Goiás x Avaí: onde assistir, escalações e tudo sobre o jogo da Série B

Goiás x Avaí se enfrentam neste domingo (20), às 16h (de Brasília), no Estádio Hailé Pinheiro, a Serrinha, em Goiânia, pela 29ª rodada do Campeonato Brasileiro Série B. O duelo tem peso decisivo tanto para quem sonha com o acesso quanto para quem tenta escapar do rebaixamento.

Leia também: Cuca celebra arrancada do Santos no Brasileirão; veja.

Contexto e momento das equipes

O Goiás, comandado por Mozart, ganhou novo fôlego ao vencer o Botafogo-SP por 3 a 1, de virada, fora de casa, encerrando uma sequência de duas derrotas seguidas. A equipe está a sete pontos do Atlético-GO, que fecha a zona de classificação para os playoffs de acesso.

Já o Avaí, sob o comando de Allan Aal, vive situação de pressão: ocupa a zona de rebaixamento e vem de empate por 1 a 1 com o Vila Nova, na Ressacada.

Situação Atual na Tabela

O Goiás está na 13ª colocação da Série B, com 39 pontos. O Avaí ocupa a 17ª posição, com 30 pontos, na zona de rebaixamento.

Onde assistir Goiás x Avaí

Informação Detalhes
Competição Brasileirão Série B – 29ª rodada
Data e Horário Domingo, 20 de setembro de 2026, às 16h (de Brasília)
Local Estádio Hailé Pinheiro (Serrinha), Goiânia (GO)
Onde Assistir ESPN e Disney+

Goiás

O técnico Mozart terá um desfalque confirmado: o volante Filipe Machado está suspenso pelo terceiro cartão amarelo, com Juninho, Baldória e Gegê como opções para a vaga. Por outro lado, o Goiás pode ganhar reforços importantes, já que os laterais Rodrigo Soares e Nicolas se recuperaram de lesão e voltaram a treinar com o grupo.

Desfalques: Filipe Machado (suspenso).

Provável Escalação

  • Técnico: Mozart
  • Time: Tadeu; Luisão, Lucas Ribeiro, Luiz Felipe e Djalma (Nicolas); Baldória (Gegê), Lucas Rodrigues e Lourenço; Jean Carlos, Kadu Sousa e Pedrinho

Avaí

O Avaí chega a Goiânia pressionado pela luta contra o rebaixamento e precisa pontuar para se afastar da parte de baixo da tabela.

Provável Escalação

  • Técnico: Allan Aal
  • Time: Bruno Ferreira; João Vitor (Gabriel Simples), Allyson, Reynaldo e Alemão (Luiz Henrique); Zé Ricardo, Paulo Vitor, Daniel Penha e Jean Lucas; Rildo e Caio Suassuna

Retrospecto do Confronto

No último encontro entre os clubes, disputado em 24 de maio de 2026, o Goiás venceu por 2 a 0.

Equipe de Arbitragem

  • Árbitra: Marianna Nanni Batalha (SP)
  • Assistentes: Brigida Cirilo Ferreira (AL) e Izabele de Oliveira (SP)
  • VAR: Adeli Mara Monteiro (SP)

Ficha Técnica da Partida

Item Detalhes
Confronto Goiás x Avaí
Fase Brasileirão Série B – 29ª rodada
Estádio Hailé Pinheiro (Serrinha), Goiânia (GO)
Data/Horário 20/09/2026, às 16h (de Brasília)
Transmissão ESPN e Disney+

Perguntas Frequentes (FAQ) Goiás x Avaí

Que horas é o jogo de Goiás x Avaí?

A partida começa às 16h (horário de Brasília) deste domingo (20).

Onde assistir Goiás x Avaí?

transmissão é da ESPN, na TV fechada, e do Disney+, no streaming.

Qual foi o resultado do último confronto entre as equipes?

No último encontro, em 24 de maio de 2026, o Goiás venceu por 2 a 0.

Como será a pré-temporada do Fluminense no vôlei? Veja

O Fluminense usará as próximas semanas para testar a nova formação do vôlei feminino antes da temporada 2026/2027. Com mudanças no elenco e na comissão técnica, a equipe terá três torneios preparatórios entre setembro e outubro.

A primeira competição será a Brasil Cup, nos dias 18 e 19 de setembro, em Belém. O time comandado pelo técnico Marcelo Brauer de Gouveia Freitas, o Dentinho, enfrentará o Osasco no Mangueirinho e, em caso de vitória, disputará a decisão contra o vencedor do confronto entre Minas e Alianza Lima, do Peru.

A programação dará ao novo grupo a primeira chance de medir a preparação contra adversários de alto nível. Os torneios também permitirão à comissão técnica testar as opções disponíveis e ajustar a equipe após a reformulação.

Brasil Cup abre calendário de preparação

O compromisso em Belém será seguido por uma competição no Rio de Janeiro. Nos dias 24 e 25 de setembro, o Fluminense disputará a Copa SuperVôlei Feminina 2026 ao lado de Sesc-Flamengo e Dentil Praia Clube.

O primeiro jogo será contra o Sesc-Flamengo, às 19h do dia 24. No dia seguinte, o Fluminense enfrentará o Praia Clube, às 20h. A sequência permitirá à equipe acumular partidas em um intervalo curto e avançar na preparação antes do início do calendário estadual.

Brasília encerra sequência de amistosos do Fluminense

A terceira etapa da preparação será em Brasília, nos dias 2 e 3 de outubro. O Fluminense terá o Brasília Vôlei como primeiro adversário e, depois, poderá enfrentar Minas Tênis Clube ou Voley Universitario, do Peru.

Com três torneios em menos de um mês, o planejamento prevê testes para um elenco com nova configuração. A sequência também busca aumentar o entrosamento e dar ritmo à equipe antes da estreia no Campeonato Estadual.

Ariane permanece como referência

A reformulação não atingiu todos os principais nomes do time. A oposta Ariane, uma das referências ofensivas do Fluminense, permanece no elenco e será uma das peças conhecidas em uma equipe que terá muitas novidades.

