Brasil passa pelo Japão e espera adversário das oitavas na Copa do Mundo

A Seleção Brasileira venceu o Japão por 2 a 1, na tarde desta segunda-feira, 29, em Houston, e garantiu vaga nas oitavas de final da Copa do Mundo. Os gols da vitória foram marcados por Casemiro e Gabriel Martinelli. O Brasil não vencia uma partida de Copa do Mundo de virada desde a estreia de 2014, quando bateu a Croácia por 2 a 1.

Agora a Seleção Brasileira espera o vencedor de Costa do Marfim e Noruega para saber qual será o seu adversário das oitavas de final. O confronto será no próximo domingo, 5. O técnico Carlo Ancelotti repetiu a escalação do Brasil pela primeira vez desde que assumiu a seleção.

Seleção Brasileira fez um péssimo primeiro tempo

Antes de mais nada, a Seleção Brasileira fez um primeiro tempo muito ruim. O Brasil até começou bem e  manteve a posse de bola. Por outro lado, o Japão recuou a marcação e se fechou no campo defensivo. O time japonês ficou pronto para sair em velocidade e aproveitar o erro do Brasil.

A seleção da Ásia melhorou a partir dos 15 minutos e passou a levar perigo. Depois da parada de hidratação, o Japão voltou melhor e aproveitou um erro grosseiro de Danilo no meio de campo. O lateral entregou a bola, e o Japão respondeu com Sano. O volante chutou de fora da área e abriu o placar para os japoneses.

Virada brasileira no segundo tempo

O Brasil voltou melhor para a etapa final e pressionou bastante o Japão nos minutos iniciais. A seleção acumulou oportunidades com Vinicius Jr, que jogou bola na trave após boa defesa do goleiro. Bruno Guimarães e Casemiro também levaram perigo ao gol do Japão.

E justamente ele marcou o empate. Aos 9 minutos, Vinicius Jr tocou para Gabriel Magalhães, que cruzou na cabeça de Casemiro para empatar o placar. O Brasil seguiu melhor e poderia ter marcado outras vezes. Mas o empate se arrastou até os minutos finais.

A virada veio aos 49 minutos do segundo tempo. Rayan roubou a bola no ataque, fez grande jogada e tocou para Bruno Guimarães. O volante deixou Gabriel Martinelli na cara do gol, que dominou e chutou no cantinho de Suzuki. O árbitro deu seis minutos de acréscimo, mas levou o jogo até os 56.

Como joga o Japão? Veja os pontos fortes do rival do Brasil nos 16 avos da Copa

A Seleção Brasileira chega embalada para os 16 avos de final da Copa do Mundo de 2026 depois de terminar a fase de grupos na liderança, com duas goleadas e uma identidade de jogo cada vez mais evidente sob o comando de Carlo Ancelotti.

No entanto, o próximo desafio, dos 16avos de final, promete estar longe de ser simples. Do outro lado estará um Japão que atravessa um dos melhores momentos da sua história recente e que já sabe o que é derrotar a Amarelinha.

Em 2025, os japoneses venceram o Brasil por 3 a 2 em amistoso internacional, resultado que serviu de demonstração da evolução da equipe comandada por Hajime Moriyasu. Agora, em um contexto completamente diferente e muito mais decisivo, as duas seleções voltam a medir forças.

Invencibilidade aumenta confiança japonesa

O momento vivido pelo Japão ajuda a explicar a confiança com que a equipe chega ao mata-mata. São 10 partidas consecutivas sem derrota, com sete vitórias e três empates, sequência construída diante de adversários de diferentes níveis competitivos e que consolidou uma equipe extremamente organizada.

Na fase de grupos da Copa do Mundo, os japoneses confirmaram essa consistência ao garantirem vaga na fase a eliminar. O empate diante da Suécia foi suficiente para assegurar a classificação e mostrou a capacidade do Japão de competir diante de equipes fisicamente fortes e tecnicamente qualificadas.

Pressão alta é uma das principais armas do Japão

Se há uma característica que aproxima Japão e Brasil atualmente, ela está na forma como ambas procuram recuperar a posse de bola. Hajime Moriyasu consolidou um sistema que varia entre o 3-4-2-1 e o 5-4-1 sem bola, mas que tem como principal marca a pressão imediata após a perda da posse.

