Projeto de Lei quer dar nome de Celso Barros a rua próxima ao CT do Fluminense; saiba detalhes

O Presidente da Câmara Municipal do Rio de Janeiro, Carlo Caiado, apresentou um projeto de lei que pretende batizar um logradouro da cidade com o nome de Celso Correa de Barros, ex-presidente da Unimed Rio, morto no dia 15 de novembro de 2025.

A proposta surge como reconhecimento ao médico pediatra e empresário, considerado um dos tricolores mais emblemáticos da história recente do clube. A intenção é votar o texto ainda neste ano legislativo.

O Projeto de Lei nº 1.616/2025 determina que o futuro logradouro receba o nome de Celso Barros, preferencialmente na Área de Planejamento 4. A região, que reúne os bairros da Barra da Tijuca, Recreio dos Bandeirantes e Jacarepaguá.

O local, aliás, fica próxima ao centro de treinamento do Fluminense. Hoje, a área ainda possui ruas provisórias, como “Rua Projetada A” e “Rua Projetada B”, o que facilita a escolha de um novo nome por parte do poder público.

A proposta segue a mesma lógica aplicada à Rua Oscar Cox, que homenageia um dos fundadores do clube. A mudança só ocorreu após aprovação legislativa semelhante. Por isso, a articulação política é vista como etapa essencial para que a homenagem avance.

Segundo interlocutores do gabinete de Carlo Caiado, a ideia é construir consenso antes da ida ao plenário. Além disso, o projeto reforça a tradição do Fluminense de valorizar figuras históricas ligadas à sua trajetória.

Proposta mira ruas próximas ao CT do Fluminense

Celso Barros ganhou projeção nacional como presidente da Unimed e atuou como mecenas em períodos decisivos do clube. Assim, sua relação com o time tornou seu nome conhecido e ligado ao imaginário tricolor por décadas.

Apesar da movimentação, ainda não há garantia de votação neste ano. Caso a proposta não avance nas próximas semanas, ela retornará automaticamente à pauta no início das atividades legislativas de fevereiro de 2026.

Antes de tudo, o plano de Carlo Caiado inclui, após a aprovação, solicitar formalmente que a prefeitura escolha um logradouro próximo ao centro de treinamento tricolor. A região carece de nomenclatura definitiva e oferece alternativas para homenagens futuras.

Celso Barros: Ex-zagueiro detona passagem da Unimed pelo Fluminense

Antes de tudo, Celso Barros, ex-presidente da Unimed-Rio e figura central do período em que a cooperativa patrocinou o futebol do Fluminense, morreu no último sábado (15). Pré-candidato nas eleições de 29 de novembro, para o triênio 2026-2029, ele foi vítima de um infarto.

A notícia reacendeu o debate sobre o legado deixado pela parceria, que marcou uma era no clube. Entre as reações, o ex-zagueiro Flávio Tinoco relembrou, com franqueza, como o modelo interferiu no profissional e na base.

“O Fluminense teve a Unimed como um divisor de águas, isso em poder financeiro, investimento, em poder potencializar mais a sua equipe profissional. Mas, especificamente voltado para a base, a Unimed foi muito ruim para o Fluminense, né? Porque a Unimed não fazia todo o investimento que ela fazia nos atletas do profissional na base do clube”. Em seguida, reforçou: “Eu entendo que isso aí é fundamental para a vida de qualquer clube, principalmente para a saúde financeira do clube”.

Flávio Tinoco também criticou o ambiente interno do Fluminense?

A crítica se estendeu ao ambiente interno: “O Fluminense vivia nos tempos de Unimed, logicamente vocês jornalistas tinham esse conhecimento, né? Eram grupos diferentes dentro do clube. Um grupo recebia pelo ano em média, outro grupo recebia do clube, outro grupo tava com salário negociado para receber uma parte do ano em média, outra parte que negociou com o clube. Então era uma gestão muito difícil, muito complexa”.

O ex-zagueiro lembrou que viveu a época por dentro: “Eu nunca vi a Unimed com bons olhos para a vida futura do Fluminense, né? A gente via muito investimento em atletas de grande potencial que valorizava demais a marca do Fluminense, mas em paralelo isso não acontecia com a base”. Contou ainda que, naquele período, “eu fui o único atleta que, quando teve aquela virada ali, cheguei a jogar no profissional”.

