Seleção Brasileira: Danilo e Luiz Henrique serão titulares contra a Croácia

A Seleção Brasileira volta a campo na próxima terça-feira, 31, diante da Croácia, no segundo amistoso nos Estados Unidos. O técnico Carlo Ancelotti promoverá mudanças no time, em relação a equipe que foi derrotada por 2 a 1 para a França.

Antes de mais nada, é importante lembrar que Wesley e Raphinha foram cortados após a partida com os franceses. Durante a atividade deste domingo, 29, o treinador indicou algumas novidades. Contudo, ainda tem dúvidas nas laterais e no meio campo.

Ibañez foi testado novamente na lateral direito. Mas ele ainda pode perder a vaga para Danilo, do Flamengo. A outra dúvida está no meio campo, Danilo, do Botafogo e Andrey Santos brigam pela vaga. Neste domingo, Danilo alvinegro jogou no time titular e deve ser confirmado para o confronto da terça-feira.

Escalação da Seleção Brasileira

Desse modo, a Seleção Brasileira deve ser confirmada por Carlo Ancelotti com Ederson, Ibañez, Marquinhos, Léo Pereira e Douglas Santos; Casemiro e Danilo; Luiz Henrique, Matheus Cunha, João Pedro e Vini Jr.

Luiz Henrique entrou no segundo tempo da derrota para a França e teve uma ótima participação. Mesmo com Rapinha em campo, o treinador já estudava a possibilidade de escalar o jogador do Zenit entre os titulares.

Ele agora formará o quarteto ofensivo desde o ínicio da partida. João Pedro é a outra novidade ao lado de Vini Jr, que mais uma vez atuará pelo lado esquerdo do campo.

Marquinho volta, mas segue em observação

Marquinhos se apresentou bem mas relatou dores na coxa. Por isso, o zagueiro ficou fora da partida com a França. Contudo, o jogador evoluiu e treinou bem. A tendência é que seja titular ao lado de Bremmer. Mas, o zegueiro segue despetando atenção da comissão técnica e o departamento médico da Seleção Brasileira.

Por fim, o Brasil entra em campo nesta terça-feira, 31, diante da Croácia às 21h (de Brasília), no Camping World Stadium, em Orlando.

Vinicius Júnior vira dúvida contra a Croácia e aumenta lista de desfalques da Seleção Brasileira

A Seleção Brasileira pode ter mais um problema para o amistoso contra a Croácia. O atacante Vinicius Júnior virou dúvida para a partida da próxima terça-feira, 31, após sentir dores e ser poupado das atividades com bola neste sábado, em Orlando.

A situação aumenta a preocupação da comissão técnica liderada pelo técnico Carlo Ancelotti, que já convive com uma série de desfalques importantes para o último amistoso antes da divulgação da lista final para a Copa do Mundo.

Treino sem campo acende alerta

Vinicius Júnior não participou normalmente do treinamento e ficou restrito a atividades internas. O atacante foi visto de tênis, sem ir ao gramado com o restante do elenco. O jogador realizou trabalhos na academia e passou por tratamento.

A decisão sobre sua presença contra a Croácia deve ocorrer apenas nas vésperas do confronto. Caso seja confirmado como desfalque, Vinicius Júnior ampliará uma lista já extensa de ausências no elenco brasileiro.

Lista de baixas preocupa comissão

A seleção brasileira já não conta com diversos nomes importantes. Entre os goleiros, Alisson está fora. Na defesa, as ausências incluem Éder Militão e Gabriel Magalhães. Nas laterais, Wesley França e Alex Sandro também não estão disponíveis.

No meio-campo, Bruno Guimarães é ausência confirmada. No ataque, além da possível baixa de Vinicius Júnior, Estêvão e Raphinha já estão fora, enquanto Rodrygo Góes não estará presente na Copa do Mundo.

Marquinhos pode ser reforço

Se por um lado a lista de desfalques cresce, por outro há possibilidade de retorno importante. O zagueiro Marquinhos treinou normalmente neste sábado e pode ficar à disposição. O defensor havia sido ausência contra a França por dores na região do quadril.

Porém, apresentou evolução e participou das atividades com o grupo. A presença de Marquinhos, capitão da Seleção Brasileira, pode amenizar parte dos problemas defensivos enfrentados pela equipe comandada por Carlo Ancelotti.

