Carlos Prates Atropela Della Maddalena e Conquista Vitória Épica na Austrália

PERTH, AUSTRÁLIA – O que se viu na RAC Arena na manhã deste sábado (2 de maio de 2026) não foi apenas uma luta, mas uma aula magistral de artes marciais mistas. Em uma performance que beirou a perfeição, o brasileiro Carlos Prates (24-7-0) chocou o mundo ao nocautear o número 1 do ranking, Jack Della Maddalena (18-4-0), aos 03:17 do terceiro assalto. Na análise da RTI Esporte, Prates não apenas venceu; ele desmantelou um dos atletas mais duros da organização com um requinte de crueldade técnica. Como bem sabemos: quando o “The Nightmare” resolve trabalhar, não tem colé-colé!

A Ascensão de um Novo Fenômeno

A luta principal do UFC Perth colocou frente a frente o atual número 1 da categoria contra o brasileiro, que ocupava a quinta posição. O cenário era de pressão absoluta: lutar na casa do adversário, sob os gritos de uma torcida apaixonada e contra um oponente que vinha em uma sequência devastadora. No entanto, o que acompanhamos foi o coroamento de um atleta versátil e estratégico.

Carlos Prates demonstrou uma maturidade impressionante no octógono. Como profissional que acompanha esta indústria há 19 anos, vejo nesta performance o ápice da preparação técnica. Prates não se intimidou com o favoritismo local e desenhou sua vitória com paciência, alternando níveis de ataque e minando a resistência física e psicológica de Maddalena.

O Caminho da Vitória: Round a Round

Abaixo, detalhamos como o brasileiro construiu esse triunfo histórico que silenciou a Austrália:

  • 1º Round: Prates iniciou o combate com uma leveza e confiança impressionantes. Ele aplicou os melhores golpes, forçando o atleta local a repensar sua estratégia defensiva desde os primeiros minutos. Maddalena ainda conseguiu uma queda nos 30 segundos finais, mas o brasileiro se defendeu bem e o ground and pound do australiano não teve qualquer efetividade.

  • 2º Round: O equilíbrio deu o tom deste assalto, com Maddalena buscando desesperadamente o jogo de solo. Prates, contudo, manteve uma postura dominante e caminhou com inteligência pelo octógono. O brasileiro trabalhou golpes limpos que machucaram visivelmente o oponente. Maddalena passou a mancar e foi forçado a trocar de base diversas vezes. No estouro do gongo, Prates conectou uma joelhada espetacular que deixou o australiano atordoado, sendo salvo apenas pelo soar do cronômetro. No intervalo, o corner de Maddalena foi enfático ao criticar sua postura e exigir que ele colocasse a luta para baixo devido ao volume de golpes recebidos.

  • 3º Round: O que vimos foi um verdadeiro massacre unilateral. Prates exibiu toda sua versatilidade ao castigar o estômago e a linha de cintura de Maddalena com chutes precisos. O brasileiro seguiu golpeando e lesionando o adversário, que lutava apenas por instinto de sobrevivência. Após aplicar outra joelhada duríssima e uma sequência de cotoveladas e diretos, Prates levou a luta para o chão. No ground and pound, a interrupção foi inevitável aos 03:17 do assalto final.

Este triunfo monumental de Prates encerra um sábado de contrastes intensos para os esportes de combate. No mesmo card em Perth, o jovem Quillan Salkilld também chocou os críticos ao nocautear o veterano Beneil Dariush ainda no primeiro round, sinalizando uma renovação geracional na divisão dos leves.

Veredito Final: O Topo é o Limite

Carlos Prates agora se coloca em uma posição privilegiada para disputar o cinturão. Derrotar o número 1 do mundo, em sua casa, com tamanha autoridade, é um recado direto para a organização. Ele provou que possui o poder de nocaute, a frieza sob pressão e a inteligência tática necessárias para ser o campeão.

 O futuro do MMA brasileiro passou hoje pela Austrália, a informação você confere aqui e, como eu sempre digo: não tem colé-colé!