Flávio Tinoco relatou as dificuldades para ganhar espaço: “Para eu pegar o profissional, eu lembro muito bem que três atletas tiveram que ter um problema de saúde para poder entrar. (…) se isso não acontecesse, eu não ia ter a oportunidade de chegar ao profissional”. Para ele, muitos talentos ficaram pelo caminho “por conta dessa parceria, que potencializava a equipe profissional, mas em paralelo não investia na base”.

O ex-jogador defendeu que formação é vital: “A base para mim é o coração de qualquer clube”. E concluiu projetando: “A gente espera que o Mário consiga recuperar a saúde financeira do clube. Eu estou torcendo muito para que ele consiga alcançar todos os objetivos dele dentro do clube, porque eu sei que são grandes e que passam principalmente por fortalecer a base do clube”.

Assista à entrevista na íntegra!

Os técnicos da era Celso Barros: quem comandou o Fluminense no ciclo mais ambicioso do clube

Antes de mais nada, a morte de Celso Barros neste sábado, 15, encerra um dos capítulos mais influentes da história moderna do Fluminense. À frente da Unimed, o dirigente comandou o patrocínio mais longevo e impactante do clube.

Durante quinze anos, sua presença moldou elencos, impulsionou contratações de grande porte e atraiu técnicos capazes de entregar resultados imediatos. Esse ciclo, aliás, transformou a competitividade do Fluminense e colocou o clube entre os protagonistas do futebol nacional.

Carlos Alberto Parreira é o nome que inaugura a fase de maior estabilidade da parceria. Contratado em 1999, ele assumiu o clube em situação delicada. Recusou ofertas do exterior, para comandar o time na conquista da Série C do Campeonato Brasileiro de 1999.

Em 2009, Cuca conduziu a arrancada histórica que evitou o rebaixamento e preparou a base do título brasileiro de 2010. Ele registrou aproveitamento superior a 55% e entregou regularidade e um elenco forte mentalmente, fatores decisivos para o projeto financiado pela Unimed.

Posteriormente, Muricy Ramalho assumiu o comando em 2010. Com apoio direto de Celso Barros e um elenco forte, o ex-treinador de São Paulo e Palmeiras conduziu o Fluminense ao título brasileiro daquele ano.

Sua campanha foi marcada por consistência e por um aproveitamento próximo de 60%, um dos mais altos da sua carreira. O treinador, que chegou a recusar oferta para comandar a Seleção Brasileira, também consolidou a identidade competitiva daquela equipe.

Treinadores escolhidos por Celso Barros moldaram a fase mais vencedora do clube

Antes de tudo, Abel Braga deu continuidade ao projeto em 2011 e viveu o auge da era Unimed. Com elenco profundo, estrutura robusta e apoio financeiro total, o treinador conquistou o Brasileirão de 2012 com uma das campanhas mais dominantes dos pontos corridos.

Seu aproveitamento no período ficou perto de 58%. Ele também venceu o Campeonato Carioca de 2012, reforçando a sequência de títulos produzida com participação direta da empresa médica que patrocinou o clube por quase duas décadas.

Renato Gaúcho também marcou presença no período. Ele comandou o time tricolor na conquista da Copa do Brasil de 2007. Somando todas as passagens pelo clube e manteve aproveitamento superior a 50%. Assim, a lista de técnicos reforça o legado de Celso Barros, construído com investimento, ambição e resultados que mudaram a história do Fluminense.

Fred, Deco, Romário, Edmundo e mais: como Celso Barros mudou o mercado do Fluminense

Celso Barros, pré-candidato à presidência do Fluminense e ex-presidente da Unimed Rio, morreu neste sábado, 15, aos 72 anos. O médico sofreu um infarto no início da tarde no Rio de Janeiro. Ele era aguardado nas Laranjeiras para inscrever sua chapa e concorrer ao pleito com Mattheus Montenegro e Ademar Arrais.

Nome importante na política tricolor, Celso Barros presidiu a cooperativa médica que foi um dos principais patrocinadores do clube de 1999 a 2014. A parceria entre Fluminense e Unimed, comandada por ele, transformou o Tricolor das Laranjeiras em um dos protagonistas do mercado nacional.

