a sequência da temporada. Ao mesmo tempo, o episódio evidencia os desafios de conciliar interesses entre investidor, clube social e consultores financeiros.

A relação com John Textor, peça central no modelo de SAF alvinegro, entra em um momento delicado. A condução das próximas conversas será fundamental para determinar se haverá reaproximação ou um distanciamento mais significativo.

Assim, a negativa ao aporte não representa apenas o cancelamento de uma operação financeira, mas um ponto de inflexão na governança do Botafogo. Entre cautela institucional e ambição de crescimento, o clube busca equilibrar decisões em um cenário cada vez mais complexo.

Textor propõe investimento de R$ 128,5 milhões e pede aval do Botafogo social

O empresário John Textor divulgou nesta terça-feira uma carta-proposta ao Botafogo com a intenção de investir R$ 128,5 milhões na SAF do clube. O aporte, segundo ele, seria feito com recursos próprios e depende de autorização do clube social para ser concretizado.

A proposta prevê a entrada imediata de capital para melhorar a liquidez da SAF, auxiliando no pagamento de compromissos como a folha salarial e outras obrigações financeiras. O movimento acontece em meio a um cenário de tensão envolvendo o Grupo Eagle e o associativo alvinegro.

Aporte, estrutura e impasse

De acordo com Textor, o valor não se trata de empréstimo, mas sim de um investimento direto na SAF, por meio de capital próprio (equity), com a emissão de novas ações. O empresário destacou que os 10% de participação do clube social seriam mantidos, conforme previsto em acordo.

O aporte proposto se soma a um investimento anterior de US$ 25 milhões (cerca de R$ 128,5 milhões) obtido junto aos investidores GDA Luma e Hutton Capital, totalizando aproximadamente R$ 257 milhões em capitalização.

Apesar de já ter conseguido maioria no Conselho de Administração da SAF em votações anteriores, o processo ainda depende de autorização do clube social. O presidente João Paulo Magalhães ainda não assinou o documento necessário para viabilizar a operação.

Carta reforça pedido por autorização do Botafogo

Na carta divulgada, Textor reforça que o investimento é essencial para garantir estabilidade financeira no curto e médio prazo, além de fortalecer o balanço do clube sem aumento de endividamento.

O empresário também destacou que a SAF aguarda desde janeiro a liberação para a entrada do aporte e fez um novo apelo público para que o processo avance.

“Trata-se de um investimento e não de um empréstimo, ou seja, dinheiro novo e saudável entrando no clube”, afirmou.

Contexto financeiro e pressão por decisão de ceder ao Textor

O Botafogo já havia recorrido a um empréstimo recente para resolver pendências, incluindo um transfer ban. Esse acordo prevê, inclusive, a possibilidade de conversão da dívida em participação acionária, o que aumenta a complexidade do cenário atual.

Textor afirma que segue disposto a continuar investindo no clube, mas ressalta que depende da colaboração do associativo para garantir a continuidade do projeto esportivo e a estabilidade financeira da SAF.

Botafogo aciona Lyon na Justiça e cobra dívida de R$ 745 milhões

A SAF do Botafogo entrou com duas ações na Justiça do Rio de Janeiro para cobrar valores do Olympique Lyonnais, clube que também integra a rede multi-clubes liderada por John Textor. O montante total das cobranças gira em torno de R$ 745 milhões.

Os processos fazem referência a transferências financeiras realizadas entre os clubes dentro do modelo de “caixa único” (cash pooling), que já não está mais em vigor no grupo Eagle Football.

Uma das ações é tratada como título de execução extrajudicial, o que permite ao Botafogo cobrar o pagamento imediato, em até três dias. Neste caso, o valor é de 21 milhões de euros (cerca de R$ 125 milhões), referente a empréstimos e movimentações feitas em março de 2025, com base em um contrato firmado entre as partes no mês anterior.

Botafogo cobra transferências e empréstimos ao Lyon


Na segunda ação, a SAF alvinegra aponta 11 transferências realizadas ao Lyon entre março de 2024 e fevereiro de 2025, que somam aproximadamente R$ 573 milhões. Segundo a defesa, o clube francês não devolveu os valores, mesmo tendo se beneficiado dos recursos.

O Botafogo também cita um empréstimo de R$ 323 milhões obtido junto ao Banco XP, por meio de uma Cédula de Crédito Bancário, que teria sido repassado ao Lyon. O acordo previa que o clube francês arcasse com os juros da operação, estimados em cerca de 7,6 milhões de euros (R$ 45 milhões), o que, segundo a SAF, não foi cumprido.

