Carlo Ancelotti ganha “cheque em branco” da CBF após recusar a Itália; entenda

Carlo Ancelotti decidiu permanecer no comando da Seleção Brasileira. O treinador italiano recusou um convite da Itália e renovou contrato com a CBF, mantendo o projeto de reconstrução da equipe até a Copa do Mundo de 2030.

A Agência RTI Esporte apurou que a avaliação interna é de que Carlo Ancelotti precisa de tempo para implementar suas ideias e promover uma reformulação no elenco. A CBF entende que uma troca de técnico neste momento poderia interromper o processo de reconstrução.

A decisão representa uma forte demonstração de confiança da entidade no trabalho do italiano. Mesmo depois da eliminação da Seleção Brasileira na Copa do Mundo, a CBF optou por manter o planejamento e garantir estabilidade para o próximo ciclo.

Carlo Ancelotti recebe aumento milionário após renovação

A permanência de Carlo Ancelotti também será acompanhada de uma valorização financeira significativa. Pelo novo contrato, o treinador passará a receber R$ 6 milhões por mês. O valor representa um salário anual de R$ 72 milhões.

Considerando todo o vínculo até o Mundial de 2030, os ganhos fixos podem alcançar R$ 288 milhões. O reajuste corresponde a um aumento de aproximadamente 20% em relação ao contrato anterior firmado em maio de 2025.

A decisão chama atenção principalmente pelo momento, já que ocorreu após uma campanha abaixo das expectativas da seleção brasileira no Mundial. Mesmo assim, o presidente da CBF, Franclim Carvalho, manteve a aposta no treinador.

Bônus por título mundial segue no contrato

Além do aumento salarial, Carlo Ancelotti manteve uma das principais cláusulas de incentivo previstas desde sua chegada ao futebol brasileiro. Caso conquiste a Copa do Mundo de 2030 com a seleção brasileira, o treinador receberá um bônus de R$ 30 milhões.

A premiação só será liberada em caso de título mundial. Antes disso, o italiano terá pela frente uma sequência de desafios, incluindo Eliminatórias para a Copa do Mundo de 2030, amistosos internacionais e torneios preparatórios.

Técnico terá missão de reconstruir a Seleção Brasileira

A renovação do comandante italiano representa uma mudança de postura da CBF. Em vez de buscar uma solução imediata após um resultado negativo, a entidade decidiu apostar na continuidade da comissão técnica.

Carlo Ancelotti terá liberdade para trabalhar uma renovação gradual do elenco. Jogadores jovens devem receber mais oportunidades nas próximas convocações, enquanto atletas experientes seguirão sendo avaliados conforme o desempenho nos clubes.

A missão é recuperar a confiança da torcida e devolver o protagonismo internacional à Seleção Brasileira. Carlo Ancelotti chega ao novo ciclo respaldado pelo histórico de conquistas por clubes como Real Madrid, Milan, Bayern de Munique, Chelsea e Paris Saint-Germain.

Carlo Ancelotti inicia um novo ciclo na Seleção Brasileira com salário recorde e a missão de transformar sua experiência em resultados. O treinador recusou a Itália e seguirá liderando o projeto da CBF até 2030, que busca recolocar o Brasil no topo do futebol mundial.

Leonardo assume cargo na seleção italiana em reformulação para retorno à Copa do Mundo

A Itália iniciou a reformulação da seleção visando o retorno à Copa do Mundo. A tetracampeã mundial não joga a competição desde 2014, no Brasil. A Itália se tornou a primeira campeã do mundo a ficar fora de três edições consecutivas de Copa do Mundo (2018, 2022, 2026).

Neste sábado, 11, a Federação Italiana de Futebol anunciou a contratação de Paolo Maldini para ocupar o cargo de diretor de seleções da FIGC. Maldini é ídolo do Milan e da Azzurra, e teve grande carreira como zagueiro.

O diretor será acompanhado por Leonardo, que conquistou a Copa do Mundo de 1994, justamente contra a Itália na Copa do Mundo dos Estados Unidos. Leonardo será consultor da seleção.

A dupla, que foi confirmada neste sábado, já está trabalhando na reformulação da seleção italiana. Desse modo, a primeira missão será a contratação do novo treinador para o ciclo de 2030. O cargo está vago desde que Gennaro Gattuso deixou o time, em abril, depois de fracassar nas eliminatórias para a Copa do Mundo.

