A seleção de Gana tem um novo comandante. O técnico português Carlos Queiroz foi anunciado como substituto de Otto Addo, demitido após a última Data Fifa. A chegada do experiente marca mais um capítulo de uma carreira internacional extensa e consolidada.
Com a nova missão, Carlos Queiroz se aproxima de um feito histórico no futebol mundial. A passagem por Gana levará o português à sua sexta participação em Copas do Mundo, igualando uma marca expressiva entre treinadores.
Trajetória em Mundiais
O português esteve presente no Copa do Mundo de 2002, quando comandou a África do Sul. Posteriormente, dirigiu Portugal na Copa do Mundo de 2010. Já sua relação mais duradoura foi com a Seleção do Irã, equipe que comandou nas edições de 2014, 2018 e 2022.
Agora, à frente de Gana, ele chegará à sexta participação, igualando o feito de Carlos Alberto Parreira, campeão mundial com a Seleção Brasileira em 1994, um dos nomes mais emblemáticos da história das Copas.
Experiência global como diferencial
A escolha por Carlos Queiroz reflete a busca da federação ganesa por um perfil experiente e acostumado a trabalhar em diferentes contextos do futebol mundial. Gana será a nona seleção comandada pelo treinador ao longo da carreira.
Antes disso, ele já dirigiu equipes nacionais de diversos continentes, acumulando experiências distintas. Entre os trabalhos estão passagens por Omã, Qatar, Egito, Colômbia e Emirados Árabes Unidos, além das já citadas Irã, Portugal e África do Sul.
Desafio imediato em Gana
A missão de Carlos Queiroz será recolocar Gana em alto nível competitivo no cenário internacional. A equipe busca estabilidade após a saída de Otto Addo e aposta na experiência do treinador para retomar protagonismo.
Nos bastidores, a chegada do português é vista como parte de um processo de reorganização técnica. A expectativa é de que ele implemente um modelo de jogo sólido e competitivo, característica marcante de suas equipes ao longo da carreira.
Antes de mais nada, a morte de Celso Barros neste sábado, 15, encerra um dos capítulos mais influentes da história moderna do Fluminense. À frente da Unimed, o dirigente comandou o patrocínio mais longevo e impactante do clube.
Durante quinze anos, sua presença moldou elencos, impulsionou contratações de grande porte e atraiu técnicos capazes de entregar resultados imediatos. Esse ciclo, aliás, transformou a competitividade do Fluminense e colocou o clube entre os protagonistas do futebol nacional.
Carlos Alberto Parreira é o nome que inaugura a fase de maior estabilidade da parceria. Contratado em 1999, ele assumiu o clube em situação delicada. Recusou ofertas do exterior, para comandar o time na conquista da Série C do Campeonato Brasileiro de 1999.
Em 2009, Cuca conduziu a arrancada histórica que evitou o rebaixamento e preparou a base do título brasileiro de 2010. Ele registrou aproveitamento superior a 55% e entregou regularidade e um elenco forte mentalmente, fatores decisivos para o projeto financiado pela Unimed.
Posteriormente, Muricy Ramalho assumiu o comando em 2010. Com apoio direto de Celso Barros e um elenco forte, o ex-treinador de São Paulo e Palmeiras conduziu o Fluminense ao título brasileiro daquele ano.
Sua campanha foi marcada por consistência e por um aproveitamento próximo de 60%, um dos mais altos da sua carreira. O treinador, que chegou a recusar oferta para comandar a Seleção Brasileira, também consolidou a identidade competitiva daquela equipe.
Treinadores escolhidos por Celso Barros moldaram a fase mais vencedora do clube
Antes de tudo, Abel Braga deu continuidade ao projeto em 2011 e viveu o auge da era Unimed. Com elenco profundo, estrutura robusta e apoio financeiro total, o treinador conquistou o Brasileirão de 2012 com uma das campanhas mais dominantes dos pontos corridos.
Seu aproveitamento no período ficou perto de 58%. Ele também venceu o Campeonato Carioca de 2012, reforçando a sequência de títulos produzida com participação direta da empresa médica que patrocinou o clube por quase duas décadas.
