O Clube do Remo já sabe que terá dificuldades para montar a equipe que enfrenta o Botafogo neste sábado, 2, às 16h (de Brasília), no Estádio Nilton Santos, pela 14ª rodada da Série A do Campeonato Brasileiro.
Entre dúvidas e ausências confirmadas, o técnico Léo Condé precisará lidar com limitações importantes para escalar o time. A principal preocupação envolve tanto questões médicas quanto contratuais, que impedem a utilização de peças relevantes do elenco.
Cláusulas contratuais tiram dois titulares
O Remo não poderá contar com dois jogadores que pertencem ao próprio Botafogo e estão emprestados ao clube paraense: Patrick de Paula e Diego Hernández. A ausência dos atletas foi confirmada pelo executivo de futebol Luis Vagner Vivian, que explicou a situação.
“São cláusulas contratuais. Não se proíbe o atleta de trabalhar, mas se estabelece uma multa muito alta. Isso é praxe, o Remo também faz. Eles estão trabalhando e são funcionários do clube”, explicou o dirigente azulino em entrevista à Rádio Clube do Pará.
Departamento médico amplia lista de desfalques
Além das ausências contratuais, o clube paraense também enfrenta problemas físicos no elenco. O meia Vitor Bueno e o atacante Gabriel Taliari seguem em recuperação e não enfrentam o Botafogo no Rio de Janeiro.
Outro nome que ainda gera incerteza é o lateral-direito Marcelinho, que se recupera de uma lesão na coxa. O jogador será avaliado até momentos antes da partida para determinar se terá condições de entrar em campo.
Retorno pode aliviar cenário
O cenário limita as opções de Léo Condé e pode obrigar o treinador azulino a promover mudanças significativas na equipe titular. Apesar das baixas, o Remo também pode contar com uma novidade positiva.
O meia David Braga, que estava no departamento médico, tem boas chances de ser liberado para o confronto. Caso seja confirmado, o retorno do jogador pode oferecer uma alternativa importante para a montagem do setor de criação, um dos mais afetados pelas ausências.
