Tiquinho Soares, do Santos, no Remo? Centroavante é bem avaliado para ser o camisa 9 no Brasileirão

Antes de mais nada, o Remo busca uma contratação impactante para a disputa do Campeonato Brasileiro. A diretoria deseja investir na chegada de um novo camisa 9: Tiquinho Soares, do Santos, de 35 anos.

A Agência RTI Esporte apurou que Marcos Braz, diretor executivo do Remo, buscou informações sobre a situação do centroavante. O dirigente tem boa relação com Jorge Mendes, empresário do astro Cristiano Ronaldo, desde os tempos de Flamengo.

No Brasil, o jogador é representado por Anderson Deco, ídolo de Barcelona, Chelsea, Porto e Fluminense, que vem buscando clubes interessados no mercado da bola. Isso porque o atacante deseja deixar o Santos, que busca reduzir a folha salarial.

Ao mesmo tempo, o dirigente azulino considera a negociação complexa em virtude os altos valores envolvidos para uma eventual transferência. Tiquinho Soares tem contrato até dezembro de 2027 com o Santos.

No clube paulista, o centroavante ganha R$ 1,7 milhão por mês. O montante, aliás, inclui salário, luvas, direitos de imagem e outros valores previstos no acordo. Ele, portanto, possui um dos maiores vencimentos do elenco alvinegro.

Ainda segundo apurou a reportagem, o Remo não tem dinheiro em caixa para fazer um investimento desta magnitude. Apesar disso, Marcos Braz vem mantendo conversas com torcedores azulinos ilustres visando obter adesão para o projeto.

O interesse, portanto, é em atletas mais experientes, perfil em que Tiquinho Soares se encaixa no momento. De acordo com duas fontes ouvidas pela Agência RTI Esporte, Marcos Braz não cogita permanecer apenas com Carlinhos. Por isso, busca um nome impactante no mercado.

Quanto o Santos pagou por Tiquinho Soares?

Antes de tudo, Tiquinho Soares, antes do Santos, teve passagem vitoriosa pelo Botafogo. Com a camisa alvinegra, conquistou, sob o comando do técnico Artur Jorge, a Copa Libertadores da América e o Campeonato Brasileiro. De 2022 a 2024, disputou 120 jogos e marcou 44 gols.

Contratado pelo Santos no começo de 2025, o experiente jogador movimentou 3 milhões de euros (R$ 19 milhões, à época). A operação, por exemplo, acabou levando também o zagueiro Jair Cunha para o Glorioso.

Ex-jogadores do Fluminense lamentam morte de Celso Barros

A morte de Celso Ramos, vítima de um infarto fulminante neste sábado, trouxe grande comoção aos jogadores e ídolos do Tricolor.  O médico era um dos pré-candidatos na disputa pela presidência do Tricolor.

A saber, o primeiro a se posicionar foi o ex-meia Thiago Neves. Considerado um ídolo nas Laranjeiras, o jogador relembrou o título do Brasileirão de 2012 e o seu retorno ao clube proporcionado por Celso Ramos.

“Um grande Tricolor, amigo e um profissional que acreditou em mim e sempre me deu todo suporte e apoio. Ainda sem acreditar!!!! Descanse em paz, Presidente!”, escreveu o ex-jogador.

Bicampeão pelo Fluminense, o português Deco também se manifestou após a passagem do médico.  Logo,  para o atual diretor de futebol do Barcelona, Celso Barros era um “executivo a frente do seu tempo”.

“Mais do que um Excecutivo a frente do seu tempo, e um grande patrocinador do Fluminense com grandes conquistas realizadas. Ele foi um amigo pra toda vida que fiz no Rio de Janeiro”, compartilhou o lusitano.

Quem foi Celso Barros?

Celso Corrêa de Barros era médico e teve a pediatria como ofício ao longo de sua carreira. O profissional, que tinha 73 anos, obteve destaque na vida pública como Diretor do Sindicato dos Médicos do RJ e Conselheiro do CREMERJ.

Apaixonado pelo Tricolor, Celso teve o seu primeiro contato com a administração do clube ao firmar parceria publicitária entre a Unimed e o Fluminense. Na ocasião, o médico era presidente da empresa, que é a maior patrocinadora da equipe.