O cargo não é novidade para a dupla formada por Paolo Maldini e Leonardo. O italiano exerceu função parecida no Milan entre 2018 e 2023. Ele deixou o clube, onde é ídolo, após divergência com os donos do Milan. Ambos trabalharam juntos na equipe entre os anos de 2018 e 2019.

Leonardo contratou Messi no PSG

Já Leonardo tem um currículo bem mais extenso no futebol. Ele iniciou a carreira fora dos gramados como treinador. Entre os anos de 2009 e 2010, comandou a Inter de Milão e o Milan. Contudo, destacou-se como dirigente de futebol na Europa.

Além do Milan, também foi na Inter de Milão, no Antalyaspor, da Turquia, e no PSG, da França. No PSG ele trabalhou duas vezes entre 2019 e 2022. Leonardo foi o responsável pela contratação de Lionel Messi no PSG, quando o craque argentino deixou o Barcelona.

Itália mira retorno de Antonio Conte após nova frustração e demissão de Gattuso

A Seleção Italiana iniciou uma reformulação imediata após mais uma eliminação vexatória na repescagem europeia para a Copa do Mundo. A crise se agravou com a confirmação da demissão de Gennaro Gattuso. Agora a federação já trabalha para definir um substituto.

O principal alvo é Antonio Conte. Ele tem contrato com o Napoli até junho de 2027. Segundo informações do jornal Gazzetta dello Sport, representantes da FIGC já fizeram contato com o treinador, que demonstrou interesse em retornar ao comando da Azzurra.

Conte ganha força em meio à crise

A escolha por Antonio Conte não é por acaso. Experiente e com histórico vitorioso, o treinador surge como nome ideal para liderar um processo de reconstrução em um dos momentos mais delicados da história recente do futebol italiano.

Além disso, o técnico já conhece bem o ambiente da seleção. Entre 2014 e 2016, comandou a Itália em 25 partidas, com 14 vitórias, sete empates e quatro derrotas. Apesar de não ter conquistado títulos no período, deixou boa impressão junto aos dirigentes.

Relação com Napoli pode facilitar saída

Mesmo com contrato vigente com o Napoli, a possível liberação de Antonio Conte não é vista como um obstáculo intransponível. O treinador mantém boa relação com a diretoria do clube, o que pode facilitar uma eventual negociação.

Nos bastidores, a expectativa é de que, havendo acordo com a seleção, o Napoli não crie resistência significativa. Ainda assim, detalhes contratuais e compensações financeiras devem ser discutidos antes de qualquer anúncio oficial.

Reformulação vai além do comando técnico

A crise da seleção italiana não se limita à comissão técnica. Fora de sua terceira Copa do Mundo consecutiva — um marco negativo inédito —, a Itália iniciou uma reestruturação ampla em sua organização.

Além da saída de Genaro Gattuso, o processo inclui mudanças importantes na cúpula da federação. Gabriele Gravina deixou a presidência da FIGC, enquanto o ídolo Gianluigi Buffon, que atuava como gerente da seleção, também se desligou do cargo.

Pressão por resultados imediatos

Por fim, a ausência em três edições consecutivas da Copa do Mundo aumentou significativamente a pressão sobre a federação. A necessidade de recuperar o prestígio internacional se tornou prioridade máxima.

Nesse cenário, a possível chegada de Antonio Conte representa mais do que uma simples troca de treinador. Trata-se de uma tentativa de resgatar identidade, competitividade e confiança. A definição do novo comandante deve ocorrer nos próximos dias.

Buffon pede demissão da seleção italiana após fracasso nas Eliminatórias

O ex-goleiro Gianluigi Buffon anunciou sua saída da Federação Italiana de Futebol após a eliminação da Itália nas Eliminatórias para a Copa do Mundo. A Azzurra foi derrotada pela Bósnia nos pênaltis, resultado que confirmou a ausência no Mundial pela terceira edição consecutiva.

Buffon exercia a função de chefe de delegação da seleção e decidiu deixar o cargo após o revés. A decisão veio logo após a renúncia de Gabriele Gravina à presidência da entidade.

“Apresentar minha demissão um minuto após o término da partida contra a Bósnia foi um ato impulsivo, que surgiu do fundo da minha alma. Tão espontâneo quanto as lágrimas e a dor que sinto no coração, uma dor que sei que compartilho com todos vocês. (…) O principal objetivo era levar a Itália de volta à Copa do Mundo. E não conseguimos isso. – declarou Buffon.

