Flamengo é recebido na ONU, e Zico se torna embaixador de programa global

O Flamengo marcou presença na sede da Organização das Nações Unidas, em Nova York, nesta segunda-feira (13), em um encontro que reforça o posicionamento do clube como agente de impacto social global. Representando a instituição, o ídolo Zico participou da cerimônia e entregou à subsecretária-geral para Comunicações Globais, Melissa Fleming, um livro com projetos sociais desenvolvidos pelo Rubro-Negro.

Durante o evento, realizado no salão da Assembleia Geral, o clube recebeu o certificado de adesão ao programa Football for the Goals, iniciativa que conecta o futebol aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS). No mesmo ato, Zico foi nomeado “Campeão” do programa, tornando-se o primeiro brasileiro a receber a honraria.

“Receber esse reconhecimento como ‘Campeão’ do Futebol pelos ODS é uma grande honra. O futebol sempre teve o poder de unir e inspirar as pessoas. Se a gente puder usar essa força para ajudar a construir um mundo mais justo, já valeu a pena.” — destacou Zico.

Flamengo amplia atuação social no cenário internacional

A adesão ao programa reforça o papel do Flamengo como uma plataforma de mobilização social por meio do esporte. Segundo Melissa Fleming, a entrada do clube fortalece a conexão entre a paixão pelo futebol e as pautas globais de desenvolvimento sustentável.

“A adesão do Flamengo ao Football for the Goals reforça o potencial do futebol sul-americano como ferramenta de transformação positiva. Trazer um dos clubes mais influentes do mundo para essa iniciativa amplia o alcance das ações voltadas aos ODS.” — afirmou a representante da ONU.

O Flamengo já desenvolve iniciativas alinhadas a temas como educação, saúde, combate ao racismo e redução das desigualdades. A participação na ONU marca mais um passo na estratégia de internacionalização da marca do clube, destacando sua torcida como um ativo social e cultural de grande impacto.

Além disso, o movimento também se conecta à campanha que busca reconhecer a torcida rubro-negra como uma “Nação simbólico-cultural”, reforçando a dimensão do Flamengo para além das quatro linhas.

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