Argentina vira diante do Egito e garante vaga nas quartas da Copa do Mundo

A Argentina venceu o Egito por 3 a 2, e virou um jogo praticamente perdido na tarde desta terça-feira, 07, em Atlanta. Com o resultado, a seleção de Lionel Messi segue viva na competição e garantiu vaga nas quartas de final da Copa do Mundo para enfrentar o vencedor de Colômbia ou Suíça.

Egito marcou no primeiro tempo

Antes de mais nada, o Egito surpreendeu a Argentina e equilibrou as ações logo nos primeiros minutos do confronto. Defensivamente, a seleção africana se portou muito bem e não deu chance para os sul-americanos. Com um forte trabalho defensivo e grande atuação do goleiro, o Egito achou espaços para atacar.

Aos 14 minutos, a seleção egípcia largou na frente com Yasser. Ele aproveitou a cobrança de falta de Attia e subiu para cabecear para o fundo da rede argentina. Mas, aos 20 minutos, a Argentina teve um pênalti a seu favor. Lionel Messi bateu e parou nas mãos do goleiro Shobeir.

O goleiro seguiu se destacando e fez pelo menos outras duas grandes defesas no primeiro tempo, salvando a seleção do Egito. Com isso, a atual campeã do mundo foi para o intervalo atrás do placar.

Arbitragem tentou ajudar a Argentina no segundo tempo

O Egito voltou para o segundo tempo com a postura ainda mais defensiva. Contudo, a seleção estava pronta para armar o contra-ataque para matar o jogo. E foi assim que os africanos marcaram aos 12 minutos.

A jogada começou com uma bola recuperada na defesa. Hassan saiu jogando em velocidade, passou por dois marcadores e deu o passe para Salah, que lançou Zico na esquerda. O atacante finalizou na saída do goleiro.

Mas o árbitro foi chamado ao VAR, que, com muito boa vontade, pegou falta no começo da jogada e anulou o gol do Egito. Mas a ajuda da arbitragem não resolveu o problema argentino.

Aos 21, nova jogada de velocidade para os egípcios. Messi cobrou escanteio no primeiro poste, a defesa tirou, e o Egito partiu no contra-ataque com Salah. Hassan recebeu na direita e deu o passe rasteiro para a área. Zico chegou batendo de primeira para o gol para marcar o segundo do Egito.

Messi acordou e fez a diferença mais uma vez

A Argentina seguiu tentando jogar, mas não passava pela boa defesa do Egito. O time de Scaloni criava as jogadas, mas não conseguia levar perigo. Desse jeito, quem quase marcou novamente foi o Egito aos 31 minutos. Trézéguet recebeu na esquerda, a bola escapou um pouco, mas ele recuperou e tentou o chute rasteiro, mas a bola bateu na rede por fora.

Mas a esperança da Argentina ressurgiu aos 34 com Cuti Romero. Lionel Messi fez ótimo cruzamento na cabeça do zagueiro, que, livre de marcação, não teve problemas para testar para o fundo da rede do Egito. Dois minutos depois, quase saiu o empate.

Virada histórica

Messi passou pela defesa do Egito pela direita. Ele invadiu a área e deu o passe para Lautaro. Ele cabeceou para o chão e viu a bola passar perto da trave. O empate chegou aos 38 minutos. Messi cruzou na segunda trave, Martínez ajeitou para o meio da área, e Montiel ajeitou para Messi, que chegou batendo forte no alto para empatar.

Aos 46, a virada histórica. A Argentina partiu em contra-ataque de manual. O Egito perdeu a bola no ataque, e a Argentina aproveitou. Lautaro cruzou da direita, e Enzo Fernández cabeceou no canto esquerdo de Shobeir para virar o jogo.

Egito supera pressão da Austrália, vence nos pênaltis e faz história na Copa do Mundo

Egito não fez uma grande atuação tecnicamente, mas mostrou competitividade suficiente para superar a pressão da Austrália e avançar às oitavas de final da Copa do Mundo, nesta sexta-feira, 3, em Dallas, nos Estados Unidos.

O empate por 1 a 1 no tempo normal foi decidido nos pênaltis, em um duelo marcado por intensidade física e forte presença aérea dos australianos. Os gols com a bola rolando foram marcados por Ashour, para o Egito, e Hany, contra, para a Austrália.