Buffon deixa cargo após novo fracasso da Itália


O ex-goleiro estava na função desde agosto de 2023, poucos dias após encerrar a carreira como jogador. Ele assumiu o posto deixado por Gianluca Vialli, que faleceu em janeiro daquele ano, vítima de câncer.

A saída de Buffon acontece em meio a um momento conturbado do futebol italiano. Esta é a primeira vez que uma seleção campeã mundial fica fora de três Copas consecutivas, o que aumentou a pressão por mudanças na estrutura da federação.

O cenário já havia gerado cobranças públicas por parte do ministro do Esporte e Juventude da Itália, Andrea Abodi, que defendeu alterações na gestão da FIGC.

Ídolo histórico da Itália


Buffon é o jogador com mais partidas pela Seleção Italiana, com 176 jogos entre 1997 e 2018. Ele foi um dos principais nomes da conquista da Copa do Mundo de 2006.

Além da seleção, o ex-goleiro construiu uma carreira marcante por clubes como Juventus, Parma e Paris Saint-Germain, consolidando-se como um dos maiores jogadores da história na posição.

Pep Guardiola na Itália? Seleção sonha com técnico para voltar a Copa do Mundo

Antes de mais nada, a Federação Italiana definiu o seu alvo para comandar a seleção no próximo ciclo de Copa do Mundo. Com a eliminação para a Bósnia no meio de semana, a Itáli ficará fora do mundial pela terceira vez seguida. Desse modo, Pep Guardiola será procurado nos próximos dias e receberá o convite para assumir o futebol do país no começo da próxima temporada.

O entendimento interno na federação é que a Itália precisa mudar completamento o seu pensamento sobre futebol na seleção nacional. Outros três nomes estão na lista, mas Guardiola é tratado como prioridade. Contudo, o primeiro passo será a confirmação da saída de Gennaro Gattuso.

Negociação complexa com Pep Guardiola

O detalhe é que a Federação Italiana não terá vida fácil para convencer Guardiola a deixar o Manchester City. Isso porque, a ideia é ter um novo técnico logo após a Copa do Mundo. Contudo, o espanhol tem contrato com o time inglês até o final da temporada de 2027.

O pensamento é conseguir uma reunião com o treinador para apresentar todo o planejamento do futebol das seleções e não somente do time principal. Guardia representa uma mudança total no conceito italiano.O treinador é visto como o melhor nome e tem 100% do apoio dentro da confederação.

Quais são as outras opções para a Itália?

Caso Guardiola não aceite o convite para assumir a Itália, a federação tentará a contratação de Roberto Mancini. O treinador venceu a Eurocopa com o país em 2020. Atualmente, o técnico de 61 anos, comanda o Al-Sadd, do Catar, onde tem contrato até junho de 2028.  Por fim, os outros dois nomes da lista são Antonio Conte, do Napoli, e Massimiliano Allegri, do Milan.

Por fim, vale lembrar que a Itáli volta a jogar no dia 25 de setembro, quando enfrentará a Bélgica pela Liga das Nações. Até lá, o país terá tempo para buscar um novo técnico para comandar o país.

 

Corinthians: Breno Bidon obtém cidadania italiana e entra de vez no radar de Inter de Milão, Roma e Sevilla

O meio-campista Breno Bidon deu um salto estratégico na carreira e, ao mesmo tempo, acendeu o alerta no Corinthians. O jogador obteve a cidadania italiana e, com isso, passou a ser um alvo ainda mais concreto e imediato de clubes do futebol europeu.

A Agência RTI Esporte apurou que a mudança de status não apenas facilita uma transferência internacional, como também acelerou o interesse de equipes tradicionais. Clubes como Inter de Milão, Roma e Sevilla tratam o jogador como uma oportunidade real de mercado.

Cidadania muda cenário de forma decisiva

A obtenção do passaporte italiano é um divisor de águas para Breno Bidon. Antes visto como um talento promissor, mas sujeito a limitações burocráticas, o meia agora entra em outro patamar no mercado europeu.

O que era apenas acompanhamento passou a ser interesse concreto. Inter de Milão, Roma e Sevilla deixaram de observar à distância e passaram a considerar movimentos mais diretos já para a próxima janela de transferências.

Sem ocupar vaga de estrangeiro, Breno Bidon se encaixa perfeitamente nas estratégias de mercado desses clubes, que buscam jovens talentos no futebol sul-americano com potencial de valorização imediata.