Durante mais de uma década, a Unimed financiou contratações de grande porte, mudou o perfil do elenco e colocou o time em um novo patamar esportivo. A estratégia priorizava nomes de peso, visibilidade e experiência. Além disso, representou uma mudança profunda na forma como o clube se posicionava nas negociações.

Entre as principais estrelas bancadas pela Unimed, Romário foi um dos primeiros grandes nomes. O atacante chegou para dar força ao projeto. Em seguida, Edmundo reforçou ainda mais a presença da marca. Ambos compuseram um time recheado de medalhões, que ainda contava com Roger e Ramon, criando um ataque de alto apelo midiático.

Essas chegadas consolidaram a parceria como uma das mais influentes do futebol brasileiro no início dos anos 2000. No entanto, o grande salto competitivo ocorreu anos depois, com contratações mais consistentes e estratégicas. A lista segue com Carlos Alberto, que foi símbolo da conquista da Copa do Brasil de 2007.

Fred foi símbolo de um ‘novo’ Fluminense com Celso Barros

Fred, contratado após deixar o Olympique Lyon, tornou-se símbolo da era Unimed. Sua presença liderou o time nos títulos de 2010 e 2012. Outro reforço importante foi Deco, que trouxe qualidade técnica e experiência internacional. Além disso, Thiago Neves voltou ao clube em uma negociação robusta, marcada por forte participação financeira da patrocinadora.

Emerson Sheik, decisivo na campanha de 2010, também teve passagem importante. Por fim, Darío Conca tornou-se o rosto da parceria. O argentino marcou época, venceu o Brasileirão e deixou impacto duradouro. Sua contratação sintetizou o modelo de investimentos adotado por Celso Barros: ousado, agressivo e focado em resultados imediatos.

O efeito dessa política não se limitou ao campo. O clube ganhou projeção nacional, aumentou receitas e fortaleceu sua marca. Ainda assim, a estratégia deixou questionamentos sobre planejamento e continuidade. Apesar disso, a era Unimed permanece como um dos períodos mais marcantes da história recente do Fluminense.

Polêmico, Celso Barros não poupou críticas a Fernando Diniz no Fluminense; relembre

Celso Barros, um dos candidatos à presidência do Fluminense, morreu neste sábado (15), vítima de um infarto.  Recentemente, o médico se envolveu em uma polêmica ao responder o técnico Fernando Diniz, ex-Tricolor e atualmente no Vasco.

A discussão teve o seu início após vitória do Cruzmaltino sobre o Fluminense. Na ocasião, Fernando Diniz brincou com a expressão “quem não é vascaíno”, o que deixou Celso Barros insatisfeito.

Sendo assim, o gestor rebateu a declaração do treinador vascaíno. Conforme Celso Barros, na ocasião, Fernando Diniz é um técnico “bem fraquinho”.

“O técnico Fernando Diniz no encerramento da coletiva ontem no Maracanã, após o jogo em que fomos derrotados pelo Vasco, mandou os torcedores do Flu literalmente tomarem no C#!!! Que vergonha hein Mario?”, iniciou Celso.

“E dizer que você chorou intensamente quando o mandou embora? Segura esse TOC TOC para você!!! Deixa eu te dizer uma coisa, Diniz! Pra mim, você é um técnico bem fraquinho”,completou o então candidato à presidência do Fluminense.

Como foi o trabalho de Fernando Diniz no Fluminense?

Fernando Diniz viveu altos e baixos no comando do Fluminense. O técnico garantiu o título inédito na Copa Libertadores de 2023, mas foi demitido por um desempenho irregular no Brasileirão de 2024.

“Quase rebaixou o Flu em 2019 e 2024. Suas passagens anteriores no Vasco, Santos, A. Paranaense, Cruzeiro não teve nenhum mérito e longevidade no trabalho. Inclusive, o enorme fracasso da Seleção Brasileira”, completou Celso Barros.

Em meio ao bate-boca, Celso ainda marcou o perfil de Mário Bittencourt, atual presidente do Fluminense, o que trouxe maior instabilidade entre as partes.

Celso era presidente da Unimed Rio quando a empresa patrocinou o Fluminense. Na ocasião, o Tricolor conquistou dois títulos do Brasileirão (2010 e 2012) e uma taça da Copa do Brasil (2007).