A equipe procura recuperar rapidamente a bola ainda no campo ofensivo, impedindo que o adversário organize a saída. É justamente um dos princípios que Carlo Ancelotti também implementou na Seleção Brasileira. Vinícius Júnior, Matheus Cunha, Rayan e Bruno Guimarães lideram essa primeira pressão.

Por outro lado, Casemiro garante o equilíbrio atrás da linha de combate. Lucas Paquetá, por sua vez, terá a função de definir os tempos de jogo quando da recuperação da bola e nos momentos de organização ofensiva.

Velocidade e mobilidade tornam ataque imprevisível

Embora a organização coletiva seja o grande trunfo japonês, o talento individual também merece atenção. Keito Nakamura aparece como uma das maiores referências ofensivas da seleção graças à velocidade, capacidade de drible e facilidade em criar superioridade numérica pelos corredores.

Ritsu Doan oferece criatividade entre linhas e qualidade técnica para acelerar o jogo, enquanto Daichi Kamada surge frequentemente como elemento desequilibrador entre o meio-campo e o ataque. Na frente, Daizen Maeda e Ayse Ueda são peças fundamentais no modelo de Moriyasu.

Além da velocidade em profundidade, os atacantes destacam-se pela enorme intensidade sem bola, pressionando constantemente os defensores adversários durante praticamente todo o jogo. Essa mobilidade permanente faz com que o Japão seja uma equipe difícil de marcar individualmente.

Brasil terá de controlar as transições

Se existe um aspecto que poderá preocupar Carlo Ancelotti, esse é a velocidade com que o Japão transforma recuperação defensiva em ataque. Os japoneses procuram poucos toques para chegar ao último terço e aproveitam muito bem os espaços deixados pelos adversários.

Nesse contexto, Douglas Santos e Danilo Luiz deverão voltar a desempenhar um papel determinante. A consistência defensiva oferecida pelos dois laterais permite maior liberdade ofensiva aos homens da frente e reduz o risco de contra-ataques perigosos. Além disso, Casemiro terá novamente uma missão decisiva na proteção da defesa, funcionando como primeiro travão às rápidas transições japonesas.

Um duelo que promete muito equilíbrio

Apesar do favoritismo brasileiro, o Japão chega aos 16 avos como um dos adversários mais incómodos da competição. A organização tática, a pressão coordenada e a velocidade na recuperação da posse fazem da equipe asiática um teste exigente para o Brasil.

O histórico recente também contribui para aumentar o interesse do confronto. Afinal, poucos adversários podem entrar em campo diante do Brasil trazendo na memória uma vitória conquistada há pouco mais de um ano sobre praticamente a mesma base da equipe comandada por Carlo Ancelotti.

Agora, resta saber se a evolução demonstrada pela Amarelinha durante esta Copa do Mundo será suficiente para superar um Japão que chega embalado, invicto e disposto a voltar a surpreender o futebol mundial.

*André Freixo, enviado especial da Agência RTI Esporte, direto de Portugal

Japão empata com a Suécia e enfrentará o Brasil na próxima segunda-feira

O Japão será o adversário do Brasil na próxima segunda-feira, 29, na fase de dezesseis avos da Copa do Mundo. O país asiático empatou por 1 a 1 com a Suécia, na noite desta quinta-feira, 25, em Dallas. No outro jogo do grupo F, a Holanda bateu a Tunísia por 3 a 1.

Com isso, os holandeses garantiram classificação na primeira colocação, com sete pontos, para pegar Marrocos. Os japoneses passaram em segundo do grupo com 5 pontos. Por outro lado, a Suécia também garantiu a classificação com 4 pontos, ficando entre as oito melhores terceiras colocadas. A Tunísia não pontuou.

A Holanda resolveu o seu jogo sem muita dificuldade contra a Tunísia. Além disso, a seleção laranja abriu vantagem no salto. Por outro lado, Japão e Suécia deixaram o placar final em aberto até os momentos finais do jogo.

Os japoneses marcaram aos 10 minutos do segundo tempo com Maeda. Mas os suecos empataram aos 16 minutos com Elanga. A partir disso, o jogo ficou ainda mais movimentado, com as duas seleções buscando a vitória.