Contrato longo e multa elevada

Revelado pelas categorias de base do Corinthians, Breno Bidon foi promovido ao elenco principal em 2024, após se destacar nas competições de base e chamar atenção pela maturidade em campo. Para se proteger do assédio europeu, o Corinthians renovou o contrato do jogador até dezembro de 2029.

A multa rescisória é de 60 milhões de euros (R$ 320 milhões, na cotação atual), valor considerado alto, mas que não afasta o interesse estrangeiro. O interesse europeu em Breno Bidon não é recente, mas ganhou força com a nova condição jurídica do atleta.

Caminho aberto também na seleção italiana

Outro efeito direto da cidadania é a possibilidade de atuar pela seleção da Itália. Como nunca foi convocado para a equipe principal do Brasil, Breno Bidon também está apto a defender o país europeu nos próximos anos.

Com o interesse cada vez mais incisivo de Inter de Milão, Roma e Sevilla, o clube paulista entra em um momento decisivo. A próxima janela de transferências tende a ser determinante para o futuro do jogador.

Nos bastidores, a leitura é clara: a cidadania italiana não apenas abriu portas — ela escancarou o mercado europeu para Breno Bidon. Agora, resta saber quando virá a primeira proposta oficial e até que ponto o clube conseguirá resistir à pressão.

Desse modo, o Corinthians acompanha de perto a valorização de sua promessa. A diretoria sabe que, diante do cenário atual, será difícil segurar o jogador a longo prazo — especialmente com a Europa cada vez mais próxima e acessível.

Bósnia x Itália: saiba como foi o jogo que deu vaga na Copa do Mundo

A Bósnia está na Copa do Mundo. A seleção venceu a Itália nos pênaltis por 4 a 1, e garantiu a classificação. Por outro lado, os italianos estão fora do terceiro mundial seguido. Assim, a Bósnia enfrentará Canadá, Catar e Suíça na fase de grupos da Copa do Mundo.

A partida terminou empatada no tempo normal por 1 a 1. Os gols foram marcados por Moise Kean, para a Itália e Tabakovic, para a Bósnia. Na prorrogação as seleções não marcaram e a decisão foi para os pênaltis.

Itália largou na frente e teve jogador expulso

Antes de mais nada, o primeiro tempo do confronto foi de muita tensão em Saraievo. Ao contrário do esperado, a Bósnia não ficou no campo defensivo e atacou os italianos desde os primeiros minutos do jogo. Para se ter noção, somente nos primeiros 45 minutos de jogo, a Bósnia finalizou 13 vezes.

Mas a Itália foi mais eficiente, chutou uma vez e marcou.  O gol aconteceu aos 14 minutos do primeiro tempo com Moise Kean. O detalhe é que ogol saiu após falha do goleiro Vasilj, que saiu jogando errado. A bola sobrou com o ataque da Itália, e Moise Kean definiu a jogada com um belo chute de fora da área.

Mesmo com o gol, o jogo seguiu aberto com ambas as equipes buscando o ataque. Contudo, a seleção italiana sofreu uma baixa importante na reta final do primeiro tempo. Aos 40 minutos, o zagueiro Bastoni foi expulso direto, por falta em Memic.

Pressão da Bósnia no segundo tempo

Com 10 jogadores em campo, a azzurra recuou o seu time e chamou a Bósnia para o ataque. Com isso, a chances começaram a aparecer logo cedo para os donos da casa. Aos cinco minutos, Alajbegovic arrastou a bola na entrada da área e chutou forte para boa boa defesa de Donnarumma, a primeira de muitas no segundo tempo.

Aos 14 minutos, a Itália teve a bola da classificação. Moise Kean roubou a bola no campo de defesa. Ele arrancou do campo de defesao, ganhou na corrida e, na saída de Vasilj, bateu por cima do gol.

Aos 26, a Bósnia chegou com Tahirovic, ele acertou uma pancada nono cantinho, para grande defesa de Donnarumma. Após o escanteio, a Itália desceu em velocidade, Esposito chutou por cima do gol perdendo a chance de ampliar.

Gol da insistência

A pressão da Bósnia surtiu efeito aos 33 minutos do segundo tempo. Dedic acertou ótimo cruzamento pela direita. Dzeko desviou na pequena área para defesa de Donnarumma, que deu rebote. Assim, Tabakovic só empurrou para o gol aberto.

Aos 41 quase a virada. Demirovic acertou uma cabeçada pra baixo. Donnarumma se esticou para fazer a defesa. Sem gol, a decisão foi levada para a prorrogação.

