Antes de mais nada, o Bahia mantém postura firme no mercado da bola e estabeleceu condições claras para negociar Erick Pulga. Com contrato válido até dezembro de 2029, o atacante vem sendo tratado como ativo estratégico nas conversas com o CSKA Moscou.
A Agência RTI Esporte apurou que o clube russo sinalizou uma oferta inferior aos parâmetros estabelecidos pela diretoria tricolor. O Bahia sequer abriu negociação formal, por entender que os valores apresentados estavam abaixo do patamar considerado adequado.
Qual o valor da multa rescisória de Erick Pulga no Bahia?
A posição firme do clube está amparada em um vínculo de longa duração. Erick Pulga renovou contrato recentemente e possui multa rescisória fixada em 60 milhões de euros (R$ 371,7 milhões, na cotação atual), mecanismo que protege o Bahia de investidas do exterior.
Grupo City estabelece valor mínimo para negociar atacante
Embora a multa seja alta, o Grupo City, maior conglomerado de clubes do mundo, trabalha internamente com uma cifra mínima para iniciar conversas. Para negociar o atacante, a holding britânica dona da SAF Bahia, pede 25 milhões de euros (R$ 155,8 milhões).
A diferença entre a pedida e propostas ventiladas em outros momentos explica a resistência do clube em avançar nas tratativas. O entendimento é de que não há urgência para venda, sobretudo diante da estabilidade contratual.
Estratégia de valorização
Erick Pulga vem sendo visto como peça importante dentro do modelo de jogo do técnico Rogério Ceni. A manutenção do atacante até pelo menos o meio da temporada vem sendo considerada fundamental para os objetivos esportivos.
Mercado europeu monitora
Clubes do exterior seguem atentos à evolução do atacante. Ainda assim, o Bahia vem adotando o discurso público e interno alinhado: só haverá negociação diante de proposta que atinja o patamar financeiro desejado pelo Grupo City.