Renato Gaúcho também marcou presença no período. Ele comandou o time tricolor na conquista da Copa do Brasil de 2007. Somando todas as passagens pelo clube e manteve aproveitamento superior a 50%. Assim, a lista de técnicos reforça o legado de Celso Barros, construído com investimento, ambição e resultados que mudaram a história do Fluminense.
O ex-meia Yan Razera foi um dos grandes nomes do Fluminense no final dos anos 90 e início dos anos 2000, período que ficou marcado pela reconstrução do tricolor, que chegou a disputar a Série C do Campeonato Brasileiro, mas se recuperou e retornou à elite nacional.
Em entrevista ao canal “RTI Esporte”, no YouTube, Yan falou sobre os momentos que viveu dentro do Fluminense e os bastidores da conquista em 1999, que teve Carlos Alberto Parreira como treinador. Antes, no entanto, Yan Razera relembrou sua chegada ao clube, em 1997.
“A minha história com o Fluminense tem muito a ver com a minha passagem no Vasco e com o meu treinador na Seleção Brasileira sub-20, o Júlio Cesar Leal. Com o Vasco foi uma questão que não entramos em acordo com o meu passe e eu acabei ficando vinculado à Federação. Na época o Júlio César Leal era treinador do Fluminense e me convidou. O clube estava passando uma dificuldade muito grande, mas comprei a ideia”, disse Yan.
Aquela primeira passagem pelo tricolor durou apenas um ano e, na temporada seguinte, Yan Razera foi para o Coritiba. O retorno ao Flumiennse não demorou, mas desta vez foi para ajudar na reconstrução da equipe, que estava na disputa da Série C.
“Depois que eu saí do Fluminense, fui para o Coritiba e passei dois anos lá. O Fluminense vivia uma reconstrução neste período e o Carlos Alberto Parreira me ligou e me pediu para voltar ao clube. Passamos um sufoco danado, mas tudo deu certo. Depois tivemos uma reconstrução muito boa e fizemos grandes campanhas nos anos seguintes”, disse Yan, que deu total méritos a Parreira.
“Sinceramente, se fosse qualquer outra comissão técnica, o Fluminense não conseguiria. Estávamos muito blindados pela experiência daqueles caras ali. O time sofria uma pressão muito grande e todos os jogos eram muito difíceis, mas tudo valeu a pena. Então foi um momento da história que tem que ser contado e muito importante na minha vida”, finalizou Yan Razera.
A carreira como jogador
Yan surgiu para o futebol no Vasco em 1991. Posteriormente, jogou por Internacional, Coritiba, Fluminense, Náutico, Flamengo, Grêmio, Avaí, Macaé Esporte, América-RN, entre outros. Ele encerrou a carreira em 2010, atuando pelo Votoraty.
ASSISTA A ENTREVISTA DE YAN RAZERA NO RTI ESPORTE!
No ano de 1999, o Fluminense viveu um dos piores momentos de sua história, quando precisou disputar a terceira divisão do Campeonato Brasileiro. Naquele momento, grandes nomes se uniram para resgatar o tricolor de volta à elite nacional.
Tendo Carlos Alberto Parreira como treinador, a equipe tricolor tinha também grandes nomes do futebol brasileiro, dentre eles o ex-zagueiro Alexandre Lopes, o volante Válber, o meia Roger Flores e os atacantes Roni e Magno Alves.
Em entrevista ao canal “RTI Esporte”, no YoiuTube, o agora treinador relembrou os momentos que viveu no clube e o orgulho de ter atingido o principal objetivo que foi traçado para a temporada. Além da promoção, o Fluminense foi também campeão da Série C, o que significou uma retomada do protagonismo do clube.
“Eu havia acabado de terminar o Campeonato Brasileiro, aonde joguei pelo Sport, em 1998. Fui bem naquela competição e estava bem cotado no mercado. Quando estava no Rio de Janeiro, de férias, o pneu do meu carro furou e eu precisei passar em frente ao Fluminense”, relembrou de fato inusitado antes de prosseguir:
“Passei por três vezes lá e fiquei pensando “esse clube está me chamando”. Voltei para São Paulo e os meus empresários falaram que o Fluminense queria me contratar por empréstimo. Aceitei na hora. Fiquei muito feliz pela oportunidade naquele momento”, disse Alexandre Lopes, que completou:
“O que me seduziu, além do Fluminense, foram as pessoas que estavam lá na diretoria e na comissão técnica. Também o time tinha muito bons jogadores no elenco. Não poderia perder essa oportunidade e aceitei o desafio. Desde o início tive a oportunidade de jogar. Eu gostaria de ter ficado mais no clube, mas não foi possível e depois fui para o futebol russo”, admitiu Alexandre Lopes.