Entenda o caminho da Seleção Brasileira até a final

Para a Seleção Brasileira, passar na primeira posição do grupo C, foi importante pela logística. Isso porque, após jogar em Houston e conseguir a classificação, o Brasil voltará para Nova Jersey, onde jogará as oitavas de final. Em caso de sucesso, a seleção jogará em Miami e Atlanta, antes de voltar para Nova Jersey, onde será a grande final da Copa do Mundo, no dia 18 de julho.

Brasil x Japão

A Seleção Brasileira volta aos trabalhos nesta sexta-feira, 26. Os jogadores receberam folga após a vitória por 3 a 0 sobre a Escócia. A tendência é que Carlo Ancelotti repita a escalação do Brasil na próxima segunda-feira, 29, na fase de dezesseis avos da Copa do Mundo.

O Brasil enfrentará o Japão, às 14h (de Brasília), em Houston. Neste confronto, a tendência é que Neymar tenha condições de ficar mais tempo em campo. O jogador retornou ao campo com a camisa da Seleção Brasileira após pouco menos de mil dias. Neymar foi elogiado pelo técnico Carlo Ancelotti, mas seguirá como opção no banco de reservas.

Holanda x Japão: saiba como foi o jogo

A Holanda empatou com o Japão por 2 a 2, na estreia da Copa do Mundo. As duas equipes, no Grupo F, fizeram um dos jogos mais equilibrados da competição até o momento. Os gols da partida foram marcados por Van Dijk e Summerville, para os holandeses, enquanto Nakamura e Ogawa fizeram para os japoneses.

Holanda teve mais posse, mas o Japão foi perigoso no 1º tempo

Antes de mais nada, as duas seleções fizeram um bom primeiro tempo, mesmo sem gols. Contudo, foi da Holanda a primeira grande chance da partida, logo aos dois minutos. Malen recebeu a bola dentro da grande área, girou e bateu para o gol, mas Suzuki espalmou.

O jogo seguiu com a Holanda no primeiro tempo com mais posse de bola, mas não conseguiu criar oportunidades. Por outro lado, os japoneses melhoraram após a pausa para a hidratação. Os asiáticos tiveram boa chance aos 27, mas a bola foi para fora.

A Holanda respondeu aos 33, com Malen, de cabeça, para mais uma boa defesa de Suzuki. Depois, Nakamura e Ueda tiveram chances pelo lado japonês. Contudo, o primeiro tempo terminou sem gol.

Segundo tempo com gols da Holanda e Japão

A Holanda voltou pressionando e marcou aos 5 minutos do segundo tempo. Gravenberch cruzou a bola para a área e Van Dijk subiu sozinho para cabecear para o gol e marcar o seu primeiro gol nas Copas do Mundo. Mas o Japão não sentiu o gol e empatou aos 11 minutos.

Nakamura aproveitou boa jogada japonesa; ele recebeu fora da área pelo lado esquerdo de ataque e arriscou o chute. A bola ainda desviou em Van Hecke antes de morrer no fundo das redes. Mas a partida seguiu movimentada, e a Holanda desempatou aos 18 minutos.

Gravenberch tocou para Summerville, que apareceu pelo lado direito, cortou para o meio e bateu para o gol. Um golaço com a bola morrendo no cantinho. Aos 21, o Japão quase empatou; Kubo arriscou o chute de muito longe, a a bola foi para, mas assustou o goleiro Verbruggen.

Aos 27, o Japão se defendeu do perigo. Gakpo recebeu lançamento pelo lado esquerdo, invadiu a área e bateu para o gol, para boa defesa de Suzuki. O Japão não desistiu e seguiu fazendo um bom jogo até empatar aos 43 minutos. Após cobrança de escanteio, Ogawa subiu para cabecear. A bola ainda bateu em Kamada antes de entrar.

Japão vence Inglaterra em Wembley e confirma força antes da Copa do Mundo

Antes de mais nada, o Japão voltou a surpreender o futebol europeu e conquistou uma vitória histórica ao bater a Inglaterra por 1 a 0, no Estádio de Wembley, em Londres. O triunfo marcou a primeira vitória dos japoneses sobre os ingleses em quatro confrontos entre as seleções.

Inglaterra domina, mas Japão é eficiente

Mesmo sem Harry Kane, a Inglaterra entrou em campo com um elenco recheado de talentos e assumiu o controle da partida desde os primeiros minutos. A equipe comandada por Thomas Tuchel manteve a posse de bola e buscou pressionar o adversário.