Quillan Salkilld nocauteia Beneil Dariush no primeiro round e sacode a divisão dos leves

PERTH, AUSTRÁLIA – O mundo das artes marciais mistas testemunhou, na manhã deste sábado (2 de maio de 2026), um daqueles momentos em que o tempo parece acelerar e a guarda é oficialmente passada. No coevento principal do UFC Perth, realizado na fervorosa RAC Arena, o jovem prospecto local Quillan Salkilld não apenas venceu, mas trucidou as expectativas ao nocautear o veterano e ex-top 5 da categoria, Beneil Dariush, ainda no primeiro assalto. A interrupção, ocorrida precisamente aos 03:29 do round inicial, silenciou os críticos e explodiu o público australiano em uma celebração que marca a ascensão de uma nova força na divisão até 70kg. Na análise da RTI Esporte, este nocaute é o golpe de misericórdia nas pretensões de título de um dos lutadores mais respeitados da última década, e como bem sabemos: no octógono, a misericórdia não entra no cage, porque não tem colé-colé!

A Anatomia de um Choque

O combate começou sob uma aura de respeito mútuo, com Beneil Dariush tentando utilizar sua vasta experiência — acumulada em um cartel de 23 vitórias e 8 derrotas — para ditar o ritmo e o centro do octógono. Dariush buscava medir a distância para suas combinações de boxe e suas temidas entradas de queda, mas encontrou um Salkilld extremamente calmo e estrategicamente bem preparado. O australiano, que entrou na arena com a confiança de quem já ostentava 11 vitórias e apenas um revés, mostrou que a juventude, quando aliada à precisão, é uma arma letal.

Aos três minutos de luta, a tensão era palpável. Salkilld começou a encontrar a brecha no jogo de Dariush, utilizando chutes baixos para distrair o veterano e preparar o golpe fatal. Quando Dariush tentou uma aproximação para encurtar a distância, Salkilld interceptou a investida com uma combinação de socos que conectou limpa no queixo do iraniano-americano. O impacto foi imediato: Dariush desabou, e o árbitro central não teve alternativa a não ser interromper o massacre aos 03:29, decretando o KO/TKO que ecoará por toda a categoria.

O Crepúsculo de um Guerreiro e a Aurora de um Ídolo

Para Beneil Dariush, o resultado em Perth é devastador. Aos 37 anos, o veterano que já superou nomes como Tony Ferguson e Mateusz Gamrot agora enfrenta o período mais sombrio de sua carreira profissional. Perder para um prospecto fora do ranking principal da forma que aconteceu — de forma rápida e contundente — levanta questões inevitáveis sobre sua capacidade de absorção de golpes e seus reflexos atuais. A estrada para o cinturão, que já parecia longa após tropeços recentes, agora parece ter chegado a um beco sem saída.

Em contrapartida, Quillan Salkilld sai da RAC Arena como o novo “Golden Boy” da Austrália. Ele não apenas somou sua 12ª vitória profissional, como o fez contra o maior nome de seu currículo até aqui. Salkilld demonstrou que possui o “fator X” necessário para se tornar um protagonista no UFC: poder de nocaute, frieza sob pressão e o apoio incondicional de uma torcida apaixonada. Sua entrada no top 15 dos leves é agora apenas uma questão de tempo e burocracia do ranking.

O Reflexo no Cenário Mundial de 2026

Este nocaute em Perth insere-se em um contexto de grandes transformações nos esportes de combate que temos acompanhado aqui na RTI Esporte. Como profissional que acompanha este esporte há 19 anos, percebo que 2026 está sendo o ano da “limpeza” geracional. Vimos hoje Steve Erceg confirmar seu valor em uma luta estratégica contra Tim Elliott, e agora Salkilld provando que o vigor físico e a velocidade de execução estão superando a bagagem técnica acumulada dos veteranos.