Momento de pressão sobre Vinicius Júnior

A possível ausência ocorre em meio a um momento de críticas ao atacante. Utilizando pela primeira vez a camisa 10 da Seleção Brasileira, Vinicius Júnior teve atuação abaixo do esperado na derrota para a França.

O duelo entre Brasil e Croácia está marcado para terça-feira, 31, às 21h (de Brasília), em Orlando, nos Estados Unidos. A partida faz parte da preparação da seleção para a sequência do ciclo até a Copa do Mundo.

Luiz Henrique cresce na Seleção Brasileira e se firma na briga por vaga na Copa do Mundo

Antes de mais nada, a disputa por vagas no ataque da Seleção Brasileira segue aberta e cada atuação pesa na corrida por um lugar na Copa do Mundo. Nesse cenário, o nome de Luiz Henrique, do Zenit, da Rússia, ganha força.

Mesmo com números discretos no clube russo, o atacante mostra personalidade com a camisa amarelinha do Brasil e se coloca entre os principais candidatos do setor ofensivo sob o comando do técnico Carlo Ancelotti.

Herói do Botafogo em 2024, Luiz Henrique vive uma fase de afirmação na Seleção Brasileira, onde consegue traduzir em desempenho aquilo que, até aqui, ainda não apresentou de forma consistente no futebol europeu.

Destaque contra a França reforça candidatura

Na última atuação diante da França, o atacante foi um dos poucos destaques brasileiros. Em um cenário de dificuldade coletiva, Luiz Henrique, por exemplo, se mostrou o jogador mais perigoso do setor ofensivo.

Mesmo dividindo espaço com nomes como Vinicius Júnior, Raphinha, Matheus Cunha, João Pedro e Gabriel Martinelli, o ponta direita, revelado nas categorias de base do Fluminense, se destacou pela intensidade e objetividade.

O atacante finalizou com frequência, exigiu boas defesas do goleiro Mike Maignan e ainda contribuiu diretamente para o gol brasileiro ao dar assistência para Bremer. A entrada no segundo tempo, substituindo Raphinha, acabou sendo decisiva para mudar o ritmo da equipe.

Números colocam atacante à frente dos rivais

Se o desempenho em campo chama atenção, os números reforçam ainda mais a candidatura de Luiz Henrique. Desde sua primeira convocação, ainda sob o comando de Dorival Júnior, o atacante apresenta estatísticas expressivas.

Em 12 partidas pela seleção, Luiz Henrique soma dois gols e três assistências, mesmo tendo sido titular em apenas três oportunidades. Ao todo, são 429 minutos em campo, com uma média de participação direta em gol a cada 85,8 minutos.

Esse índice supera o de outros atacantes convocados na era Carlo Ancelotti, consolidando o jogador como um dos mais eficientes do grupo. Entre os principais concorrentes, os números, segundo levantamento do site oGol, são inferiores:

  • Estêvão (1 participação a cada 94 minutos)
  • Richarlison (1 a cada 128)
  • Raphinha (1 a cada 143)
  • Igor Jesus (1 a cada 144)
  • Rodrygo (1 a cada 190)
  • Vinicius Júnior (1 a cada 219)
  • GabrielMartinelli (1 a cada 263)
  • Matheus Cunha (1 a cada 287)
  • João Pedro, que ainda não participou diretamente de gols.

Contraste com desempenho no Zenit

Curiosamente, o bom rendimento na seleção contrasta com a passagem mais discreta pelo Zenit. No clube do Leste Europeu, o ex-atacante do Botafogo soma quatro gols e quatro assistências em 35 partidas.

A diferença de desempenho pode ser explicada por fatores como adaptação ao futebol europeu, estilo de jogo e função tática. Na Seleção Brasileira, o atacante tem encontrado um ambiente mais favorável para explorar suas principais características.

Chance contra a Croácia pode ser decisiva

Com a lesão de Raphinha, que foi desconvocado, Luiz Henrique ganha espaço e deve iniciar como titular no próximo amistoso contra a Croácia. A partida surge como uma oportunidade importante para o atacante consolidar sua posição no grupo.