Ex-zagueiro relembra desafio de jogar a Série C
Além do grande desafio de disputar a Série C do Campeonato Brasileiro, Alexandre Lopes destacou que outra questão difícil era ter que assumir uma responsabilidade que vinha de anos anteriores, quando o Fluminense foi sendo rebaixado até chegar ao patamar que se encontrava em 1999.
“O grande problema é que a culpa caiu em cima do pessoal de 99. Nós, profissionais, que aceitamos o desafio de resgatar o Fluminense, recebemos a culpa de anos anteriores. O clube havia feito campanha ruins anos antes, até chegar à terceira divisão. Aí nós, que estávamos chegando no clube, que ficamos com essa herança. Poucas pessoas dentro do clube reconhecem o título da Série C como uma conquista de fato, mas foi ali que foi dada a virada de chave para o Fluminense voltar a ser uma potência. É uma competição que me dá orgulho de ter sido campeão”, garantiu Alexandre Lopes, que disse ainda não se incomodar com as provocações dos adversários.
“Existem coisas na vida que podemos controlar ou não. O que posso falar é que, junto com meus companheiros, consegui resgatar o Fluminense. Não tenho dúvidas de que, se jogássemos a Série B, subiríamos normalmente para a primeira divisão. Então essa questão de pagar a Série B não me incomoda”, finalizou Alexandre Lopes.
Atualmente o ex-zagueiro é treinador de futebol e chegou a passar nas categorias de base do Fluminense. Além disso, Alexandre Lopes também treinou a Ferroviária, de São Paulo, e atualmente comanda o Hercílio Luz, clube da primeira divisão do Campeonato Catarinense.
ASSISTA A ENTREVISTA DE ALEXANDRE LOPES NO RTI ESPORTE!
Quando a Confederação Sul-Americana de Futebol (Conmebol) anunciou os Estados Unidos como sede da Copa América de 2024, a primeira reação da torcida foi de surpresa por ver o torneio ser realizado fora da América do Sul.
Só que a investida dos americanos, que já estava em pauta há dois anos, chegou com força na Conmebol. O interesse está ligado a vários fatores: promover a Copa do Mundo de 2026 e divulgar a Major League Soccer que foi criada em 1993.
Desde então, a competição se tornou sonho de muitos treinadores estrangeiros que buscam uma oportunidade para se projetar ou abrir mercado norte-americano. Hoje, segundo o site “Transfermart”, a MLS conta com 15 técnicos estrangeiros.
Além da US Soccer exigir a Licença UEFA PRO, os clubes passaram a contratar profissionais europeus ou ex-jogadores que tiveram alguma ligação com futebol país. Mas, nem sempre foi assim. Relembre dez técnicos estrangeiros que trabalharam nos Estados Unidos!
Bora Milutinovic
O sérvio Bora Milutinovic foi peça importante para a popularização do futebol nos Estados Unidos. De 1991 a 1995, comandou a seleção que contava com os lendários Tony Meola, Alexis Lalas, Marcelo Balboa, Coby Jones, John Harkes, entre outros.
Ele disputou a Copa América de 1993 e 1997, quando comandou as seleções dos Estados Unidos e México, respectivamente. Além disso, foi treinador do New York Metrostars de 1998 a 2000. Atualmente é consultor técnico da Federação Catari de Futebol.
Carlos Alberto Parreira
Foi após a conquista da Copa do Mundo de 1994, com a seleção brasileira, que Carlos Alberto Parreira conseguiu reconhecimento internacional. Logo após o tetra, o treinador comandou o Valencia, da Espanha e Fenerbahçe, da Turquia.
Em 1997, o treinador mudou-se para os Estados Unidos. Na ocasião, foi contratado pelo New York Metrostars. Entretanto, seu trabalho durou menos de um ano. Ele foi demitido depois de não conseguir levar o time para as semifinais da MLS.