Entretanto, nem todas as notícias do dia são de celebração esportiva. Enquanto a Austrália festeja, o clima em Miami azedou completamente. A aguardada estreia de Patricky Pitbull no Karate Combat foi cancelada após o lamentável episódio de briga generalizada nas ruas entre as equipes do brasileiro e do campeão Shahzaib Rind. É um balde de água fria para o clã Pitbull, que agora enfrenta incertezas disciplinares e um prejuízo enorme na carreira. Enquanto isso, nas dunas de Riad, o confronto Canelo Alvarez vs Christian Mbilli já movimenta os bastidores do boxe mundial para setembro. O esporte evoluiu, o tempo de reação diminuiu e a margem de erro tornou-se inexistente.

Veredito Final: A Nova Ordem dos Leves

A vitória de Quillan Salkilld é um recado direto para o topo da cadeia alimentar do UFC. Ele provou que o cenário australiano não depende apenas de nomes consolidados como Alexander Volkanovski; há uma renovação real e perigosa acontecendo no “Down Under”. Dariush, por sua vez, merece todo o respeito por sua trajetória, mas o octógono é um juiz cruel que não aceita nostalgia como defesa contra um nocauteador preciso.

Na RTI Esporte, continuaremos a dissecar cada detalhe desta noite histórica em Perth e a acompanhar os desdobramentos da confusão em Miami. Fique ligado na nossa cobertura. Como eu sempre digo: aqui o papo é reto, a informação é quente e não tem colé-colé!

Steve Erceg Supera Tim Elliott em Decisão Acirrada no UFC Perth

PERTH, AUSTRÁLIA – Em uma manhã marcada pela tensão técnica e pelo peso das movimentações atípicas nas bolsas de apostas, a RAC Arena foi palco de um verdadeiro xadrez tático entre os pesos-moscas. Steve Erceg não apenas confirmou seu favoritismo — que chegou a ser colocado sob suspeita devido à volatilidade das odds nos dias que antecederam o evento — como também entregou uma performance de gala ao vencer o veterano Tim Elliott por decisão unânime. O resultado, oficializado após três rounds de intenso combate, mostrou que a precisão e o controle emocional de Erceg foram os fatores determinantes para frear o ímpeto e a vasta experiência do americano. Na análise da RTI Esporte, o “Astro Boy” provou que consegue lidar com a pressão de lutar em casa e sob o olhar atento da comunidade global, e como sempre reforçamos: dentro das grades, não tem colé-colé!

O Domínio da Precisão sobre o Volume

A história da luta pode ser contada através da eficiência de cada golpe desferido. Tim Elliott, fiel ao seu estilo heterodoxo e de alto volume, tentou sufocar o australiano desde o gongo inicial, lançando um total de 265 golpes. No entanto, a defesa de Erceg e seu tempo de reação transformaram a agressividade de Elliott em esforço desperdiçado; o americano conectou apenas 93 desses golpes, resultando em uma taxa de precisão de 35,1%.

Por outro lado, Steve Erceg deu uma aula de economia de movimento e precisão cirúrgica. Dos 254 golpes totais que lançou, conectou 136, alcançando uma marca expressiva de 53,5% de aproveitamento. Essa superioridade técnica ficou ainda mais evidente nos golpes significativos, onde Erceg manteve os mesmos 53,5% (136 de 254), enquanto Elliott caiu para 34,5% (90 de 261). Para os juízes laterais, a clareza dos impactos de Erceg tornou a pontuação dos rounds uma tarefa menos complexa do que o volume desordenado de Elliott sugeria.

A Muralha Australiana e o Jogo de Grade

Um dos pontos mais elogiados na atuação de Erceg foi sua capacidade de neutralizar o grappling de Elliott. O veterano americano, conhecido por suas transições imprevisíveis e insistência nas quedas, tentou levar a luta para o solo em 11 oportunidades. Contudo, a base de Erceg se mostrou intransponível na maior parte do tempo, permitindo que Elliott completasse apenas duas quedas (18,2% de eficiência).

