Antes de mais nada, o Palmeiras iniciou conversas para avaliar a contratação de Fabinho, volante do Al-Ittihad e da Seleção Brasileira. O primeiro contato já foi feito, e as tratativas seguem em estágio inicial. Ainda assim, o cenário é considerado complexo.
A Agência RTI Esporte apurou que Fabinho é um pedido direto de Abel Ferreira para a temporada de 2026. O treinador vê no volante um nome experiente, com perfil competitivo e capacidade de liderança. Além disso, considera que o elenco precisará de reposição no setor.
O jogador, de 32 anos, tem contrato com o clube saudita até 30 de junho de 2026. A partir de 1º de janeiro de 2026, ele poderá assinar um pré-contrato com qualquer equipe. Esse detalhe anima a diretoria alviverde.
Apesar do interesse esportivo, a negociação esbarra em um obstáculo significativo. Fabinho recebe 24 milhões de euros (R$ 156 milhões, na cotação atual). O montante mensal é de 2 milhões de euros (R$ 13 milhões).
Como ainda restam seis meses de contrato a cumprir após janeiro, o meio-campista tem direito a receber mais 12 milhões de euros (R$ 78 milhões). Esse valor torna improvável uma rescisão antecipada junto ao Al-Ittihad.
Ainda segundo apurou a reportagem, a presidente do Palmeiras, Leila Pereira, ainda não discutiu valores com o estafe do jogador. O Palmeiras reconhece a barreira e sabe que precisaria de uma engenharia financeira para efetuar a operação.
Assim, o cenário atual aponta para cautela. O Palmeiras monitora a situação, mantém diálogo aberto, mas evita qualquer compromisso financeiro precipitado. A estratégia passa por observar os próximos meses.
Pré-contrato surge como alternativa mais viável ao Palmeiras
Diante das cifras envolvidas, a possibilidade mais realista é aguardar janeiro de 2026. A partir dessa data, Fabinho estará livre para negociar um pré-contrato. Isso reduziria drasticamente o impacto financeiro imediato. Mesmo assim, o desafio salarial permaneceria.
O Palmeiras teria de renegociar bases muito abaixo do padrão atual do jogador. A diretoria avalia se o retorno técnico justificaria o esforço. Por ora, o interesse existe e é concreto. O futuro de Fabinho, portanto, ainda depende de ajustes que parecem difíceis no curto prazo.




