Brasil x França: saiba como foi o amistoso em Boston, nos Estados Unidos

A Seleção Brasileira foi derrotada pela França por 2 a 1, em amistoso disputado em Boston, na tarde desta quinta-feira (26). Mesmo com maior volume de jogo e vantagem numérica no segundo tempo, a equipe brasileira esbarrou na eficiência dos franceses, que aproveitaram melhor as oportunidades e construíram o resultado com gols de Mbappé e Ekitiké.

A torcida verde e amarela não escondeu a insatisfação com a atuação da equipe canarinha. Além de pedir a convocação de Neymar, os brasileiros presentes no estádio Gillette Stadium, em Foxborough, vaiaram a seleção. O público foi de 66.713 pessoas.

Como foi o primeiro tempo?

O duelo entre Brasil e França começou movimentado, com chances logo no início. Vini Jr. roubou bola perto da área e serviu Gabriel Martinelli, que finalizou com perigo. A França respondeu com posse de bola e investidas pelas pontas, tentando pressionar a defesa brasileira desde os primeiros minutos.

O ritmo seguiu alto, com alternância de ataques e boas chegadas dos dois lados. A Seleção Brasileira apostava na velocidade de Vini Jr. e Raphinha, enquanto a França explorava Mbappé e Dembélé. Mesmo com oportunidades criadas, as equipes encontravam dificuldades na finalização e paravam nas defesas ou erravam o alvo.

Aos 31 minutos, a França aproveitou erro na saída de bola brasileira e abriu o placar. Após recuperação no campo de defesa, Dembélé lançou Mbappé, que avançou livre e finalizou por cobertura, superando Ederson. O lance expôs fragilidade na construção do Brasil e colocou os franceses em vantagem no momento decisivo da etapa.

Depois do gol, o Brasil tentou reagir e aumentou a pressão ofensiva. Matheus Cunha teve boa chance em finalização cruzada, enquanto Casemiro também levou perigo em jogada aérea. Nos dois lances, a bola não foi em direção ao gol. Apesar do volume, a equipe não conseguiu empatar antes do intervalo, e a França controlou o jogo nos minutos finais para manter a vitória parcial.

Como foi o segundo tempo?

A Seleção Brasileira voltou mais agressiva após o intervalo e criou boas chances logo no início. Luiz Henrique entrou bem e finalizou com perigo, exigindo defesa de Maignan. A pressão aumentou ainda mais após a expulsão de Upamecano, deixando a França com um a menos.

Mesmo em desvantagem numérica, a França foi eficiente e ampliou o placar aos 19 minutos. Em contra-ataque rápido, Olise encontrou espaço e serviu Ekitiké, que finalizou para fazer 2 a 0. O lance expôs novamente problemas defensivos do Brasil, que controlava a posse, mas deixava espaços para os franceses responderem em velocidade.

O time canarinho, tentando reagir, diminuiu aos 32 minutos. Após cobrança de falta, Bremer aproveitou sobra na área e marcou. A equipe passou a pressionar ainda mais, principalmente com Vini Jr., que buscava jogadas individuais pelo lado esquerdo.

Na parte final do amistoso, o Brasil manteve o volume ofensivo, criou chances com cruzamentos e bolas paradas, mas não conseguiu o empate. A França, mesmo com um a menos, se defendeu bem e segurou o resultado. Com eficiência nas oportunidades, os franceses confirmaram a vitória por 2 a 1.

Mbappé evita favoritismo contra o Brasil e deixa provocação: “Não vejo um Mundial sem Neymar”

Antes de tudo, Kylian Mbappé projetou o amistoso entre Brasil e França, que acontece nesta quinta-feira, em Boston, como parte da preparação da Seleção Brasileira para a Copa do Mundo de 2026. O atacante francês destacou o peso da seleção brasileira e também comentou a ausência de Neymar na lista de convocados.

Inicialmente, Mbappé afastou qualquer favoritismo francês. Segundo o jogador, enfrentar o Brasil exige respeito máximo. “Nunca podemos ser favoritos contra uma equipe que tem cinco estrelas na camisa. É impossível. O Brasil é o maior país do futebol”, afirmou, em entrevista ao Globo Esporte.

Além disso, o camisa 10 da França reforçou a importância do confronto. Para ele, o duelo serve como teste de alto nível antes do Mundial. “Para nós, é uma oportunidade jogar contra o Brasil, mostrar nossa qualidade e nos prepararmos para ganhar a Copa do Mundo”, completou.