Nos pênaltis, o Egito levou a melhor após erros decisivos dos australianos e uma cobrança de cavadinha de Mohamed Salah, marcada pela frieza. A classificação histórica consolida uma das melhores campanhas da seleção egípcia em Copas do Mundo.

Jogo físico e domínio aéreo marcam primeiro tempo

A partida começou em ritmo intenso, com a Austrália explorando ao máximo sua principal arma: a bola aérea. Os zagueiros Souttar (1,98m) e Herrington (1,93m) dominaram praticamente todas as disputas pelo alto.

Com isso, conseguiram impor dificuldade constante ao sistema defensivo egípcio. Mesmo com posse de bola e tentativas de construção ofensiva, o Egito encontrou dificuldades para furar a marcação adversária.

Nem Mohamed Salah nem Marmoush conseguiram aparecer com liberdade, isolados pela forte organização defensiva australiana. A Austrália, por sua vez, respondeu rapidamente, no gol contra de Hany, deixando o placar em igualdade.

Pênaltis definem classificação e expõem heróis e vilões

Na etapa final e na prorrogação, o cenário pouco mudou. A Austrália seguiu perigosa nas bolas levantadas, mas sem precisão nas finalizações. O Egito, por sua vez, apostou na resistência e na eficiência defensiva para levar a decisão aos pênaltis.

Nas cobranças, o destino mudou de lado. Souttar abriu a série mandando para fora, seguido por Herrington, que também desperdiçou sua cobrança. Do outro lado, a Seleção Egípcia mostrou mais frieza.

Salah assumiu responsabilidade e marcou com uma cavadinha, em lance de personalidade. Abdelmaguid converteu a última cobrança e selou a classificação histórica egípcia para as oitavas de final da Copa do Mundo.

Emoção e virada psicológica

A classificação do Egito teve forte carga emocional. O técnico Hossam Hassan não conteve as lágrimas ao fim da partida, refletindo o peso histórico da vitória. Salah também se emocionou, consciente da importância do resultado para o país em uma competição de alto nível.

Mais do que um jogo técnico, o confronto em Dallas foi decidido na força mental. O Egito sofreu, resistiu e aproveitou as falhas adversárias para escrever mais um capítulo marcante em sua trajetória mundialista.

Egito empata com o Irã, avança às oitavas da Copa do Mundo e deixa rival na torcida pelo VAR

O Egito garantiu uma classificação inédita à fase 16 avos de final da Copa do Mundo de 2026. Na madrugada deste sábado, em Seattle, a seleção africana empatou por 1 a 1 com o Irã, pela terceira rodada do Grupo G, resultado suficiente para avançar na segunda colocação da chave.

Saber abriu o placar para os egípcios ainda no primeiro tempo, enquanto Rezaeian deixou tudo igual poucos minutos depois. O Irã ainda desperdiçou um pênalti, acertou a rede nos acréscimos, mas viu o gol ser anulado pelo VAR por impedimento.

Com o empate, o Egito terminou a fase de grupos atrás apenas da Bélgica, que goleou a Nova Zelândia por 5 a 1 e assumiu a liderança graças ao saldo de gols. Agora, os egípcios terão pela frente a Austrália nas oitavas de final.

VAR impede classificação imediata do Irã

O momento mais dramático da partida aconteceu nos acréscimos do segundo tempo. Aos 47 minutos, Rezaeian cobrou falta para a área, o goleiro Shobeir falhou ao tentar afastar a bola e Khalilzadeh aproveitou o rebote para marcar o que parecia ser o gol da classificação iraniana.

A comemoração foi intensa. O zagueiro celebrou com os companheiros, chegou a colocar um óculos estilizado entregue por integrantes da comissão técnica e viu o banco de reservas invadir o gramado para festejar.

Pouco depois, porém, o VAR revisou o lance e identificou impedimento na jogada. O gol foi anulado, transformando a festa em frustração para os iranianos. Apesar da decepção, o Irã ainda mantém chances de avançar pela primeira vez às oitavas de final de um Mundial.

Com três empates em três partidas, o Irã encerrou sua participação na fase de grupos com três pontos e saldo de gols zerado, ocupando provisoriamente a sexta colocação entre os melhores terceiros colocados.

