Lanús x Flamengo: saiba como foi o jogo de ida pela Recopa Sul-Americana

Times sul-americanos tentam frear hegemonia brasileira na Libertadores 2026

O futebol brasileiro vive um período de domínio raro na Copa Libertadores da América. Desde 2019, todos os títulos ficaram com equipes do país: foram conquistas de Flamengo (três vezes), Palmeiras (duas), além de Fluminense e Botafogo. O último campeão de fora foi o River Plate, em 2018.

A fase de grupos da edição 2026 começa nesta terça-feira, com brasileiros já em campo: o Fluminense encara o Deportivo La Guaira, enquanto o Cruzeiro enfrenta o Barcelona, ambos fora de casa.

Equipes que podem desafiar o domínio dos times brasileiros

Mesmo com a hegemonia recente, alguns times sul-americanos chegam à competição como possíveis candidatos a dificultar a sequência brasileira.

O Barcelona de Guayaquil, adversário do Cruzeiro na estreia, tem se mostrado um time competitivo, especialmente fora de casa. A equipe eliminou o Argentinos Juniors e o Botafogo nas fases preliminares e conta com a experiência do técnico César Farías. No ataque, o destaque é Darío Benedetto.

Outro nome que chama atenção é o Lanús. Campeão recente da Copa Sul-Americana e da Recopa, o time argentino vem embalado sob o comando de Mauricio Pellegrino e já mostrou força ao vencer o Flamengo em decisões recentes.

Tradição e elenco pesam

Entre os times mais tradicionais, o Peñarol surge como principal representante uruguaio. Comandado por Diego Aguirre, o time aposta na continuidade do trabalho e em nomes como Matías Arezo e Abel Hernández para tentar surpreender.

Já o Boca Juniors aparece como uma ameaça mais pela tradição e potencial de crescimento ao longo da competição. Sob o comando de Claudio Ubeda, a equipe conta com jogadores como Leandro Paredes e a promessa Tomás Aranda, além da possibilidade de reforços na sequência da temporada.

Apesar da força brasileira nos últimos anos, o cenário da Libertadores segue aberto, com equipes tradicionais e organizadas tentando retomar o protagonismo continental, mas tendo uma barreira criada pelos times do Brasil, já que é uma das ligas mais fortes.

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