“Embora tenha sido manifestamente beneficiado com os recursos disponibilizados e emprestados pela SAF Botafogo, o Lyon optou por não honrar com os pagamentos de quase a totalidade dos valores.” – argumenta a defesa do clube carioca.

Disputa envolve modelo financeiro do grupo Eagle


De acordo com o Botafogo, o impasse começou após conflitos internos no grupo Eagle Football, que levaram ao rompimento do acordo de gestão compartilhada de caixa entre os clubes.

Mesmo com o Lyon sediado na França, a SAF entende que a Justiça do Rio de Janeiro tem competência para julgar o caso, já que o contrato firmado entre as partes previa foro na capital fluminense.

Em nota oficial, o Botafogo afirmou que está tomando “medidas irreversíveis” e que adotará todas as ações legais necessárias para recuperar os valores.

Segundo o clube, os recursos cobrados foram fundamentais para sustentar o projeto esportivo recente, que culminou em conquistas como o Campeonato Brasileiro e a Libertadores de 2024. A SAF também destacou que o não pagamento impactou diretamente o planejamento financeiro, chegando a gerar sanções como transfer ban no fim de 2025.

O caso agora segue na Justiça e deve ter novos desdobramentos nos próximos meses.

Ex-diretor cobra R$ 1,5 milhão do Botafogo e expõe John Textor

A disputa judicial entre o ex-diretor de futebol André Mazzuco e a SAF do Botafogo trouxe à tona um novo capítulo de tensão nos bastidores do Glorioso. O dirigente cobra R$ 1,5 milhão, alegando o não cumprimento de um acordo firmado para sua saída da instituição.

A Agência RTI Esporte apurou que ficou estabelecido no momento da rescisão contratual entre André Mazzuco e Botafogo o pagamento de cinco parcelas de R$ 268,5 mil. No entanto, apenas duas teriam sido quitadas até o momento, o que motivou a ação judicial.

O caso ocorre em um momento sensível para o clube, que tenta amenizar um ambiente após períodos recentes de instabilidade esportiva e administrativa com a possibilidade de saída de John Textor da gestão do Botafogo.

Acordo contestado e cobrança na Justiça

A versão apresentada por André Mazzuco aponta para um compromisso formal assumido pela SAF do clube no ato de sua saída. A inadimplência parcial, segundo o ex-dirigente, caracteriza descumprimento contratual e justifica a cobrança integral dos valores restantes.

O impasse gira em torno de três parcelas ainda não pagas. A defesa de André Mazzuco sustenta que os termos acordados eram claros e que não houve qualquer justificativa plausível para o atraso ou interrupção dos pagamentos.

Por outro lado, até o momento, não houve manifestação pública detalhada da SAF do Botafogo sobre o caso. Internamente, o episódio vem sendo tratado com cautela, mas já gera desconforto entre membros da gestão.

Bastidores pressionados e impacto na imagem

A repercussão do processo não se limita ao campo jurídico. Nos bastidores, o episódio amplia a percepção de instabilidade administrativa, especialmente em um clube que, nos últimos anos, passou por mudanças estruturais importantes após a chegada de John Textor.

A cobrança pública de um ex-dirigente, sobretudo em valores expressivos, tende a aumentar ainda mais o desgaste institucional sofrido por John Textor. Além disso, coloca em evidência a necessidade de maior transparência na gestão de contratos do futebol alvinegro.

Reflexos no planejamento esportivo

Embora o foco principal do Botafogo esteja nas competições da temporada, episódios fora de campo como esse podem interferir no ambiente interno. Questões jurídicas e financeiras costumam exigir atenção da diretoria, desviando parte do foco do planejamento esportivo.

O caso envolvendo André Mazzuco surge como mais um desafio para a atual gestão, que busca alinhar resultados dentro e fora das quatro linhas. A condução do processo e uma eventual resolução rápida podem ser determinantes para evitar novos desgastes.

Enquanto a disputa segue na Justiça, o Botafogo tenta manter o foco no desempenho esportivo. Ainda assim, o episódio evidencia que, no atual momento, a estabilidade institucional é tão importante quanto os resultados em campo.

Torcida do Botafogo protesta contra John Textor após vitória no Nilton Santos

O Botafogo venceu o Mirassol por 3 a 2, na noite desta quarta-feira, no Nilton Santos. Com o resultado, o time deixou a zona do rebaixamento e respirou na tabela de classificação do Campeonato Brasileiro. Contudo, mesmo com o resultado positivo o torcedor protestou pela fase ruim do clube.

John Textor foi o escolhido. As organizadas do clube manifestaram contra o gestor da SAF alvinegra do lado de fora do estádio após a vitória contra o time paulista. Nas palavras de ordem e nas faixas esticadas, os torcedores pediram ações concretas e transparência por parte do americano.

