Por que Rochele Nunes e Bárbara Timo trocaram o Brasil por Portugal? Entenda a história

Quando Rochele Nunes e Bárbara Timo trocaram o Brasil por Portugal, a decisão representou um passo na carreira. As duas apostaram em um projeto esportivo que oferecia melhores condições para disputar medalhas nas principais competições internacionais.

Anos depois, a aposta revelou-se certeira. As duas tornaram-se referências do judô português, representaram Portugal em Jogos Olímpicos, conquistaram medalhas em Campeonatos Mundiais e Europeus e ajudaram a elevar o nível da modalidade no país.

Um projeto que começou no Benfica

A aventura europeia começou em 2018, quando ambas aceitaram o convite do Benfica para integrar um ambicioso projeto de alto rendimento. O clube pretendia afirmar-se como uma potência europeia no judô e viu nas duas brasileiras atletas capazes de elevar imediatamente a competitividade da equipe.

Pouco depois, veio a naturalização, permitindo que representassem Portugal nas competições internacionais. As judocas encontraram uma estrutura profissional e um projeto voltado ao alto rendimento, fatores decisivos para a mudança de país.

O sonho era o mesmo

Ainda nos primeiros meses em Portugal, por exemplo, Rochele Nunes explicou, em declarações à Benfica TV prestadas no ano de 2019, que a trajetória sempre foi pavimentada lado a lado com Bárbara Timo.

“Estamos aqui pelo mesmo sonho e juntas somos mais fortes e é mais fácil. Quando a Bárbara ganhou a primeira medalha em Paris eu chorei muito porque sabia que era uma conquista importante para as duas. Consolidou a nossa vinda para Portugal.”

Telma Monteiro foi decisiva

Se houve uma pessoa que influenciou verdadeiramente essa mudança, essa pessoa foi Telma Monteiro. Muito antes de se tornarem companheiras de equipe, Rochele Nunes e Bárbara Timo já admiravam a maior judoca da história de Portugal.

A possibilidade de treinar diariamente com uma atleta do seu nível foi um dos principais argumentos para aceitarem o desafio europeu. Rochele nunca escondeu esse sentimento.

“Um dos maiores motivos para termos vindo para Portugal foi a Telma Monteiro, porque nós gostamos de treinar com os melhores e para mim a Telma é a melhor que temos no judô em Portugal. Não é à toa os resultados que tem, pois eu consigo ver a dedicação dela.”

Bárbara Timo compartilhava exatamente da mesma visão.

“Ela é um ícone em Portugal e no mundo. No Brasil ela tem muitos fãs. Ela transmite um ar muito confiante, tem uma mentalidade de campeã e é isso que eu admiro muito.”

Com o passar dos anos, a relação tornou-se ainda mais próxima. Rochele chegou a descrever Telma como uma espécie de “mãe” dentro da equipe, alguém que facilitou a adaptação das duas brasileiras e ajudou a criar um ambiente familiar no grupo.

Os resultados confirmaram a escolha

Os frutos não demoraram a aparecer. Bárbara Timo viveu, em 2019, o melhor momento da carreira. Isso porque ela conquistou a medalha de prata no Campeonato Mundial, tornando-se vice-campeã mundial por Portugal.

Mais tarde, somou ainda medalhas em Campeonatos Europeus e consolidou-se entre as melhores judocas da categoria até 70 kg. Já Rochele Nunes afirmou-se na categoria acima de 78 kg. Conquistou medalhas em Campeonatos Europeus.

Assim, passou a representar Portugal em Jogos Olímpicos e consolidou-se entre as principais judocas do mundo. Ao lado de Bárbara Timo, também contribuiu para importantes conquistas do Benfica no cenário europeu.

Um projeto que mudou duas carreiras e duas vidas

A decisão de representar Portugal permitiu às duas atletas encontrarem exatamente aquilo que procuravam: um projeto esportivo estável, condições de excelência e a possibilidade de competir regularmente no mais alto nível.

O Benfica ofereceu uma estrutura profissional. A seleção portuguesa abriu-lhes as portas das grandes competições internacionais. E Telma Monteiro transformou-se na referência que ambas procuravam para evoluir diariamente.

Atualmente, Rochele Nunes e Bárbara Timo são referências do judô português. As duas seguem conquistando medalhas pelo Benfica e por Portugal, sem perder os laços com o Brasil, onde iniciaram suas carreiras.