A permanência da jogadora dá à comissão técnica uma referência da temporada anterior, enquanto o grupo busca adaptação. A programação de setembro e outubro ajudará na montagem do time para 2026/27 e na avaliação do elenco antes do Campeonato Estadual.

AnaMid lança o Brasil Digital Awards e incorpora o Brasil Publisher Awards, já na 3ª edição

A Associação Nacional do Mercado e Indústria Digital (AnaMid) tem inscrições abertas até 31 de outubro para duas premiações: o Brasil Digital Awards, inédito, com 7 categorias para marcas, agências e negócios digitais, e o Brasil Publisher Awards, que chega à sua 3ª edição, com 11 categorias para sites, portais, blogs e apps de conteúdo. A Agência RTI Esporte foi finalista do prêmio em 2025.

Os dois prêmios preservam identidades próprias. Inscrições, processos, categorias e bancas de jurados são independentes, embora a celebração aconteça no mesmo palco, no dia 7 de dezembro de 2026, no Costa Aguiar Master, em São Paulo. O site para inscrições é premio.anamid.com.br.

“Unir o Brasil Digital Awards e o Brasil Publisher Awards em uma mesma cerimônia é um reflexo de como a AnaMid enxerga o ecossistema digital brasileiro: marcas, agências, negócios digitais e veículos de conteúdo fazem parte de um mesmo movimento de transformação. Reconhecer os dois lados desse mercado no mesmo palco fortalece a indústria como um todo e consolida a AnaMid como ponto de encontro desse setor”, afirma Vinicius Melo, presidente da AnaMid

O momento é favorável para os dois mercados. A publicidade digital brasileira somou R$ 42,7 bilhões em investimentos em 2025, alta de 12,7% em relação ao ano anterior, segundo o relatório Digital AdSpend do IAB Brasil, reflexo direto do trabalho de marcas, agências e negócios digitais.

Do lado editorial, o Atlas da Notícia contabiliza 5.712 veículos jornalísticos digitais em atividade no país, alta de 8,9% em dois anos, quase um terço deles iniciativas individuais ou pequenos blogs.

As categorias do Brasil Digital Awards

São sete categorias, avaliadas por uma banca de especialistas: gestão de mídias sociais, experiência em plataformas digitais, performance com mídia paga, crescimento orgânico (SEO, GEO e AEO), gestão e análise de dados (BI e CRM), automação e inteligência artificial, e impacto social e transformação. Uma personalidade homenageada do mercado, escolhida pela diretoria da AnaMid, também é revelada na cerimônia, independentemente de inscrição.

As categorias do Brasil Publisher Awards

São dez categorias gerais (entretenimento, esportes, economia e/ou finanças, games, saúde e/ou bem-estar, tecnologia, automotivo, receitas e/ou cozinha, notícias nacional e astrologia) mais uma categoria especial de notícias estaduais, que elege um campeão em cada um dos 26 estados e no Distrito Federal. Assim como no Brasil Digital Awards, uma personalidade do jornalismo digital é homenageada na cerimônia, independentemente de inscrição.

“O jornalismo digital brasileiro sempre teve peso em audiência e relevância editorial, mas faltava um espaço com estrutura para reconhecer esse trabalho à altura. Levar o Brasil Publisher Awards para dentro da AnaMid aproxima o setor do ecossistema de conhecimento e conexões que ele precisa para seguir evoluindo”, diz Riadis Dornelles, vice-presidente de Publishers da AnaMid.

Como funciona a inscrição e a avaliação

As inscrições estão abertas a associados e não associados da AnaMid até 31 de outubro. Cada CNPJ tem direito a até duas gratuitas, somando as duas premiações; a partir da terceira, cada inscrição adicional custa R$ 120,00. As avaliações acontecem entre 1º e 29 de novembro, sempre dentro da especialidade de cada jurado, sem contato com quem se inscreveu. Os finalistas recebem certificado e três convites para a cerimônia, e os vencedores são revelados ao vivo, no palco.

“Manter processos de inscrição, avaliação e bancas de jurados independentes para cada premiação foi uma decisão institucional deliberada. Cada mercado tem sua própria dinâmica e seus próprios critérios de excelência, e é assim que garantimos que o reconhecimento entregue por cada prêmio tenha peso e credibilidade dentro do seu setor”, acrescenta Rodrigo Neves, vice-presidente de Relações Institucionais da AnaMid.

O site para inscrições é premio.anamid.com.br.

Sobre a AnaMid

A Associação Nacional do Mercado e Indústria Digital reúne cerca de 400 associados – agências, empresas, startups, plataformas, indústrias e profissionais – que movimentam o ecossistema digital brasileiro. Fundada em setembro de 2022 por 29 líderes de diferentes regiões do país, a AnaMid fortalece o setor por meio de articulação institucional, produção de conhecimento, incentivo à inovação, estímulo ao networking e à geração de negócios, além do compromisso com a inclusão. A entidade defende os interesses do segmento e impulsiona a economia digital com eventos, pesquisas, conexões estratégicas e participação ativa na construção de políticas públicas.

Eliminado pela LDU, Mirassol encerra sonho, mas Brasil segue forte na Libertadores

O Mirassol encerrou a participação inédita na Copa Libertadores da América na noite de 20 de agosto, eliminado pela LDU nos pênaltis (5 a 4), depois de empate sem gols no tempo normal, na Casa Blanca, em Quito. O time paulista escalou reservas para o confronto (Reinaldo, Eduardo e Wallisson sequer viajaram ao Equador), priorizando o Campeonato Brasileiro, e mesmo assim criou chances suficientes para levar a decisão às penalidades. Victor Luís desperdiçou a primeira cobrança da equipe brasileira, e os equatorianos converteram as cinco tentativas.

A queda do Mirassol, porém, não encerra a campanha brasileira na competição. Ao todo, seis clubes do país avançaram da fase de grupos para o mata-mata, número que reflete o momento de força do futebol nacional dentro do torneio continental, e quatro deles seguem vivos depois da rodada de oitavas de final concluída em 20 de agosto. Nas quartas, os confrontos ficaram definidos assim: Estudiantes x Corinthians, Flamengo x Independiente del Valle, Palmeiras x LDU e Fluminense x Platense, com cronograma completo de datas, horários e locais confirmado pela Conmebol em 27 de agosto.

