Hulk lamenta empate na estreia, projeta evolução e evita cravar permanência no Atlético

Antes de tudo, o atacante Hulk avaliou a estreia do time titular do Atlético na temporada 2026 e lamentou o resultado sem vitória. Capitão da equipe no primeiro jogo do ano, o jogador destacou o desgaste físico do início de trabalho e afirmou que o grupo ainda busca entrosamento. “Nosso objetivo era os três pontos. Tivemos duas semanas intensas, com muito trabalho físico”, disse.

Segundo Hulk, a tendência é de evolução com a sequência de jogos. O atacante ressaltou que o elenco precisa ganhar ritmo para colocar em prática o que vem sendo treinado. “A gente vai entrosar durante os jogos agora, tentar ganhar esse ritmo o mais rápido possível para jogar de acordo com o que a gente treina”, afirmou.

Questionado sobre a possibilidade de deixar o clube, Hulk adotou tom cauteloso e não confirmou permanência, mas reforçou o compromisso com o Atlético. “Sempre deixei claro que estou focado para dar o meu melhor. Espero que 2026 seja um ano vitorioso para a gente aqui e que possamos ganhar coisas grandes”, declarou.

O atacante também comentou a chegada de reforços e destacou o ambiente interno do elenco. “Já demos boas-vindas aos jogadores que chegaram. Eles vão nos ajudar muito”, disse, reforçando a confiança no grupo para a sequência da temporada.

Por fim, Hulk reconheceu os erros naturais do primeiro jogo, mas valorizou o período de preparação e a condição física do elenco. “É natural que tenha muitos erros no primeiro jogo. O mais importante é continuar trabalhando para evoluir”, concluiu.

Qual é a situação entre Hulk e Atlético-MG?

Hulk tem contrato com o Atlético-MG até dezembro de 2026 e, oficialmente, tanto o clube quanto o jogador trabalham com a ideia de permanência. A diretoria alvinegra descarta liberar o atacante e reforça o peso dele no elenco, tratando o camisa 7 como referência técnica e liderança no grupo. Internamente, o discurso é de continuidade e confiança para a temporada.

As especulações surgiram por sondagens de outros clubes brasileiros, como Fluminense e Botafogo, mas não avançaram. Hulk negou pedido de rescisão e afirmou que pretende cumprir o contrato. O cenário hoje é claro: apesar do barulho de mercado, não há negociação em andamento, e a tendência é que o atacante siga no Galo em 2026. Futebol é assim. Enquanto ele joga e decide, o clube segura.

Atlético-MG: Sampaoli cobra reforços e diz que diretoria já conhece os alvos; saiba mais

Antres de tudo, o técnico Jorge Sampaoli voltou a cobrar reforços no Atlético-MG e deixou claro que o clube já sabe exatamente onde precisa agir no mercado. Em entrevista recente, o treinador afirmou que mantém diálogo constante com a diretoria e reforçou que os nomes desejados estão mapeados internamente.

“A diretoria sabe os nomes. A gente conversa todos os dias. Eles sabem o que precisamos para melhorar o time”, afirmou Sampaoli. Seu tom foi direto, ao comentar a situação do elenco para a sequência da temporada. O argentino entende que o grupo atual tem qualidade, mas avalia que ainda carece de peças pontuais para manter competitividade ao longo da temporada.

O treinador evitou citar posições de forma detalhada, mas indicou que as conversas com os dirigentes são frequentes e objetivas. Para ele, o planejamento só será completo quando o elenco estiver fechado, permitindo um trabalho mais consistente na parte tática e física. “O calendário é muito pesado. Se você não tiver opções, acaba sofrendo”, completou.

Jorge Sampaoli já passou para a diretoria do Atlético-MG as posições carentes do elenco?

A cobrança pública ocorre em meio a um cenário de indefinições no clube, especialmente envolvendo possíveis saídas e negociações em andamento. Internamente, o Atlético tenta equilibrar responsabilidade financeira com a necessidade de reforçar o time comandado por Sampaoli.

“Não é cobrança por cobrar. É planejamento. Para trabalhar bem, o treinador precisa das peças certas, disse o técnico, que também demonstrou preocupação com o tempo. Na visão dele, quanto mais cedo os reforços chegarem, melhor será o processo de adaptação e entrosamento, evitando ajustes forçados durante a sequência das competições.