*André Freixo, enviado especial da Agência RTI Esporte, direto de Portugal

João Fonseca faz história em Roland Garros e iguala feito que Brasil não alcançava desde 2004; saiba detalhes

João Fonseca continua transformando o Roland Garros 2026 em um torneio para entrar definitivamente na memória do esporte brasileiro. O jovem tenista de 19 anos venceu o norueguês Casper Ruud por 3 sets a 1 e garantiu classificação para as quartas de final do Grand Slam disputado em Paris, alcançando a melhor campanha de sua carreira no saibro francês.

Com o resultado, Fonseca encerrou um longo jejum do tênis nacional. O Brasil não tinha um representante nas quartas de final de Roland Garros desde 2004, quando Gustavo Kuerten realizou sua última grande campanha no torneio que ajudou a eternizar seu nome na história da modalidade.

Quem são os outros “imortais” do tênis brasileiro?

A classificação também coloca João Fonseca em um grupo extremamente seleto. Nos últimos 30 anos, apenas quatro brasileiros alcançaram as quartas de final da chave de simples em Roland Garros: Gustavo Kuerten, Fernando Meligeni, Bia Haddad Maia e agora o jovem carioca.

Gustavo Kuerten é, ainda, o nome maior com cinco presenças nesta fase da competição: 1997, 1999, 2000, 2001 e 2004. Bia Haddad Maia, por sua vez, foi a última brasileira a conseguir este feito mas no setor feminino tendo alcançado as quartas em 2023. O feito reforça a dimensão da campanha construída pelo tenista, que vem superando desafios cada vez maiores ao longo da competição.

A trajetória começou com uma vitória convincente sobre o francês Luka Pavlovic por 3 sets a 0 na estreia. Na segunda rodada, João Fonseca mostrou poder de reação ao virar uma partida complicada diante do croata Dino Prizmic, vencendo por 3 sets a 2.

Vencer Novak Djokovic levou João Fonseca ao mediatismo mundial

O momento que chamou a atenção do mundo do tênis, porém, aconteceu na terceira rodada. Em uma batalha épica disputada na tradicional quadra Philippe Chatrier, o brasileiro derrotou Novak Djokovic por 3 sets a 2. A vitória sobre uma das maiores lendas da história do esporte elevou ainda mais a confiança do jovem e aumentou a expectativa em torno de sua campanha.

Diante de Casper Ruud, especialista em saibro e presença constante entre os principais nomes do circuito nos últimos anos, João Fonseca voltou a demonstrar maturidade acima da média para controlar os momentos decisivos da partida e confirmar a classificação histórica.

Jovem é considerado como grande promessa a nível internacional

O desempenho em Paris reforça aquilo que muitos especialistas já apontavam desde o início da temporada: João Fonseca é uma das maiores promessas do tênis mundial. Mais do que os resultados, chama atenção a forma como o brasileiro tem encarado adversários experientes em um dos palcos mais exigentes do esporte.

Agora, com vaga garantida entre os oito melhores de Roland Garros, João Fonseca segue alimentando o sonho de ampliar ainda mais sua campanha. Independentemente do que acontecer nas próximas rodadas, o brasileiro já entrou para a história ao recolocar o país entre os protagonistas do Grand Slam francês após mais de duas décadas.

*André Freixo, enviado especial da Agência RTI Esporte, direto de Portugal

Fórmula 1 hoje: Gabriel Bortoleto manda recado aos torcedores

O piloto Gabriel Bortoleto, não poupou elogios ao falar de sua primeira temporada na Fórmula 1. Entre os destaques para o brasileiro está a torcida, que o motivou a obter melhores resultados com os recursos limitados da Sauber.

A saber, Gabriel chegou à elite do automobilismo após um longo hiato sem brasileiros na categoria. O último brasileiro a disputar uma corrida de Fórmula 1 tinha sido Felipe Massa, a bodo de uma WIlliams, em distante 2017.

Gabriel Bortoleto viveu momentos de altos e baixos no Grande Prêmio do Brasil.  O piloto se acidentou nas corridas Sprint e de domingo, mas contou com o total apoio e amparo do torcedor brasileiro.

“Eu amo o carinho dos fãs. Eles me apoiam muito. O Grande Prêmio no Brasil não foi fácil para mim. Mas, ao mesmo tempo, foi provavelmente a experiência mais incrível que já tive na vida”, comentou Gabriel.