Agora, os iranianos dependem dos resultados dos demais grupos. Para continuar na competição, precisam que pelo menos uma das seleções que ainda disputam a classificação termine com campanha inferior.

Caso Argélia, Croácia e República Democrática do Congo alcancem os resultados necessários em seus respectivos jogos, o Irã ficará fora da zona de classificação. Se ao menos um desses cenários não se confirmar, os asiáticos avançarão para enfrentar a Suíça.

Primeiro tempo teve pênalti perdido e empate rápido

A partida começou em ritmo intenso, com as duas equipes buscando o ataque desde os minutos iniciais. O Egito abriu o placar logo no começo com Saber, obrigando o Irã a assumir postura ainda mais ofensiva.

A resposta quase veio, posteriormente, em cobrança de pênalti, mas Taremi parou em grande defesa de Shobeir. Pouco depois, entretanto, Rezaeian aproveitou o rebote do goleiro egípcio para empatar o confronto.

Egito administrou resultado na etapa final

Depois do intervalo, o ritmo da partida diminuiu. Inicialmente, o Egito administrava a liderança provisória do grupo, mas precisou mudar sua estratégia ao tomar conhecimento da goleada da Bélgica sobre a Nova Zelândia.

Mesmo tentando aumentar o volume ofensivo nos minutos finais, a equipe africana pouco ameaçou o goleiro Beiranvand. O Irã foi quem mais pressionou. Acertou a trave, criou oportunidades e chegou a balançar as redes nos acréscimos. Porém, acabou frustrado pela intervenção do VAR.

No fim, o empate acabou premiando o Egito, que confirmou sua melhor campanha em Copas do Mundo e disputará pela primeira vez uma fase eliminatória do torneio. Já o Irã deixa o gramado lamentando as oportunidades desperdiçadas e aguardando uma combinação de resultados para seguir vivo na competição.

Egito vira sobre a Nova Zelândia e vence a primeira na história das Copas do Mundo

O Egito venceu a Nova Zelândia por 3 a 1, na noite deste domingo, 21, em Vancouver, no Canadá. A partida foi válida pela segunda rodada da fase de grupos da Copa do Mundo. Com o resultado, a seleção africana conheceu a sua primeira vitória na história das Copas do Mundo.

A seleção de Salah lidera o grupo G com 4 pontos e com a classificação encaminhada. Irã e Bélgica aparecem com 2 pontos, enquanto a Nova Zelândia é a quarta colocada com 1 ponto. Todas as seleções chegam na terceira rodada com chances de classificação.

Nova Zelândia largou na frente no 1º tempo

O primeiro tempo começou movimentado, e com a Nova Zelândia criando as melhores oportunidades. Assim, aos 11 minutos, a seleção da Oceania teve a primeira chance. Stamenic dividiu com Hany, que ficou caído. O camisa 8 enfiou para Just, que finalizou e Shobeir espalmou.

Mas, três minutos depois, não deu para o Egito. Tim Payne cobrou escanteio pela esquerda, Surman se deslocou e subiu mais que todo mundo para cabecear no fundo das redes. Mas a seleção africana também teve chance e quase empatou aos 26 minutos.

Ashour fez a jogada pela esquerda, entrou na área e passou para Marmoush. O atacante do Egito finalizou, mas Crocombe fez a defesa em dois tempos. Aos 46 minutos, nova chance do Egito. Zico e Salah tabelaram, e o camisa 11 cruzou na medida para Ashour, que finalizou dentro da área, mas faltou pontaria.

Como foi o segundo tempo?

Os egípcios voltaram para o segundo tempo com a missão de empatar o jogo. Por isso, chegou com perigo em menos de um minuto. Hany avançou pela direita e mandou na área. Salah chegou batendo desequilibrado. Crocombe defendeu.

Aos 6, a seleção da Oceania tentou o troco. Stamenic cruzou na medida para McCowatt cabecear. O meia quase encobriu Shobeir, mas o goleiro do Egito defendeu, evitando o segundo gol. Mas a seleção de Salah ocupou o campo de ataque e conseguiu o empate aos 13 minutos com Zico.