Por outro lado, a ausência de Neymar foi um dos temas centrais da entrevista. Questionado sobre quem é o principal nome da seleção brasileira, Mbappé citou tanto o atacante do Real Madrid quanto o camisa 10 do Santos.

“Vini precisa dar um passo a mais na seleção”, reforçou, ainda, o atacante do Real Madrid

“Vini precisa dar um passo a mais na seleção, mas Neymar é Neymar. É um grandíssimo jogador”, destacou.

Na sequência, o francês foi ainda mais direto ao falar sobre o impacto do camisa 10. “A Copa do Mundo é a competição das estrelas. Para mim, Neymar é uma das maiores. Não vejo um Mundial sem Neymar”, afirmou.

Apesar disso, Mbappé fez questão de respeitar a decisão de Carlo Ancelotti, atual técnico da seleção brasileira. Ainda assim, demonstrou confiança no retorno do brasileiro.

“Não posso ir contra o meu ex-treinador, preciso respeitar. Mas Neymar faz muita diferença. Joguei com ele, aprendi muito. Eu o conheço: ele vai se preparar e estará no Mundial”, concluiu.

*André Freixo, enviado especial da Agência RTI Esporte, direto de Portugal

Carlo Ancelotti abre vagas na Seleção Brasileira e indica solução na defesa: “Posso usar zagueiro na lateral”

Antes de mais nada, às vésperas dos amistosos contra França e Croácia, Carlo Ancelotti ainda procura respostas na Seleção Brasileira. Em entrevista ao SBT, ao jornalista Galvão Bueno, o treinador admitiu que a lista final para a Copa do Mundo segue em aberto e que os próximos jogos serão determinantes.

“São quatro ou cinco vagas e nesse sentido temos muitas dúvidas. Por isso chamei jogadores que não conheço muito. Quero um defensor, dois para o meio e mais dois para o ataque. A concorrência é muito grande”, revelou antes de prosseguir:

“Nunca faltaram laterais no futebol brasileiro, tivemos jogadores fantásticos, mas agora temos um pouco de carência nesse setor. Temos jogadores espertos nessa posição”, disse o treinador sem citar nomes.

Diante disso, o italiano deixou clara uma solução que pode ganhar força. “Não tenho problema de colocar um zagueiro de lateral. O mais importante da equipe é o equilíbrio. O (Éder) Militão jogou muito bem contra Senegal nessa posição, o Marquinhos também já fez”, lembrou.

Quem já atuou nas laterais do Brasil com Carlo Ancelotti?

Uma das principais dúvidas está nas laterais. Ao longo do seu período à frente da Seleção Brasileira, Ancelotti já testou diversas opções no setor. Nomes como Vanderson, Alex Sandro, Wesley França, Douglas Santos, Caio Henrique e Vitinho foram utilizados mais de uma vez.

Além deles, também recorreu a alternativas como Carlos Augusto e Paulo Henrique, que inclusive marcou contra o Japão, enquanto Éder Militão acabou sendo opção em alguns momentos, embora tenha lidado com problemas físicos.

Vale lembrar, que o técnico trabalhou várias temporadas com Éder Militão no Real Madrid, chegou a colocá-lo diversas vezes na posição de lateral e tem total confiança de que renda. Todavia, o jogador não tem apresentado uma condição física regular e a dúvida será essa em relação ao que pode aportar.

A ideia está diretamente ligada ao perfil ofensivo da equipe. Com pontas como Vinícius Júnior, Raphinha e Estêvão, que participam pouco da recomposição, a tendência é uma linha defensiva mais conservadora. Assim, a utilização de um zagueiro adaptado pode equilibrar o sistema e liberar o trio para atuar mais próximo do ataque.

Na frente, Ancelotti também avalia diferentes perfis. Jogadores como Matheus Cunha e João Pedro oferecem mobilidade e troca de posições, enquanto um centroavante mais fixo, como Igor Thiago, surge como opção de referência na área.

Casemiro e Bruno Guimarães como “pilares” no meio

No meio-campo, a estrutura parece mais definida. Casemiro e Bruno Guimarães devem formar um duplo-pivô, garantindo sustentação defensiva e qualidade na saída de bola, algo fundamental dentro da proposta do treinador.