Gabriel Bortoleto conquistou pontos e disputou por posições na temporada

Gabriel Bortoleto também galgou posições ao longo da temporada. O equipamento frágil da Sauber perdeu espaço para o empenho do brasileiro, que buscou o melhor acerto do carro para conquistar boas posições.

Sendo assim, o brasileiro terminou o Grande Prêmio da Hungria na sexta colocação, a sua melhor posição em sua temporada de estreia na Fórmula 1.

“Ouvir aquela multidão gritando meu nome e, um dia, eu ser o garoto ali torcendo por alguém… É um sonho realizado e ter todo esse povo brasileiro me apoiando. Somos tantos. É simplesmente incrível”, concluiu.

Gabriel Bortoleto se prepara para a sua segunda temporada no Mundial de Fórmula 1. Vale ressaltar que a Audi comprou a Sauber, o que promete melhor adaptação ao novo regulamento do campeonato.

Por fim, a equipe alemã irá apresentar o seu novo carro no próximo dia 20 de janeiro. O evento, que será realizado em Berlim, na Alemanha, contará com transmissão ao vivo nas redes sociais.

Oscar Maroni, o homem que deu palco aos guerreiros

Morreu Oscar Maroni, criador do Show Fight e um dos nomes mais marcantes da história do entretenimento esportivo ligado às lutas no Brasil. Visionário, polêmico, ousado e apaixonado pelo combate, “Don” foi responsável por abrir espaço, revelar talentos e transformar o ringue em vitrine quando quase ninguém acreditava que aquilo era possível.

A notícia de sua despedida pesa porque Oscar Maroni não foi apenas um promotor. Ele foi um construtor de caminhos. Em uma época em que o MMA ainda engatinhava, sem glamour, sem grandes patrocinadores e sem respeito institucional, ele apostou no que muitos chamavam de loucura: dar palco a lutadores que só tinham coragem, treino e sonho.

O Show Fight nasceu desse impulso. Não como um produto formatado, mas como um grito de resistência. Ali, muitos guerreiros tiveram sua primeira grande chance. Alguns chegaram ao topo, outros ficaram pelo caminho, mas todos carregaram a marca de quem acreditou neles quando o mercado ainda virava o rosto.

Oscar Maroni entendia que luta é mais do que troca de golpes. É narrativa, identidade, sobrevivência. Sabia que o espetáculo só funciona quando existe verdade no olhar de quem entra no ringue. Por isso, seu legado vai além dos eventos realizados: está nas histórias que ajudou a escrever, nos destinos que alterou e no respeito que conquistou.

Popularização do esporte criado por Oscar Maroni

Com o passar dos anos, o esporte cresceu, se profissionalizou, virou indústria. Muitos chegaram depois, surfando a onda, confundindo barulho com relevância. Don Maroni veio antes. Pagou o preço da ousadia, enfrentou críticas, carregou controvérsias — como todo personagem que realmente faz diferença.

Hoje, ao nos despedirmos, fica a lembrança de um tempo mais cru, mais verdadeiro, em que promover lutas era um ato de fé. Don Maroni deixa saudade, história e um legado que não se mede em números, mas em vidas tocadas.

Porque alguns homens não passam pelo esporte.
Eles ficam.

Descanse em paz, Oscar Maroni.

São Silvestre 2025: onde assistir a 100ª edição da maratona?

Antes de tudo, a tradicional corrida de São Silvestre chega a sua centésima edição nesta quarta-feira (31). A maratona, que marca o último dia do ano, terá a largada do pelotão de elite às 7h40 (de Brasília), na Avenida Paulista, em São Paulo.

Ao todo, 55 mil corredores se inscreveram para disputar esta edição da São Silvestre. A saber, o número é um recorde para a maratona ao longo dos cem anos.

A prova conta com um percurso de 45 km.  Logo, neste prisma, pontos turísticos de São Paulo, como Estádio Pacaembu, Theatro Municipal, Praça da República e Elevado Presidente João Goulart (Minhocão) são alguns cenários percorridos por corredores ao longo da maratona.

Domínio feminino na edição de 2025

Outro fator curioso está relacionado ao número de mulheres inscritas. A saber, nesta edição, serão 25.850 corredoras, o que representa o percentual de 47% dos atletas confirmados.