“John Textor, preste atenção, muito respeito com a camisa do Fogão!”, “Ô Textor, vai se f****, o Botafogo não precisa de você” e “John Textor, vai se f****, sem transparência a porrada vai comer”, gritaram os torcedores do alvinegro.

Durante a manifestação nas ruas do estádio Nilton Santos, torcedores levaram faixas em inglês buscando repercussão internacional e visibilidade para o momento atravessado pelo clube na gestão de John Textor.

“Textor, we don’t trust you” (não confiamos em você), “Pare de mentir, pinóquio!”, “Nós somos o Botafogo F.R.” e “Transparência já!”, foram alguns dos dizeres nas faixas dos alvinegros.

Torcida emitiu manifesto contra John Textor

Conforme divulgado pela Agência RTI Esporte, as principais torcidas organizadas do Botafogo emitiram nota oficial conjunta na manhã desta quarta-feira, 01, contra John Textor. O tom foi o mesmo utilizado após a partida com o Mirassol, com foco total contra o dono da SAF.

Vale destacar que os jogadores do Botafogo também se mostraram insatisfeitos como John Textor. No último dia 30 o elenco completou dois meses de direitos de imagem em atraso. Essa é a maior parte dos salários dos jogadores. Além disso, o depósito do FGTS também está irregular.

Botafogo x Mirassol: escalação oficial

Botafogo e Mirasol estão escalados para a partida das 19h30 (de Brasília), no Nilton Santos. Os timesvivem uma fase diferente da temporada passada, e na 9ª rodada do Brasileirão, o confronto se tornou uma briga direta contra o rebaixamento.

Desse modo, é importante lembrar que ambas as equipes somam 6 pontos em sete jogos no Campeonato Brasileiro. O critério desempate coloca o Botafogo na 17ª colocação, enquanto o Mirassol é o 18º. Uma vitória fará o vencedor respirar na tabela de classificação.

Escalação do Botafogo

O Botafogo está confirmado pelo técnico interino Rodrigo Bellão, e entra em campo com Raul, Vitinho, Bastos, Justino, Alex Telles, Allan, Edenilson, Medina, Santi Rodríguez, Júnior Santos, Arthur Cabral.

 

O Alvinegro chega para o confronto com o Mirassol em crise. O clube está próximo de confirmar a contratação do técnico Franclim Carvalho. John Textor costura os últimos detalhes do acordo e pode anunciar o treinador ainda nesta quarta-feira, 01.

Contudo, o clima para o americano é o pior possível. Na última segunda-feira, o Botafogo completou dois meses de atraso no direito de imagem dos atletas. O FGTS também está irregular. Nesta quarta-feira, as principais organizadas do clube escreveram um manifesto pedindo explicações e ações concretas ao gestor da SAF.

Escalação do Mirassol

Já o Mirassol tenta recuperar o bom momento as vésperas da estreia na Libertadores da América. Contudo, a principal missão do clube é vencer fora de casa. Desse modo, o time paulista está confirmado pelo técnico Rafael Guanaes.

O único problema do clube para a partida no Nilton Santos é Reinaldo. Suspenso, ele está fora da partida. Assim, o Mirassol entra em campo Walter, Igor F., João Victor, W.Machado, Victor Luís, Neto Moura, Aldo Filho, Shaylon, Alesson, Negueba, Soares.

Botafogo avança por Franclim Carvalho, mas entrave contratual adia anúncio oficial

O Botafogo deu um passo importante nos bastidores e avançou nas negociações para contratar Franclim Carvalho. Ex-auxiliar de Artur Jorge, o profissional está próximo de assumir seu primeiro trabalho efetivo como técnico principal em um clube profissional.

A Agência RTI Esporte apurou que o Botafogo, apesar da evolução nas tratativas, ainda enfrenta um entrave jurídico que impede o anúncio oficial e o registro do novo comandante junto à CBF (Confederação Brasileira de Futebol).

Impasse com Anselmi trava registro

Martín Anselmi, mesmo demitido no início da última Data Fifa, segue com contrato ativo e ainda não assinou a rescisão. A situação contratual do treinador é hoje o principal obstáculo para a formalização do acordo com Franclim Carvalho.

Sem a rescisão assinada, o Botafogo não pode registrar um novo treinador no sistema da CBF, o que impede qualquer oficialização no papel. Internamente, o clube trabalha para resolver a pendência o quanto antes.

A expectativa é de que o acordo com o treinador argentino seja concluído nos próximos dias, liberando caminho para a chegada do novo comandante. Enquanto isso, o planejamento segue em paralelo, com Franclim Carvalho já participando de conversas com John Textor.