Esse cenário também aquece o mercado de apostas esportivas, e quem busca opções para apostar na Copa Libertadores encontra o Brasil na posição de favorito coletivo do torneio, com quatro entre os oito melhores times remanescentes. Quem pesquisa apostas na Libertadores nesta fase da competição também esbarra com frequência em duas perguntas praticamente idênticas: quem tem mais chance de ganhar a Libertadores 2026 e quem vai ganhar a Libertadores 2026. Um levantamento recente sobre valor de elenco colocou clubes brasileiros nas cinco primeiras posições do ranking geral da competição, reforçando por que o país mira o oitavo título consecutivo, marca inédita na história da Libertadores.

Esse tipo de estatística também move o interesse por dados de mercado, e nomes como a Stake Brasil já classificam o torneio entre os mais buscados do calendário de agosto e setembro, num momento em que praticamente toda semifinal em potencial reúne pelo menos um representante nacional. Entre os quatro clubes ainda vivos, o Flamengo aparece como um dos nomes mais cotados nas casas de apostas, e consultar as odds do Flamengo virou hábito recorrente até para quem não costuma acompanhar o mercado de perto. Vale reforçar que qualquer mercado de apostas envolve risco e é indicado apenas a maiores de 18 anos, conforme orienta o Ministério da Fazenda ao lembrar que aposta não é investimento.

Para quem pretende ir além do resultado, os palpites na Libertadores divulgados por casas de apostas e veículos especializados costumam cruzar retrospecto direto, momento de forma e desfalques antes de qualquer entrada, metodologia que ganha ainda mais relevância numa fase do torneio marcada por confrontos equilibrados e resultados decididos nos detalhes, caso das duas eliminações brasileiras recentes por pênaltis ou margem mínima.

O confronto que decidiu o destino do Cruzeiro

Entre os embates das oitavas, o duelo brasileiro entre Cruzeiro e Flamengo resumiu bem o nível da fase eliminatória. Depois do 1 a 1 no Mineirão, com gols de Arroyo e Lucas Paquetá, o Flamengo confirmou a vaga nas quartas com vitória por 2 a 1 no Maracanã, em 19 de agosto, gols de Arrascaeta e Samuel Lino, com Lucas Romero descontando para o time mineiro. O agregado fechou em 3 a 2 para o time carioca. Na zona mista, o meia Pedrinho lamentou o resultado do primeiro jogo como fator decisivo. “Sabíamos que era difícil e não vencemos em casa”, disse o jogador do Cruzeiro, após a eliminação.

Com a queda na Libertadores, o Cruzeiro concentra as fichas na Copa do Brasil, competição em que segue vivo e na qual já enfrenta o próprio Atlético-MG nas quartas de final. O jogo de ida terminou empatado em 1 a 1, no Mineirão, em 25 de agosto, com gols de Keny Arroyo e Renan Lodi, decisão que fica para a volta, na Arena MRV, em 1º de setembro. O clube segue sob o comando de Artur Jorge, que soma o desafio de reverter o resultado internacional recente ao de brigar por competitividade no Brasileirão e na própria Copa do Brasil na reta final da temporada.

Corinthians avança com um a menos em campo

Do lado paulista, o Corinthians garantiu vaga nas quartas de final com vitória por 1 a 0 sobre o Rosario Central, em 20 de agosto, na Neo Química Arena, mesmo jogando a maior parte da segunda etapa com um homem a menos, depois da expulsão de Raniele. O gol da classificação saiu aos 34 minutos do segundo tempo, marcado por Breno Bidon, em jogada iniciada por cobrança de falta do holandês Memphis Depay, que retornava ao time após 85 dias afastado por conta de imbróglio contratual.

A partida, disputada diante de 46.552 pagantes, rendeu R$ 3,8 milhões aos cofres do clube só de bilheteria, número que ilustra o apelo comercial da Libertadores mesmo em fases anteriores à decisão. Com a vitória, o Corinthians avançou às quartas de final para enfrentar o Estudiantes, da Argentina, que eliminou a Universidad Católica, do Chile, no agregado de 4 a 1. O jogo de ida está marcado para 9 de setembro, às 21h30, no UNO Jorge Luis Hirschi, na Argentina, e a volta acontece em 16 de setembro, na Neo Química Arena.

O clube também monitora a recuperação do meia André, que iniciou a transição para o campo depois de lesão sofrida no início de agosto e é aguardado como opção para o confronto com o Estudiantes.

Palmeiras e Fluminense completam o quadro brasileiro

O Palmeiras chegou às quartas de final depois de vencer o Cerro Porteño por 1 a 0, no Paraguai, resultado que também definiu o adversário da equipe na sequência: a própria LDU, algoz do Mirassol, que agora enfrenta o Alviverde na disputa por vaga na semifinal. As duas equipes já se cruzaram na semifinal do ano anterior, com o Palmeiras revertendo desvantagem de três gols na partida de volta, em São Paulo, retrospecto verificável na tabela da Libertadores de 2025 que reforça o histórico de jogos de mata-mata equilibrados entre brasileiros e o clube equatoriano nas últimas edições do torneio.

Já o Fluminense avançou às quartas ao superar o Independiente Rivadavia, da Argentina, nos pênaltis, e enfrenta agora o Platense na sequência da competição. O clube carioca é o único dos quatro representantes brasileiros remanescentes ainda sem confronto direto contra outro time nacional garantido até a semifinal, cenário que preserva, ao menos matematicamente, a possibilidade de uma final 100% brasileira, hipótese que ganhou força ao longo da fase de grupos justamente pela quantidade elevada de clubes do país presentes no mata-mata.

O que a queda do Mirassol representa

Apesar da eliminação, a campanha do Mirassol na Libertadores segue como um dos capítulos mais relevantes da história recente do clube, fundado em 9 de novembro de 1925 e que completou o centenário em 2025. A equipe, sediada na cidade de menor população a disputar a Série A em quatro décadas (65 mil habitantes, segundo dado histórico do próprio clube), garantiu vaga na fase de grupos da Libertadores ao terminar em quarto lugar no Brasileirão do ano anterior, com 67 pontos, apenas seis anos depois de disputar a Série D do futebol nacional.