O Brasil tem grande tradição na Corrida de São Silvestre, mas não sobe no alto do pódio há um certo tempo.

O último brasileiro a vencer a maratona foi Marilson dos Santos, em um distante 2010.  Já em relação às mulheres, Lucélia Peres se sagrou campeã na edição de 2006.

Vale destacar que a primeira edição da Corrida de São Silvestre aconteceu no ano de 1925. A maratona, idealizada pelo jornalista Cásper Líbero, passou por algumas adaptações ao longo do tempo, o que incluem mudanças nos horários e trajetos.

Onde assistir a 100ª edição da maratona?

A Rede Globo e TV Gazeta ficarão responsáveis pela transmissão ao vivo do evento.

O primeiro pelotão, formado por cadeirantes, terá a sua largada às 7h25 (de Brasília). Já os atletas de elite iniciarão o percurso às 7h40 (de Brasília).

Veja a grade de horários

7h25 – Atletas PCD (cadeirantes)
7h40 – Elite feminina
8h05 – Elite masculina
8h06 – PCD (demais categorias)
8h08 – Pelotão premium (masculino e feminino)
8h10 – Pelotão geral (masculino e feminino)

 

 

 

 

 

Nascar: Denny Hamlin enfrenta tragédia familiar após incêndio

Antes de tudo, Denny Hamlin, da Nascar, foi vítima de uma tragédia familiar no último domingo (28). A saber, o pai do piloto, Dennis Hamlin, morreu em um incêndio em sua residência, na cidade de Stanley, na Carolina do Norte.

A mãe de Denny, Mary Lou Hamlin, estava dentro do imóvel que foi tomado pelas chamas. Ela está internada em estado grave, em um hospital localizado em Winston-Salem.

Conforme as autoridades,  o incêndio teve o seu início por volta das 18h19 (horário local). Bombeiros foram acionados para conter as chamas, encontrando os pais de Denny Hamlin caídos do lado de fora do imóvel.

As unidades de saúde encaminharam o casal para um hospital em estado crítico. A saber, o pai do piloto não resistiu aos ferimentos e queimaduras, falecendo poucas horas após o acidente.

O Corpo de Bombeiros avalia a causa e a origem do incêndio. O trabalho exige análise minuciosa devido às condições do imóvel após a tragédia.

Pai de Hamlin teve papel importante na carreira do filho

O pai de Denny Hamlin teve papel fundamental na formação esportiva do piloto. Apaixonado por automobilismo, Dennis acompanhou de perto a trajetória do filho desde a infância, participando ativamente de seus primeiros contatos com as corridas.

“Eu vi o potencial dele na primeira vez que o vi dirigir um kart aos 7 anos de idade. Ele não tinha medo de nada. Ele podia entrar em qualquer coisa e simplesmente voar”, declarou Dennis em uma entrevista em 2006.

Vale ressaltar também que Dennis hipotecou a sua casa e vendeu carros clássicos da família para realizar o sonho do filho. A determinação do patriarca foi um estímulo para Denny, que está no top 10 dos melhores pilotos da Nascar Cup Series.

Logo, neste contexto,  Denny Hamlin contabiliza 60 vitórias, entre estes três triunfos na tradicional Daytona 500.

“Ele foi quem me colocou nas corridas. Apenas me levou a uma pista de corrida quando eu tinha 5 anos, depois fez todos os sacrifícios financeiros para me manter”, iniciou o piloto.

“Vendemos tudo o que tinham, quase perdemos a casa algumas vezes… Só tentou manter tudo funcionando. Estou feliz que ele conseguiu ver 60. Isso foi super importante para mim”, complementou Denny Hamlin ao atingir a marca de 60 vitórias em Las Vegas.

Por fim, essa é a segunda tragédia envolvendo pilotos da Nascar neste mês de dezembro. No dia 18, Greg Biffle morreu ao lado de sua esposa e filhos em um acidente aéreo, também na Carolina do Norte.

 

 

Fórmula 1 hoje: Gabriel Bortoleto faz balanço da temporada 2025

O piloto Gabriel Bortoleto, da Audi,  demonstrou satisfação ao avaliar a sua primeira temporada na Fórmula 1.  A saber, o novato progrediu junto da Sauber ao longo do ano, conquistando pontos importantes para o Brasil.