Postagem de Celso Barros contra Fernando Diniz

O técnico Fernando Diniz no encerramento da coletiva ontem no Maracanã, após o jogo em que fomos derrotados pelo Vasco, mandou os torcedores do Flu literalmente tomarem no C#!!!

Que vergonha hein Mario?
E dizer que você chorou intensamente quando o mandou embora?

Segura esse TOC TOC para você!!!

Deixa eu te dizer uma coisa Diniz! Pra mim, você é um técnico bem fraquinho!

Quase rebaixou o Flu em 2019 e 2024. Suas passagens anteriores no Vasco, Santos, A. Paranaense, Cruzeiro não tiveram nenhum mérito e longevidade no trabalho. Inclusive, o enorme fracasso da Seleção Brasileira!!!

Agora Deus em 2023, olhou para você e pensou: como esse rapaz, não vai ganhar nada, vou dar uma forcinha e entregar para ele, uma Libertadores!

Além disso encaminhou uma mensagem para o Enner Valência e para a Avenida Renê, que jogavam juntos no Internacional!

Renê pelo brilho daquelas atuações foi contratado pelo Flu! Até aí, tudo bem, mas não precisava colocar ele para jogar!!!

O culpado deixou o Maracanã correndo, cheio de seguranças e hostizado junto a sua equipe! O Mário sendo o Mário.

#ForaMário

O Flu é dos tricolores!!!
Viva o Flu!!!”

 

 

Legado complexo de Celso Barros no Fluminense ainda provoca debate interno

Celso Barros, ex-presidente da Unimed Rio e pré-candidato à presidência do Fluminense, morreu neste sábado, 15, aos 72 anos. O médico sofreu um infarto no início da tarde no Rio de Janeiro. Ele presidiu a cooperativa médica, que foi um dos principais patrocinadores do clube de 1999 a 2014.

Ele comandou a Unimed-Rio durante o mais longo patrocínio da história tricolor. Essa parceria, que ajudou a moldar o clube dentro e fora de campo, financiou elencos fortes, reforçou a ambição esportiva e deu ao time capacidade para competir com os maiores do país.

Além disso, o aporte da empresa sustentou ciclos vitoriosos. O clube conquistou dois Brasileiros, em 2010 e 2012, e venceu a Copa do Brasil de 2007. Esses títulos elevaram o Fluminense a um novo patamar competitivo.

A presença de Celso Barros não se limitou ao patrocínio. Mais tarde, ele voltou ao clube como vice-presidente geral e buscou influenciar a política interna. Sua defesa de um modelo mais profissional ganhou espaço nos debates. Ele propôs a criação do cargo de CEO do futebol.

A ideia envolvia gestão técnica, governança e transparência. Essa agenda tentou aproximar o clube de estruturas modernas do esporte. Contudo, a proposta não avançou. Mesmo assim, colocou em pauta questões ignoradas por gestões anteriores.

Celso Barros teve trabalho questionado na última passagem pelo Fluminense

Apesar dos avanços, a passagem de Celso Barros acumulou críticas. Sua atuação no departamento de futebol foi alvo de questionamentos. Contratações de baixo impacto desgastaram sua imagem. Houve atritos públicos com o presidente Mário Bittencourt.

Segundo Celso Barros, faltou autonomia na condução do futebol. A relação turbulenta provocou desgaste e expôs a fragmentação política. Em sua despedida, ele expressou preocupação com a situação financeira do clube.

Também avaliou como fracas as campanhas em torneios internacionais. Essas declarações acentuaram o clima de tensão. Mesmo com polêmicas, o papel de Celso Barros segue influente. Seu legado reflete uma era de conquistas e de forte investimento.

No entanto, revela também dificuldades internas e divergências estratégicas. Assim, o nome de Celso Barros continua a dividir opiniões. Seus feitos esportivos são reconhecidos, mas suas decisões políticas ainda geram debate.

O impacto de Barros permanece visível. Sua presença ajudou a transformar a estrutura do clube. Porém, suas escolhas continuam sob análise. O resultado final é um legado ambíguo, capaz de inspirar, mas também de dividir.