No entanto, encontrou dificuldades para transformar o domínio em chances claras. Sem uma referência fixa na área, a seleção inglesa apostou em finalizações de média distância, mas sem levar susto contra meta japonesa.

O Japão, por sua vez, mostrou eficiência máxima. Sem finalizar até a metade do primeiro tempo, a equipe abriu o placar em sua primeira oportunidade. Aos 24 minutos, Reo Hatate iniciou a jogada pela esquerda.

A bola chegou até o craque Kaoru Mitoma, que finalizou com precisão para vencer o goleiro Jordan Pickford. Após o gol sofrido, a Inglaterra intensificou a pressão, mas esbarrou na organização defensiva japonesa.

Mudanças no segundo tempo

Na segunda etapa, Thomas Tuchel promoveu, por exemplo, diversas alterações, incluindo as entradas de Dominic Solanke, Marcus Rashford e Harry Maguire. Com as mudanças, a Seleção Inglesa passou a apostar mais na bola aérea e em jogadas diretas.

A equipe pressionou tanto pelo alto quanto em bolas paradas, tentando quebrar a resistência japonesa. Apesar do volume ofensivo, faltou precisão nas finalizações. Porém, as oportunidades criadas não foram convertidas em gol.

Mesmo sob forte pressão, a Seleção Japonesa manteve a organização tática e a disciplina defensiva. Desse modo, a equipe conseguiu neutralizar as investidas inglesas e administrar a vantagem até o apito final em Wembley.

Japão vence a Escócia fora de casa e liga alerta para rival do Brasil na Copa do Mundo

Antes de mais nada, o Japão venceu a Escócia por 1 a 0 neste sábado, 28, em amistoso disputado no Hampden Park, em Glasgow. O gol da vitória foi marcado por Junya Ito, aos 39 minutos do segundo tempo, em um duelo que reuniu duas seleções classificadas para a próxima Copa do Mundo.

O resultado ganha relevância especialmente para a Seleção Brasileira, já que a Escócia será adversária na fase de grupos do Mundial. Integrante do Grupo C, ao lado de Brasil, Haiti e Marrocos, a Escócia teve atuação abaixo do esperado mesmo atuando em casa.

Produção ofensiva limitada

A equipe escocesa encontrou dificuldades para criar jogadas ofensivas e finalizou pouco ao longo da partida. Foram apenas duas tentativas no primeiro tempo, sendo a principal delas uma bola na trave de Scott McTominay.

O desempenho acende um sinal de alerta para o técnico e a comissão, sobretudo pela falta de intensidade diante de um adversário organizado. Do outro lado, o Japão apresentou maior controle da partida e criou as melhores chances desde o início do confronto.

Volume ofensivo superior

Ainda na primeira etapa, por exemplo, os japoneses finalizaram 11 vezes, evidenciando maior presença no campo de ataque. O meio-campista Ao Tanaka também acertou a trave, em uma das oportunidades mais claras.

Apesar da superioridade, o primeiro tempo terminou sem gols, mantendo o equilíbrio no placar até o intervalo. Na segunda etapa, o Japão manteve o ritmo e seguiu pressionando a defesa escocesa. A persistência foi recompensada nos minutos finais.

Gol no fim decide amistoso

Aos 39 minutos, após cobrança de escanteio, Junya Ito aproveitou a sobra na área para marcar o único gol da partida e garantir a vitória dos visitantes. O lance premiou a atuação consistente da equipe asiática, que demonstrou organização tática e eficiência nos momentos decisivos.

Cenários definidos para a Copa do Mundo

Ambas as seleções já estão classificadas para a próxima Copa do Mundo e utilizam os amistosos como preparação para o torneio que será disputado no Canadá, Estados Unidos e México. A Escócia terá pela frente um grupo desafiador, com Brasil, Marrocos e Haiti.

Já o Japão integra o Grupo F, ao lado de Holanda, Tunísia e um adversário europeu ainda a ser definido via repescagem. As duas seleções voltam a campo na próxima terça-feira, 31, em novos testes preparatórios.

Adversários fortes no horizonte

A Escócia enfrentará a Costa do Marfim, enquanto o Japão terá pela frente a Inglaterra, às 15h45 (de Brasília). Os confrontos servirão como novos parâmetros para ajustes antes da Copa do Mundo, em um momento em que cada detalhe pode ser determinante.