Ashour recebeu pelo meio e abriu com Hany, que fez o cruzamento para a área. Zico cabeceou para superar Crocombe e deixar tudo igual no jogo. Aos 21, veio a virada dos faraós. Zico iniciou a jogada enquanto Salah entrou na área pela direita. Eles tabelaram, Zico devolveu de calcanhar e Salah finalizou de primeira, para marcar o gol da virada.

Os faraós ficaram mais tranquilos aos 36 minutos do segundo tempo com Trézéguet. Salah cobrou escanteio, pelo lado esquerdo, na primeira trave. Trézéguet cabeceou livre de marcação para marcar o terceiro gol. Após o gol, as duas seleções chegaram outras vezes, mas não mexeram novamente no placar.

Bélgica x Egito: saiba como foi o jogo da Copa do Mundo

Bélgica e Egito ficaram no empate por 1 a 1, na estreia das seleções na Copa do Mundo. Os dois times buscaram a vitória até o último minuto do jogo, mas abriram o Grupo G da competição sem vitória. Nova Zelândia Irã completam o grupo às 22h (de Brasília).

Egito marcou no primeiro tempo

Antes de mais nada, a Bélgica teve mais posse de bola nos primeiros 45 minutos do confronto inaugural da Copa do Mundo entre as seleções. Contudo, o time criou poucas chances no estádio de Seattle. Mesmo assim, os belgas começaram melhor com um chute perigoso de De Bruyne para fora.

Por outro lado, o time europeu acabou surpreendido aos 19 minutos. Salah deu passe para Ashour chutar, da entrada da área, no canto direito de Courtois e abrir o placar para o Egito.

Após o gol, o goleiro belga ainda salvou o time de sofrer o segundo em chute muito perigoso de Zico. Mas na reta final quem chegou com perigo foi a Bélgica.  Doku teve a chance do empatar dentro da área, mas chutou por cima do gol.

Bélgica reage na segunda etapa

A Bélgica voltou para o segundo tempo disposta a buscar o empate. Desse modo, a seleção chegou com perigo aos 7 minutos. De Bruyne cobrou falta direto para o gol, e a bola bateu na trave direita antes de sair pela linha de fundo.

Dois minutos depois, o Egito deu o troco. Attia cruzou da esquerda, Salah cabeceou para baixo, e Courtois espalmou para dentro da área. No rebote, Ashour teve o gol livre na frente, mas chutou muito mal, e a bola saiu pela lateral.

A pressão seguiu pelo segundo gol aos 14 minutos do segundo tempo. Marmoush partiu no contra-ataque, ganhou de Ngoy na corrida. Ele invadiu a área e chutou para fora, quase marcando o segundo do Egito.

Mas, aos 16, os belgas chegaram novamente. De Bruyne cobrou escanteio na área, a defesa egípcia afastou para a entrada da área, Tielemans pegou de primeira e quase marcou um golaço. A bola sai bem perto do gol de Shobeir.

O empate saiu aos 20 minutos. Meunier foi lançado na direita e cruzou para a área. Lukaku dividiu com os zagueiros, e Hany desviou contra o próprio gol, marcando contra. Depois disso, as equipe criaram chances mas não mexeram no placar.

Endrick decide, Brasil vence o Egito e chega embalado para a estreia na Copa do Mundo

A Seleção Brasileira encerrou sua preparação para a Copa do Mundo com uma vitória que reforça a confiança da comissão técnica comandada por Carlo Ancelotti. Neste sábado, 6, no Huntington Park Field, em Cleveland, o Brasil derrotou o Egito por 2 a 1.

Bruno Guimarães abriu o placar logo nos primeiros minutos, mas um erro defensivo permitiu que Ziko empatasse para os egípcios ainda no início da partida. Na etapa final, Endrick aproveitou assistência de Raphinha para marcar o gol da vitória e confirmar a vitória.

Apesar do triunfo, nem tudo foi motivo de comemoração. A lesão de Wesley, que deixou o gramado chorando ainda no primeiro tempo, transformou-se na principal preocupação da delegação brasileira a poucos dias do início da competição.

Wesley preocupa após deixar campo lesionado

O lance que gerou apreensão ocorreu aos 16 minutos da primeira etapa. O lateral-direito Wesley sentiu fortes dores na virilha esquerda ao tentar um cruzamento pela direita e imediatamente pediu atendimento médico.