Porém, Bruno Guimarães, que tem sido peça chave para Carletto, está lesionado. Os próximos compromissos servirão, também, para perceber quem é que poderá render naquela posição tão específica que ocupa no terreno de jogo.

Por fim, os amistosos ganham peso decisivo. A Amarelinha enfrenta a França, em Boston, e a Croácia, em Orlando. Dessa forma, Ancelotti terá as últimas oportunidades para testar, ajustar e definir o grupo que seguirá para o Mundial.

*André Freixo, enviado especial da Agência RTI Esporte, direto de Portugal

Igor Thiago celebra convocação para a Seleção Brasileira: “Maior realização da minha vida”

Grande novidade na lista de Carlo Ancelotti para a Seleção Brasileira, Igor Thiago vive dias inesquecíveis. Convocado para os amistosos diante da França e da Croácia, o atacante do Brentford celebrou a oportunidade com emoção e destacou o peso de vestir a camisa da Amarelinha.

“Estar aqui é o maior sonho da minha vida. É a maior realização da minha vida. Nem parece que é real”, afirmou o antigo jogador do Cruzeiro, em entrevista aos canais oficiais da CBF, antes de prosseguir: “Quando eu acordar, vai ser real. É um sentimento que não sei descrever”.

Além disso, Igor Thiago falou sobre a experiência de dividir o ambiente com nomes que sempre acompanhou à distância. “Ver jogadores que eu só via pela televisão é uma sensação ainda mais incrível”, disse.

Aconvivência com o grupo, portanto, surge como um dos pontos mais marcantes desta primeira convocação. Outro destaque foi o contato com Carlo Ancelotti. O treinador italiano, multicampeão no futebol europeu, impressionou o centroavante.

“Não há palavras, não há o que eu possa dizer. É um treinador vitorioso, que tem uma experiência absurda”, declarou. Igor ainda deixou claro o objetivo de aprender ao máximo: “Se eu puder adquirir 1% daquilo que ele tem para me ensinar, sem dúvida vou aproveitar”.

Dentro de campo, o atacante chega credenciado por números expressivos. São 22 gols em 33 jogos pelo Brentford na temporada, desempenho que o coloca entre os principais artilheiros da Premier League. Com isso, aumenta a expectativa por oportunidades com a camisa da Seleção Brasileira.

Igor Thiago tem pouco tempo para mostrar serviço

Igor Thiago destacou a postura que pretende adotar nesta nova etapa. “Tenho de mostrar as minhas características e as minhas qualidades em cada treino e em cada jogo”, afirmou. E completou com confiança: “Mostrar que estou pronto para esta oportunidade, mostrar a minha garra e determinação”.

A Seleção Brasileira enfrenta a França, em Boston, e a Croácia, em Orlando. Assim, os amistosos podem ser decisivos para Igor Thiago transformar o sonho de estar na Copa do Mundo em realidade dentro de campo.

*André Freixo, enviado especial da Agência RTI Esporte, direto de Portugal

E o Wesley França? Veja os números do lateral, ex-Flamengo, na atual temporada pela Roma

Antes de mais nada, Wesley França pode não ser unanimidade entre os torcedores brasileiros, mas os números recentes ajudam a explicar sua convocação para a Seleção Brasileira para os próximos amistosos diante da França e da Croácia.

Na Roma, por exemplo, o lateral revelado pelo Flamengo vive a fase mais produtiva da carreira, especialmente no quesito ofensivo até porque também mostrou ter capacidade para atuar como ala num sistema com cinco defensores.

Na temporada 2025/2026, o jogador soma, até o momento, quatro gols e uma assistência em 34 partidas disputadas. Além disso, acumula 2628 minutos em campo, sendo o sexto atleta mais utilizado do elenco, o que reforça sua importância na equipe italiana.

Na Série A do Campeonato Italiano, principal base estatística da análise, Wesley França tem média de 81 minutos por jogo e já foi incluído três vezes na equipe da semana. Esses números indicam regularidade e impacto consistente ao longo da competição.

Nos fundamentos, o lateral apresenta 79% de acerto nos passes. Defensivamente, registra médias de 3,8 bolas recuperadas, 2,1 cortes e 1,9 desarmes por partida. Por outro lado, ainda há margem de evolução nos duelos, com 48% de aproveitamento pelo chão e 43% nas disputas aéreas.