A vitória fora de casa reforça a confiança do Japão, que demonstra evolução e consistência em sua preparação. Para a Escócia, o resultado deixa lições importantes. O desempenho abaixo diante de sua torcida evidencia a necessidade de ajustes rápidos.

Japão vence Austrália e conquista tricampeonato da Copa da Ásia Feminina

A Copa da Ásia Feminina teve mais um capítulo da hegemonia do Japão. Em decisão disputada contra a Austrália, as japonesas venceram por 1 a 0 e conquistaram o tricampeonato do torneio, repetindo o roteiro das duas últimas finais entre as equipes. O único gol da partida foi marcado por Maika Hamano, em jogo marcado pelo controle tático do Japão e pela resistência australiana diante de sua torcida.

Japão controla jogo e encontra gol decisivo

Mesmo atuando fora de casa, o Japão entrou em campo com status de favorito, sustentado pelo desempenho consistente ao longo da competição. Ainda assim, a equipe adotou postura mais cautelosa diante da velocidade da Austrália nos contra-ataques. Com Yui Hasegawa ditando o ritmo no meio-campo, o Japão conseguiu manter o controle das ações e reduzir os espaços para o adversário.

Jogada rápida define o título

O momento decisivo da partida aconteceu aos 17 minutos do primeiro tempo. Yui Hasegawa recebeu no meio e, com um toque de primeira, encontrou Maika Hamano em boa posição. A atacante girou rapidamente e finalizou com precisão no canto, surpreendendo a goleira Mackenzie Arnold, que não conseguiu evitar o gol. A jogada sintetizou a eficiência japonesa: poucos toques, movimentação inteligente e finalização precisa.

Austrália reage, mas para na defesa japonesa

Empurrada pela torcida, a Austrália tentou reagir e criou boas oportunidades ao longo da partida. A principal chance surgiu após erro da goleira Ayaka Yamashita, que acabou entregando a bola nos pés de Caitlin Foord.

No entanto, a atacante não conseguiu aproveitar plenamente a oportunidade devido ao ângulo desfavorável. A equipe australiana manteve a pressão, explorando bolas longas e jogadas pelos lados do campo, mas encontrou dificuldades para furar o sistema defensivo japonês.

Última chance para empate é desperdiçada

Nos minutos finais, a Austrália teve sua melhor oportunidade para igualar o marcador. Ellie Carpenter levantou a bola na área, e Alanna Kennedy cabeceou com perigo. Atenta, Yamashita se recuperou e fez a defesa no alto, garantindo a vantagem japonesa.

Administração e maturidade garantem título

Na segunda etapa, o Japão adotou postura mais conservadora. Com a vantagem no placar, a equipe passou a controlar o ritmo da partida e administrar o resultado, mesmo permitindo maior posse de bola à Austrália em determinados momentos. A estratégia se mostrou eficiente. Sem se expor excessivamente, o time japonês neutralizou as principais ações ofensivas das anfitriãs e manteve o controle emocional do jogo.

Tradição reforçada no continente

O triunfo por 1 a 0 reforça a tradição do Japão na Copa da Ásia Feminina. A repetição do placar nas finais contra a Austrália evidencia um padrão de jogos equilibrados, decididos nos detalhes. Com mais esse título, a seleção japonesa consolida sua posição como uma das principais forças do futebol feminino asiático e internacional.

Para a Austrália, resta a frustração de mais uma decisão perdida em casa, apesar da atuação competitiva. Já o Japão celebra um tricampeonato construído com organização, eficiência e consistência ao longo de toda a competição.

Carlo Ancelotti após derrota para o Japão: “Lição que precisamos aprender”

A Seleção Brasileira acabou superada pelo Japão, na manhã desta terça-feira, 14, em Tóquio. O Brasil até saiu em vantagem e chegou a estar vencendo por 2 a 0. No entanto, na segunda etapa, os japoneses garantiram uma importante virada, que expôs erros na Seleção Brasileira.  Paulo Henrique e Gabriel Martinelli marcaram para o Brasil, mas Minamino, Nakamura e Ueda garantiram a vitória japonesa por 3 a 2.

Após a partida, o técnico Carlo Ancelotti fez uma avaliação sobre tudo o que aconteceu em campo. O treinador citou erros individuais, mas principalmente apontou que o Brasil precisa aprender muito com tudo o que aconteceu no jogo.

