O piloto Andrea Kimi Antonelli, da Mercedes, foi ameaçado de morte após o Grande Prêmio do Catar, realizado no último domingo (30). A saber, o jovem talento foi acusado por ter errado propositalmente para beneficiar Lando Norris na disputa pelo título do Mundial de 2025.
Conforme publicação do The Guardian, da Inglaterra, o italiano recebeu mais de 1100 comentários com ofensas, insultos e ameaças em suas redes sociais. Enquanto Antonelli respondeu com a remoção de sua foto, a RBR, equipe de Max Verstappen, lamentou o incidente.
O time dos touros vermelhos foi enfático ao excluir uma possível responsabilidade do piloto da Mercedes.
“Comentários feitos antes do fim e imediatamente após o GP do Catar sugerindo que o piloto da Mercedes, Kimi Antonelli, teria permitido deliberadamente que Lando Norris o ultrapassasse estão claramente incorretos”, iniciou a Red Bull.
“As imagens mostram Antonelli perdendo momentaneamente o controle do carro, permitindo assim que Norris o ultrapassasse. Lamentamos sinceramente que isso tenha levado Kimi a receber ataques online”, completou.
O que a FIA disse sobre o incidente envolvendo Antonelli?
A Federação Internacional de Automobilismo também emitiu nota sobre o erro de Andrea Kimi Antonelli. Sendo assim, a entidade pediu “respeito e compaixão” pelo calouro da Mercedes.
“A FIA, e sua campanha Unidos Contra o Abuso Online, condenam o abuso e o assédio em qualquer forma. Permanece absolutamente crucial que todos que operam dentro do nosso esporte possam fazê-lo em um ambiente seguro e respeitoso”, explicou a FIA, antes de complementar.
“Apoiamos Kimi Antonelli e pedimos à comunidade em geral, online e offline, que trate pilotos, equipes, oficiais e todo o ecossistema esportivo com o respeito e a compaixão que eles merecem”.
O que aconteceu na corrida?
O incidente aconteceu na penúltima volta do Grande Prêmio da Catar. Norris ultrapassou Antonelli após falha do italiano, o que o colocou na quarta colocação da corrida.
Com o quarto posto, Lando conquistou 12 pontos na corrida, o que fortaleceu o seu favoritismo na disputa pelo título desta temporada.
O resultado não agradou ao engenheiro de Max Verstappen, Giampiero Lambiase. Para ele, Antonelli facilitou para Lando Norris.
“Foram duas vezes em que ele mais ou menos deu passagem para o Lando (Norris). Foi tão óbvio. Agora o Antonelli ajuda nosso principal concorrente”, explicou.
“Na Áustria, ele estava batendo na traseira (do Verstappen) – declarou, referindo-se ao acidente provocado por Antonelli que tirou o holandês do GP da Áustria”, concluiu.
O sócio da Mercedes, Toto Wolff, elevou a equipe a um novo patamar após uma decisão ousada no mercado financeiro. Segundo o Sportico, o dirigente austríaco vendeu 5% de suas participações na equipe alemã.
A decisão trouxe maior valorização para a Mercedes. Neste momento, o time está avalaido em US$ 6 bilhões, cerca de R$ 31 bilhões na atual cotação.
A venda de ações de Toto Wolff não causa impacto no comando do time. Sendo assim, o austríaco segue como chefe de equipe, sócio e CEO da Mercedes. A saber, Toto Wolff tem 1/3 do patrimônio da equipe, as outras partes são divididas entre Ineos e Mercedes-Benz.
O nome do investidor não foi revelado e a Mercedes optou por manter a prudência ao abordar o assunto.
“Não comentaremos isso. A governança da equipe permanecerá inalterada, e todos os três parceiros estão totalmente comprometidos com o sucesso contínuo da Mercedes-Benz na Fórmula 1.”, comentou a equipe ao ser questionada.
Mercedes supera McLaren
A negociação trouxe um maior valor de mercado para a equipe alemã. Neste momento, a Mercedes está acima da McLaren quando o assunto é valor de mercado.
Enquanto o time inglês está avaliado em US$ 4,6 bilhões (R$ 23 bilhões), os alemã totalizam US$ 6 bilhões (R$ 31 bilhões).
Por fim, Mercedes e McLaren são as maiores protagonistas desta temporada de Fórmula 1. Enquanto os ingleses conquistaram o título no Mundial de Construtores, os alemães seguem em busca do vice-campeonato.
O piloto Charles Leclerc, da Ferrari, pode deixar a equipe italiana na próxima temporada. A saber, o monegasco tem uma clausula contratual referente ao desempenho do carro.
A equipe italiana deu um salto no Mundial de Construtores após os resultados das últimas corridas. Da quarta colocação, a Ferrari assumiu a vice-liderança, porém o seu desempenho ainda está abaixo do esperado.