Ainda que não tenha dado declarações recentes, o cenário aponta para um momento decisivo na trajetória do jogador com a camisa da Seleção Brasileira. O desempenho contra a Croácia pode ser determinante para entrar na lista final para a Copa do Mundo.

Disputa segue aberta no ataque brasileiro

A concorrência no setor ofensivo da Seleção Brasileira é uma das mais acirradas do elenco. A variedade de opções oferece diferentes características, mas também aumenta o nível de exigência por desempenho imediato.

Nesse contexto, Luiz Henrique aposta na eficiência e na capacidade de decisão para se manter em evidência. Mesmo sem o mesmo brilho no clube, o atacante tem mostrado que consegue responder quando veste a camisa da Seleção Brasileira.

A trajetória até a Copa do Mundo ainda reserva capítulos importantes, mas, neste momento, Luiz Henrique surge como um dos nomes em ascensão — pronto para transformar oportunidades em protagonismo.

Igor Thiago e Rayan: como Carlo Ancelotti pode utilizá-los na Seleção Brasileira

Antes de tudo, Carlo Ancelotti apostou em algumas caras novas na Seleção Brasileira e abriu espaço para nomes menos consolidados naquela que é a última convocação antes de definir os 26 jogadores que irão disputar a Copa do Mundo.

Entre eles, Igor Thiago, do Brentford, e Rayan, do Bournemouth, surgem como duas das principais novidades, ambos com características distintas que podem ampliar as opções ofensivas do treinador italiano.

No caso do centroavante Igor Thiago, o encaixe tático é mais evidente. O ex-Cruzeiro vive grande fase no futebol inglês, com a camisa na Inglaterra, chega como uma alternativa clara para a função de referência no ataque.

Com força física, presença constante na área e bom poder de finalização, o atacante pode ser utilizado como um “9” clássico. Dessa forma, torna-se uma peça importante em jogos que exigem mais volume ofensivo, especialmente em cruzamentos, bolas paradas e disputas dentro da área.

Além disso, Igor Thiago oferece uma característica que nem sempre esteve presente nas últimas formações da Seleção Brasileira, a capacidade de prender zagueiros e gerar espaços para os jogadores de velocidade.

Assim, Carlo Ancelotti ganha uma opção mais fixa, capaz de variar o modelo ofensivo da equipe conforme o adversário. Por outro lado, Rayan representa um perfil completamente diferente. Mais jovem e dinâmico, ele atua com mobilidade, velocidade e capacidade de desequilíbrio no um contra um.

Canhoto, ele pode jogar aberto pelos lados ou até flutuar por dentro, explorando espaços e atacando a última linha defensiva. A questão da capacidade física, sendo um atleta forte e explosivo também nesse quesito, ao contrário de outros atacantes mais “leves”, também é algo diferenciado na cria do Vasco.

Nesse sentido, o ponta do Bournemouth surge como uma alternativa para jogos mais abertos, em que o Brasil precise acelerar transições e romper linhas com drible e profundidade. Portanto, o jovem pode ser utilizado como uma peça de impacto, especialmente ao longo das partidas.

Soluções ofensivas de perfis diferentes

A estratégia de Ancelotti parece clara. O treinador busca ampliar o leque de soluções ofensivas e testar diferentes perfis antes de consolidar a base da equipe. Enquanto Igor Thiago oferece presença de área e jogo físico, Rayan acrescenta velocidade e imprevisibilidade.

Claro que Vinícius Júnior, Raphinha, Estêvão e Matheus Cunha, por exemplo, deverão ser as mais sólidas opções como titulares. Porém, estes dois jogadores irão acrescentar, certamente, algo de diferente a Carletto.

Dessa maneira, a Seleção Brasileira ganha novas possibilidades no ataque. Com características complementares, os dois jogadores podem ter papéis importantes na construção de um time mais versátil e competitivo.

*André Freixo, enviado especial da Agência RTI Esporte, direto de Portugal

Aos 40 anos, Modric vive grande fase no Milan e segue protagonista rumo à Copa

Ídolo de uma geração, o meia Luka Modric segue desafiando o tempo. Aos 40 anos, o jogador vive grande fase com a camisa do AC Milan e chega como protagonista à reta final de preparação para mais uma Copa do Mundo.