Carlos Queiroz
Conhecido mundialmente por seu trabalho na formação de jogadores, Carlos Queiroz soma passagens pelas seleções de Portugal, Emirados Árabes, África do Sul, Irã, Colômbia, Egito e Catar. Além disso, foi técnico de equipes como Sporting Lisboa e Real Madrid.
Nos Estados Unidos, o português teve breve passagem pelo New York Metrostars em 1996. Porém, foi demitido do time, que tinha os astros Tony Meola, Tab Ramos, Roberto Donadoni, Anthony de Ávila e Giovanni Savarese, devido aos maus resultados na MLS.
Domenèc Torrent
Domènec Torrent começou a carreira de treinador como auxiliar de Pep Guardiola em 2007. Desde então, fi o “braço direito” do espanhol, no Barcelona, Bayern de Munique e Manchester City, conquistando 24 torneios em 11 anos de parceria.
Foi técnico do New York City, dos Estados Unidos, de 2018 a 2019. Porém, não conquistou títulos Logo após deixar o clube administrado pelo City Group, Dome, como é conhecido no mundo do futebol, passou por Flamengo e Galatasaray.
Frank de Boer
Antes de mais nada, Frank de Boer defendeu a seleção holandesa nem duas edições da Copa do Mundo: 1994 e 1998. Além disso, o lendário zagueiro tornou-se ídolo das torcidas de Ajax, Barcelona, Galatasaray e Glasgow Rangers.
Ele iniciou a carreira de treinador em 2010. Foi assistente técnico do holandês Bert van Marwijk na Copa do Mundo da África do Sul. Oito anos depois, mudou-se para os Estados Unidos. Lá, comandou o Atlanta United de 2018 a 2020.
Guillermo Barros Schelotto
Guillermo Barros Schelotto foi jogador do Boca Juniors de 1997 a 2007. Em uma década, disputou 300 partidas, marcou 86 gols e foi campeão em 16 oportunidades. Em 2011, despediu-se dos gramados atuando pelo Gimnasia La Plata, da Argentina.
Como técnico, ele soma passagens por Lanús, Palermo e Boca Juniors. Além disso, o ex-jogador comandou o Los Angeles Galaxy de 2019 a 2020. Logo após deixar o futebol norte-americano, foi contratado para ficar à frente da seleção paraguaia.
Jürgen Klinsmann
Considerado um dos maiores atacantes do futebol mundial, Jürgen Klinsmann conquistou a Copa do Mundo de 1990. Além disso, defendeu a Alemanha nos Mundiais de 1994 e 1998. Fez história no Stuttgart, Internazionale, Monaco, Tottenham, Bayern de Munique e Sampdoria.
Logo após anunciar o fim da carreira, Jürgen Klinsmann iniciou a carreira de técnico na seleção alemã onde trabalhou de 2004 a 2006. Posteriormente, comandou a equipe dos Estados Unidos de 2011 a 2016. Nesse ínterim, conquistou a Copa Ouro da Concacaf de 2013.
Miguel Ángel Ramírez
Miguel Ángel Ramírez foi técnico das divisões de base do Las Palmas, AEK Atenas, Panathinaikos e Olympiacos. Além disso, foi treinador principal no Independiente del Valle, Internacional e Sporting Gijón. Foi no Equador, inclusive, onde fez seu trabalho mais relevante.
O treinador espanhol teve breve passagem pelo futebol dos Estados Unidos de 2021 a 2022. Na época, foi contratado para comandar o Charlotte FC. No entanto, foi demitido do clube devido aos maus resultados do time na MLS.
Walter Zenga
Walter Zenga, por três vezes, foi eleito o melhor goleiro do mundo pela Federação Internacional de História e Estatística do Futebol (IFFHS – Sigla em inglês) em 1989, 1990 e 1991. O italiano encerrou a carreira no New England Revolution em 1999.
No mesmo ano, o lendário camisa 1 iniciou a carreira de treinador no clube onde se aposentou. Porém, Walter Zenga teve passagem curta na função devido a má campanha do time na MLS. Depois disso, comandou equipes da Itália, Romênia, Sérvia, Turquia e Inglaterra.
