Ancelotti testa nova zaga e indica Ibañez como titular contra a França

A Seleção Brasileira deve ter mudanças importantes no sistema defensivo para o amistoso contra a França. Em atividade realizada nos Estados Unidos, o técnico Carlo Ancelotti testou Ibañez entre os titulares ao lado de Léo Pereira, formação que ganhou força como provável para o duelo desta quinta-feira, em Boston.

O defensor do Al Ahli já havia sido utilizado na equipe principal no treino anterior, mas voltou a aparecer entre os 11 iniciais, aumentando as chances de começar jogando. A escolha acontece em meio à ausência de Marquinhos, que se recupera de problema físico.

Ataque mantido e confiança na base ofensiva da Seleção de Ancelotti

Do meio para frente, Ancelotti optou por manter a estrutura ofensiva que já vinha sendo utilizada. A formação conta com Casemiro e Andrey Santos na proteção, além de um quarteto ofensivo formado por Raphinha, Matheus Cunha, Vinícius Júnior e Gabriel Martinelli.

A comissão técnica entende que a manutenção desse setor potencializa a criatividade e o poder de decisão da equipe, especialmente com Vinícius Júnior e Raphinha atuando pelos lados.

Internamente, a escolha por Ibañez também passa por características específicas para enfrentar a França, como velocidade na recomposição e qualidade na saída de bola. Bremer e Danilo aparecem como opções no banco.

A provável escalação do Brasil para o confronto tem: Ederson; Wesley, Ibañez, Léo Pereira e Douglas Santos; Casemiro e Andrey Santos; Raphinha, Matheus Cunha, Vinícius Júnior e Martinelli.

O amistoso entre Seleção Brasileira e Seleção Francesa acontece nesta quinta-feira, às 17h (de Brasília), no Gillette Stadium. Na sequência da Data Fifa, o Brasil ainda enfrenta a Seleção Croata, na próxima terça-feira, em Orlando.

Além do teste na defesa, a comissão técnica também observa o entrosamento geral da equipe diante de um adversário de alto nível. A partida contra a França é vista internamente como um dos principais termômetros antes da reta final de preparação para a Copa do Mundo, servindo para ajustes finos tanto no sistema defensivo quanto na construção ofensiva. A expectativa é de que Ancelotti utilize o confronto para consolidar ideias e dar minutagem a jogadores que ainda buscam se firmar no grupo.

Santos: Gabigol decide, evita derrota e manda recado a Ancelotti sobre Neymar

O Santos buscou um empate por 2 a 2 com o Mirassol na noite de terça-feira (10), no estádio Estádio José Maria de Campos Maia, pela quinta rodada do Campeonato Brasileiro. O grande nome da partida foi Gabriel Barbosa, que marcou os dois gols santistas e garantiu a reação da equipe nos minutos finais.

O Mirassol chegou a abrir dois gols de vantagem, mas o camisa 9 do Peixe assumiu a responsabilidade no momento decisivo e deixou tudo igual. A partida contou ainda com a presença de Carlo Ancelotti nas arquibancadas, técnico da Seleção Brasileira de Futebol.

Após o jogo, Gabigol comentou a atuação e aproveitou para mandar um recado ao treinador italiano. O atacante afirmou que espera vê-lo novamente na Vila Belmiro no próximo domingo, no clássico contra o Corinthians, para acompanhar o retorno de Neymar.

“Espero que ele vá à Vila Belmiro no domingo para ver o Neymar”, disse o atacante, ao comentar a presença do técnico no estádio.

Gabigol fala sobre Seleção Brasileira

Questionado sobre a possibilidade de voltar a defender a Seleção Brasileira, Gabigol preferiu tratar o tema com cautela. O atacante afirmou que seu foco no momento é recuperar a melhor forma e ajudar o Santos após um período de dificuldades na carreira.

“Prefiro pensar naturalmente. Eu merecia ir para a Copa em 2022 e não aconteceu. Tento sempre trabalhar e ajudar o Santos. Neste momento estou me reencontrando depois de um ano difícil e de aprendizado”, afirmou.