Torcedor do Milan desde a infância, Modric realizou o sonho de vestir a camisa rossonera já em fim de carreira. O que parecia ser uma passagem simbólica rapidamente se transformou em protagonismo dentro de campo. O croata é um dos líderes da equipe em minutos jogados, participações e bolas recuperadas, sendo peça fundamental na campanha do clube na temporada.

Além dos números, chama atenção a regularidade e a qualidade técnica, características que seguem marcantes mesmo com o avanço da idade.

Elogios e reencontro com Casemiro

Companheiro de Modric nos tempos de Real Madrid, o volante Casemiro não se surpreende com o desempenho do amigo. Para ele, a inteligência e a qualidade do croata explicam a longevidade em alto nível.

“Não é surpresa. Ele sempre se cuidou muito e tem uma qualidade e inteligência fora do normal.” — afirmou o brasileiro.

Os dois estarão frente a frente no amistoso entre Brasil e Croácia, no próximo dia 31, nos Estados Unidos.

Referência na Croácia e no Milan

Modric também segue como peça central na seleção croata, onde é o jogador com mais partidas na história. Recentemente, completou 20 anos desde a estreia pela equipe principal e se prepara para disputar sua quinta Copa do Mundo.

No Milan, o meia rapidamente conquistou torcida e companheiros. Nomes como Andriy Shevchenko e Christian Vieri destacaram a capacidade do croata de manter alto nível técnico, além da liderança e do espírito coletivo dentro de campo.

Carreira marcada por títulos e protagonismo

Revelado pelo Dínamo Zagreb, Modric ganhou projeção no futebol europeu ao defender o Tottenham antes de alcançar o auge no Real Madrid. Pelo clube espanhol, construiu uma das trajetórias mais vitoriosas da história recente, com múltiplos títulos da Champions League e protagonismo em um meio-campo histórico ao lado de Casemiro e Toni Kroos.

Na seleção, liderou a Croácia ao vice-campeonato da Copa do Mundo de 2018, quando foi eleito o melhor jogador do torneio e conquistou a Bola de Ouro, encerrando a hegemonia de Lionel Messi e Cristiano Ronaldo na premiação.

Agora, mesmo aos 40 anos, Modric segue escrevendo novos capítulos, mantendo o nível elevado e mostrando que ainda tem muito a oferecer tanto ao Milan quanto à seleção croata.

Vasco pode ter até seis convocados na Data Fifa e aguarda listas de seleções sul-americanas

Antes de mais nada, o Vasco vive a expectativa de ter representantes em diferentes seleções sul-americanas na próxima Data Fifa. Ao longo desta semana, as federações nacionais devem anunciar suas listas oficiais para amistosos internacionais.

O destaque fica para os atletas colombianos do elenco, que aparecem em peso na pré-lista de Néstor Lorenzo, técnico da Seleção Colombiana. No total, quatro jogadores do Gigante da Colina estão entre os observados e podem figurar na convocação final.

Colombianos lideram expectativa no elenco

Os atacantes Andrés Gómez e Marino Hinestroza, além dos meias Johan Rojas e do zagueiro Carlos Cuesta, estão na pré-lista da Colômbia e aguardam a divulgação oficial dos convocados. A seleção colombiana tem amistosos marcados contra a Croácia e França.

Internamente, a possibilidade de múltiplas convocações vem sendo vista com bons olhos pelo Vasco. Isso porque há o entendimento de que a valorização internacional dos atletas pode mudar o patamar o elenco.

Uruguai também pode ter representantes do clube

Além dos colombianos, o Vasco também pode ter representantes na Seleção Uruguaia. O lateral-direito Puma Rodríguez, que costuma figurar nas convocações do técnico Marcelo Bielsa, e tem boas chances de ser novamente chamado.

O Uruguai enfrentará a Inglaterra e Argélia nesta Data Fifa, em amistosos que servirão como testes para a Copa do Mundo. Outro nome que aparece como possibilidade, embora com menos força, é o zagueiro Alan Saldivia.

Impacto no Vasco será monitorado

Caso as convocações se confirmem, o Vasco poderá ter até seis jogadores ausentes durante o período da Data Fifa. A comissão técnica acompanha a situação de perto e já considera possíveis ajustes no elenco para suprir eventuais desfalques.