Outro ponto relevante é a versatilidade. O mapa de calor mostra que Wesley França já atuou também pelo lado esquerdo, característica que pode ser decisiva em torneios curtos como a Copa do Mundo, onde a polivalência ganha peso em cenários de lesões ou mudanças táticas.

Dessa forma, os dados mostram um lateral em crescimento, com participação ofensiva relevante e minutos em campo pela Roma, e com grande confiança da comissão técnica liderada pelo italiano Carlo Ancelotti.

Quantos jogos Wesley França fez pela Seleção Brasileira?

Wesley França, antes de tudo, soma cinco partidas com a camisa da Seleção Brasileira. Nesse período, registra três vitórias, um empate e uma derrota. O revés mais marcante foi a goleada por 4 a 1 sofrida contra a Argentina, em jogo no qual atuou durante os 90 minutos.

No geral, suas atuações ainda não empolgaram: as notas registradas foram 7,7; 6,3; 7,4; 6,7 e 6,3. Ou seja, apesar do potencial e da evolução na Europa, o lateral ainda busca maior consistência com a Amarelinha.

Vale destacar que, aos 22 anos, Wesley França já conquistou seis títulos na carreira, todos pelo Flamengo. Agora, tenta transformar o bom momento na Roma em afirmação definitiva também na Seleção Brasileira.

*André Freixo, enviado especial da Agência RTI Esporte, direto de Portugal

E o Fabinho? Veja os números do volante na atual temporada com a camisa do Al-Ittihad

Aos 32 anos, Fabinho segue mostrando que a experiência continua a ser um diferencial competitivo. Convocado por Carlo Ancelotti para integrar a Seleção Brasileira nos amistosos preparatórios para a Copa do Mundo diante da França e da Croácia, o volante chega como uma das novidades entre os meio-campistas, sustentado por uma temporada sólida no Al-Ittihad.

Na época 2025/26, o brasileiro disputou 35 partidas, marcou dois gols e deu duas assistências. No entanto, é nos números defensivos e de construção que se destaca: 93% de acerto no passe, 74% de precisão nas bolas longas e 56% de eficiência nos duelos. Além disso, somou 67 desarmes, 43 interceptações e 148 bolas recuperadas, refletindo a sua importância no equilíbrio da equipe.

A nota 7.13 no Sofascore, plataforma reconhecida mundialmente pelas estatísticas no futebol, reforça a regularidade ao longo da temporada. Formado nas categorias de base do Fluminense, Fabinho concluiu a formação em 2012 antes de seguir para o Real Madrid Castilla

Apesar de uma breve passagem pela equipe principal do Real Madrid, foi no Mônaco que ganhou projeção internacional. Entre 2013 e 2018, por exemplo, consolidou-se como um dos principais volantes da Europa, com destaque para a temporada 2016/17, quando participou diretamente em 15 gols.

Quantas vezes Fabinho vestiu a camisa do Brasil?

O desempenho chamou a atenção do Liverpool, onde atuou entre 2018 e 2023. Em Anfield, viveu o auge coletivo da carreira, conquistando títulos expressivos, como a Liga dos Campeões de 2018/19, a Premier League de 2019/20 e a Supercopa da UEFA em 2019.

Mais recentemente, transferiu-se para o Al-Ittihad, onde já soma conquistas relevantes, incluindo a liga saudita e a copa nacional na temporada 2024/25. Pela Seleção Brasileira, o volante acumula 30 partidas em competições oficiais e amistosos.

A última aparição ocorreu em novembro de 2025, já sob o comando de Ancelotti, no empate com a Tunísia. Agora, de volta ao grupo, o volante tenta transformar a experiência em protagonismo numa Seleção em reconstrução mas, na qual, mereceu novamente a chamada do técnico italiano.

*André Freixo, enviado especial da Agência RTI Esporte, direto de Portugal

Brasil x Croácia: veja o valor de mercado das duas seleções

O amistoso entre Brasil x Croácia marcado para 1º de abril, será mais um capítulo recente da rivalidade entre as duas seleções. Além do contexto esportivo, o confronto também chama atenção pelos valores de mercado dos jogadores que podem estar em campo.

De acordo com estimativas do site especializado Transfermarkt, o elenco da seleção brasileira tem atualmente um valor de mercado próximo dos 930 milhões de euros. (R$ 5,5 bilhões, na cotação atual). Já a Croácia soma cerca de 260 milhões de euros.