Erceg, jogando no erro do adversário, foi mais oportunista: em apenas três tentativas de queda, conseguiu converter uma (33,3%). O combate transcorreu quase inteiramente em pé ou na grade, sem tentativas reais de submissão de ambos os lados, o que favoreceu o boxe mais alinhado e os chutes potentes do lutador da casa. Com este triunfo, Erceg eleva seu cartel para 14 vitórias e 4 derrotas, consolidando sua posição na elite da categoria, enquanto Elliott, aos 39 anos, agora soma 22 vitórias, 14 derrotas e 1 empate.

A Resposta aos Bastidores e o Futuro da Divisão

Este confronto não foi apenas uma disputa esportiva; foi uma prova de fogo para a integridade do esporte em 2026. Após o dinheiro “inundar” o lado de Elliott nas casas de apostas de forma suspeita na última semana, havia uma nuvem de incerteza pairando sobre a RAC Arena. A vitória dominante de Erceg, construída golpe a golpe, ajuda a dissipar as teorias de manipulação e foca os holofotes de volta ao talento atlético.

Como profissional que acompanha a evolução deste esporte há 19 anos, vejo em Steve Erceg um potencial desafiante ao título em breve. Ele demonstrou maturidade para não se deixar abalar pelas distrações externas e técnica para bater um veterano que vinha de duas finalizações consecutivas. Elliott, apesar do revés, provou que ainda tem “lenha para queimar”, mas a noite de hoje em Perth pertencia ao talento local.

Veredito Final: Eficiência é a Chave

O UFC Perth entregou o que prometeu, com um card encabeçado por figuras como Jack Della Maddalena e o promissor brasileiro Carlos Prates. No entanto, a batalha tática entre Erceg e Elliott será lembrada como o momento em que a precisão venceu o volume. No RTI Esporte, continuaremos acompanhando os desdobramentos desta noite, que ainda reserva a aguardada estreia de Patricky Pitbull no Karate Combat em Miami.

O jornalismo de combate exige essa minúcia: olhar além do nocaute e entender a estatística que constrói o resultado. Fique ligado na nossa cobertura multiplataforma, pois aqui a informação é tratada com o rigor que a nobre arte merece. O papo é reto, os números são claros e, como eu sempre digo: não tem colé-colé!

Guto Inocente e Thiago Marreta se enfrentam em duelo de pesos-pesados na República Dominicana

Os veteranos brasileiros Guto Inocente e Thiago Marreta têm encontro marcado para o dia 10 de abril, em Santo Domingo, na República Dominicana. De fato, o duelo, válido pela categoria peso-pesado, será a atração principal do Gamebred Fighting Championship, organização liderada por Jorge Masvidal. Com efeito, o confronto coloca frente a frente dois dos maiores nomes da história recente do MMA e do Kickboxing nacional. Além disso, a luta promete não chegar à decisão dos juízes, dado o alto poder de nocaute de ambos os atletas.

A precisão técnica de Guto Inocente

A princípio, Guto Inocente entra no decágono com a vantagem da precisão técnica lapidada no Kickboxing de elite. Nesse sentido, seu ponto forte reside nos chutes laterais e no controle de distância, ferramentas que utiliza para frustrar oponentes que buscam a luta franca. Por outro lado, o principal desafio do brasiliense nesta luta será evitar a aproximação explosiva de Marreta. Portanto, manter o combate na longa distância é essencial para que seus golpes traumáticos sejam efetivos sem sofrer o contragolpe.

A força bruta de Thiago Marreta

Em contrapartida, Thiago Marreta, ex-desafiante ao cinturão do UFC, é mundialmente conhecido pela explosão e pelas “mãos pesadas”. Embora venha de uma fase de recuperação, seu estilo fundamentado no Muay Thai ainda prioriza o nocaute imediato através de combinações potentes. Todavia, o grande ponto de interrogação para este combate reside na sua mobilidade. Certamente, Marreta precisará provar que ainda consegue encurtar a distância contra um adversário tão móvel quanto Inocente, superando o histórico de lesões que enfrentou nos últimos anos.

