Paysandu x Remo: saiba como foi o jogo na final do Parazão 2026

Paysandu x Remo: veja como foi a final do Parazão 2026

Antes de tudo, Remo e Paysandu empataram sem gols no Mangueirão, na decisão do Campeonato Paraense 2026. Com o resultado, o Paysandu garantiu o título estadual, já que havia vencido o primeiro clássico da final por 2 a 1. Em conseguência do resultado, o clube remista demitiu Juan Carlos Osório e contratrou Léo Condé.

O jogo foi movimentado, com chances para os dois lados, um gol azulino anulado pelo VAR e pressão do Remo até os minutos finais em busca de levar a decisão para os pênaltis. Apesar das mudanças no time azulino, o Bicolor continuou forte, sem dar espaços para sofrer gol.

Como foi o primeiro tempo

Remo e Paysandu começaram o clássico com ritmo forte no Mangueirão. Logo no primeiro minuto, Alef Manga cruzou para a área e João Pedro desviou, mas a defesa bicolor afastou antes da finalização. O Paysandu respondeu aos nove minutos, quando Ítalo recebeu pelo centro, puxou para a direita e chutou forte, obrigando Marcelo Rangel a fazer a defesa.

O Remo voltou a levar perigo pouco depois. Yago Pikachu recebeu passe de Vitor Bueno dentro da área e finalizou de primeira, mas não pegou bem na bola. Aos 14 minutos, Vitor Bueno e Picco ainda tentaram chutes de fora da área, bloqueados pela defesa azulina. Na sequência, o Paysandu tentou contra-ataque com Kleiton Pego e Thayllon, porém o passe final não saiu com precisão.

A melhor oportunidade azulina surgiu aos 27 minutos. Vitor Bueno encontrou Pikachu livre na área, mas o meia finalizou para fora. O Paysandu respondeu no minuto seguinte: Thayllon recebeu passe de Marcinho, invadiu a área e bateu cruzado, também sem acertar o alvo.

A etapa inicial caminho para o final com intensidade. O Paysandu quase marcou após escanteio, quando Caio Mello chutou forte e Marcelo Rangel fez grande defesa. Aos 43, Kayky Almeida ainda cabeceou após bola parada e obrigou Gabriel Mesquita a trabalhar. O Remo terminou o tempo pressionando, mas o placar seguiu zerado até o intervalo.

Como foi segundo tempo

O segundo tempo começou com mudança no Remo: Sávio entrou na lateral esquerda no lugar de Cufré. Logo no primeiro minuto, Pikachu chegou à linha de fundo e cruzou para trás, mas Edílson afastou o perigo. O Paysandu respondeu com alteração aos seis minutos, quando Kauã Hinkel entrou na vaga de Thayllon, que deixou o campo após sentir um incômodo.

Aos oito minutos, o Remo chegou a balançar as redes. Alef Manga foi lançado, finalizou e Gabriel Mesquita defendeu. No rebote, Pikachu empurrou para o gol, mas o assistente marcou impedimento na origem da jogada. O lance foi revisado pelo VAR e o gol acabou anulado. Pouco depois, João Pedro ainda tentou marcar após passe de Picco, mas Edílson apareceu para salvar o Paysandu.

O jogo seguiu com mudanças nas duas equipes e novas tentativas do Remo. Sávio cruzou rasteiro e João Pedro apareceu para finalizar, porém a defesa bicolor bloqueou. O Paysandu respondeu em contra-ataque com Kleiton Pego, que finalizou para o alto. Na sequência, as equipes fizeram várias substituições, enquanto o clássico ficou mais truncado no meio-campo.

Com o passar dos minutos, o Remo aumentou a pressão em busca do gol que levaria a decisão para os pênaltis. Carlinhos chegou a finalizar e obrigou Gabriel Mesquita a fazer boa defesa, mas o lance acabou anulado por impedimento.

Nos acréscimos, o Paysandu ainda tentou em bola parada com Marcinho, enquanto o Remo insistiu em cruzamentos. Por fim, sem mudança no placar, o empate confirmou o 51º título do Paysandu no Campeonato Paraense. O título ganha pesa por conta das condições do Bicolor, que está na Série C do Brasileirão.

 

Publicado por

André Luiz Costa

André Luiz Costa é jornalista esportivo desde 1996, com experiência na cobertura de eventos esportivos nacionais e internacionais. Nos últimos anos, André Luiz cobriu a Copa do Mundo 2014 e Jogos Olímpicos Rio 2016, entre outros. Atuou nas redações do Sistema Globo de Rádio, Manchete, FM 107 e Petrópolis Rádio Difusora. Está na Agência RTI Esporte desde 2025.

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