Recusa ao Tondela e prioridade ao Botafogo

Um dos fatores que reforçam o otimismo alvinegro é a decisão de Franclim Carvalho de recusar uma proposta do Tondela, de Portugal. O treinador enxerga no Glorioso uma oportunidade mais atrativa para iniciar sua trajetória como técnico principal.

A escolha também passa pelo projeto esportivo apresentado pela diretoria alvinegra, que prevê continuidade de ideias e valorização de profissionais com perfil moderno e alinhado ao modelo esportivo da SAF.

Comissão técnica em formação

Outro ponto em andamento é a montagem da comissão técnica. Franclim Carvalho pretende trabalhar com uma equipe enxuta, mas funcional, composta por dois assistentes técnicos, um preparador físico e um treinador de goleiros.

O conceito defendido pelo treinador é o de um “trabalho técnico” integrado, com divisão clara de funções e atuação coletiva no dia a dia. Essa estrutura é vista como essencial para dar suporte ao novo comandante em seu primeiro desafio como número um de uma comissão.

Plano B inclui nomes experientes

Apesar do avanço com Franclim Carvalho, o Botafogo mantém outras opções no radar. Nomes como Fernando Diniz, Hernán Crespo e Martín Palermo seguem sendo monitorados. No entanto, os três treinadores pedem salários superiores a R$ 1 milhão mensais.

O valor, portanto, foge da atual política financeira do clube. John Textor, acionista majoritário do futebol alvinegro, busca uma alternativa mais econômica, sem abrir mão de competitividade.  Enquanto a definição não é oficializada, o Botafogo segue sob o comando interino de Rodrigo Bellão.

Nos bastidores, a diretoria trata a contratação de Franclim Carvalho como prioridade e trabalha para superar os últimos entraves burocráticos. A tendência é de que, resolvida a questão com Martín Anselmi, o anúncio seja feito rapidamente, marcando o início de um novo ciclo no clube.

Organizadas do Botafogo protestam contra John Textor: “Queremos ação agora”

As principais torcidas organizadas do Botafogo escreveram um manifesto contra o momento vivido pelo clube e com foco em John Textor. Os torcedores pediram informações mais detalhadas e um plano concreto sobre o planejamento do clube para a sequência da temporada.

Ainda no manifesto, torcedores lembraram do apoio dado ao time nas últimas temporadas, mas ressaltaram que a crise vivida no Nilton Santos não é um ponto fora da curva, mas sim um padrão da gestão de Jonh Textor. Por isso, no texto o torcedores pediram um plano concreto para a recuperação.

“…O Botafogo é, antes de tudo, uma instituição centenária. Sua história foi construída por gerações de torcedores, jogadores e trabalhadores que dedicaram suas vidas a este clube. A transição para o modelo SAF foi aceita pela torcida como uma aposta no futuro, jamais como autorização para que o Botafogo fosse tratado como peça descartável de um portfólio internacional”, escreveu a torcida.

Na sequência do manifesto, torcedores organizados do Botafogo lembraram a crise mundial vivida por John Textor, e ponturam que o problema não é um detalhe, mas sim algo muito grande e que pode atrapalhar as próximas temporadas do Alvinegro.

“O cenário atual é inadmissível. Há atletas com salários em atraso, obrigações fiscais não cumpridas, ausência de comando técnico, falta de um projeto esportivo consistente e nenhuma perspectiva imediata de estabilidade. Enquanto isso, a holding controladora, a Eagle Football Holdings, acumula dívidas bilionárias e enfrenta processo de administração judicial no Reino Unido”, afirmou na nota.

Torcida do Botafogo lembrou o apoio nas arquibancadas

Não se trata de uma crise pontual. Trata-se de um padrão de gestão que já comprometeu outros clubes sob o mesmo comando e que, agora, se repete no Botafogo. A torcida que lotou o Estádio Nilton Santos, que acreditou e que investiu seu apoio neste projeto, não pode ser a única a arcar com as consequências.

Recado para John Textor

Você desaparece. Não se faz presente. Não dialoga com a torcida. Não presta esclarecimentos. Enquanto o clube sangra semana após semana, você se mantém distante e em silêncio, como se o Botafogo fosse um problema secundário em sua agenda. isso não é gestão. Isso é omissão.

Exigimos sua presença imediata. Exigimos um pronunciamento público, claro e objetivo sobre o futuro do clube. Exigimos um plano concreto: pagamento dos salários atrasados, regularização fiscal, contratação urgente de uma comissão técnica e definição de um projeto esportivo minimamente estruturado para a temporada. Não queremos promessas. Queremos ação e queremos agora.

Sair da versão mobile