O que esperar do choque de estilos

Ademais, o embate entre os dois brasileiros é um clássico duelo de estratégias dentro da trocação. Enquanto Guto Inocente é tecnicamente mais refinado e utiliza o “timing” de entrada para contra-atacar, Marreta representa o perigo constante da força bruta. Consequentemente, na categoria peso-pesado, qualquer golpe conectado pode encerrar a disputa de forma instantânea. Dessa forma, não se espera uma luta de muita movimentação no solo, mas sim uma guerra em pé onde o erro será fatal.

O momento decisivo para os veteranos

Por fim, o resultado deste duelo terá impactos diretos na sequência das carreiras dos dois lutadores. De um lado, a vitória para Guto significa consolidar-se como um dos pesos-pesados mais perigosos do circuito internacional.

Do outro, para Marreta, o duelo é a oportunidade de mostrar que ainda possui lenha para queimar e superar a irregularidade recente.

Em suma, o evento na República Dominicana será o palco para definir quem ainda tem fôlego para figurar entre os grandes nomes da modalidade.

Trilogia confirmada: Poatan e Ankalaev fazem o “tira-teima” na Arábia Saudita

Não tem colé-colé: O capítulo final da rivalidade mais intensa dos últimos anos já tem data e local. Afinal, Dana White confirmou nesta manhã que Alex Poatan e Magomed Ankalaev se enfrentarão pela terceira vez em maio, na Arábia Saudita. Atualmente, o placar está empatado em 1 a 1, transformando este duelo no desempate mais aguardado do MMA mundial. Com efeito, o cinturão dos meio-pesados será o prêmio máximo para o vencedor desta guerra.

A história entre os dois começou em março de 2025, no UFC 313, quando Ankalaev surpreendeu o mundo e tirou o título do brasileiro por decisão unânime. Isso porque o russo impôs um jogo tático que anulou o poder de nocaute de Poatan. Recentemente, no entanto, o “mãos de pedra” deu o troco de forma espetacular no UFC 320, nocauteando Ankalaev em apenas 80 segundos. Portanto, o anúncio de hoje encerra meses de especulação sobre quem seria o verdadeiro soberano da categoria.

Além disso, o evento na Arábia Saudita marca a consolidação do Oriente Médio como o novo epicentro das grandes lutas. Nesse sentido, os organizadores não pouparam esforços para garantir a trilogia como a atração principal de um card bilionário. Consequentemente, Poatan terá a chance de provar que o nocaute relâmpago não foi sorte, enquanto Ankalaev busca recuperar o trono que já foi seu.

Em suma, no dia de hoje, 25 de fevereiro, o mundo da luta parou para celebrar o anúncio do maior “tira-teima” da década.

 

Holloway intensifica treinos e promete “poder de fogo” contra Do Bronx

Não tem colé-colé: O clima esquentou para o UFC 326. Afinal, Max Holloway compartilhou hoje novos vídeos de sua preparação para enfrentar Charles do Bronx. Atualmente, o havaiano detém o cinturão BMF e pretende defendê-lo com agressividade. Com efeito, as imagens mostram Holloway em um ritmo avassalador de boxe e potência.

A princípio, o confronto é uma das revanches mais esperadas da década. Isso porque o primeiro encontro entre os dois, há 11 anos, terminou de forma inconclusiva devido a uma lesão de Charles. Recentemente, Do Bronx também postou vídeos mostrando uma forma física impressionante. Portanto, os dois maiores finalizadores da história do UFC estão no ápice de suas formas. Dessa forma, a luta principal em Las Vegas promete ser histórica.

Além disso, Holloway enviou um recado direto ao brasileiro. Nesse sentido, ele afirmou que seu “poder de fogo” está maior do que nunca para esta defesa de título. Consequentemente, os fãs brasileiros já se mobilizam para apoiar o ex-campeão peso-leve. Em suma, o duelo de 7 de março definirá quem é o verdadeiro “Baddest Motherf***er” do mundo das lutas.