Morre Celso Barros, icônico dirigente do Fluminense, aos 73 anos

Antes de mais nada, morreu Celso Barros, ex-presidente da cooperativa médica Unimed Rio, após um infarto fulminante, neste sábado, 15 de novembro. Médico especializado em pediatra, Celso patrocinou o Fluminense e era pré-candidato na eleição presidencial de 29 de novembro.

Ademais, Celso Barros construiu carreira respeitada como diretor do Sindicato dos Médicos do Rio, conselheiro no CREMERJ e diretor da Associação Médica Brasileira. Sua atuação firme sempre marcou presença nos debates da categoria.

Tricolor de coração, Celso Barros marcou a história do Fluminense por sua atuação no futebol. Entre 1999 e 2014, a empresa de saúde, sob seu comando, tornou-se patrocinadora do clube de Laranjeiras.

Durante a parceria, o clube saiu da Série C do Brasileirão, ganhou a Copa do Brasil de 2007, além dos títulos dos Brasileiros de 2010 e 2012, e dos estaduais de 2002, 2005 e 2012. Além disso, teve o vice-campeonato da Libertadores de 2008. Tais conquistas resgataram a tradição do “Time de Guerreiros”, após uma fase de culminou com rebaixamentos, até parar na terceira divisão nacional.

Quais foram os craques contratados pela parceria com Celso Barros?

Foi por meio da parceria comandada por Celso Barros que o Fluminense contratou nomes consagrados do futebol mundial. Ele viabilizou as contratações de peso como Romário, Edmundo, Dario Conca, Deco e Fred, entre craques que chegaram graças ao investimento da Unimed Rio. Com isso, Celso se tornou um dos nomes mais influentes nos bastidores do clube nas últimas décadas.

Por fim, a morte de Celso Barros ocorre no momento em que as chapas estão sendo homologadas para a disputa presidencial. Ex-vice-presidente geral da gestão de Mário Bittencourt, o médico buscava voltar como presidente no triênio 2026-2028.

Para concluir, segundo apurou a reportagem da Agência RTI Esporte, o médico estava colhendo neste sábado assinaturas para formalizar sua candidatura à Presidência do Fluminense. O clube manifestou pesar pelo falecimento do ilustre tricolor. Também colocou à disposição o Salão Nobre de Laranjeiras para as devidas homenagens.

Celso Barros define capitão do BOPE como vice em chapa para eleição no Fluminense

Antes de mais nada, os bastidores políticos do Fluminense ganharam um novo capítulo nesta semana. O médico e pré-candidato à presidência do clube, Celso Barros, definiu quem será o seu vice na disputa eleitoral tricolor.

A Agência RTI Esporte apurou que o escolhido é o coronel da reserva do Batalhão de Operações Especiais (BOPE) do Rio de Janeiro, Márcio de Andrade Vasconcellos, que também é sócio-proprietário do Fluminense.

A decisão foi tomada na manhã deste sábado, 8, e deve ser anunciada oficialmente nas redes sociais do médico ainda hoje. O nome de Vasconcellos vinha sendo mantido em sigilo durante as conversas de bastidores.

Ele ganhou força nas últimas horas e foi confirmado por pessoas próximas à campanha. Celso Barros optou por um perfil de confiança e com experiência em liderança, em uma tentativa de reforçar a imagem de firmeza e segurança de sua candidatura.

Ainda segundo apurou a reportagem, a expectativa era de que Celso Barros, antes da confirmação de Márcio de Andrade Vasconcellos, formasse uma chapa com Luís Monteagudo, outro nome influente na política interna tricolor.

As negociações, no entanto, não avançaram, e o acordo acabou sendo descartado após divergências sobre o formato da composição. Com a escolha do coronel da reserva, Celso Barros pretende associar sua campanha à ideia de disciplina e comando.

Chapa de Celso Barros busca imagem de autoridade e gestão

Celso Barros, ex-presidente da Unimed Rio, aposta em um discurso de gestão profissional e maior transparência administrativa, temas centrais de seu programa. Nos bastidores, aliados avaliam que a definição do vice fortalece a candidatura e consolida o grupo que deve enfrentar o atual presidente, Mário Bittencourt, nas urnas.

A oficialização da chapa deve ocorrer nas próximas horas, em evento ou publicação nas redes sociais de Celso Barros. A campanha, que promete ser uma das mais disputadas dos últimos anos, começa a tomar forma, e o cenário político do Fluminense esquenta na reta final antes da eleição.