Sem condições de continuar, o defensor foi substituído por Danilo. A cena que mais chamou atenção aconteceu após a troca. No banco de reservas, o jogador não conseguiu conter as lágrimas, demonstrando preocupação com a gravidade do problema físico.

A comissão técnica aguarda exames mais detalhados para avaliar a situação do atleta. Com a estreia na Copa do Mundo marcada para a próxima semana, existe a expectativa de que o diagnóstico seja divulgado nos próximos dias.

Bruno Guimarães abre o placar e Endrick decide

Dentro de campo, o Brasil mostrou superioridade durante boa parte do confronto. Aos seis minutos, Bruno Guimarães recuperou a bola no campo ofensivo e finalizou com precisão para abrir o placar. A vantagem, porém, durou pouco.

Quatro minutos depois, Marquinhos errou na saída de bola e entregou a posse para Zico, que aproveitou a oportunidade para empatar. Mesmo após a igualdade, a Seleção seguiu dominando as ações.

O volume ofensivo aumentou, mas a equipe encontrou dificuldades para transformar a superioridade em gols. O goleiro Shobeir apareceu bem em algumas oportunidades e evitou que os brasileiros fossem para o intervalo em vantagem.

Na segunda etapa, o técnico Carlo Ancelotti promoveu uma série de mudanças. O treinador italiano alterou praticamente toda a equipe ao longo do jogo e conseguiu manter a intensidade da Seleção Brasileira.

O gol da vitória saiu aos sete minutos. Douglas Santos e Matheus Cunha pressionaram a saída de bola adversária e recuperaram a posse. A jogada chegou a Raphinha, que avançou pela direita e cruzou na medida para Endrick finalizar e balançar as redes.

Depois de assumir novamente a liderança do placar, o Brasil administrou o confronto com tranquilidade. O Egito tentou reagir, principalmente após a entrada de Salah no intervalo, mas encontrou dificuldades para superar a organização defensiva brasileira.

Seleção Brasileira volta atenções para a estreia

Agora, o foco está totalmente voltado para a Copa do Mundo. A estreia brasileira será diante do Marrocos, no próximo sábado, pelo Grupo C. Na sequência, a Seleção enfrentará Haiti e Escócia em busca da classificação para a fase eliminatória.

Antes da Copa do Mundo, Carlo Ancelotti testa nova formação e define Brasil para encarar o Egito

O Brasil enfrenta o Egito neste sábado, 6, às 19h (de Brasília), em Cleveland. O amistoso será o derradeiro teste da equipe antes do duelo contra o Marrocos, marcado para o próximo dia 17, também nos Estados Unidos.

Apesar da proximidade do Mundial, o técnico Carlo Ancelotti deixou claro que ainda não considera o time definido e segue utilizando os compromissos preparatórios para observar alternativas dentro do elenco.

A principal ausência segue sendo Neymar. O camisa 10 permanece em recuperação de uma lesão na panturrilha. O atacante realizará novos exames para que o departamento médico avalie sua condição física e estabeleça um cronograma para um eventual retorno.

Outra ausência importante será Gabriel Magalhães. O zagueiro relatou desgaste físico após a disputa da final da Liga dos Campeões e foi preservado pela comissão técnica. A decisão visa evitar qualquer risco de lesão às vésperas do início da Copa do Mundo.

Qual é a escalação do Brasil para o amistoso contra o Egito?

O técnico Carlo Ancelotti escalou o Brasil para o jogo diante do Egito com: Alisson; Wesley, Marquinhos, Léo Pereira e Douglas Santos; Casemiro, Bruno Guimarães, Lucas Paquetá e Raphinha; Igor Thiago e Vini Júnior.

Último teste antes da estreia

O amistoso diante do Egito servirá como avaliação final para diversos jogadores que disputam espaço no time titular. Além disso, o treinador confirmou que o goleiro Weverton deverá atuar durante o segundo tempo para ampliar as observações da comissão técnica.

Embora a base da equipe esteja consolidada, Ancelotti mantém o discurso de que ainda não existe uma formação definitiva para a Copa do Mundo. O confronto em Cleveland será mais uma oportunidade para ajustes finos antes da estreia contra o Marrocos.