A liberação de atletas para seleções vem sendo vista como um reconhecimento do desempenho individual, mas também exige planejamento para manter o nível competitivo da equipe comandada pelo técnico Renato Gaúcho.

Enquanto aguarda a divulgação oficial das listas, o Vasco mantém o foco no clássico contra o Fluminense, nesta quinta-feira, 18, às 21h30 (de Brasília), no Estádio do Maracanã, pela sétima rodada da Série A do Campeonato Brasileiro.

Convocação de Carlo Ancelotti pode definir base do Brasil para a Copa do Mundo de 2026

Antes de mais nada, o técnico Carlo Ancelotti anuncia nesta segunda-feira, 16, a primeira convocação de 2026 da Seleção Brasileira. A lista, que servirá para os amistosos contra França e Croácia, nos Estados Unidos, pode definir boa parte do grupo que disputará a Copa do Mundo.

As partidas estão marcadas para os dias 26 e 31 deste mês e devem funcionar como um teste final antes da convocação definitiva para o Mundial. A expectativa é de que a lista desta semana esclareça as principais dúvidas que ainda cercam o elenco.

Mesmo tendo assumido a seleção há menos de um ano, Carlo Ancelotti já conseguiu montar uma base considerada sólida. Nos bastidores da CBF, estima-se que cerca de dois terços do grupo que disputará a Copa já esteja praticamente definido.

Laterais e meio-campo concentram dúvidas

Um dos setores que ainda geram incerteza é a lateral direita. A lesão de Vanderson, do Monaco, praticamente o tira da disputa por uma vaga no Mundial e obriga Carlo Ancelotti a reavaliar as opções disponíveis.

Nesse cenário, o nome mais consolidado para a posição é Wesley França, da Roma. A dúvida é se o treinador levará outro lateral de ofício ou se recorrerá a jogadores versáteis. Entre as alternativas estão Éder Militão, do Real Madrid, e Danilo Luiz, do Flamengo.

Éder Militão, entretanto, ainda se recupera de uma lesão na coxa esquerda e não estará disponível para os amistosos deste mês. No meio-campo, a comissão técnica da Seleção Brasileira também busca fechar o grupo de volantes.

Os nomes mais consolidados são Casemiro, do Manchester United, Bruno Guimarães, do Newcastle, e Andrey Santos, do Chelsea. Ainda existe, porém, a discussão sobre a presença de mais um meia criativo além de Lucas Paquetá, do Flamengo.

Ataque deve concentrar maior número de convocados

A tendência é que o setor ofensivo seja o mais numeroso na lista final para a Copa do Mundo. O esquema preferido por Carlo Ancelotti conta com quatro jogadores de frente, o que abre espaço para até dez atacantes no grupo.

Entre os nomes mais cotados estão Raphinha, do Barcelona, Vinícius Júnior, do Real Madrid, Estêvão Willian, do Chelsea, Matheus Cunha, do Manchester United, João Pedro, do Chelsea, e Gabriel Martinelli, do Arsenal.

A convocação também pode confirmar a presença de Luiz Henrique, do Zenit, da Rússia, que participou dos amistosos mais recentes da Seleção Brasileira. Apesar da variedade de pontas e atacantes móveis, ainda existe a sensação de carência na posição de centroavante clássico.

Nesse cenário, cresce a expectativa pelo retorno de Endrick, que ganhou sequência de jogos após empréstimo do Real Madrid ao Olympique Lyon. Outros nomes também aparecem como alternativas, como Igor Jesus, do no Nottingham Forest, e Richarlison, do Tottenham.

Neymar ainda é a maior incógnita

Nenhum nome, porém, gera tanta expectativa quanto o de Neymar. O atacante, do Santos, vive mais uma temporada marcada por dificuldades físicas. Desde que retornou ao futebol brasileiro, o jogador tem enfrentado problemas para manter sequência de partidas.

Em 2026, por exemplo, entrou em campo apenas quatro vezes. Carlo Ancelotti já deixou claro que só levará Neymar ao Mundial caso o atacante esteja em condições de suportar o nível de exigência da Copa do Mundo.