Além de Bortoleto, o circo da Fórmula 1 contou com outros três estreantes na temporada. Foram eles, Andrea Kimi Antonelli, da Merceders, Isack Hadjar, da Racing Bulls, e Oliver Bearman, da Haas.

A ascensão de Gabriel, que teve um sexto lugar como melhor resultado, foi  motivo de elogios para os chefes da Sauber,  Jonathan Wheatley e Mattia Binotto.

“Acho que conquistei muito este ano. É um carro que, no início do ano, estava completamente descartado e certamente não era um carro para pontuar”, iniciou Bortoleto, antes de relembrar o acidente na primeira etapa do mundial, o GP da Austrália.

“Na primeira corrida do ano, muitos pilotos bateram e eu era um estreante, então provavelmente não aproveitei todas as oportunidades que tive naquela corrida. Mas sabíamos que nosso verdadeiro ritmo era para pontuar, só em Barcelona”.

Gabriel Bortoleto também se posicionou sobre o avanço da Sauber

A Sauber iniciou a temporada como uma equipe do fundo do pelotão. Com muito esforço coletivo, a equipe suíça galgou bons resultados tanto com Gabriel Bortoleto, como com Nico Hulkenberg,  o seu companheiro de equipe.

Enquanto o brasileiro teve um sexto lugar como melhor resultado, o experiente piloto alemão conquistou um pódio ao terminar o Grande Prêmio da Inglaterra na terceira posição.

Para Gabriel Bortoleto, o progresso da Sauber foi um estímulo para a equipe, que começou a desenvolver o carro da Audi para a temporada 2026.

“Depois, obviamente, tivemos uma sequência muito forte no verão, onde conquistamos muitos pontos para a equipe. E eu senti que estava tendo um desempenho incrível”, explicou.

“Então paramos de desenvolver o carro para nos concentrarmos no próximo ano. Algumas outras equipes continuaram, então talvez tenhamos dado um passo para trás. Mas ainda estamos na briga por pontos a cada fim de semana”, concluiu Bortoleto.

Quem é Greg Biffle, piloto da Nascar, que morreu em acidente aéreo?

O ex-piloto da Nascar Greg Biffle, sua esposa Cristina Grossu e os filhos de 14 e 5 anos morreram nesta quinta-feira (18), em um acidente aéreo no Aeroporto Regional de Stateville, na Carolina do Norte.

Segundo informações, o acidente ocorreu quando o Cessna C550 de Biffle saiu da pista em seu processo de aterrissagem.  A saber, a aeronave explodiu ao chegar no fim da área operacional do aeroporto.

Equipes de emergência se dirigiram ao local, mas não encontraram sobreviventes entre os destroços.  O caso é investigado pela Federal Aviation Administration e pelo gabinete do xerife do Condado de Iredell.

Vale ressaltar que ainda não há informações conclusivas sobre o acidente com o avião de Greg Biffle.  Sendo assim, as autoridades avaliam falha mecânica, erro humano ou condições climáticas adversas.

Greg Biffle era um ícone da stock car norte-americana

Greg Biffle, aos 55 anos, figurava como um verdadeiro ícone do automobilismo norte-americano. Pela Cup Series, principal divisão da Nascar, o piloto disputou 515 corridas, com 19 vitórias e diversos pódios.

Ele ainda tem em seu currículo os títulos da Xfinity Series, uma espécie de segunda divisão da Nascar, e da Craftsman Truck Series, a categoria das caminhonetes norte-americanas.

As boas atuações de Greg Biffle garantiram ao norte-americano um espaço na lista dos 75 Maiores Pilotos da História da Nascar. Em resumo, a categoria reconheceu a importância do piloto para o crescimento do esporte ao nível nacional e internacional.

Já aposentado, Greg Biffle costumava se envolver em causas humanitárias. Cristão-Protestante, o ex-piloto auxiliou na reconstrução dos Estados da Flórida, Geórgia, Carolina do Norte e Carolina do Sul após a passagem do furacão Helene, em 2024.

A morte de Greg Biffle e de sua família provocou uma onda de comoção na comunidade do automobilismo norte-americano. Logo, outros pilotos e admiradores do esporte prestaram homenagens a ele.

Por fim, a Nascar ainda não se pronunciou sobre o óbito do ex-piloto.