A expectativa da comissão técnica é chegar ao primeiro jogo do Mundial com todos os atletas em condições ideais, especialmente Neymar, cuja recuperação segue sendo acompanhada diariamente pela comissão técnica da Seleção Brasileira.

Rogério Micale defende Neymar na Copa e faz alerta sobre trabalho de Ancelotti; veja tudo o que disse

Aos 57 anos, Rogério Micale inicia um novo capítulo na carreira. Medalha de ouro com o Brasil nos Jogos Olímpicos de 2016, o treinador foi anunciado pelo Londrina após um longo período de trabalho no exterior.

Em entrevista exclusiva à Agência RTI Esporte, Rogério Micale admitiu que o cenário internacional influenciou diretamente na decisão de voltar ao futebol brasileiro. “A maioria das ofertas ainda são de fora do país, mas em função da guerra as coisas por lá estão paradas neste momento”, afirmou.

Na Série B do Campeonato Brasileiro, o Londrina é penúltimo classificado. O time alviceleste tem apenas cinco pontos somados fruto de uma vitória, dois empates e cinco derrotas. Ou seja, a tarefa para o técnico prevê-se como complicada.

Nos últimos anos, o campeão olímpico de 2016 acumulou experiências relevantes fora do país. Além do ouro olímpico, conquistou a Champions League Elite Asiática e a Liga Saudita. Na base, venceu a Copinha, Taça BH Futebol Júnior, Campeonato Mineiro Sub-20 e Catarinense Sub-20.

“Se tivéssemos levado o Salah, nossas chances aumentariam muito”, afirmou o técnico

Recentemente, Rogério Micale comandou a seleção do Egito e destacou os resultados alcançados no período: “Conquistamos todos os objetivos programados e fomos além. Tivemos final africana, semifinal olímpica, classificação para o Mundial Sub-20, oito jogadores na seleção principal e a melhor participação olímpica da história do Egito”, disse.

O treinador também comentou a ausência de Mohamed Salah nos Jogos Olímpicos e acredita que o atacante poderia ter levado a equipe ainda mais longe: “Não pudemos contar com a nossa principal estrela. Tivemos dificuldade também com outros jogadores que não foram liberados. Acredito que, se tivéssemos levado o Salah, nossas chances aumentariam muito”, analisou.

Ancelotti é “treinador certo na hora errada” e Neymar é “maior referência” e deve estar na Copa

Ao falar sobre a conquista olímpica com o Brasil, o treinador revelou que o título abriu portas no exterior, embora esperasse maior reconhecimento no cenário nacional: “Foi um divisor de águas na minha carreira. Me abriu o mercado fora do país, que era o meu maior desejo. Pena que internamente eu não consegui tantas oportunidades para mostrar o meu trabalho no Brasil”, partilhou.

Rogério Micale ainda avaliou o trabalho de Carlo Ancelotti na Seleção Brasileira e demonstrou preocupação com a falta de continuidade no projeto da Confederação Brasileira de Futebol: “Acho que ele é o treinador certo na hora errada. Não conseguimos ter um processo claro de trabalho nesse ciclo e acredito que teremos dificuldades”, declarou.

Por outro lado, o técnico defendeu a presença de Neymar, pré-convocado por Carlo Ancelotti para defender a Seleção Brasileira na próxima Copa do Mundo: “O papel do Neymar vai muito além de dentro de campo. Ele ainda é a maior referência para esta geração de jogadores”, finalizou o treinador que comandou o camisa 10 nos Jogos Olímpicos Rio-2016.

*André Freixo, enviado especial da Agência RTI Esporte, direto de Portugal

Carlo Ancelotti define data de convocação e traça roteiro da Seleção Brasileira até a Copa do Mundo

Antes de mais nada, o técnico Carlo Ancelotti já definiu o cronograma da Seleção Brasileira para a disputa da Copa do Mundo. A lista final com os 26 convocados será divulgada no dia 18 de maio, às 17h (de Brasília), em evento marcado no Museu do Amanhã, no Rio de Janeiro.

A convocação representa o ponto de partida oficial da equipe rumo ao Mundial, onde o Brasil buscará o hexacampeonato. A escolha do local para o anúncio também reforça o simbolismo do momento, conectando o futebol à imagem de projeção global e futuro.