Disputa também acontece no gol

Na defesa, nomes como Marquinhos, do Paris Saint-Germain, e Gabriel Magalhães, do Arsenal, aparecem como presenças praticamente certas. Já no gol, a disputa promete ser acirrada. Alisson Becker, do Liverpool, é considerado presença garantida no grupo.

As outras duas vagas devem ser disputadas entre Ederson Moraes, do Fenerbahçe, Hugo Souza, do Corinthians, e Bento Krepski, do Al-Nassr. A convocação desta segunda-feira, portanto, pode oferecer pistas importantes sobre o grupo que representará o Brasil na Copa do Mundo.

Brasil x Croácia: veja o valor de mercado das duas seleções

O amistoso entre Brasil x Croácia marcado para 1º de abril, será mais um capítulo recente da rivalidade entre as duas seleções. Além do contexto esportivo, o confronto também chama atenção pelos valores de mercado dos jogadores que podem estar em campo.

De acordo com estimativas do site especializado Transfermarkt, o elenco da seleção brasileira tem atualmente um valor de mercado próximo dos 930 milhões de euros. (R$ 5,5 bilhões, na cotação atual). Já a Croácia soma cerca de 260 milhões de euros.

Assim, a diferença entre as duas seleções ultrapassa os 600 milhões de euros (R$ 3,6 bilhões). Porém, em campo, os milhões não entram mesmo. Essa disparidade também aparece quando se observam os jogadores mais valiosos de cada seleção.

No caso da Seleção Brasileira, o atleta mais caro é Vinícius Júnior, estrela do Real Madrid, avaliado em cerca de 150 milhões de euros. Em seguida aparecem Estêvão, jovem destaque do Chelsea, com valor estimado em 80 milhões de euros (R$ 480,6 milhões).

Com o mesmo valor, aparece Raphinha, do Barcelona. Por outro lado, Bruno Guimarães, do Newcastle, e Gabriel Magalhães, do Arsenal, estão avaliados em cerca de 75 milhões de euros (R$ 450,5 milhões). Do lado da Croácia, o jogador de maior valor de mercado é o zagueiro Joško Gvardiol.

O jogador do Manchester City está avaliado em cerca de 70 milhões de euros (R$ 420,5 milhões). Seguidamente, surgem Luka Vuskovic, do Hamburgo SV, orçado em 40 milhões; Josip Stanišić, do Bayern Munich, com aproximadamente 32 milhões de euros (R$ 192,2 milhões).

Petar Sučić, da Inter de Milão, estimado em cerca de 30 milhões de euros (R$ 180,2 milhões). Também aparecem entre os mais valiosos Franjo Ivanović, do Benfica, e Josip Šutalo, atualmente no Ajax, mas com cifras menores.

Croácia x Brasil se enfrentaram na Copa do Mundo de 2022

O duelo também carrega um peso histórico recente. Afinal, foi a Croácia que eliminou o Brasil nas quartas de final da Copa do Mundo FIFA de 2022. Na ocasião, a seleção croata venceu nos pênaltis após empate no tempo regulamentar e na prorrogação.

Agora, o amistoso de 1º de abril surge como mais um teste importante no caminho para a próxima Copa do Mundo. Antes disso, a convocação da Seleção Brasileira será divulgada na segunda-feira, dia 16, quando serão conhecidos os jogadores escolhidos para defender o Brasil nesse confronto internacional.

*André Freixo, enviado especial da Agência RTI Esporte, direto de Portugal

Gabriel Jesus e mais dois: Carlo Ancelotti prepara novidades na Seleção para amistosos antes da Copa do Mundo

Antes de mais nada, Carlo Ancelotti prepara mudanças importantes na Seleção Brasileira para a Data Fifa de março, que marcará a última convocação antes da Copa do Mundo. Os amistosos contra França e Croácia serão disputados nos Estados Unidos.

Os jogos devem servir como testes finais antes da divulgação da lista final. Assim, três nomes despontam como novidades na lista do treinador italiano: Léo Pereira, do Flamengo, Gabriel Jesus, do Arsenal, e Endrick, do Olympique Lyon.

Léo Pereira ganha força na defesa

Antes de tudo, o zagueiro Léo Pereira aparece como uma das principais apostas de Carlo Ancelotti para o setor defensivo. Canhoto, experiente e com regularidade em competições internacionais, o defensor agrada pela capacidade de saída de bola e leitura tática.

