As negociações entre Neymar e o FC Cincinnati, dos Estados Unidos, foram encerradas antes de avançarem para uma fase decisiva. Embora o clube da MLS tenha demonstrado interesse, o atacante decidiu interromper as conversas diante da ausência de uma proposta concreta.
A Agência RTI Esporte apurou que Neymar Santos, pai e empresário do jogador, avaliou que o interesse da equipe norte-americana não se transformou em uma oferta oficial. Esse foi o principal fator para o fim das tratativas.
A situação frustrou a expectativa criada em torno de uma possível transferência de Neymar para a MLS e levou o atacante da Seleção Brasileira a encerrar qualquer possibilidade de avanço com os dirigentes do FC Cincinnati.
Visita ao Brasil não foi suficiente
Em abril, por exemplo, dirigentes do FC Cincinnati viajaram ao Brasil para se reunir com Neymar e seu pai, responsável por administrar a carreira do jogador. O encontro foi visto como uma tentativa de aproximar as partes e apresentar o projeto do clube.
Durante a conversa, os representantes falaram sobre os planos da franquia e demonstraram interesse em contar com o brasileiro como principal nome da equipe. Apesar da boa recepção, a reunião não resultou definição de salário, contrato ou luvas.
Falta de seriedade pesou na decisão
Segundo duas fontes próximas a negociação, Neymar esperava uma resposta mais objetiva do FC Cincinnati após o encontro no Brasil. Como a oferta não chegou, o estafe passou a entender que o clube não tinha convicção suficiente para seguir com a negociação.
Diante disso, o atacante optou por encerrar as conversas e focar em outras possibilidades para a carreira. O encerramento das tratativas com o FC Cincinnati não significa que Neymar tenha descartado atuar na MLS no futuro.
A liga norte-americana segue sendo vista como uma opção atrativa. No entanto, pessoas ligadas ao atacante afirmam que qualquer nova negociação dependerá de um projeto sólido e de uma postura mais objetiva dos interessados.
Enquanto isso, o camisa 10 mantém o foco na Seleção Brasileira, que pega o Japão na segunda fase da Copa do Mundo, e só irá avaliar outras oportunidades que surgem no mercado internacional após o torneio.