Assim, a diferença entre as duas seleções ultrapassa os 600 milhões de euros (R$ 3,6 bilhões). Porém, em campo, os milhões não entram mesmo. Essa disparidade também aparece quando se observam os jogadores mais valiosos de cada seleção.

No caso da Seleção Brasileira, o atleta mais caro é Vinícius Júnior, estrela do Real Madrid, avaliado em cerca de 150 milhões de euros. Em seguida aparecem Estêvão, jovem destaque do Chelsea, com valor estimado em 80 milhões de euros (R$ 480,6 milhões).

Com o mesmo valor, aparece Raphinha, do Barcelona. Por outro lado, Bruno Guimarães, do Newcastle, e Gabriel Magalhães, do Arsenal, estão avaliados em cerca de 75 milhões de euros (R$ 450,5 milhões). Do lado da Croácia, o jogador de maior valor de mercado é o zagueiro Joško Gvardiol.

O jogador do Manchester City está avaliado em cerca de 70 milhões de euros (R$ 420,5 milhões). Seguidamente, surgem Luka Vuskovic, do Hamburgo SV, orçado em 40 milhões; Josip Stanišić, do Bayern Munich, com aproximadamente 32 milhões de euros (R$ 192,2 milhões).

Petar Sučić, da Inter de Milão, estimado em cerca de 30 milhões de euros (R$ 180,2 milhões). Também aparecem entre os mais valiosos Franjo Ivanović, do Benfica, e Josip Šutalo, atualmente no Ajax, mas com cifras menores.

Croácia x Brasil se enfrentaram na Copa do Mundo de 2022

O duelo também carrega um peso histórico recente. Afinal, foi a Croácia que eliminou o Brasil nas quartas de final da Copa do Mundo FIFA de 2022. Na ocasião, a seleção croata venceu nos pênaltis após empate no tempo regulamentar e na prorrogação.

Agora, o amistoso de 1º de abril surge como mais um teste importante no caminho para a próxima Copa do Mundo. Antes disso, a convocação da Seleção Brasileira será divulgada na segunda-feira, dia 16, quando serão conhecidos os jogadores escolhidos para defender o Brasil nesse confronto internacional.

*André Freixo, enviado especial da Agência RTI Esporte, direto de Portugal

Seleção: Hugo Souza é a novidade de Ancelotti no último treino em Seul

Antes de tudo, o técnico Carlo Ancelotti manteve a base da equipe que goleou a Coreia do Sul para enfrentar o Japão. No último treino da Seleção Brasileira em Seul, Hugo Souza foi o goleiro. Dessa forma, o treinador cumpre a promessa do treinador de fazer rodízio entre os goleiros durante a série de amistosos na Ásia.

A atividade ocorreu na manhã deste domingo (12), no Goyang Stadium, e sem a presença da imprensa. O time titular foi: Hugo Souza, Vitinho, Éder Militão, Gabriel Magalhães e Douglas Santos; Casemiro e Bruno Guimarães; Rodrygo, Vini Júnior, Matheus Cunha e Estêvão. Está é a tendência, segundo o planejamento da comissão técnica.

Além disso, Ancelotti já havia anunciado que Hugo seria o titular diante do Japão. Após o corte de Ederson, o treinador iniciou a sequência com Bento, que atuou na vitória por 5 a 0 sobre os coreanos. Agora, segue o planejamento de dar ritmo a diferentes opções no gol da Seleção.

Estêvão é a única dúvida de Ancelotti para o amistoso em Tóquio?

O atacante Estêvão, destaque do Chelsea e autor de dois gols na goleada sobre a Coreia do Sul, apresentou sintomas de gripe e será reavaliado nesta segunda-feira (13), já em Tóquio. O departamento médico acredita que o quadro não o impedirá de jogar, mas Lucas Paquetá é o primeiro nome caso o jovem seja poupado.

A delegação deixou Seul no fim da tarde deste domingo em voo fretado para Tóquio, após uma semana de treinos e compromissos na Coreia. No sábado, o grupo recebeu folga e aproveitou para conhecer a capital coreana antes da viagem.

Em suma, Brasil e Japão se enfrentam na próxima terça-feira (14), às 7h30 (de Brasília), no Ajinomoto Stadium, em Tóquio. O confronto encerra a série de amistosos preparatórios para a Copa do Mundo de 2026. Na sexta-feira, os japoneses empataram por 2 a 2 com o Paraguai, em Osaka.

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