Internamente, a comissão técnica entende que Léo Pereira pode ser uma alternativa sólida para atuar ao lado de Gabriel Magalhães ou como opção imediata em jogos mais físicos, característica comum às seleções europeias.

Além disso, o treinador italiano busca ampliar o número de zagueiros canhotos observados de perto. Nomes como Murillo e Lucas Beraldo perderam espaço neste momento, abrindo caminho para novas avaliações na reta final de preparação.

Gabriel Jesus retorna ao radar

Nesse contexto, Gabriel Jesus também deve figurar na convocação. O atacante do Arsenal volta a ser observado como opção versátil para o setor ofensivo, podendo atuar centralizado ou pelos lados do campo.

Afinal, a comissão técnica valoriza a experiência internacional do jogador e sua capacidade de pressão sem a bola, algo considerado fundamental para jogos contra seleções de alto nível, como França e Croácia.

Endrick como aposta para o futuro imediato

Entre as novidades, Endrick surge como o nome mais simbólico. O jovem atacante deve ganhar nova oportunidade na Seleção principal, já pensando no ciclo final antes da Copa do Mundo. Carlo Ancelotti vê Endrick como um jogador capaz de mudar o ritmo das partidas.

Mesmo com pouca idade, o treinador quer avaliá-lo em confrontos de maior exigência física e tática. Por isso, o jogador voltou a ganhar força junto a comissão técnica nesta reta final de preparação para a Copa do Mundo.

Últimos testes antes do Mundial

Os amistosos de março serão determinantes para ajustes finais do elenco. Carlo Ancelotti pretende usar os confrontos contra França e Croácia como um termômetro realista do nível da Seleção, testando variações táticas e nomes que ainda disputam espaço.

A convocação, prevista para o início de março, deve marcar o fechamento do grupo base que disputará a Copa do Mundo, com poucas brechas para mudanças posteriores. A ideia, aliás, é chegar a um consenso em torno dos 26 jogadores que irão defender o Brasil no Mundial.

CBF confirma amistosos da Seleção Brasileira para a primeira Data Fifa de 2026; saiba detalhes

A Confederação Brasileira de Futebol (CBF), anunciou, nesta sexta-feira, 19, os detalhes dos próximos amistosos da Seleção Brasileira. Em preparação para a Copa do Mundo de 2026, o Brasil vai realizar duas partidas nos Estados Unidos durante o mês de março. Os adversários serão França e Croácia.

O primeiro desafio da Seleção Brasileira acontece diante da França, no dia 26 de março. A partida acontece no Gillete Stadium, em Boston. Já a segunda partida amistosa está marcada para o dia 31 de março. O Brasil encara a Croácia, no Camping World Stadium, em Orlando.

A princípio, a CBF não divulgou horários e a venda de ingressos para os jogos. No entanto, toda essa programação estará disponível a partir do mês de janeiro. A expectativa da CBF é que os amistosos contra seleções europeias façam o Brasil chegar mais fortalecido para a Copa do Mundo.

Durante o período da Data Fifa, os jogadores brasileiros estarão em Orlando, na Flórida. A delegação da Seleção Brasileira ficará hospedada no complexo ESPN Wide World of Sports, no Walt Disney World. Desse modo, além dos jogos, a ambientação aos Estados Unidos também será importante para a disputa da Copa do Mundo.

Seleção Brasileira na Copa do Mundo

Aliás, em busca do sexto título de Copa do Mundo, o Brasil já sabe o caminho inicial que terá que enfrentar. Sorteado para o grupo C do Mundial, o Brasil terá pela frente Marrocos, Haiti e Escócia.

A estreia da Seleção Brasileira está marcada para o dia 13 de junho (sábado), no MetLife Stadium, em Nova York. O primeiro desafio é contra a seleção do Marrocos. Na sequência, no dia 19 de junho (sexta-feira), será a vez de encarar o Haiti, no Lincoln Financial Field, na Filadélfia.

Por fim, o Brasil fecha a sua participação na fase de grupos da Copa do Mundo contra a Escócia, no dia 24 de junho (quarta-feira). A partida acontece no Hard Rock Stadium, em Miami.

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