Antes de retornar ao clube da Vila Belmiro, o jogador passou pelo Cruzeiro, onde teve uma temporada marcada por altos e baixos.

Como foi o jogo

A primeira chance da partida foi do Santos logo aos cinco minutos, quando Rony finalizou para fora. O Mirassol respondeu explorando os lados do campo e abriu o placar aos 20 minutos com Igor Formiga, após contra-ataque iniciado por Alesson.

O time da casa seguiu pressionando e criou outras oportunidades antes do intervalo, enquanto o Santos tentou reagir com Thaciano e Gabigol, que desperdiçou uma boa chance em jogada construída com Rony e Luan Peres.

No segundo tempo, o Mirassol manteve a intensidade e ampliou aos 25 minutos, quando Negueba driblou a marcação e marcou o segundo gol da equipe.

A reação santista começou aos 34 minutos, quando Gabigol aproveitou lançamento de Christian Oliva para diminuir o placar. Já aos 40, o atacante sofreu pênalti dentro da área após falta de Neto Moura e converteu a cobrança para empatar o confronto.

Nos minutos finais, o Mirassol ainda criou uma grande chance com Formiga, mas o goleiro Gabriel Brazão evitou o terceiro gol. Após o apito final, uma confusão generalizada tomou conta do gramado e terminou com as expulsões dos técnicos Rafael Guanaes e Juan Pablo Vojvoda.

Com o resultado, o Mirassol permanece na parte intermediária da tabela, enquanto o Santos segue tentando ganhar regularidade nas primeiras rodadas do Campeonato Brasileiro.

Pré-lista da Seleção surge com novidades; Ancelotti observa Rayan, Igor Thiago e Endrick

Pré-lista sai e revela o olho no momento dos jogadores na Europa, o técnico Carlo Ancelotti prepara possíveis novidades na próxima convocação da Seleção Brasileira. A lista definitiva para os amistosos contra França e Croácia será divulgada na próxima segunda-feira e pode trazer nomes que ainda buscam espaço no grupo antes da convocação final para a Copa do Mundo.

Entre os destaques da pré-lista está Rayan, atacante revelado pelo Vasco e atualmente no Bournemouth. O jovem de 19 anos vive bom início na Premier League, com dois gols e uma assistência em seis partidas, desempenho que o colocou entre os indicados ao prêmio de jogador do mês de fevereiro. Essa é a primeira vez que o jogador aparece entre os nomes observados por Ancelotti.

Disputa no ataque segue aberta

Além de Rayan, outros atacantes seguem no radar da comissão técnica. Igor Thiago, que atua pelo Brentford, soma 19 gols na temporada, sendo 18 na Premier League, e disputa espaço em meio ao momento irregular de Richarlison, que marcou apenas uma vez em 2026.

Outro nome bem avaliado é o de Endrick. O jovem atacante, que deixou o Real Madrid para atuar no Lyon, tem início promissor no futebol francês, com participação direta em oito gols em dez partidas, cinco gols e três assistências. O jogador segue sendo acompanhado de perto por Ancelotti e sua comissão técnica e surge na pré-lista.

O atacante Igor Jesus, ex-Botafogo e atualmente no Nottingham Forest, também aparece entre os nomes observados na pré-lista. Na temporada, ele soma 12 gols e quatro assistências, além de ser um dos artilheiros da Europa League, com sete gols marcados.

Defesa também tem disputa por vagas na pré-lista

No setor defensivo, Ancelotti também avalia novas opções. Com Éder Militão fora por lesão e Alexsandro Ribeiro enfrentando problemas físicos ao longo da temporada, nomes como Léo Pereira e Bremer aparecem entre os defensores monitorados pela comissão técnica.

Atualmente, Marquinhos e Gabriel Magalhães são considerados nomes consolidados no sistema defensivo, enquanto jogadores como Danilo e Fabrício Bruno também seguem bem avaliados. A tendência é que cinco zagueiros integrem a lista final para o Mundial.