Prorrogação

O mehor lance do primeiro tempo da prorrogação aconteceu aos 11 minutos do primeiro tempo extra. A Itália puxou bom contra-ataque. Palestra recebeu na frente e, na hora do chute, foi derrubado por Muharemovic, que recebeu cartão amarelo.

Na cobrança da falta, a bola ficou na barreira. e na sequência da jogada Esposito cabeceia quase no ângulo, mas Vasilj salvou e terminou o primeiro tempo extra sem gol.

O primeiro chute na direção do gol, no segundo tempo, aconteceu aos 7 minutos. Alajbegovic apareceu na entrada da área e bateu no gol, mas o chute saiu fraco para defesa de Donnarumma. Aos 13 minutos, a Bósnia quase marcou. Tahirovic recebeu na entrada da área, ajeitou e bateu colocado, ela passou muito perto do gol.

Pênaltis

Itália – X 0 X

Bósnia – 0 0 0 0

Outras seleções classificadas na tarde desta terça-feira

A Suécia fez 3 a 2 na Polônia, e garantiu classificação no tempo normal. O mesmo aconteceu com a Turquia, que venceu Kosovo por 1 a 0, fora de casa e também se classificou. Por fim, República Tcheca e Dinamarca empataram por 2 a 2, e a República Tcheca garantiu a vaga nos pênaltis com vitória por 3 a 1.

 

 

Repescagens da Copa do Mundo entram na reta final e definem últimos classificados

A 76 dias do início da Copa do Mundo, a disputa pelas últimas vagas entra em sua fase decisiva. Ainda restam seis lugares em aberto, com 12 seleções mantendo viva a esperança de garantir presença no torneio que será realizado nos Estados Unidos, México e Canadá.

A próxima terça-feira será determinante para o fechamento da lista de classificados. Quatro vagas serão preenchidas por seleções europeias, enquanto outras duas sairão da repescagem intercontinental, disputada em solo mexicano.

Itália busca retorno ao Mundial

Entre os confrontos mais aguardados está a tentativa de retorno da Itália à Copa do Mundo. Ausente das últimas edições recentes, a seleção tetracampeã tenta encerrar um jejum que já dura 12 anos — sua última participação foi no Mundial de 2014, no Brasil.

Para isso, a equipe comandada por Gennaro Gattuso chega embalada após vitória por 2 a 0 sobre a Irlanda do Norte. O desafio decisivo será fora de casa, contra a Bósnia e Herzegovina, que eliminou o País de Gales na fase anterior.

Confrontos diretos e equilíbrio

Além de Bósnia x Itália, outros três duelos completam a rodada europeia, todos marcados para terça-feira, às 15h45 (de Brasília):

  • Suécia x Polônia
  • Kosovo x Turquia
  • República Tcheca x Dinamarca

Os confrontos reúnem seleções tradicionais e emergentes, em duelos marcados pelo equilíbrio. Em jogos únicos, qualquer erro pode custar a classificação, o que aumenta o peso emocional e tático das partidas.

Repescagem intercontinental fecha lista de classificados

Enquanto a Europa define seus últimos classificados, a repescagem intercontinental também chega ao seu momento decisivo. Disputada no México, a fase reúne seleções de diferentes continentes em busca das duas vagas restantes.

Os confrontos estão programados da seguinte forma:

  • 18h: República Democrática do Congo x Jamaica, em Guadalajara
  • 00h: Iraque x Bolívia, em Monterrey

Última vaga em jogo

O confronto entre Iraque e Bolívia carrega um peso especial: dele sairá, literalmente, o último classificado para a Copa do Mundo. A expectativa é de um duelo tenso, com duas seleções que enxergam na repescagem a oportunidade final de alcançar o torneio.

Itália x Irlanda do Norte: saiba como foi o jogo

A Itália venceu a Irlanda do Norte por 2 a 0 e deu um passo importante para voltar a disputar a Copa do Mundo, após ficar fora de duas edições. No confronto desta quinta-feira, os italianos jogaram em casa e viram o gols da vitória sairem na segunda etapa com Tonali e Kean.

O último confronto antes de garantir vaga na Copa do Mundo, será no dia 31 de março, contra País de Gales ou Bósnia. O classificados entrará no grupo B, ao lado de Canadá, Suíça e Catar. A estreia será contra os donos da casa, no dia 12 de junho, as 16h (de Brasília)

Primeiro tempo tenso para a Itália

Antes de mais nada, o primeiro tempo tenso não apresentou grandes chances de gols para ambos os lados. Para deixar claro, faltou futebol durante os primeiros 45 minutos.