O trajeto até a elite nacional passou por três acessos consecutivos em divisões distintas: da Série D à Série C em 2021, da Série C à Série B em 2023, e da Série B à Série A em 2024, sempre com campanhas de destaque e, nos dois primeiros casos, com título da respectiva divisão. A entrada na Libertadores logo no primeiro ano na elite nacional colocou o clube na rara posição de disputar competição continental antes mesmo de completar duas temporadas seguidas na Série A, feito que reforça o caráter atípico da trajetória mirassolense dentro do calendário do futebol brasileiro.

Na fase de grupos deste ano, o Mirassol somou resultados como vitórias sobre a própria LDU (2 a 0, em casa) e sobre o Always Ready (2 a 0, fora), além de vitória diante do Lanús (1 a 0). No mata-mata, o empate em 1 a 1 no jogo de ida, no Maião, deixou a vaga em aberto para o confronto de volta, decidido nos pênaltis depois de uma atuação defensiva surpreendente para a equipe naquele momento da temporada, em condições adversas de altitude, a 2.850 metros acima do nível do mar. Antes do confronto em Quito, o histórico de equipes brasileiras na capital equatoriana já sinalizava a dificuldade do desafio: apenas sete vitórias em 33 jogos anteriores contra clubes locais na altitude da cidade.

Eliminado também da Copa do Brasil na mesma janela (derrota para o Grêmio por 2 a 1 no agregado das oitavas), o Mirassol concentra agora toda a energia da temporada no Campeonato Brasileiro, onde ocupa a zona de rebaixamento, com 23 pontos, cenário bem distante da disputa por vaga continental que caracterizou a campanha do clube na edição anterior do torneio nacional. O primeiro teste pós-Libertadores acontece diante do Palmeiras, em 30 de agosto, no Maião, pela Série A, seguido de jogo atrasado contra o Flamengo, no Rio de Janeiro, referente a partida da 4ª rodada adiada no início do campeonato, e de confronto fora de casa contra o Coritiba, pela 26ª rodada.

Como o retrospecto brasileiro se compara ao histórico do torneio

O Brasil busca, com os quatro clubes remanescentes, ampliar uma hegemonia recente na Libertadores. Nas últimas edições, equipes brasileiras dominaram tanto o número de finalistas quanto o de campeões, e a presença de quatro representantes nas quartas de final desta edição, à frente de rivais tradicionais como Argentina e Colômbia na fase eliminatória, reforça esse cenário. Some-se a isso o dado sobre o valor de elenco, que colocou cinco clubes do país nas primeiras posições do ranking financeiro do torneio, métrica frequentemente citada por analistas como indicador de força econômica e competitiva sustentada, não apenas resultado pontual de uma temporada.
Para o torcedor que acompanha a competição de perto, a Conmebol confirmou, em 27 de agosto, o cronograma detalhado das quartas de final. O Fluminense abre a fase em 8 de setembro, contra o Platense, no Maracanã, às 19h. No dia seguinte, 9 de setembro, o Palmeiras recebe a LDU no Nubank Parque, também às 19h, e o Estudiantes recebe o Corinthians na Argentina, às 21h30. O Flamengo fecha a rodada de ida em 10 de setembro, no Estádio Olímpico Atahualpa, diante do Independiente del Valle, adversário que só ficou definido depois da eliminação do Tolima. Os jogos de volta acontecem entre 15 e 17 de setembro, com Platense x Fluminense abrindo em 15/9, LDU x Palmeiras e Corinthians x Estudiantes disputados em 16/9, e Flamengo x Independiente del Valle fechando a fase em 17/9, no Maracanã. Ou seja, tanto o Flamengo quanto o Corinthians decidem a vaga em casa, enquanto Fluminense e Palmeiras encaram a decisão fora, esse último às voltas com a altitude equatoriana. Quem se pergunta como apostar na Copa Libertadores de forma mais criteriosa nesta reta do torneio costuma recorrer justamente a esse tipo de mapeamento antecipado do chaveamento, cruzando o caminho de cada clube brasileiro com o nível dos adversários argentinos e equatorianos remanescentes.

Vale notar que os quatro confrontos de quartas de final reúnem, sem exceção, um representante brasileiro contra um clube argentino ou equatoriano, incluindo o duelo já definido entre Flamengo e Independiente del Valle. Esse padrão de confrontos cruzados entre os dois principais blocos futebolísticos do continente reforça a leitura de que o Brasil disputa a competição, neste momento, praticamente como um campeonato à parte dentro do próprio torneio continental, tamanha a concentração de clubes do país entre os favoritos nessa altura da competição.

A Libertadores segue, então, como um dos poucos torneios do calendário sul-americano em que o Brasil concentra tanto volume de representantes numa mesma fase, cenário que deve manter o país no centro das atenções até a decisão final da competição, mesmo com a saída precoce, mas histórica, do Mirassol. Os jogos de ida, distribuídos entre 8 e 10 de setembro, também mostram a força comercial da competição no calendário da TV aberta e do streaming brasileiros, com transmissões divididas entre Globo, ESPN, Disney+ e Paramount+, e prometem repetir o padrão observado nas oitavas, jogos equilibrados, decididos nos detalhes, e com público capaz de lotar os principais estádios do país, como já mostrou o Corinthians ao reunir mais de 46 mil pagantes na Neo Química Arena mesmo numa quinta-feira de confronto eliminatório contra um adversário fora do radar do grande público.

Brasileiros lideram Benfica em título histórico de futsal e bicampeonato que escapava há 18 anos

O Benfica voltou ao topo do futsal português ao vencer o Sporting por 4 a 3 no quinto jogo da final, em um dérbi decidido no limite. Com o Pavilhão da Luz lotado, as “Águias” conquistaram o décimo Campeonato Português da história.

O título encerra um jejum de 18 anos sem o clube conseguir um bicampeonato nacional na modalidade. A última vez que o Benfica havia conseguido defender com sucesso o título português remontava à temporada 2007/2008.