Sendo assim, Celso Barros teve papel importância no retorno do Fluminense à elite do futebol brasileiro.  A parceria garantiu ao Tricolor o título da Copa do Brasil de 2006, as taças do Brasileirão em 2001 e 2012 e o Campeonato Carioca em 2002, 2005 e 2012.

Celso Barros ainda teve papel importante na contratação de estrelas para o Fluminense. Romário, Edmundo, Thiago Neves, Conca, Deco e Fred são alguns dos nomes que chegaram às Laranjeiras por intermédio do médico.

Por fim, Celso Barros chegou a ser eleito vice-presidente do Tricolor ao lado de Mário Bittencourt. Porém, divergências o levaram a oposição e a uma pré-candidatura no pleito deste ano.

Fred, Deco, Romário, Edmundo e mais: como Celso Barros mudou o mercado do Fluminense

Celso Barros, pré-candidato à presidência do Fluminense e ex-presidente da Unimed Rio, morreu neste sábado, 15, aos 72 anos. O médico sofreu um infarto no início da tarde no Rio de Janeiro. Ele era aguardado nas Laranjeiras para inscrever sua chapa e concorrer ao pleito com Mattheus Montenegro e Ademar Arrais.

Nome importante na política tricolor, Celso Barros presidiu a cooperativa médica que foi um dos principais patrocinadores do clube de 1999 a 2014. A parceria entre Fluminense e Unimed, comandada por ele, transformou o Tricolor das Laranjeiras em um dos protagonistas do mercado nacional.

Durante mais de uma década, a Unimed financiou contratações de grande porte, mudou o perfil do elenco e colocou o time em um novo patamar esportivo. A estratégia priorizava nomes de peso, visibilidade e experiência. Além disso, representou uma mudança profunda na forma como o clube se posicionava nas negociações.

Entre as principais estrelas bancadas pela Unimed, Romário foi um dos primeiros grandes nomes. O atacante chegou para dar força ao projeto. Em seguida, Edmundo reforçou ainda mais a presença da marca. Ambos compuseram um time recheado de medalhões, que ainda contava com Roger e Ramon, criando um ataque de alto apelo midiático.

Essas chegadas consolidaram a parceria como uma das mais influentes do futebol brasileiro no início dos anos 2000. No entanto, o grande salto competitivo ocorreu anos depois, com contratações mais consistentes e estratégicas. A lista segue com Carlos Alberto, que foi símbolo da conquista da Copa do Brasil de 2007.

Fred foi símbolo de um ‘novo’ Fluminense com Celso Barros

Fred, contratado após deixar o Olympique Lyon, tornou-se símbolo da era Unimed. Sua presença liderou o time nos títulos de 2010 e 2012. Outro reforço importante foi Deco, que trouxe qualidade técnica e experiência internacional. Além disso, Thiago Neves voltou ao clube em uma negociação robusta, marcada por forte participação financeira da patrocinadora.

Emerson Sheik, decisivo na campanha de 2010, também teve passagem importante. Por fim, Darío Conca tornou-se o rosto da parceria. O argentino marcou época, venceu o Brasileirão e deixou impacto duradouro. Sua contratação sintetizou o modelo de investimentos adotado por Celso Barros: ousado, agressivo e focado em resultados imediatos.

O efeito dessa política não se limitou ao campo. O clube ganhou projeção nacional, aumentou receitas e fortaleceu sua marca. Ainda assim, a estratégia deixou questionamentos sobre planejamento e continuidade. Apesar disso, a era Unimed permanece como um dos períodos mais marcantes da história recente do Fluminense.

Riquelme Felipe, do Fluminense, no Barcelona? Veja o que sabemos

O Barcelona monitora Riquelme Felipe, revelado nas categorias de base do Fluminense, que sonha vestir a camisa do clube espanhol. Atualmente, o atacante de 18 anos não vem sendo utilizado na equipe principal tricolor pelo técnico Renato Gaúcho.

A Agência RTI Esporte apurou que Riquelme Felipe vem sendo monitorado por Deco, diretor esportivo do Barcelona, desde 2024. Ele começou a despertar o interesse do ex-jogador quando atuava pela equipe Sub-17 do Fluminense.