“Esse período de Data Fifa é para testes. O resultado não muda a nossa ideia daquilo que temos que fazer. Mas tivemos uma lição importante de coisas que precisamos aprender, principalmente no segundo tempo. Acho que temos que ter equilíbrio no pensamento”, disse Ancelotti, que completou.

“Jogamos muito bem contra a Coreia do Sul e o time jogou muito bem o primeiro tempo contra o Japão, mas fomos mal no segundo tempo. Melhor perder agora do que na Copa do Mundo, tudo é um processo. O principal erro da equipe foi não ter uma boa reação depois do primeiro erro e o gol sofrido”, avaliou o treinador.

Erros individuais não afetam escolhas

Os dois primeiros gols do Japão contaram com falhas individuais, principalmente de Fabrício Bruno. O zagueiro brasileiro entregou a bola no pé de Minamino no primeiro gol japonês. Depois, não conseguiu evitar o chute de Nakamura, que resultou no segundo gol. Apesar disso, Ancelotti descartou que o defensor perde espaço.

“Os erros individuais não afetam a presença dos jogadores na equipe. O que precisamos organizar é a nossa reação. Isso é uma boa aula para o futuro. Perdemos um pouco o controle do jogo quando sofremos o gol”, disse Ancelotti, que prosseguiu.

“Acho que o jogo de hoje, até o erro do Fabrício, estava bem controlado. É muito claro que a equipe caiu mentalmente depois do primeiro gol. A nossa atitude em campo era boa, mas o erro nos afetou demais mentalmente”, concluiu o técnico da Seleção Brasileira.

Próximos amistosos em novembro

Agora o Brasil só volta a campo durante o mês de novembro para novos amistosos. Na próxima Data Fifa, será a vez de encarar seleções africanas. Inicialmente a Seleção Brasileira enfrenta Senegal e depois mede forças com a Tunísia. As partidas serão oficializadas em breve pela Confederação Brasileira de Futebol (CBF).

Japão x Brasil: saiba como foi o amistoso de preparação para a Copa do Mundo

A Seleção Brasileira enfrentou o Japão, nesta terça-feira, 14, em Tóquio, em mais um amistoso de preparação para a Copa do Mundo. Após a goleada por 5 a 0 sobre a Coreia do Sul, na semana passada, o Brasil dessa vez acabou derrotado. No primeiro tempo, a Seleção Brasileira abriu dois gols de vantagem, com Paulo Henrique e Gabriel Martinelli. No entanto, na segunda etapa, o Japão virou o placar e venceu por 3 a 2.

Como foi o 1º tempo?

Em relação ao jogo com a Coreia do Sul, o técnico Carlo Ancelotti fez algumas mudanças na escalação. O Brasil teve novidades como o goleiro Hugo Souza, o lateral-direito Paulo Henrique e o zagueiro Fabrício Bruno, que atuam no futebol brasileiro. Além disso, Luiz Henrique, Carlos Augusto, Lucas Beraldo, Gabriel Martinelli e Lucas Paquetá também foram novidades. Nos primeiros minutos, o jogo foi bastante estudado e a primeira finalização de maior perigo veio aos nove minutos. Beraldo mandou a bola pra frente, Watanabe falhou no corte e Martinelli se antecipou ao lance. O atacante invadiu a área e bateu pra fora.

No entanto, o lance de maior perigo foi do Japão, aos 21 minutos. Em boa jogada pela direita, Doan passou pela marcação e a bola ficou com Minamino, que bateu cruzado e quase encontrou Ueda para marcar, mas a bola foi pra fora. Até que aos 25, Bruno Guimarães deu grande passe para Paulo Henrique, que invadiu a área e bateu para marcar: Brasil 1 a 0.

Não demorou e o segundo gol veio aos 31 minutos. Lucas Paquetá deu grande passe de cavadinha na frente para Gabriel Martinelli. O atacante esperou a bola quicar e pegou um chute forte de perna esquerda para ampliar o marcador: Brasil 2 a 0.

Após abrir a vantagem de dois gols de diferença, o Brasil passou a controlar a partida e pouco foi ao ataque. O Japão também não conseguia chegar com tanto perigo e o primeiro tempo terminou mesmo em boa vantagem do time brasileiro.

Como foi o 2º tempo?