Desta vez, além da força coletiva da equipe comandada pelo técnico brasileiro Cassiano Klein, ex-treinador de Joinville e Cascavel, foram vários jogadores nascidos no Brasil que assumiram papel determinante ao longo da campanha.

Brasileiros foram protagonistas durante toda a temporada

O elenco benfiquista contou com uma autêntica espinha dorsal brasileira formada por Léo Gugiel, Peléh, Arthur, Higor de Souza, Diego Nunes e Jacaré. Na decisão, Léo Gugiel abriu o caminho da vitória ao marcar um dos gols do triunfo por 4 a 3 sobre o Sporting.

Depois, André Coelho ampliou a vantagem para 2 a 0, antes de os rivais reagirem e levarem a decisão para momentos de enorme tensão. Silvestre recolocou o Benfica em vantagem e, pouco depois, Kutchy converteu o pênalti que acabaria por decidir o título.

Contudo, a conquista começou a ser construída muito antes da finalíssima. Arthur foi o grande símbolo da regularidade benfiquista ao longo da temporada. O ala brasileiro encerrou o ano como artilheiro do clube, com expressivos 32 gols.

Logo atrás apareceu outro brasileiro. Jacaré assinou 27 gols durante a campanha, enquanto Higor de Souza contribuiu com 20 tentos. Diego Nunes também teve participação decisiva ao balançar as redes 19 vezes, confirmando o enorme peso do futsal brasileiro na caminhada rumo ao título.

Técnico Cassiano Klein celebra força coletiva

Depois do apito final, Cassiano Klein, treinador de futebol de salão desde 2017, destacou o ambiente criado pelos torcedores durante toda a temporada e dividiu os méritos da conquista com os adeptos encarnados.

“Primeiro, agradecer muito aos adeptos pelo carinho que nós estamos a receber deles. Está a ser incrível, é uma sinergia. Hoje conseguimos o bicampeonato aqui dentro, a sentir esse carinho e estamos aqui a dividir essa alegria. É algo muito marcante para nós”, disse o treinador antes de prosseguir:

“Mesmo que os adeptos da equipa da casa os queiram abafar, eles não se entregam. Estão nos 40 minutos. São o maior exemplo para nós. Se eles não se entregam, nós também não nos podemos entregar”, completou.

Peléh exalta projeto e torcida do Benfica

Outro brasileiro que viveu intensamente a conquista do Benfica foi Peléh. Um dos líderes do elenco, o ala destacou o trabalho desenvolvido ao longo da temporada e afirmou que o grupo mereceu o bicampeonato.

“É uma sensação única. Estou muito feliz por todos, por este projeto lindo. Merecemos esta vitória, este título, trabalhámos muito para isso. Só nós sabemos o que passámos. Agora é desfrutar, comemorar bastante e aproveitar as férias”, afirmou o jogador antes de continuar:

“Sem palavras para os nossos adeptos. Um muito obrigado não chega. Do fundo do meu coração, nunca vi isto noutro lado. Os benfiquistas são surreais. Que nos continuem a apoiar, porque isso é muito importante para quem está cá dentro.”

Brasil volta a deixar marca em Portugal

Se dentro da quadra o Benfica voltou a afirmar-se como campeão nacional, fora dela a conquista reforçou, uma vez mais, a influência brasileira no futsal português. Após um longo jejum, as Águias escreveram mais um capítulo marcante da história do clube.

Mais do que um título, o bicampeonato representou a consolidação de um projeto vencedor que teve no talento brasileiro um dos seus principais pilares e que voltou a colocar o Benfica entre as grandes referências do futsal europeu.

*André Freixo, enviado especial da Agência RTI Esporte, direto de Portugal

Por que Rochele Nunes e Bárbara Timo trocaram o Brasil por Portugal? Entenda a história

Quando Rochele Nunes e Bárbara Timo trocaram o Brasil por Portugal, a decisão representou um passo na carreira. As duas apostaram em um projeto esportivo que oferecia melhores condições para disputar medalhas nas principais competições internacionais.

Anos depois, a aposta revelou-se certeira. As duas tornaram-se referências do judô português, representaram Portugal em Jogos Olímpicos, conquistaram medalhas em Campeonatos Mundiais e Europeus e ajudaram a elevar o nível da modalidade no país.

Um projeto que começou no Benfica

A aventura europeia começou em 2018, quando ambas aceitaram o convite do Benfica para integrar um ambicioso projeto de alto rendimento. O clube pretendia afirmar-se como uma potência europeia no judô e viu nas duas brasileiras atletas capazes de elevar imediatamente a competitividade da equipe.

Pouco depois, veio a naturalização, permitindo que representassem Portugal nas competições internacionais. As judocas encontraram uma estrutura profissional e um projeto voltado ao alto rendimento, fatores decisivos para a mudança de país.

O sonho era o mesmo

Ainda nos primeiros meses em Portugal, por exemplo, Rochele Nunes explicou, em declarações à Benfica TV prestadas no ano de 2019, que a trajetória sempre foi pavimentada lado a lado com Bárbara Timo.

“Estamos aqui pelo mesmo sonho e juntas somos mais fortes e é mais fácil. Quando a Bárbara ganhou a primeira medalha em Paris eu chorei muito porque sabia que era uma conquista importante para as duas. Consolidou a nossa vinda para Portugal.”

Telma Monteiro foi decisiva

Se houve uma pessoa que influenciou verdadeiramente essa mudança, essa pessoa foi Telma Monteiro. Muito antes de se tornarem companheiras de equipe, Rochele Nunes e Bárbara Timo já admiravam a maior judoca da história de Portugal.

A possibilidade de treinar diariamente com uma atleta do seu nível foi um dos principais argumentos para aceitarem o desafio europeu. Rochele nunca escondeu esse sentimento.

“Um dos maiores motivos para termos vindo para Portugal foi a Telma Monteiro, porque nós gostamos de treinar com os melhores e para mim a Telma é a melhor que temos no judô em Portugal. Não é à toa os resultados que tem, pois eu consigo ver a dedicação dela.”

Bárbara Timo compartilhava exatamente da mesma visão.