Por fim, apesar do tom firme, Sampaoli deixou claro que confia na diretoria e acredita que o Atlético irá ao mercado dentro de suas possibilidades. O treinador reforçou que o objetivo é simples: montar um elenco forte, competitivo e preparado para disputar em alto nível durante toda a temporada.

Atlético-MG não renova com Victor Bagy e busca novo diretor de futebol

Antes de mais nada, Victor Bagy não renovará contrato com o Atlético-MG. O ídolo do Galo, o ex-goleiro está na gestão atleticana desde 2021. Com isso, a diretoria da SAF vai ao mercado em busca de um nome para o cargo de diretor de futebol.

A saída dele não foi uma ruptura súbita. A decisão veio após reuniões com Rafael Menin, um dos sócios da SAF e com Paulo Bracks, executivo do departamento de futebol. Dessa forma, ele é o primeiro deixar o Atlético dentro do processo de reestruturação para 2026.

Victor encerrou a carreira em 2021 como um dos maiores goleiros da história do Atlético. O apelido de “Santo” não caiu do céu. Ele foi determinante na conquista da Libertadores de 2013 e virou referência interna pela postura firme no dia a dia. Ao trocar as luvas pela gestão, tornou-se peça-chave na estrutura deixada por Rodrigo Caetano, de quem era o apoio direto. Quando Caetano partiu para a CBF, Victor assumiu o controle do futebol no momento em que o clube ainda lidava com transições importantes.

Sob sua gestão, o Atlético apostou em Gabriel Milito, alcançou dois vice-campeonatos continentais e nacionais, mas sofreu forte oscilação no Brasileiro. Na montagem de 2025, Victor demorou para escolher o treinador e recorreu a Cuca. O investimento pesado em Júnior Santos (cerca de R$ 48 milhões) não se pagou em campo, com apenas dois gols em quase 30 jogos.

Victor Bagy perdeu espaço na gestão do clube?

Com a chegada de Paulo Bracks para assumir a função de CSO, acima de Victor, o Galo ajustou a hierarquia. Bracks ganhou espaço, especialmente na janela do meio do ano. Mesmo com o título mineiro, o desempenho final da equipe, além de quedas precoces em mata-mata e risco de rebaixamento até as últimas rodadas. Com isso, ficou evidente que a engrenagem precisava ser revista. A SAF agiu pelo tradicional caminho: reorganização interna antes de pensar em reforços.

Em suma, como jogador, Victor disputou 424 partidas pelo Atlético e construiu uma trajetória sólida no clube. Levantou Libertadores, Recopa, Copa do Brasil e quatro títulos estaduais, acumulando 205 vitórias. A defesa do pênalti contra o Tijuana, em 2013, permanece como símbolo máximo de sua passagem.

Por fim, sua saída da diretoria encerra um ciclo que começou no gol e atravessou a gestão. Voz correntes nos bastidores, é que ele deixa um legado que não se medir apenas pelos resultados de 2024 e 2025. Seu nome tem peso na história no clube.

CEO prevê propostas e admite necessidade de vender jogadores no Atlético-MG

Antes de mais nada, o ano de 2025 tem sido desafiador para o Atlético-MG. A SAF do clube vive o dilema de manter um elenco forte para disputar títulos e, ao mesmo tempo, equilibrar as contas. Em entrevista, o CEO Bruno Muzi deixou claro que a política de contratações está passando por uma virada estratégica.

“Temos um ano de 2025 bastante desafiador. Na segunda janela e na do fim do ano, precisamos fazer alguns movimentos [de venda] para a conta fechar. Queremos chegar no final do ano com a conta zerada. Aquilo que comprei e aquilo que vendi tem que estar zerado. Com isso, teremos o operacional e a conta de investimentos equilibrados”, explicou o executivo.

Aproveite o nosso BÔNUS de até R$ 100. Clique aqui e faça o seu cadastro na BR4BET

Desde já, Muzi sinaliza que o modelo SAF exige responsabilidade. Segundo ele, o investimento agressivo nos últimos anos elevou o endividamento do clube, que agora precisa equilibrar as contas, sem perder a força do elenco.