Wayne Rooney
Maior artilheiro da história do Manchester United, Wayne Rooney aventurou-se em gramados norte-americanos de 2018 a 2019. Nesse ínterim, atuou pelo Washington DC United. Dois anos depois, anunciou o fim da carreira após defender o Derby County.
Em 2022, o inglês retornou ao DC United. Mas, desta vez na função de treinador. Porém, Wayne Rooney ficou pouco mais de um ano no cargo. Deixou o clube, rescindindo seu contrato após o time não conseguir classificação para os playoffs da MLS.
Veja o desempenho dos treinadores:
TÉCNICO
JOGOS
VITÓRIA
EMPATE
DERROTA
APROVEITAMENTO
Bora Milutinovic
33
5
3
25
15,2%
Carlos Alberto Parreira
35
15
0
20
42,86%
Carlos Queiroz
24
12
0
12
50%
Domenèc Torrent
60
29
15
16
48,33%
Frank de Boer
55
31
5
19
56,4%
Guillermo Barros Schelotto
62
23
8
31
37,10%
Jürgen Klinsmann
98
55
16
27
56,12%
Miguel Ángel Ramírez
17
7
1
9
41,18%
Walter Zenga
26
10
4
12
38,46%
Wayne Rooney
53
14
14
25
26,4%
ASSISTA A ENTREVISTA DE MARCO BRITO NO RTI ESPORTE!
Em 2007 o Fluminense passou por algumas mudanças que foram importantes para a conquista da Copa do Brasil naquela temporada. Essas mudanças, aliás, vieram desde a parte estrutural do clube até chegar dentro de campo. Um dos responsáveis por esse projeto foi Vinícius Eutrópio.
Durante entrevista exclusiva ao canal “RTI Esporte“, no YouTube, o profissional falou sobre o trabalho que teve dentro do clube e o convite que recebeu para atuar fora de campo. De acordo com Vinícius Eutrópio, alguns jogadores contratados pelo Fluminense na ocasião vieram após suas indicações.
“Quando saí do Athletico-PR, comecei a receber alguns convites, sendo um deles do Fluminense. O convite foi do Fernando Gonçalves, que era ligado à diretoria, mas não oficializado. Relutei muito, mas acabamos acertando meu ingresso no clube e montamos um projeto nas três áreas: administrativa, estrutural e esportiva. Apresentamos esse projeto ao Dr. Celso Barros. Durante três meses, acompanhei o Fluminense e passei 150 nomes para eles, algo que na época não era muito falado como hoje, que tem setor de scout”, disse Vinícius Eutrópio, que completou:
“Com todo o respeito, fui responsável pela montagem do elenco que ganhou a Copa do Brasil. Um desses nomes que indiquei foi o do Thiago Neves. O Fluminense baixou a folha salarial e baixou também a idade média dos atletas. Reformamos as Laranjeiras, montamos um centro de inteligência e fizemos sala de vídeo que não tinha. Entrei no Fluminense como coordenador técnico, mas virei treinador com a saída do Paulo César Gusmão. Não era algo que queria no momento e recusei, mas fiz um pedido para trabalhar no campo também”, finalizou.
O trabalho realizado por Vinícius Eutrópio e os demais membros de comissão técnica e diretoria do Fluminense também se refletiu na Copa Libertadores da América. No ano seguinte, o clube chegou até à decisão do torneio continental, mas acabou perdendo o título da a LDU, do Equador.
A carreira
Logo após deixar o Fluminense, Vinícius Eutrópio foi auxiliar técnico de Carlos Alberto Parreira na seleção da África do Sul na Copa do Mundo de 2010. Além disso, trabalhou no Estoril Praia, de Portugal, ASA, da Angola, Al Ittihad Kalba, dos Emirados Árabes e Bolívar, da Bolívia.
No Brasil, foi técnico de Ituano, Grêmio Barueri, Duque de Caxias, América-MG, Figueirense, Chapecoense, Ponte Preta, Santa Cruz, Guarani, Joinville, Paysandu, Londrina e Confiança Atualmente, Vinícius Eutrópio trabalha no futebol paraguaio e comanda o Tacuary.
ASSISTA A ENTREVISTA DE VINICIUS EUTRÓPIO NO RTI ESPORTE!