A suposta clausula contratual poderia ser acionada nesta temporada com validade para 2026. Vale destacar que o vínculo entre a escuderia e Charles Leclerc é válido até o final de 2029.
Quais equipes poderiam contratar Charles Leclerc?
De acordo com o jornal Corriere de La Serra, da Itália, Charles Leclerc poderia estar na mira da Mercedes e da Aston Martin.
Os alemães podem optar pela contratação do monegasco como um possível substituto para George Russell, que ainda não teve o seu contrato renovado. Por outro lado, Fernando Alonso tem contrato com os ingleses até 2026 e a sua permanência está associada em relação ao desempenho do novo projetista, Adrian Newey.
Por fim, a Ferrari e as demais equipes de Fórmula 1 terão um grande obstáculo no próximo ano. A organização do campeonato vai inserir novos carros e motores, o que pode trazer mais equilíbrio na disputa pelo título.
O piloto Andrea Kimi Antonelli, da Mercedes, torce por um bom resultado no GP de Emilia Romanha, que será realizado no autódromo de Ímola, na Itália, daqui há duas semanas. Na última corrida, realizada em Miami, o jovem talento ficou com a terceira colocação.
“Com certeza vai ser uma corrida especial, então vou tentar tirar o melhor disso também. Vai ser estranho dormir em casa no fim de semana de corrida”, iniciou.o piloto, que é natural de Bolonha, região onde está localizado o circuito.
Existe a previsão de que o GP da Emilia Romanha não faça parte do calendário da Fórmula 1 em 2026. Para Kimi Antonelli, esta é uma oportunidade para poder conquistar um bom resultado diante de sua torcida.
“Aparentemente é o último ano de Ímola, então quero realmente aproveitar ao máximo.”, revelou.o piloto italiano.
Com apenas dezoito anos de idade, Antonelli surpreendeu no Grande Prêmio de Miami ao conquistar a pole na corrida sprint e o pódio na principal. De acordo com o italiano, a Mercedes não estava bem equilibrada.
“Preciso analisar o ritmo de corrida, especialmente com os pneus duros. Tive muita dificuldade em fazer os pneus funcionarem em Miami, estava escorregando bastante e não conseguia encontrar tempo de volta” revelou.
Por fim, o Kimi Antonelli, demonstrou alegria ao falar da próxima etapa do mundial de Fórmula 1. Para o piloto italiano, correr em Ímola é estar no “quintal de casa”.
Acho que em termos de ritmo de classificação, foi um fim de semana forte e estou ansioso para o próximo. É uma pista que conheço e espero manter esse bom momento”, finalizou.
Antonelli em Ímola
O Grande Prêmio da Emilia Romanha está marcado para o próximo dia 18 de maio, às 10h (de Brasília). Neste momento, Kimi Antonelli ocupa a quinta colocação no mundial de pilotos, oito pontos.
Antes de mais nada, a Fórmula 1 está no período das férias de verão e não tem Grande Prêmio desde o dia 28 de julho, quando Lewis Hamilton venceu o GP da Bélgica. A pausa no meio da temporada é tradicional, e normalmente as equipes aproveitam os cerca de 30 dias sem provas para buscar melhorias nos seus carros.
Não é incomum ver scuderias com aproveitamento melhor após as férias. Neste ano, por exemplo, quem mais comemorou a pausa foi a Red Bull. A empresa austríaca vem sofrendo com a queda de rendimento dos seus carros, e tem acompanhado que preocupação a evolução da Mclaren e da Mercedes.
Contudo, o próximo final de semana da maior temporada da história da Fórmula acontece entre 23 e 25 de agosto, com o Grande Prêmio da Holanda, em Zandvoort. Mas as equipes voltam ao trabalho uma semana antes para os últimos acertos nos carros. O
O detalhe é que no final de semana do Grande Prêmio da Holanda, o treino de classificação do Sábado(24), e a corrida de domingo(25), vão acontecer no mesmo horário, às 10h (de Brasília). O GP que marca o retorno da temporada pode colocar ainda mais pressão na Red Bull e em Max Verstappen.
Afinal de contas, o holandês segue na liderança da competição com 277 pontos, mas vê a diferença cair a cada corrida. Agora Lando Norris é o segundo com 199, seguido por Charles Leclerc, da Ferrari, com 177. Oscar Piastri, da Mclaren fecha o top-4, com 167 pontos.
Por fim, na segunda parte da temporada da Fórmula 1 ainda serão disputadas 10 corridas. Além da Holanda, a temporada ainda passará pela segunda vez pela Itália, Azerbaijão, Singapura, Estados Unidos (Austin), México, Brasil, Estados Unidos (Las Vegas), Qatar e Abu Dhabi.