Desde então, passou a ser acompanhado de perto por Sergi Barjuan, diretor da Academia de Futebol do Barcelona, fã confesso do futebol brasileiro. O dirigente ficou impressionado com o desempenho do jogador sobretudo no Campeonato Brasileiro Sub-17.

Na ocasião, dois observadores do Barcelona estiveram no Rio de Janeiro para fazer análise do jogador na vitória do Fluminense por 3 a 2 sobre o Fortaleza e, posteriormente, no triunfo por 4 a 1 sobre o Bahia. Em ambas, o atleta marcou gols e acabou sendo destaque tricolor.

Ainda segundo apurou a reportagem, Deco já sabe que o atacante tem o desejo de atuar pelo Barcelona. O diretor vem mantendo contato com o empresário do jogador, André Cury, a fim de formatar uma oferta para tirar Riquelme Felipe do Fluminense.

Não há, portanto, proposta na mesa da diretoria tricolor. O Fluminense, aliás, também está ciente e deve respeitar a vontade do jogador, não dificultando a negociação. Porém, deseja receber um valor justo por uma das principais joias de Xerém.

Qual é a validade do contrato de Riquelme Felipe com o Fluminense?

Antes de tudo, Riquelme Felipe agrada a Deco e ao Barcelona, que ainda não formalizou uma proposta oficial em virtude da delicada situação econômica que se arrasta há anos. O clube espanhol não tem condições de arcar com a multa do atacante.

O garoto tem contrato com o Fluminense até março de 2028. A multa rescisória é de 50 milhões de euros (R$ 324,5 milhões, na cotação atual). A diretoria não se opõe a uma eventual venda e se mostrou disposta a ouvir números aproximados pelo jogador.

Raphinha renova com o Barcelona: “Meu sonho é estar aqui até o fim da minha carreira”

Primeiramente, Raphinha continuará vestindo a camisa do Barcelona pelas próximas três temporadas. O atacante brasileiro assinou a renovação de contrato com o clube catalão até junho de 2028 e reafirmou seu desejo de seguir no Camp Nou até encerrar a carreira.

A assinatura aconteceu nesta quinta-feira, 22, nas instalações do clube, com a presença do presidente Joan Laporta, do vice Rafa Yuste e do diretor esportivo Deco. Além disso, o novo acordo premia a grande temporada de Raphinha sob comando de Hansi Flick, também com vínculo renovado recentemente.

Fase de crescimento técnico e regularidade em campo

Desde que chegou ao Barça, em julho de 2022, o ex-jogador de Leeds e Rennes acumulou bons números. Foram 10 gols e 12 assistências no ano do título espanhol. Na sequência, o brasileiro manteve a regularidade e contribuiu com 23 participações diretas em gols na temporada 2023/24.

Já em 2024/25, Raphinha alcançou outro patamar. Dessa forma, tornou-se um dos capitães da equipe, ao lado de Lewandowski, Lamine Yamal e Ferran Torres. Com isso, explodiu em desempenho ofensivo: são 34 gols e 25 assistências em 56 jogos oficiais.

Comprometimento e protagonismo sob comando de Flick

Além da técnica refinada, o camisa 11 se destaca pelo comprometimento tático e pela leitura de jogo. Sob o olhar atento de Flick, evoluiu na movimentação e se tornou o jogador mais utilizado do elenco nesta temporada — o que reforça sua importância no projeto esportivo.

Por fim, Raphinha celebrou o novo contrato com uma mensagem emocionante. “Meu sonho é estar aqui até o fim da minha carreira”, declarou. Autoexigente, o brasileiro vê na renovação uma nova oportunidade de consolidar sua trajetória em um dos maiores clubes do mundo.

Relembre jogadores nascidos no Brasil e que disputaram a Copa do Mundo por outras seleções

O futebol brasileiro é considerado um dos melhores do mundo e, inevitavelmente, muitos atletas nascidos no Brasil conseguem se destacar em outros países. Desta forma, alguns desses jogadores acabam optando por se tornarem cidadãos de outros países para realizar o sonho de disputar uma Copa do Mundo.