“Ela é um ícone em Portugal e no mundo. No Brasil ela tem muitos fãs. Ela transmite um ar muito confiante, tem uma mentalidade de campeã e é isso que eu admiro muito.”

Com o passar dos anos, a relação tornou-se ainda mais próxima. Rochele chegou a descrever Telma como uma espécie de “mãe” dentro da equipe, alguém que facilitou a adaptação das duas brasileiras e ajudou a criar um ambiente familiar no grupo.

Os resultados confirmaram a escolha

Os frutos não demoraram a aparecer. Bárbara Timo viveu, em 2019, o melhor momento da carreira. Isso porque ela conquistou a medalha de prata no Campeonato Mundial, tornando-se vice-campeã mundial por Portugal.

Mais tarde, somou ainda medalhas em Campeonatos Europeus e consolidou-se entre as melhores judocas da categoria até 70 kg. Já Rochele Nunes afirmou-se na categoria acima de 78 kg. Conquistou medalhas em Campeonatos Europeus.

Assim, passou a representar Portugal em Jogos Olímpicos e consolidou-se entre as principais judocas do mundo. Ao lado de Bárbara Timo, também contribuiu para importantes conquistas do Benfica no cenário europeu.

Um projeto que mudou duas carreiras e duas vidas

A decisão de representar Portugal permitiu às duas atletas encontrarem exatamente aquilo que procuravam: um projeto esportivo estável, condições de excelência e a possibilidade de competir regularmente no mais alto nível.

O Benfica ofereceu uma estrutura profissional. A seleção portuguesa abriu-lhes as portas das grandes competições internacionais. E Telma Monteiro transformou-se na referência que ambas procuravam para evoluir diariamente.

Atualmente, Rochele Nunes e Bárbara Timo são referências do judô português. As duas seguem conquistando medalhas pelo Benfica e por Portugal, sem perder os laços com o Brasil, onde iniciaram suas carreiras.

*André Freixo, enviado especial da Agência RTI Esporte, direto de Portugal

Ídolo volta ao Flamengo após dez anos e assume comando do basquete rubro-negro

O Flamengo oficializou o retorno de Gegê Chaia ao clube nesta semana, dez anos depois da saída do ex-armador como jogador. O ídolo rubro-negro chega à Gávea como coordenador do basquete rubro-negro.

A Agência RTI Esporte apurou que a contratação faz parte do planejamento para a próxima temporada do NBB. Gegê Chaia comandará o departamento de basquete, da base ao profissional, com a missão de manter o Flamengo entre os protagonistas da modalidade.

A escolha também reforça uma estratégia do clube de valorizar profissionais identificados com sua história. Além do conhecimento técnico, Chaia carrega uma trajetória vitoriosa como atleta vestindo a camisa rubro-negra.

Passagem pelo Vasco teve reconstrução e dificuldades

Antes de retornar ao Flamengo, Gegê Chaia trabalhou por três temporadas no Vasco da Gama. Contratado para reconstruir o projeto de basquete, ajudou a recolocar a equipe entre as principais forças da modalidade no país.

O objetivo inicial foi alcançado. Sob sua gestão, o Vasco voltou ao NBB após anos de ausência e retomou espaço no basquete nacional. Na primeira temporada, a equipe terminou a fase de classificação em quinto lugar, além de garantir vaga na Copa Super 8 e na Liga Sul-Americana.

No entanto, o ciclo terminou em meio a uma crise esportiva e financeira. Em maio, Gegê Chaia foi comunicado por telefone sobre sua saída, junto com integrantes da comissão técnica e funcionários do departamento.

O desligamento do rival aconteceu após o rebaixamento da equipe principal para a segunda divisão, em abril, encerrando um período marcado por avanços estruturais, mas sem conquistas de títulos na modalidade.

Gegê foi protagonista da era de ouro do Flamengo

A volta ao Flamengo representa um reencontro com um dos períodos mais vitoriosos da história recente do clube. Antes de assumir uma função administrativa, Gegê Chaia foi jogador rubro-negro entre 2010 e 2016.

Como armador, participou de uma geração que dominou o basquete brasileiro. Durante sua passagem pela equipe profissional, conquistou 11 títulos, incluindo quatro edições consecutivas do NBB, a Liga das Américas e o Mundial Interclubes de 2014.

A identificação com o clube é um dos fatores que pesaram para o retorno. A diretoria acredita que o conhecimento adquirido dentro e fora das quadras pode ajudar no desenvolvimento de novos talentos e na manutenção da competitividade do elenco principal.

Flamengo também movimenta o mercado

Além da contratação de Gegê Chaia para a coordenação do basquete, o Flamengo segue trabalhando na montagem do elenco para a próxima temporada. O clube confirmou a chegada do ala-pivô Luís Montero, reforço pensado para ampliar as opções da equipe.

Em contrapartida, o Flamengo também oficializou a saída do ala Gui Deodato durante a janela de transferências. A diretoria entende que a combinação entre reforços dentro de quadra e uma nova estrutura administrativa pode fortalecer o projeto de longo prazo.

Com experiência como jogador, passagem pelo Vasco e forte ligação com o Flamengo, Gegê Chaia retorna à Gávea para assumir um novo desafio na gestão. A missão será manter o protagonismo rubro-negro e preparar o clube para os próximos ciclos do basquete nacional.

Dricus du Plessis e Kamaru Usman Lideram o UFC Oklahoma City em Noite de Forte Presença Brasileira

O octógono vai tremer na noite deste sábado, 18 de julho de 2026, a partir das 21h (horário de Brasília), direto da vibrante Oklahoma City, nos Estados Unidos. Com transmissão ao vivo e exclusiva para os fãs através da plataforma Paramount+, o card principal do UFC Oklahoma City traz como grande atração o explosivo duelo pela elite dos pesos-médios entre o número 2 do ranking, o sul-africano Dricus du Plessis, e o temido ex-campeão Kamaru Usman. Além desse embate de proporções globais, a noite de gala do MMA internacional terá forte sotaque brasileiro, com as participações decisivas de Tabatha Ricci no peso-palha e Levi Rodrigues Jr. nos meio-pesados, prontos para representar o país em confrontos de altíssimo nível que prometem incendiar a arena norte-americana.