Fórmula 1 anuncia o retorno do GP de Portugal; saiba detalhes

Antes de tudo, a Fórmula 1 confirmou o retorno do GP de Portugal nas temporadas de 2027 e 2028. O anúncio foi compartilhado nesta terça-feira (16), nas redes sociais da categoria.

Conforme a publicação da F1, a corrida acontecerá no Autódromo Internacional do Algarve, em Portimão.  A saber, a corrida deve substituir o GP da Holanda, que deixará o circo em 2026.

GP de Portugal em Portimão

O autódromo de Portimão marcou o retorno de Portugal ao circo da Fórmula 1 nos anos de 2020 e 2021.  Sendo assim, na ocasião, as duas provas ocorreram em meio a pandemia da Covid-19.

O circuito mescla curvas com trechos de alta velocidade em um total de 4.6 km. Destaque para a descida acentuada, que leva os pilotos à curva final, antes da reta dos boxes.

Portimão não é a primeira cidade a receber uma corrida de Fórmula 1 em Portugal. A saber, a primeira prova realizada no país aconteceu em Porto, no ano de 1958.

Os autódromos de Monsanto e Estoril também estiveram no calendário do circo da Fórmula 1. No segundo circuito, Ayrton Senna viveu dois momentos antagônicos. A sua primeira vitória, pela Lotus, em 1985, e um acidente controverso com Nigel Mansell em 1989.

Na ocasião, desclassificado após receber a bandeira preta, o inglês se chocou com o brasileiro, que liderava a corrida. Restou a Senna o abandono e a perda de pontos essenciais, que contribuíram para o título de Alain Prost no final da temporada.

Já Lewis Hamilton entrou para a história da Fórmula 1 ao superar o recorde de vitórias de Michael Schumacher em Portimão, no ano de 2021.

Por fim, o retorno do GP de Portugal foi comemorado pelo CEO da Fórmula 1, Stefano Domenicalli.

“Estou muito feliz em ver Portimão de volta ao calendário da Fórmula 1 e por o esporte continuar a inflamar a paixão de nossos incríveis fãs portugueses. O circuito proporciona emoção na pista da primeira à última curva, e sua energia contagia os fãs, fazendo-os vibrar”, comentou.

 

 

 

Fórmula E: Jake Dennis vence E-Prix de São Paulo

Antes de tudo, o britânico Jake Dennis venceu o E-Prix de São Paulo, neste sábado (06). A primeira etapa da Fórmula E foi marcada por um forte acidente do espanhol, Pepe Marti, o que interrompeu a prova, exigindo uma nova relargada.

O piloto da Andretti contou com o bom desempenho do seu carro no início da corrida. Sendo assim, Jake Dennis conseguiu abrir vantagem contra o pelotão nas voltas iniciais.

A corrida ganhou maior disputa com o progresso de Pascal Wehrlein, ex-piloto da Fórmula 1. A saber, o atleta se aproximou de Jake Dennis. Os torcedores foram ao delírio com as trocas de posições no E-Prix paulista.

Brasileiros se acidentaram no E-Prix de São Paulo

A corrida também contou com um acidente do brasileiro Lucas Di Grassi. A saber, o piloto se envolveu em um toque com Edoardo Mortara, da Mahindra, o que levou os dois ao muro.  A colisão trouxe danos para os dois carros, o que resultou em abandonos para os dois atletas.

O safety car entrou na pista, garantindo a maior aproximação dos pilotos. Em resumo, os torcedores tiveram a oportunidade de acompanhar uma largada avançada, o que trouxe maior emoção para os brasileiros que lotaram as arquibancadas do circuito.

Vale ressaltar que alguns pilotos ativaram o modo ataque na primeira volta sem o carro madrinha. Outros deixaram o dispositivo ativo nas voltas seguintes. Logo, desta forma, houve maior movimentação na pista, com direito a novas trocas de posições entre os pilotos, principalmente no pelotão de frente.

O espanhol Pepe Marti se envolveu em um outro acidente no E-Prix de São Paulo. O piloto, que se beneficiou de uma relargada para voltar ao circuito, tocou o carro do brasileiro Felipe Drugovich. Os dois foram obrigados a abandonar a prova em bandeira vermelha.

Por fim, a organização optou por encerrar o E-Prix de São Paulo antes do término planejado. Jake Dennis, que era o líder, garantiu o seu primeiro triunfo em terras brasileiras.

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