A Itália aproveitou o fator campo para ter a posse de bola e propor as jogadas. Contudo, faltou efetividade ao time azul. Desse modo, os lances mais perigosos foram em jogadas pelo alto.

Assim, a seleção italiana teve oito escanteios a seu favor no primeiro tempo. Por outro lado, a Irlanda do Norte fechou bem os espaços à frente de sua área, bloqueou vários chutes e não deu espaço pelo alto. Faltou criatividade na primeira etapa.

Gol e alívio no começo do segundo tempo

A Itália voltou melhor para o segundo tempo. O time passou a atacar mais e buscar o gol com o apoio do torcedor. Assim, o alívio apareceu aos 10 minutos. Politano cruzou na área, Price afastou fraco, e Tonali pegou de primeira para abrir o placar.

Aos 20 minutos, a seleção italiana quase marcou o segundo gol. Moise Kean recebeu de Esposito, disparou pela direita e chutou cruzado para boa defesa de Pierce Charles.

Desse modo, a Itália voltou com perigo aos 27 minutos da etapa final. Dimarco bateu o escanteio bem fechado. Esposito desviou rápido de cabeça, e Hume salvou a Irlanda do Norte.

Mas o gol da tranquilidade chegou aos 34 minutos. Kean recebeu virada de jogo de Tonali. Dentro da área, ele se livrou de McConville e chutou de canhota. A bola ainda bateu na trave antes de morrer no fundo do gol e garantir a classificação italiana.

Gattuso convoca Itália para repescagem e tenta evitar terceira ausência seguida em Copas

A Seleção Italiana de Futebol deu início a mais uma tentativa de voltar à Copa do Mundo FIFA 2026. Nesta sexta-feira, o técnico Gennaro Gattuso anunciou a lista de 28 jogadores convocados para a disputa da repescagem europeia, fase decisiva que pode garantir vaga no Mundial.

Fora das duas últimas edições da Copa do Mundo, a tetracampeã chega pressionada para evitar uma terceira ausência consecutiva. O primeiro desafio será no dia 26, contra a Seleção da Irlanda do Norte, em Bérgamo.

Entre os nomes chamados, a principal novidade é o atacante Federico Chiesa, do Liverpool, que volta a aparecer na lista mesmo vivendo um momento irregular.

Confira os convocados da Itália:

Goleiros:
Elia Caprile (Cagliari), Marco Carnesecchi (Atalanta), Gianluigi Donnarumma (Manchester City), Alex Meret (Napoli).

Defensores:
Alessandro Bastoni (Inter de Milão), Alessandro Buongiorno (Napoli), Riccardo Calafiori (Arsenal), Andrea Cambiaso (Juventus), Diego Coppola (Paris FC), Federico Dimarco (Inter de Milão), Federico Gatti (Juventus), Gianluca Mancini (Roma), Marco Palestra (Cagliari), Giorgio Scalvini (Atalanta), Leonardo Spinazzola (Napoli).

Meio-campistas:
Nicolò Barella (Inter de Milão), Bryan Cristante (Roma), Davide Frattesi (Inter de Milão), Manuel Locatelli (Juventus), Niccolò Pisilli (Roma), Sandro Tonali (Newcastle).

Atacantes:
Federico Chiesa (Liverpool), Francesco Pio Esposito (Inter de Milão), Moise Kean (Fiorentina), Matteo Politano (Napoli), Giacomo Raspadori (Atalanta), Mateo Retegui (Al-Qadsiah), Gianluca Scamacca (Atalanta).

Como funciona a repescagem europeia

Ao todo, 16 seleções disputam as últimas quatro vagas do continente na Copa do Mundo. O formato é eliminatório, com semifinais e finais em jogo único.

Além de Itália x Irlanda do Norte, os confrontos incluem País de Gales x Bósnia e Herzegovina, Ucrânia x Suécia, Polônia x Albânia, entre outros.

Os vencedores avançam para as finais, e apenas quatro seleções garantem vaga no Mundial.

Caso avance, a Itália enfrentará o vencedor de País de Gales x Bósnia na decisão, marcada para o dia 31.

A Azzurra não disputa uma Copa do Mundo desde 2014, quando foi eliminada ainda na fase de grupos no Brasil. Agora, tenta encerrar o jejum e voltar ao principal torneio do futebol mundial.

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