Chapa de Ademar Arrais atinge assinaturas e pode ser oficializada no Fluminense; saiba detalhes

Antes de mais nada, o advogado Ademar Arrais deu um passo importante rumo à presidência do Fluminense. Sua chapa atingiu o número mínimo de 200 assinaturas, requisito fundamental para oficializar a candidatura ao pleito marcado para o fim de novembro.

A Agência RTI Esporte apurou que o grupo, até o momento, conta com 208 nomes confirmados. Essas assinaturas, aliás, representam potenciais conselheiros que assumirão funções estratégicas no clube em caso de vitória.

Embora o número mínimo tenha sido alcançado, a campanha estabeleceu uma meta interna de 260 apoios, como forma de evitar contratempos de última hora e garantir margem de segurança até a oficialização.

Nenhum outro candidato atingiu, até agora, o número. A adesão reforça Ademar Arrais como principal candidato de oposição no Fluminense. Entre os concorrentes, o advogado Mattheus Montenegro ainda busca consolidar o número necessário de assinaturas.

O mesmo vale para outros pré-candidatos, como o médico Celso Barros, o advogado Luiz Monteagudo e o jornalista Ricardo Mazella, todos ainda em busca do mínimo exigido para registrar oficialmente suas chapas.

Ainda segundo apurou a reportagem, a obtenção rápida das assinaturas indica articulação política e capacidade de mobilização de Ademar Arrais dentro do Fluminense, especialmente entre sócios contribuintes e proprietários, que detêm o direito de apoio.

Para o Fluminense, o processo eleitoral tende a ganhar ritmo nas próximas semanas. O fato de apenas uma candidatura ter atingido o número necessário de apoiadores até agora reforça a vantagem inicial de Ademar Arrais.

Quando será a eleição no Fluminense?

O pleito está marcado para o final de novembro e deve mobilizar diferentes correntes políticas tricolores. O desfecho da disputa terá impacto direto não apenas na administração, mas também no planejamento esportivo do clube para os próximos anos.

O Fluminense, além de Ademar Arrais, terá também Mattheus Montenegro como candidato. Advogado e vice-presidente da atual gestão, ele vai concorrer à sucessão de Mário Bittencourt e tem o apoio do atual mandatário do clube.

Celso Barros visita concentração da Seleção Brasileira e reforça laços com a CBF

Primeiramente, o pré-candidato à presidência do Fluminense, Celso Barros, aproveitou a quinta-feira (4) para visitar a concentração da Seleção Brasileira. Barros aproveitou a presença da delegação no Rio de Janeiro para o confronto contra o Chile, no Maracanã.

O dirigente tricolor foi recebido pelo diretor da CBF, Rodrigo Caetano, com quem trabalhou no Fluminense durante a conquista do Campeonato Brasileiro e do Campeonato Carioca em 2012. Na época, Barros presidia a empresa de saúde patrocinadora do clube.

Em postagem no Instagram, Celso Barros destacou a experiência: “Estive hoje na concentração da Seleção Brasileira para uma visita ao diretor da CBF e meu amigo Rodrigo Caetano. Trabalhamos juntos no Fluminense em 2012, quando conquistamos o Brasileiro e o Estadual. É um profissional extremamente competente, que com merecimento ocupa esse cargo”.

O dirigente também comentou sobre outros encontros importantes durante a visita: “Falamos muito sobre seleção, futebol brasileiro e, claro, o Tricolor. Quem também me recebeu foi Cícero Souza, gerente de futebol da CBF, com passagem vitoriosa pelo Palmeiras. Obrigado e boa sorte com a Amarelinha”, desejou o dirigente.

A visita reforça a imagem de Celso Barros dentro do cenário esportivo nacional e evidencia seu interesse em manter relacionamentos estratégicos com líderes do futebol. A ação ocorre em um momento de movimentação política no Fluminense, com a disputa pela presidência do clube.

Por fim, a passagem de Celso Barros pela concentração foi um momento de integração e cordialidade. Dessa forma, sua presença no Maracanã também serviu como oportunidade de reforçar sua conexão com torcedores e profissionais do futebol, fortalecendo sua imagem como dirigente atuante e atento ao dia a dia do esporte no país.

Sair da versão mobile