O São Paulo terá um impacto financeiro relevante envolvendo o técnico Hernán Crespo. Antes mesmo da recente demissão, o treinador já havia recebido cerca de R$ 2,1 milhões referentes a um acordo trabalhista ligado à sua primeira passagem pelo clube, em 2021.
A Agência RTI Esporte apurou que o clube paulista, com o novo desligamento, terá de arcar com mais despesas. A rescisão contratual prevê o pagamento de três meses de salários, além de valores relacionados a direitos de imagem e encargos referentes à comissão técnica.
Somando todas as obrigações financeiras, a estimativa é de que o São Paulo desembolse algo em torno de R$ 4 milhões no total. Trata-se de um valor expressivo, especialmente em um contexto de controle orçamentário e busca por equilíbrio financeiro.
Acordo anterior pesa no cenário
O pagamento de R$ 2,1 milhões realizado antes da demissão atual tem origem em pendências da primeira passagem de Hernán Crespo pelo clube. Na ocasião, ele deixou o comando em meio a ajustes administrativos, o que resultou no acordo trabalhista firmado posteriormente.
Dessa forma, o custo atual não se limita apenas à rescisão recente, mas inclui compromissos assumidos anteriormente. Com a decisão de interromper novamente o trabalho de Hernán Crespo, o São Paulo adiciona uma nova camada de despesas.
O pagamento de três meses de salários segue prática comum no futebol, funcionando como compensação pela quebra antecipada do contrato. Além disso, os direitos de imagem e os valores destinados à comissão técnica elevam o montante final.
Comissão técnica também entra na conta
Outro ponto relevante é a inclusão dos auxiliares e demais integrantes da comissão técnica no pacote de rescisão. Assim, o custo total se amplia, já que o clube precisa quitar obrigações com todos os profissionais vinculados ao treinador.
Por fim, o São Paulo segue reorganizando seu planejamento após a saída de Hernán Crespo. Enquanto busca um novo comandante para a equipe, o clube também precisa administrar os efeitos financeiros da decisão.