Na volta para o segundo tempo, as equipes voltaram sem mudanças, mas o Japão com um ímpeto maior. Logo com quatro minutos, Kamada bateu rasteiro e a bola tinha o rumo do gol, mas Paulo Henrique fez o corte. Até que aos seis, Fabrício Bruno errou na saída de bola e deu nos pés de Minamino. O atacante avançou em liberdade e bateu para marcar: Brasil 2 a 1.

Pouco depois, veio a primeira mudança do Japão: Ito no lugar de Kubo. Logo depois o Brasil fez três mudança: Joelinton, Rodrygo e Matheus Cunha entraram nos lugares de Bruno Guimarães, Vini Jr e Martinelli. Com 16 minutos, o Japão empatou. Ito cruzou da direita, a bola passou por toda a área e caiu na segunda trave com Nakamura. O atacante finalizou e a bola ainda bateu em Fabrício Bruno antes de entrar: 2 a 2.

O Brasil conseguiu marcar aos 21, mas o lance foi anulado por impedimento de Luiz Henrique. O atacante havia cruzado para Joelinton marcar. Com 24, após cruzamento, Ueda cabeceou, a bola pegou em Fabrício Bruno e carimbou a trave. Na cobrança do escanteio, Ito mandou na área, Ueda cabeceou e marcou: Japão 3 a 2.

As duas seleções mudaram, mas as alterações do Brasil foram as entradas de Caio Henrique, Estêvão e Richarlison nos lugares de Carlos Augusto, Luiz Henrique e Lucas Paquetá. No entanto, quem teve a chance foi o Japão em chute de Soma defendido por Hugo Souza. Já nos acréscimos, Estêvão cruzou para Richarlison cabecear por cima do gol. Assim, o Japão venceu o Brasil pela primeira vez na história.

Japão x Brasil: Tudo Sobre o Duelo no Estádio Ajinomoto pela Data Fifa 2025

Antes de mais nada, o embate Japão x Brasil, um amistoso internacional da Data Fifa, promete agitar o Estádio Ajinomoto, em Tóquio, nesta terça-feira, 14 de outubro, às 7h30 (de Brasília). Por outro lado, os japoneses buscam sua primeira vitória contra a Canarinho, que domina com 11 triunfos em 13 jogos. Este teste é crucial para o Brasil rumo à Copa 2026. Assim, confira onde assistir, escalações, e nossas apostas arrojadas com alta chance de acerto.

Onde Assistir Japão x Brasil Ao Vivo: Transmissão e Tempo Real

  • Transmissão: Globo, SporTV, GE TV.
  • Tempo Real: Portal RTI Esporte (clique aqui).

Escalações Prováveis e Análise Tática

Japão: Quebra de Tabu

Primeiramente, o Japão, líder das Eliminatórias Asiáticas, empatou com o Paraguai (2-2). Por outro lado, sem Mitoma (lesionado), Hajime Moriyasu aposta em Minamino e Doan. A defesa, com Junnosuke Suzuki, busca resistir.

  • Escalação Provável: Zion Suzuki; Seko, Watanabe, Junnosuke Suzuki; Ito, Sano, Tanaka, Nakamura; Minamino, Doan, Ogawa.
  • Desfalques: Mitoma (lesionado).

Brasil: Teste com Estreantes

Por outro lado, o Brasil, após golear a Coreia do Sul (5-0), testa novidades. Além disso, Carlo Ancelotti estreia Hugo Souza e alinha Paquetá, com Vini Jr. no ataque, ajustando a zaga com Beraldo.

  • Escalação Provável: Hugo Souza; Paulo Henrique, Fabrício Bruno, Lucas Beraldo, Carlos Augusto; Casemiro, Bruno Guimarães, Lucas Paquetá; Luiz Henrique, Vini Jr., Gabriel Martinelli.

Apostas para Japão x Brasil

  • Brasil Vence por 2+ Gols (Odd 2.10): 60% de chance, com histórico e forma.
  • Mais de 3,5 Gols (Odd 2.20): 65% de probabilidade, com ataques potentes.
  • Mais de 5,5 Chutes a Gol no 1º Tempo (Odd 1.95): 58% de chance, com intensidade alta.
  • Gol de Vini Jr. (Odd 2.30): 50% de chance, com 8 gols recentes.

Probabilidade: Japão 15%, Brasil 70%, Empate 15%.
Prognóstico: Brasil leva. Placar: 1-3.

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