Fim do mistério. Carlos Sainz será piloto da Williams a partir de 2025, ele assinou um contrato multianual e ocupará a vaga do norte-americano Logan Sargeant. O esplanhol terá como companheiro na nova equipe, o anglo-tailandes, Alexander Albon.
Vale lembrar, que Carlo Sainz seguirá na Ferrari até o final da atual temporada, quando cederá a sua posição na scuderia italiana para o oito vezes Campeão do Mundo, Lewis Hamiton.
Aos 29 anos, Carlos Sainz ocupa atualmente a quinta colocação do mundial de pilotos, com 162 pontos. Sainz venceu o Grande Prêmio da Austrália nesta temporada e vem fazendo boas provas no ano de despedida da Ferrari.
Carlos Sainz que está no grid desde 2015, terá a Williams a sua quinta equipe na Fórmula 1. O piloto espanhol dirigiu pela Red Bull, Toro Rosso, onde foi companheiro de Max Verstappen. Ele também pilotou pela Renault e Mclaren. Na Williams, o piloto viverá um momento de reconstrução da equipe que passa por sérias dificuldades em 2024.
Inicialmente Carlos Sainz havia afirmado que só anunciaria o seu destino após as férias de verão da europa. O piloto ainda alimentava o desejo de acertar com o Mercedes, para ficar com a vaga de Lewis Hamilton, mas o acerto com a Williams não encerra essa possibilidade.
Vale lembrar que as duas equipes tem um acordo de parceria e o piloto pode ser requisitado no futuro. Atual piloto da Mercedes, o inglês George Russel trocou a Williams pela Mercedes em 2021, em movimento que pode ser repetido por Carlos Sainz no futuro.
Carlos Sainz soma 191 largadas, 3 vitórias, 5 poles e 22 pódios na F1. Antes de pilotar na Fórmula 1, ele foi campeão da F-Renautl 2.0 em 2011. Sainz ainda foi campeão da F-Renault 3.5 em 2014.
Depois de cinco anos, o Grande Prêmio de Fórmula 1 da China está de volta. Desse jeito, torcedor brasileiro terá mais um final de semana com corrida na madrugada. A largada no domingo será às 4h (de Brasília).
O país deixou de sediar uma etapa da temporada, primeiramente em função da pandemia da Covid-19. Depois acabou ficando fora em função da grande concorrência de pistas pelo Mundo. O crescimento da temporada, com um maior número de provas fez com que o GP de Shanghai voltasse para o calendário.
A última prova no país asiático aconteceu em 2019. Naquele ano Valtteri Bottas fez a pole e Lewis Hamilton venceu a corrida, com domínio total da Mercedes no fim de semana. Neste ano a situação é completamente diferente, com a scuderia inglesa longe de ser apontada como uma das favoritas para o Grande Prêmio.
“Ainda tem gente que continua falando m**** e isso vai continuar pelo resto do ano. Não sinto que preciso que minha decisão seja justificada. Eu sei o que era certo para mim e isso não mudou desde o momento em que tomei a decisão. Não houve um momento em que questionei isso e não sou influenciado pelos comentários de outras pessoas”, disse o piloto.
O final de semana será agitado. Nesse sentido, é bom lembrar que além da tradicional corrida de domingo, essa etapa contará com a corrida Sprint, no sábado. Além disso, outra novidade aparece na China, isso porque após a sprint acontecerá o treino classificatório para a corrida principal.
Contudo, com 5,451 km de extensão, o circuito de Shangghai é um dos maiores do mundo. Assim, a corrida principal no domingo, às 4h (de Brasília), terá 56 voltas. Por fim, além da grande reta e reta oposta, o circuito tem 16 curvas.
Antes de mais nada, Fernando Alonso renovou contrato com a Aston Martin até 2026. A notícia pegou muita gente de surpresa na Fórmula 1, isso porque o jogador tinha contrato até o final da atual temporada e seu nome vinha sendo falado na Mercedes e Red Bull.
Assim, o piloto espanhol assinou a extensão contratual apostando na chegada da Honda, que a partir de 2026 fornecerá o motor da Aston Martin. Aos 42 anos, Alonso acumula incríveis 382 participações em Grandes Prêmios.
“Garantir o longo prazo de Fernando na Aston Martin é uma notícia fantástica. Construímos uma forte relação de trabalho ao longo dos últimos 18 meses e partilhamos a mesma determinação para tornar este projeto um sucesso”, disse Mike Krack, chefe da Aston Martin que continuou destacando a importância de poder seguir com espanhol.
“Ele tem sede de sucesso, dirige melhor do que nunca, está mais forte do que nunca e está totalmente dedicado a fazer da Aston Martin uma equipe competitiva. Com esse acordo iremos até 2026, quando iniciaremos nossa parceria com a Honda, encerrou o chefe”.