“Desde a entrada da família Menin, o Galo investiu muito na compra de atletas e vendeu pouco. Em 2019, não tínhamos elenco praticamente. Quando fomos eliminados pelo Afogados (primeira fase da Copa do Brasil) nosso elenco estava muito fraco. Eles entraram e fizeram muitos investimentos. Aumentamos o endividamento, em quase R$ 400 milhões, só em compras de atletas.

Você conhece o canal da Agência RTI Esporte no Youtube? Clique e se inscreva!

Entretanto, a preocupação maior de Muzi está na profundidade do elenco. Ele deixou claro que, mesmo com um time competitivo, a maratona de jogos e as lesões exigem mais opções no plantel, o que entra em conflito com a política de vendas necessária para fechar as contas.

“Quanto mais forte o elenco for, maior a chance de você vencer campeonatos com 38 jornadas. Estamos na segunda, perdemos o Lyanco e já estamos com uma dificuldade, imagina lá na frente quando vier convocação, lesão. O time é bom, estou satisfeito, mas, quanto mais opções você tiver, é melhor”, declarou.

Siga a Agência RTI Esporte também no InstagramFacebookTwitterBlueSky e Threads.

Ou seja, o Galo vive o dilema de equilibrar futebol e finanças. Mesmo com um elenco forte, as necessidades do calendário brasileiro e das competições internacionais obrigam a SAF a ser criteriosa nas vendas e cautelosa nas contratações.

Por fim, Muzi citou clubes que já adotam essa postura como exemplo: “É o caso de vários clubes do Brasil – Palmeiras, Fluminense, Flamengo, Athletico-PR. Precisamos fazer melhor. Tudo que investimos, na compra de jogadores em 2025 – precisamos vender”, enfatizou.

SAF Atlético: Rodrigo Caetano é unanimidade entre dirigentes para ser CEO do futebol em 2025

O Atlético-MG negocia com Rodrigo Caetano, diretor executivo de seleções da CBF, para ser CEO do futebol. O dirigente foi o chefe da pasta de 2020 a 2024. Nesse ínterim, venceu o Campeonato Brasileiro, a Copa do Brasil, a Supercopa do Brasil e o Campeonato Mineiro.

A Agência RTI Esporte apurou que o nome de Rodrigo Caetano é unanimidade entre os acionistas da SAF Atlético. Ele, portanto, tem apoio total e irrestrito de Rubens Menin, Rafael Menin, Daniel Vorcaro, Ricardo Guimarães e Renato Salvador para o cargo.

O cargo está previsto na organização detalhada no estatuto do clube desde que a SAF do Atlético-MG foi aprovada pelo Conselho Deliberativo em julho de 2023. Está previsto, inclusive, que o cargo tenha remuneração compatível com o mercado.

Você conhece o canal da Agência RTI Esporte no Youtube? Clique e se inscreva!

Há uma previsão administrativa para que o CEO, a sigla em inglês para Chief Executive Officer, possa criar funções para preencher posições estratégicas dentro do futebol do Atlético-MG. Rodrigo Caetano, portanto, terá autonomia para montar sua equipe de confiança.

Ainda segundo apurou a reportagem, Rodrigo Caetano, caso aceite o cargo, terá a missão de montar um organograma administrativo que será divido em três segmentos: futebol profissional, futebol de base e futebol feminino.

Rodrigo Caetano deixou o Atlético-MG no começo deste ano para se dedicar a nova função na Confederação Brasileira de Futebol. Na passagem pelo clube, o dirigente reestruturou o departamento de futebol da base ao profissional.

Siga a Agência RTI Esporte também no InstagramFacebookTwitter e BlueSky.

Além disso, conduziu as negociações para contratação de astros como Hulk. Fora de campo, por exemplo, fechou parcerias fundamentais para o futebol, criou o Centro de Inteligência do Galo (CIGA), aumentou a equipe de captação de jogadores e observação de adversários.

Ainda segundo apurou a reportagem, a contratação de um CEO no Atlético-MG atende a uma recomendação de uma auditoria independente, que faz consultoria e planejamento estratégico ao clube de Belo Horizonte desde 2023.

O primeiro nome procurado pelos donos da SAF Atlético foi Rodrigo Caetano, que tem ligação histórica do clube, visto como nome ideal para a função. O profissional está interessado em conhecer os planos antes de tomar uma decisão.

Sair da versão mobile