Considerando apenas jogadores que nasceram em solo brasileiro, a Agência RTI Esporte preparou uma lista com os 26 atletas que, na história da Copa do Mundo, defenderam outras seleções. A maioria deles, sendo cinco ao todo, vestiu a camisa da Seleção de Portugal. Ao todo são 13 países que já se aproveitaram do talento brasileiro em Copas do Mundo. Confira a lista! 

Portugal (5 jogadores): 

Deco: Nascido em São Paulo, o ex-jogador deu seus primeiros passos na carreira defendendo o Corinthians. O grande destaque, no entanto, foi pelo Porto, aonde conquistou o Mundial de Clubes. Naturalizado português, Deco disputou duas edições de Copa do Mundo (2006 e 2010) tendo marcado um gol em cinco partidas.

Pepe: Apesar de ter nascido em Maceió, o zagueiro Pepe nunca jogou profissionalmente no futebol brasileiro e partiu muito cedo para Portugal, aonde inicialmente defendeu o Marítimo, mas teve maior destaque pelo Porto. Ao todo foram quatro edições de Copa do Mundo (2010, 2014, 2018 e 2022) com a seleção portuguesa. Neste período são 12 partidas e um gol.

Liédson: Baiano de Cairú, Liédson começou a carreira no Coritiba e ainda passou por Flamengo e Corinthians antes de se destacar pelo Sporting, de Portugal. Naturalizado português, o atacante disputou a Copa do Mundo de 2010 com a seleção portuguesa. Na ocasião marcou um gol em três partidas.

Otávio: Nascido em João Pessoa, o meia Otávio teve sua primeira chance na carreira defendendo o Internacional. Com o destaque, o jogador foi contratado pelo Porto, aonde conseguiu se destacar e foi naturalizado português. Convocado para a Copa do Mundo de 2022, o jogador disputou três jogos, mas não fez gols.

Matheus Nunes: O volante é mais um daqueles que não chegou a jogar profissionalmente no Brasil, embora tenha nascido no Rio de Janeiro. O grande destaque da carreira de Matheus Nunes foi pelo Sporting. Pela seleção de Portugal disputou a Copa do Mundo de 2022, tendo atuado em dois jogos, mas sem fazer gols.

Itália (4 jogadores): 

Filó Guarisi: Natural da cidade de São Paulo, o ex-ponta começou a carreira na Portuguesa, passou pelo Corinthians e chegou ao futebol italiano para defender a Lazio. Guarisi se tornou cidadão italiano e defendeu a seleção da Itália na Copa do Mundo de 1934. O jogador esteve em campo em apenas um jogo e não fez gol. A Itália venceu aquela Copa do Mundo e Guarisi foi o primeiro atleta nascido no Brasil a ser campeão do Mundo.

Angelo Sormani: Nascido em Jaú, interior de São Paulo, o atacante defendeu XV de Jaú e Santos antes de ir par ao futebol italiano, aonde passou por clubes como Roma, Napoli e Milan. Sormani disputou a Copa de 1962 pela seleção italiana, fez um jogo, mas não balançou as redes.

Mazzola: O ex-centroavante nasceu na cidade de Piracicaba, em São Paulo, e passou por XV de Piracicaba e Palmeiras, antes de chegar ao futebol italiano. Na Itália foi jogador do Milan, do Napoli e da Juventus. Mazzola foi campeão do Mundo em 1958, pela Seleção Brasileira, mas disputou a Copa de 1962 pela Itália. Na ocasião, o atleta fez dois jogos pela seleção italiana, mas não fez gols.

Thiago Motta: Nascido em São Bernardo, em São Paulo, Thiago Motta partiu muito cedo para a Europa e defendeu o Barcelona, da Espanha. No futebol italiano, o principal destaque foi pela Inter de Milão. O jogador disputou a Copa do Mundo de 2014 pela seleção da Itália, participou de três jogos, mas não fez gols.

