A Argentina enfrenta a Inglaterra nesta quarta-feira, 15, em Atlanta, às 16h (de Brasília). O confronto definirá quem será a adversária da Espanha na final da Copa do Mundo, no domingo, 19, em Nova Jersey. Se, por um lado, os ingleses buscam apenas a sua segunda final em Copas, a Argentina pode fazer a segunda final consecutiva.
Com Lionel Scaloni, os argentinos venceram a França na final de 2022, no Catar. Desta vez chegam à semifinal após passar duas vezes pela prorrogação. O treinador ressaltou que o time está desgastado, mas bem fisicamente para o confronto com a Inglaterra.
“Logicamente que estar numa semifinal de Mundial faz com que o cansaço esteja em segundo plano. De qualquer modo, se um jogador não estiver em condição, não joga. Joga quem está bem. A princípio, todos estão bem. Não é um jogo para um jogador em inferioridade física, é para estar no máximo. Por mais que os jogos possam trazer cansaço, estão todos disponíveis”, disse Lionel Sacaloni.
Na entrevista coletiva da última terça-feira, Thomas Tuchel, técnico da Inglaterra, afirmou que a Argentina é forte pelo meio e conta com o toque genial de Lionel Messi. Scaloni concorda e afirma que a sua seleção precisa ter sabedoria para jogar com a bola nos pés.
“Necessitamos jogar com a bola, que é onde sempre fomos fortes. Temos a vontade de deixar tudo até o último momento. Esperamos que possamos ver o grande futebol amanhã. Os meus jogadores sempre deixaram tudo, jogaram até a última bola e creio que isso vai ser amanhã”, afirmou o treinador.
Thomas Tuchel aprova superstição da Argentina
A Argentina solicitou à FIFA para enfrentar os ingleses com o seu segundo uniforme, todo azul. Foi assim que eles venceram a Inglaterra nas duas vezes em que se encontraram no mata-mata da Copa do Mundo. Scaloni afirmou não ter envolvimento no pedido.
“Não pedi para jogar de azul. Não sei quem foi. É uma tradição, não sei. Se não fosse, não teria problema. Se para Thomas (Tuchel) está bem, está perfeito”, finalizou.