Esquadrão Brasileiro em Ação no Octógono de Oklahoma City

Nesta edição, a representação brasileira vem com tudo para este show marcial, em solo estrangeiro, buscando fincar a bandeira verde e amarela com vitórias contundentes que garantam visibilidade e saltos importantes nos rankings de suas respectivas divisões. Na categoria dos pesos meio-pesados, o representante nacional Levi Rodrigues Jr. sobe ao octógono para medir forças em um duelo eletrizante contra Felipe Franco. O confronto promete extrema intensidade física e técnica desde o primeiro soar do gongo, exigindo estratégia e foco absoluto para suportar a pressão do evento internacional.

Em outra atração de enorme apelo para o público do Brasil, a emoção toma conta do peso-palha feminino. A talentosa e resiliente Tabatha Ricci entra em ação para encarar a atleta estadunidense Fatima Kline, que terá torcida local. Trata-se de um compromisso de extrema importância para a consolidação de Ricci na elite da divisão, prometendo testar ao limite a sua trocação ágil, a defesa de quedas e a perigosa técnica de solo em busca de mais um resultado positivo fora de casa.

O Clímax dos Pesos-Médios: Dricus du Plessis vs. Kamaru Usman

O combate mais aguardado da noite coloca frente a frente dois grandes nomes da elite global das artes marciais mistas. O sul-africano Dricus du Plessis ocupa atualmente a segunda posição do ranking dos pesos-médios e vive uma fase espetacular na organização, embalado por exibições avassaladoras. Do outro lado do cage, o nigeriano Kamaru Usman, dono de uma trajetória lendária na modalidade e atualmente na nona posição da categoria, busca impor seu estilo dominante de wrestling e trocação pesada para superar o desafio e provar que continua entre os melhores do mundo. É um confronto de xadrez humano que promete testar a resistência física, o gás e o QI de luta de ambos os atletas na corrida rumo ao topo da divisão até 84kg.

Outros Combates de Destaque no Card Principal

Além do aguardado embate principal entre Du Plessis e Usman e da forte presença dos atletas brasileiros, o card reserva outras grandes atrações para os aficionados por lutas que acompanharão o evento. Na mesma divisão dos médios, o experiente norte-americano Jared Cannonier, número 10 do ranking oficial, terá a dura missão de medir forças com o perigoso Christian Leroy Duncan, atual número 12 da categoria. Será um duelo fundamental para definir os rumos da divisão e manter os atletas na rota de disputas ainda maiores no segundo semestre da temporada.

A preparação rigorosa exigida para eventos desse porte internacional demanda meses de treinamentos intensos, campings exaustivos e estratégias minuciosamente desenhadas pelas equipes técnicas. Com uma combinação perfeita de atletas consagrados, grandes rivalidades técnicas e promessas em busca de afirmação, o UFC Oklahoma City consolida-se de forma absoluta como um prato cheio imperdível para todos os fãs que respiram o esporte e acompanham cada detalhe do cenário global da modalidade.

Felipe Froes Carrega o Brasil no ACA 206 em Moscou

MOSCOU, Rússia – O peso-leve brasileiro Felipe Froes se prepara para um momento de extrema importância em sua consolidada carreira internacional ao subir no octógono do ACA 206, agendado para o dia 15 de agosto, na Megasport Arena, na capital russa, onde enfrentará o veterano Vener Galiev. O ex-campeão mundial, que busca manter o embalo e ampliar sua sequência positiva na organização russa, traz na bagagem a vasta experiência de anos competindo na elite do leste europeu, pronto para escrever mais um capítulo de destaque pela bandeira verde e amarela no cenário global das artes marciais mistas.

A Trajetória de Superação e o Peso da Experiência no Octógono

A trajetória de Felipe Froes no esporte é marcada pela coragem inabalável de encarar grandes desafios longe de casa, fincando raízes e enfrentando os melhores atletas do planeta em territórios altamente competitivos. Natural de Ananindeua, no Pará, e com passagens de destaque por grandes equipes do cenário nacional e internacional, o brasileiro construiu uma reputação sólida baseada na disciplina, na resiliência e em uma trocação afiada que o levou ao topo da organização anos atrás, quando conquistou o cinturão da divisão.

No entanto, o compromisso agendado para o solo moscovita carrega um tempero especial e desafiador. Do outro lado do cage estará o experiente lutador russo Vener Galiev, um nome tradicional do circuito que conta com o apoio maciço da torcida local presente nas arquibancadas da Megasport Arena. Galiev tentará impor seu ritmo e sua vasta bagagem acumulada ao longo dos anos para frear o ímpeto técnico do brasileiro. Contudo, Froes está mais do que acostumado a lidar com ambientes hostis, pressões externas e adversários duríssimos, sabendo exatamente como transformar a energia contrária da arena em combustível puro para buscar mais um triunfo maiúsculo para o seu cartel profissional.

A Estratégia Tática rumo a Mais um Triunfo Internacional

O confronto tático entre o brasileiro e o atleta da casa tem todos os ingredientes necessários para se desenhar como uma verdadeira batalha de xadrez humano unida à intensidade implacável da modalidade. Enquanto Felipe Froes aposta em seu dinamismo, na movimentação constante, no alto volume de golpes e na precisão da trocação para neutralizar as investidas do adversário, a experiência do oponente russo exige cautela redobrada, paciência estratégica e atenção máxima a qualquer brecha deixada no raio de ação.

A preparação rigorosa exigida para eventos desse porte internacional demanda semanas de suor intenso, campings de treinamento exaustivos, cortes de peso milimetricamente calculados e ajustes táticos cirúrgicos traçados pela equipe de corner. Para Froes, administrar o gás com sabedoria ao longo dos rounds, impor o seu ritmo característico desde o soar do gongo inicial e anular a pressão de lutar em solo estrangeiro serão as chaves fundamentais e definitivas para convencer os jurados ou buscar a interrupção antes do limite, garantindo que o braço seja erguido com autoridade ao final do duelo em Moscou.