Espanha (3 jogadores): 

Marcos Senna: Nascido em São Paulo, o volante Marcos Senna teve destaque pelo Corinthians antes de partir para o futebol espanhol. Ao longo da carreira, o jogador se consolidou no Villarreal e acabou se naturalizando espanhol. Na Copa do Mundo de 2006, Marcos Senna disputou três jogos pela seleção da Espanha, mas não fez gols.

Diego Costa: Natural de Lagarto, no Sergipe, Diego Costa deu seus primeiros passos como profissional no futebol português. No entanto, foi na Espanha, pelo Atlético de Madrid, aonde começou a se destacar. O atleta chegou a ser convocado para a Seleção Brasileira, mas optou pela Espanha, aonde disputou duas edições da Copa do Mundo (2014 e 2018), tendo marcado três gols em seis partidas. 

Rodrigo Moreno: Nascido no Rio de Janeiro, o atacante Rodrigo é mais um que não chegou a jogar profissionalmente no futebol brasileiro. O grande momento da carreira foi pelo Valencia e o jogador acabou se naturalizando espanhol. Pela seleção da Espanha, jogou a Copa do Mundo de 2018, atuou em três partidas, mas não balançou as redes.

Japão (3 jogadores): 

Wagner Lopes: Nascido na cidade de Franca, no interior de São Paulo, o ex-atacante iniciou a carreira no São Paulo, mas logo foi para o futebol japonês, aonde desembarcou no Yokohama Marinos. Wagner Lopes disputou a Copa do Mundo de 1998 com a seleção japonesa, mas não fez gols em três partidas.

Alex dos Santos: Nascido em Maringá, no Paraná, o ex-meia começou a carreira no Shimizu S-Pulse, do Japão, tendo se naturalizado japonês. Alex dos Santos participou de duas edições de Copa do Mundo (2002 e 2006) defendendo o Japão. Foram cinco jogos e nenhum gol marcado.

Tulio Tanaka: O ex-zagueiro Túlio Tanaka nasceu em São Paulo, mas fez toda a sua carreira no futebol japonês. Pela seleção do Japão disputou a Copa do Mundo de 2010, atuou em quatro jogos, mas não fez gols.

Croácia (2 jogadores): 

Eduardo da Silva: Nascido no Rio de Janeiro, o ex-atacante começou a carreira no Dínamo Zagreb, da Croácia, e acabou se naturalizando croata. Eduardo tem passagens por Arsenal, Shakhtar Donetsk e Flamengo. O jogador disputou a Copa do Mundo de 2014 pela Croácia, mas fez apenas um jogo e não balançou as redes.

Sammir: O ex-meia Sammir nasceu em Itabuna, na Bahia, mas começou a carreira na Ferroviária, de São Paulo. O jogador passou seis temporadas no Dinamo Zagreb e acabou se naturalizando croata. Sammir disputou a Copa do Mundo de 2014, jogou em uma partida, mas não fez gol.

Tunísia (2 jogadores): 

Francileudo: O ex-atacante nasceu em Zé Doca, no Maranhão e começou a carreira no Sampaio Corrêa. A primeira experiência internacional foi no Étoile du Sahel, da Tunísia. Francileudo se tornou cidadão do país e esteve presente na Copa do Mundo de 2006, aonde disputou um jogo e não marcou.

Clayton: O ex-lateral esquerdo Clayton também é maranhense e nasceu na capital São Luis. Depois de ter passado pelo Moto Club, o atleta também foi defender o Étoile du Sahel e se naturalizou tunisiano. Pela seleção participou de duas edições de Copa do Mundo (1998 e 2002), disputou três jogos e não fez gols.

Alemanha (1 jogador): 

Cacau: Nascido em Santo André, no estado de São Paulo, o ex-atacante Cacau defendeu apenas o Nacional-SP no futebol brasileiro, antes de ir para a Alemanha, aonde se consolidou pelo Stuttgart. Natualizado alemão, Cacau disputou a Copa do Mundo de 2010, jogou quatro partidas e marcou um gol.

Rússia (1 jogador): 

Mário Fernandes: Nascido em São Caetano do Sul, o lateral-direito Mário Fernandes começou a sua carreira no Grêmio, mas logo foi contratado pelo CSKA Moscou para atuar no futebol russo. O jogador chegou a defender a seleção principal do Brasil, mas optou mesmo pela Rússia. Mário Fernandes defendeu a seleção russa na Copa do Mundo de 2018, fez cinco partidas e marcou um gol.

