Antes de mais nada, Gabigol se tornou o principal assunto do Cruzeiro em 2025, mas nem sempre por bons motivos. O atacante recebe salário de R$ 2,3 milhões por mês e marcou 13 gols na temporada, o que gera custo de R$ 2,12 milhões por gol considerando o salário anual.
Apesar da produção ofensiva, o rendimento do jogador vem sendo questionado por torcedores, principalmente, após o pênalti perdido na semifinal da Copa do Brasil, que eliminou o clube diante do Corinthians, na Neo Química Arena.
A situação se agravou em Belo Horizonte, aonde parte da torcida realizou protestos exigindo a saída do jogador. Faixas e manifestações cobraram que a diretoria reavalie o investimento em um atleta cujo alto custo salarial não tem se refletido em resultados dentro de campo.
O episódio, aliás, reforça a tensão entre retorno esportivo e peso financeiro, tornando o futuro do centroavante no clube incerto. O debate sobre Gabriel Barbosa se concentra no equilíbrio entre investimento e resultados.
Apesar de ter sido a principal contratação do clube este ano, seu desempenho em momentos cruciais, como o pênalti perdido, alimenta insatisfação. Dirigentes próximos ao presidente do Cruzeiro, Pedro Lourenço, questionam se o salário elevado é compatível com a eficiência do jogador.
Além disso, a possibilidade de saída do atacante do clube mineiro circula nos bastidores do mercado da bola. A diretoria do Cruzeiro tenta se livrar de um investimento de R$ 27,6 milhões anuais para reduzir custo e renovar clima com a torcida.
Quando acaba o contrato do Gabigol no Cruzeiro?
Antes de tudo, Gabigol não conseguiu sequência com Leonardo Jardim no Cruzeiro. Clube, empresário e jogador devem se reunir nos próximos dias para definir qual será o próximo passo na relação. A tendência é que a diretoria opte pela saída do atacante. O camisa 9 tem contrato com a Raposa até dezembro de 2028.