Convocação marca início da contagem regressiva

A divulgação dos nomes encerra um longo processo de observação e avaliações conduzido por Ancelotti e sua comissão técnica. Serão chamados 26 jogadores, número máximo permitido pela Fifa para a competição.

A lista final deve refletir o equilíbrio entre experiência e renovação, além de considerar o momento físico e técnico dos atletas. A expectativa gira em torno das últimas vagas, sobretudo em posições com alta concorrência, como meio-campo e ataque.

Preparação começa na Granja Comary

Após a convocação, a delegação se apresenta no dia 27 de maio na Granja Comary, tradicional centro de treinamentos da Seleção Brasileira. O período em Teresópolis será fundamental para ajustes táticos, integração do grupo e definição da base titular.

Carlo Ancelotti terá poucos dias para implementar conceitos e alinhar a equipe antes dos amistosos. A comissão técnica também acompanhará de perto a condição física dos atletas, especialmente aqueles que chegam após uma longa temporada no futebol europeu.

Amistoso no Maracanã será despedida do Brasil

Antes da viagem para o exterior, a Seleção fará um último jogo em solo brasileiro. No dia 31 de maio, o Brasil enfrenta o Panamá no Maracanã. A partida será a despedida da equipe diante da torcida brasileira antes da Copa do Mundo.

O confronto deve servir como teste para a formação principal e também como oportunidade para ajustes finais no esquema de jogo. Logo após o amistoso, a equipe embarca para os Estados Unidos, onde concluirá a preparação.

Último teste antes da estreia

No dia 6 de junho, o Brasil encara o Egito no Huntington Bank Field, em Cleveland. O amistoso será o último compromisso antes do início da competição. A partida é vista como um teste mais exigente e permitindo ajustes finais antes da estreia.

Estreia contra o Marrocos abre campanha

O primeiro adversário será o Marrocos, em duelo que marca o início da busca pelo sexto título mundial. A estreia costuma ser determinante para o andamento da campanha, tanto pelo impacto emocional quanto pela necessidade de somar pontos logo no início.

Espanha domina, Egito resiste e amistoso termina sem gols na Catalunha

A Espanha seguiu sua preparação para a Copa do Mundo com um empate sem gols diante do Egito, na Catalunha. Apesar do domínio territorial, a equipe comandada por Luís de la Fuente esbarrou na organização defensiva adversária e na falta de precisão nas finalizações.

Espanha tem a bola, mas cria pouco

Como esperado, a Espanha assumiu o protagonismo desde o início, com maior controle da posse e circulação constante no campo ofensivo. No entanto, a equipe encontrou dificuldades para transformar esse domínio em chances claras de gol.

A marcação compacta a equipe egípcia dificultou as infiltrações e reduziu os espaços entre as linhas, limitando a criatividade dos espanhóis. Mesmo com menos posse, o Egito foi mais incisivo quando teve a bola.

A melhor chance da primeira etapa surgiu aos 29 minutos, em rápida transição ofensiva. Omar Marmoush recebeu na entrada da área, finalizou com precisão e chegou a superar o goleiro David Raya, mas a bola explodiu na trave, impedindo a abertura do placar.

Mudanças aumentam intensidade espanhola

Na volta do intervalo, o técnico Luís de la Fuente promoveu alterações importantes, incluindo as entradas de Lamine Yamal e Dani Olmo. As mudanças deram mais dinamismo ao ataque da equipe espanhola.

Com maior agressividade, a Espanha passou a criar mais oportunidades. Jogadores como Pedri, Rodri e Fermín López participaram de jogadas perigosas, mas faltou eficiência nas conclusões. O domínio espanhol foi amplo na segunda etapa, mas o gol insistia em não sair.

Nos minutos finais, o cenário permaneceu o mesmo: pressão espanhola contra uma defesa egípcia bem postada. A situação ficou ainda mais favorável aos donos da casa após a expulsão de Ahmed Fathi, aos 39 minutos.

Mesmo com um jogador a mais, a Espanha não conseguiu furar o bloqueio adversário. Aos 42 minutos, Álex Grimaldo cobrou falta com precisão, superou a barreira, mas acertou o poste, selando o empate sem gols.

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