A Seleção Brasileira se apresenta no dia 23 em Orlando, na Flórida, que servirá como base durante a Data Fifa. O primeiro amistoso será contra a França, no dia 26, em Boston, e depois a equipe encara a Croácia, no dia 31. A convocação final para a Copa do Mundo está prevista para 19 de maio e assim a pré-lista será confirmada.

Saiba como a lesão de Rodrygo impacta a Seleção e quem pode substituí-lo na Copa do Mundo

A grave lesão de Rodrygo, que rompeu o ligamento cruzado anterior e o menisco do joelho direito, representa um duro golpe para a Seleção Brasileira de Futebol a cerca de 100 dias da Copa do Mundo. O atacante do Real Madrid está fora do torneio que será disputado nos Estados Unidos, México e Canadá.

Presença constante no grupo desde 2019, Rodrygo é o artilheiro do Brasil neste ciclo pós-Catar, com oito gols, e vinha utilizando a camisa 10 na ausência de Neymar. Versátil, oferecia ao técnico Carlo Ancelotti diferentes alternativas no setor ofensivo. Embora tenha preferência pelo lado esquerdo, também atuou pela direita e centralizado, como meia-atacante.

A ausência do camisa 10 impacta diretamente a montagem do time titular e amplia a disputa por vagas na convocação final.

Vini Jr volta para a ponta?

Nos últimos amistosos, Ancelotti testou uma formação com quatro atacantes, posicionando Vinícius Júnior mais centralizado. Em três partidas, contra Coreia do Sul, Senegal e Tunísia. Rodrygo ocupou o lado esquerdo do ataque. Contra o Japão, a comissão técnica escalou Gabriel Martinelli na função.

Sem Rodrygo, Ancelotti pode recolocar Vini Jr aberto pela esquerda, posição em que atua no Real Madrid, ou manter o camisa 7 centralizado e apostar em Martinelli como titular. Além disso, o atacante do Arsenal agrada à comissão técnica e só ficou fora de uma convocação recente por lesão.

Neymar entra no páreo

A lesão de Rodrygo também mexe com o cenário de Neymar. Hoje no Santos, o camisa 10 busca recuperar espaço na Seleção após longo período afastado por lesão no joelho.

Sem Rodrygo, abre-se mais uma possibilidade no setor ofensivo. Mas a comissão técnica acompanha de perto a condição física de Neymar, que não veste a camisa da Seleção desde outubro de 2023. Antes da próxima convocação, ele ainda disputará compromissos importantes no calendário nacional.

Outras alternativas no radar

Ancelotti também pode aproveitar a vaga para reforçar outro setor. Em algumas convocações, o treinador italiano chamou cinco ou seis meio-campistas, o que abre margem para aumentar o número de jogadores no setor de criação.

Além disso, outra possibilidade é ampliar a lista de centroavantes. Nomes como Matheus Cunha, Richarlison, João Pedro, Igor Jesus e Vitor Roque já foram testados ao longo do ciclo.

Entre os pontas, Antony, em boa fase no Real Betis, surge como opção, embora atue preferencialmente pela direita. O mesmo vale para Luiz Henrique, atualmente no Zenit.

Portanto, sem seu principal artilheiro no ciclo, o Brasil perde versatilidade e poder de decisão. Caberá agora a Ancelotti reorganizar o ataque e definir quem assumirá o protagonismo ofensivo rumo ao Mundial.

Gilberto prevê lateral do Flamengo na Copa do Mundo: “Ele conhece o Ancelotti”

Durante a Partida do Coração, evento beneficente organizado pela ONG Craque do Amanhã, o ex-lateral Gilberto analisou a Seleção Brasileira e destacou que o lateral do Flamengo, Alex Sandro, pode ser convocado para a Copa do Mundo de 2026. A ação reuniu ex-jogadores e personalidades do futebol em prol de causas sociais, mas também serviu como oportunidade para comentar o atual cenário da equipe comandada por Carlo Ancelotti para a imprensa.