Polônia (1 jogador): 

Thiago Cionek: Natural de Curitiba, o zagueiro Thiago Cionek começou a carreira no Cuiabá, mas chegou ao futebol polonês pouco depois, aonde defendeu o Jagiellonia Bialystok. Naturalizado polonês, o defensor disputou a Copa do Mundo de 2018 pela Polônia, participou de um jogo e não balançou as redes.

Bélgica (1 jogador): 

Luis Oliveira: Nascido em São Luis, o ex-atacante foi para a Bélgica logo em seu segundo ano como profissional. No futebol belga, defendeu o Anderlecht e se naturalizou. Luis Oliveira esteve presente na convocação da seleção da Bélgica para a Copa do Mundo de 1998. Naquele Mundial disputou três jogos e não fez gols.

Estados Unidos (1 jogador): 

Benny Feilhaber: O ex-volante nasceu no Rio de Janeiro, mas nunca jogou profissionalmente no futebol brasileiro. Os primeiros passos na carreira foram no UCLA Bruins, dos Estados Unidos. Naturalizado, o jogador disputou a Copa do Mundo de 2010 com a seleção norte-americana. Foram três jogos e nenhum gol.

México (1 jogador): 

Sinha: Nascido em Ipanguaçu, no Rio Grande do Norte, o ex-meia fez praticamente toda a sua carreira no futebol mexicano e acabou se naturalizando como cidadão do país. Sinha esteve presente na Copa do Mundo de 2006, aonde disputou quatro jogos e marcou um gol pela seleção mexicana.

Costa Rica (1 jogador): 

Alexandre Guimarães: Natural de Maceió, o ex-meia Alexandre Guimarães fez toda a sua carreira no futebol da Costa Rica, aonde defendeu por mais tempo o Saprissa. Naturalizado costa-riquenho, Alexandre Guimarães jogou a Copa do Mundo de 1990, atuou em três jogos e não fez gols.

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André entra na mira do Barcelona e ex-meia Deco tenta tirá-lo do Fluminense

O Barcelona demonstrou interesse na contratação do volante André um dos destaques do Fluminense em 2023. O jogador já tinha sido sondado por times do futebol inglês como o Arsenal, Fulham, Liverpool, Tottenham e Wolverhampton, e também do futebol alemão, no caso o Borussia Dortmund.

A Agência RTI Esporte apurou que o Barcelona pretende usar a influência do diretor esportivo Deco, que conquistou o Campeonato Brasileiro pelo Fluminense, em 2010 e 2012, e que também jogou na equipe catalã, para conseguir a contratação do jovem meio-campista que está valorizado no mercado da bola.

Até o momento, o Fluminense só recebeu uma proposta por André. Em junho, o Liverpool ofereceu ao 30 milhões de euros (R$ 161 milhões, na cotação atual) pelo jogador, mas o clube fez a opção de não negociar o volante naquele momento, visando a disputa da Copa Libertadores da América.

Ainda segundo apurou a reportagem, o presidente Mário Bittencourt não pretende facilitar a saída do maior ativo do Fluminense. Isso porque, o dirigente só aceita liberá-lo por mais de 35 milhões de euros (R$ 189,3 milhões, na cotação atual) no mercado da bola.

O valor está abaixo da multa rescisória para clubes do exterior, fixada em 40 milhões (R$ 216,4 milhões). O contrato de André com o Tricolor das Laranjeiras se encerra em 31 de dezembro de 2026.

Números pelo Fluminense em 2023

Em 2023, André entrou em campo 62 vezes pelo Fluminense. Foi um dos símbolos do time tricolor que venceu a Copa Libertadores da América e o Campeonato Carioca. É, por isso, que o jogador é disputado por clubes europeus.

A boa temporada lhe rendeu sua primeira oportunidade na Seleção Brasileira.  Convocado por Fernando Diniz, técnico interino da equipe nacional, André foi utilizado nos jogos diante da Venezuela, Colômbia e Argentina, sendo utilizado como titular nas duas últimas partidas.

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