O Legado Construído na Raça e a Expectativa para o Evento

A consolidação de um atleta no cenário internacional das artes marciais mistas não depende apenas de vitórias isoladas, mas da consistência mantida ao longo de anos de batalhas árduas contra a elite global. Ao pisar no cage do ACA 206, o paraense reafirma o seu compromisso inegociável com a excelência técnica e com a espetacularização do esporte, mostrando aos fãs de lutas que a escola brasileira continua produzindo grandes guerreiros capazes de brilhar nos maiores palcos do mundo, independentemente da distância de casa ou da pressão exercida pelas torcidas locais adversárias.

Com a transmissão ao vivo garantida para todos os fãs de lutas através da plataforma oficial da organização (aca-mma.com), o ACA 206 consolida-se de forma absoluta como um dos eventos mais importantes e aguardados do calendário global de lutas, tendo na performance e na busca pela vitória de Felipe Froes um dos grandes atrativos e motivos de orgulho para o público brasileiro que respira o esporte. A expectativa em torno do desempenho do atleta é enorme, visto que sua capacidade de adaptação em solo estrangeiro já foi provada em diversas outras oportunidades ao longo dos anos de dedicação ao MMA profissional.

Olho no Topo: Mario Bautista Abre o Jogo sobre Possível Duelo com o Ex-Parceiro Sean O’Malley

O sonho de alcançar o topo absoluto da divisão dos pesos-galos (até 61 kg) do Ultimate Fighting Championship parece cada vez mais próximo e tangível para Mario Bautista. Após cravar uma atuação impecável e conquistar uma importante vitória por decisão unânime sobre Cory Sandhagen no agitado UFC 329, o talentoso lutador norte-americano consolidou definitivamente o seu nome entre os principais postulantes ao cinturão da categoria. No entanto, o avanço rumo à glória máxima e a tão sonhada chance pelo título mundial podem cobrar um preço emocional e profissional bastante peculiar: a possibilidade real de ter que cruzar o caminho de Sean O’Malley, que além de ser uma das maiores estrelas da organização é também seu ex-companheiro de treinos e amigo de longa data.

A Sombra do Título e a Realidade Cruel dos Negócios no MMA

A vitória expressiva obtida no último sábado não apenas colocou Bautista em uma posição de destaque absoluto na divisão até 61 kg, mas também encurtou consideravelmente a distância para um confronto direto contra o topo da categoria, onde O’Malley figura com destaque. Ciente de que o topo da cadeia alimentar no MMA profissional raramente abre espaço para sentimentalismos quando o cinturão dourado está em jogo, Bautista demonstrou um pragmatismo impressionante ao projetar o cenário de uma eventual colisão dentro do octógono mais famoso do mundo.

Para o lutador, o profissionalismo e a busca pelo objetivo máximo de sua carreira esportiva devem falar mais alto do que qualquer laço afetivo construído no passado. Em entrevista recente concedida à MMA Junkie Radio, o peso-galo abriu o jogo sobre a situação e explicou como enxerga essa possibilidade de divisão de vestiário na hora de disputar o lugar mais alto do pódio:

“Não conversei com ele, mas acho que ambos entendemos que, se for para disputar o primeiro lugar e, consequentemente, o título, o que mais poderíamos fazer? Então, acho que temos que estar preparados para esse cenário.”declarou Bautista, demonstrando foco total na corrida pelo título.

Do outro lado do tabuleiro, a reação de Sean O’Malley manteve exatamente a mesma toada de respeito mútuo e sobriedade. Embora o ex-campeão tenha admitido publicamente em suas redes sociais e podcasts que a perspectiva de enfrentar um antigo parceiro de treinos seja uma situação considerada “estranha” e “complicada”, ele também fez questão de se mostrar plenamente aberto à ideia, caso os caminhos na organização comandada por Dana White assim o exijam no futuro próximo da divisão.

As Raízes no The MMA Lab e a Evolução Conjunta nas Trincheiras

Para compreender o verdadeiro peso e a complexidade emocional de um possível duelo entre Bautista e O’Malley, é fundamental olhar para o passado e resgatar as origens de ambos na respeitada academia The MMA Lab, localizada no estado americano do Arizona. Foi justamente nos primeiros anos de dedicação integral à modalidade que os dois moldaram seus estilos lado a lado, enfrentando as dificuldades típicas de quem está começando do zero no esporte.

Bautista fez questão de detalhar esse período de formação, lembrando com carinho e nostalgia dos dias em que ainda tentavam encontrar seu espaço no cenário competitivo:

  • Os Dias de Novatos: Bautista recorda que, no início da jornada como atletas amadores, formava um trio de estreantes cheio de sonhos ao lado de Kyler Phillips e do próprio Sean O’Malley.

  • A Rotina de Superação: Segundo o peso-galo, o grupo inicial funcionava basicamente como o alvo dos treinos pesados, servindo de sparring para os veteranos que já competiam no UFC, o que acabou forjando um laço de irmandade indestrutível entre os jovens.

  • Os Rumos Distintos na Carreira: Com o passar dos anos e o amadurecimento técnico, as trajetórias tomaram direções corporativas e acadêmicas diferentes, incluindo a saída de O’Malley da equipe, o que naturalmente reduziu a convivência diária, mas preservou intacto o respeito adquirido nas trincheiras de treino.

“Não somos super próximos nem nada, mas no começo, nós dois éramos amadores no The Lab. Éramos dois caras jovens… Crescendo juntos assim, você cria um laço forte… Acho que o Sean é um bom amigo. É só que, agora que não estamos mais na mesma academia, não interagimos tanto, mas nos vemos de vez em quando e sempre rola uma vibe boa, nada de estranho.”pontuou Bautista sobre a atual dinâmica do relacionamento.

Com o cenário dos pesos-galos cada vez mais afunilado e a cobrança constante por novos desafiantes de peso na elite do Ultimate, a amizade construída nos primórdios da carreira poderá muito em breve ser colocada à prova sob os holofotes implacáveis da pressão midiática e competitiva, provando que, no topo do esporte, o destino muitas vezes obriga velhos parceiros a decidirem quem reina absoluto.

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