Gilberto elogiou o desempenho da Seleção nos últimos amistosos e destacou a evolução tática sob o comando do técnico italiano. Para ele, o time tem mostrado uma transição rápida e eficiente, algo que vinha faltando em jogos anteriores. “O que me deixa feliz é a transição muito rápida que a Seleção tem conseguido fazer. Assim que a gente recupera a bola, sai com velocidade no contra-ataque. Isso tem feito diferença”, analisou.

Ao avaliar o setor defensivo, o ex-lateral afirmou que o Brasil vive uma nova fase, mas continua bem servido nas laterais. Ele citou Alex Sandro como um dos nomes que podem representar o país no próximo Mundial. “O Ancelotti já conhece bem o trabalho do Alex Sandro. Mas é um jogador de regularidade muito grande, com experiência de Europa e boa leitura tática. Pode ser que, pela experiência e pela confiança do treinador, venha a ser chamado para a Copa”, projetou.

Legado na Seleção Brasileira

Além disso, Gilberto também comentou sobre o legado que o trabalho de Ancelotti pode deixar no futebol brasileiro. “Ele tem reconhecimento mundial e pode deixar um legado importante para o futebol brasileiro. Espero que ele não fique só até a Copa, mas que o projeto tenha continuidade e sirva de aprendizado para as próximas gerações”, completou.

Além da análise sobre a Seleção, o ex-jogador valorizou a importância de eventos beneficentes como a Partida do Coração. Segundo ele, o futebol pode e deve atuar como ferramenta de transformação social, aproximando ídolos e torcedores em torno de causas que impactam vidas fora dos gramados.

Ricardo Rocha sobre Carlo Ancelotti na Seleção Brasileira: “O cara veio”

O ex-zagueiro da Seleção Brasileira, Ricardo Rocha, elogiou a escolha de Carlo Ancelotti como técnico da equipe nacional e afirmou que o treinador italiano traz o peso e a liderança que o futebol brasileiro precisa neste novo ciclo. A declaração foi dada durante a Partida do Coração, evento beneficente organizado pela ONG Craque do Amanhã, que reúne ex-jogadores e personalidades do esporte em prol de ações sociais.

“Qualquer seleção do mundo gostaria de ter ele”, afirmou Rocha. “É um cara respeitado, admirado no mundo inteiro. Todos os meus amigos que trabalharam com ele falam da capacidade e, principalmente, da força que ele tem dentro do vestiário. E hoje é isso que a gente precisa: comando.”

O ex-zagueiro lembrou que Ancelotti já deveria estar à frente da Seleção há mais tempo, mas acabou cumprindo seu ciclo com o Real Madrid. Para ele, a experiência do italiano em clubes de ponta, especialmente no time espanhol, é comparável à de um técnico de seleções. “Quando você pega um meio-campo com Casemiro, Modric e Kroos, é praticamente uma seleção mundial. Ele treinava uma seleção dentro do Real Madrid”, destacou.

Ricardo Rocha também comentou as críticas sobre a atual geração de jogadores brasileiros e pediu mais equilíbrio nas análises. “Todos os convocados são craques nos seus clubes. O Rafinha é um dos maiores jogadores do Barcelona, o Vinícius está arrebentando no Real Madrid, o Rodrygo falou algo muito certo: precisamos levar o que fazemos nos clubes para a Seleção. É só isso que falta.”

Ancelotti pode trazer o Hexa?

Apesar de reconhecer que o Brasil ainda não vive seu melhor momento, Rocha vê potencial na equipe. “A Seleção não está bem, ficou em quinto nas Eliminatórias, mas isso não significa que está tudo perdido. Vai começar um novo trabalho, e a gente tem que apoiar. Assim como aconteceu com a Argentina, que cresceu dentro da competição, o Brasil pode encontrar seu caminho.”

Encerrando a entrevista, o ex-jogador reforçou a importância de deixar o pessimismo de lado. “Escolheram o cara, e o cara veio. Agora é apoiar e confiar. O povo brasileiro e os jogadores precisam estar felizes com isso”, concluiu Ricardo Rocha.

Sair da versão mobile