“Só pelo título”: Sean Strickland dá xeque-mate no UFC e exige luta em Las Vegas

Não tem colé-colé: Sean Strickland mandou o recado e a diretoria do UFC já está com o contrato na mesa. Após o nocaute técnico avassalador sobre Anthony Hernandez no último sábado, o polêmico ex-campeão declarou hoje que sua única condição para lutar novamente é o cinturão peso-médio. Com efeito, Strickland deixou claro que não pretende servir de escada para mais ninguém na divisão.

A princípio, a performance dominante no último fim de semana serviu para calar os críticos que duvidavam da sua longevidade no topo. Isso porque, ao vencer Hernandez com tamanha autoridade, ele se consolidou como o desafiante número um incontestável. Portanto, o UFC já iniciou os estudos para casar o confronto contra o atual campeão. Atualmente, a data trabalhada pela organização é o megaevento de julho, em Las Vegas, durante a International Fight Week.

Além disso, a postura de Strickland coloca pressão direta em Dana White. Embora a categoria dos médios esteja movimentada, o apelo comercial de Sean é um diferencial que o UFC não pode ignorar. Consequentemente, o anúncio oficial pode acontecer a qualquer momento, assim que os termos financeiros forem ajustados. Em suma, Strickland venceu no octógono e, agora, parece estar vencendo também no jogo político dos bastidores.

“Em dois anos estarei no topo”: Felipe Fróes abre o jogo sobre nova fase no ACA

Nesta sexta-feira (20), o paraense Felipe Fróes conversou com exclusividade com a nossa equipe. Com uma década de história no ACA, o lutador inicia em 2026 sua caminhada nos pesos-leves. Mais do que uma mudança de categoria, Fróes encara o duelo de 27 de março como um resgate pessoal.

O Sentimento de Redenção

Fróes não esconde a insatisfação com os resultados recentes e foca totalmente na vitória contra Mishkvich. De acordo com o lutador:

“Essa luta para mim é vencer ou vencer. É assim que eu estou vendo ela. No ano passado foi um ano muito difícil para mim, emplaquei três derrotas então eu estou muito insatisfeito com esse cenário. Eu quero mostrar pros caras que, meu irmão, eu ainda estou aqui. Eu posso chegar no topo novamente e é esse meu principal objetivo. Eu não quero só vencer, eu quero vencer e convencer.”

A Casca Russa

Acostumado a lutar no Leste Europeu, o “Predador” minimiza a pressão de lutar na casa do adversário. Para ele, a experiência acumulada o transformou em um “estrangeiro querido”:

“O fato de lutar na casa do adversário, isso pra mim é muito normal. Já estou acostumado a lutar com os caras dentro da casa deles, contra eles. A torcida totalmente contra… só que de um tempo pra cá eles já começaram a torcer pra mim também. Então eu já criei alguns fãs que torcem pra mim dentro da Rússia. Isso é muito tranquilo.”

O Resgate da Identidade

Após analisar o jogo de Mishkvich, Fróes identificou que o caminho para a vitória passa por ser fiel ao seu próprio estilo de luta, algo que ele sente ter deixado de lado:

“Eu achei muitas brechas no jogo dele e eu vou explorar isso. Também vou voltar a ser, a botar o meu estilo. Por muito tempo tentei copiar alguns lutadores e mudar algumas coisas no meu estilo, e estava perdendo o que eu faço de melhor. Então é minha movimentação, minha velocidade, minha mudança de plano no meio do round. É isso que eu vou buscar.”

O Plano para o Cinturão

Com um camp dividido entre a Nova União (Rio de Janeiro) e o Bangkok Fight Club (Tailândia), Fróes projeta um retorno rápido ao topo da organização:

“Agora eu vou começar uma caminhada no peso leve. É uma caminhada nova numa categoria nova, mas pelo nome que tenho lá, acredito que em dois anos no máximo eu estou tendo resultados positivos e estou lá na cabeça de novo. O meu planejamento é vencer essa luta e depois desafiar alguém ranqueado para eu poder entrar no ranking e aí sim começar a olhar lá para o topo.”

Sair da versão mobile