Mudanças na Fórmula 1
O acerto de Lewis Hamilton com a Ferrari, onde pilotará a partir de 2025, fez com que as equipes antecipassem as conversas com seus pilotos visando a próxima temporada. Desse jeito, Fernando Alonso foi procurado pela Mercedes para ser companheiro de George Hussell, mas o piloto não gostou da proposta.
A Mercedes ofereceu um ano de contrato e a possibilidade de extensão até 2026. Contudo, Alonso pediu dois e as conversas não avançaram. Outra equipe que buscou informações sobre o piloto foi a Red Bull, que vive grande crise interna. A ideia era ter um nome de peso para dividir as responsabilidades da equipe com Max Verstappen.
Antes de mais nada é importante lembrar que a temporada de 2024 será a maior da história da Fórmula 1. Isso porque ela contará com 24 Grandes Prêmios, com corridas principais sendo disputadas aos sábados, além de seis corridas Sprints. Nesse ínterim, não existe a menor possibilidade de se esquecer que após esse ano, teremos uma grande mudança com a chegada de Lewis Hamilton na Ferrari.
Foto reprodução/F1
Vale lembrar que, desde 1 de fevereiro deste ano, quando o piloto anunciou o acordo com a Ferrari para a temporada de 2025, o grande circo da Fórmula 1 tenta entender como será o ano de despedida de Lewis. Afinal de contas, o britânico pilota para a Mercedes desde 2013. Para se ter noção, até o momento foram 222 GPs com 82 vitórias, 78 pole position e 148 pódios.
Pronto para escrever mais um capítulo em sua carreira vitoriosa, é importante lembrar que Lewis Hamilton não será o primeiro piloto britânico da história da Ferrari. Por isso, a Agência RTI Esporte preparou uma lista com alguns dos mais importantes ingleses que guiaram pela scuderia. Entre eles estão nomes como John Michael Hawthorn, Petter Collins, Alfonso de Portago e Nigel Mansell.
#1 John Michael Hawthorn
John Michael Hawthorn foi o campeão da temporada de 1958 guiando pela Ferrari. O detalhe é que o britânico até hoje é o campeão do mundo com o menor número de vitórias em uma temporada, apenas uma. Esse não foi apenas um título importante para John Michael Hawthorn, mas também para a Inglaterra que conquistou o seu primeiro título na categoria.
Vale destacar que o Grande Prêmio de Portugal foi fundamental para a conquistas, afinal de contas ele deu a volta mais rápida da corrida e conquistou o ponto extra que foi o responsável pela conquista do título. Logo após a conquista do título, John Michael Hawthorn anunciou a sua aposentadoria.
#2 Petter Collins
Vale lembrar que Petter Collins fez a sua estreia na Ferrari em 1956, quando foi contratado por Enzo Ferrari. Já na sua primeira temporada pela equipe, ele finalmente conseguiu bons resultados na Fórmula 1 e ficou próximo do título mundial. É importante destacar que o título não veio pelo fato de Petter Collins ter dado passagem para Fangio, que chegou em segundo lugar no Grande Prêmio de Silverstone e conquistar o mundo pela quarta vez.
Lamentavelmente Petter Collins perdeu a vida em 1958, em Nurburgring durante a corrida na Alemanha. O piloto alemão fez a curva Pflanzgarten e acabou perdendo o controle da sua Ferrari. Petter foi arremessado para fora, colidiu contra uma árvore e faleceu aos 26 anos tragicamente.
#3 Alfonso de Portago
Afonso de Portago nasceu em Londres em 1928 e tinha dupla nacionalidade espanhola. Vale lembrar que o piloto fez apenas cinco corridas pela Ferrari entre 1956 e 1957. Ao longo da carreira, Portago também ficou famoso por namorar a atriz mexicana Linda Christian.
Nesse ínterim, Portago disputou os Jogos Olímpicos de Inverno de 1956, pela Espanha. Ele fez parte da equipe de bobsleigh, sendo o sétimo piloto de Formula 1 a disputar as Olímpiadas. Alfonso de Portago morreu tragicamente enquanto disputava a Mille Miglia em 1957, na Itália.
#4 Tony Brooks
Tony Brooks foi um dos pilotos mais importantes da Ferrari na década de 1950. Vale lembrar que pela equipe, o inglês conquistou o vice-campeonato mundial de 1959 quando marcou 27 pontos. Na ocasião ele ficou sete pontos atrás do campeão Brabham.
O piloto fez sucesso com a Ferrari e conquistou seis vitórias pela escuderia. Vale destacar que Tony se aposentou em 1961. Na visão de muitos especialistas da época, o piloto poderia ter conquistado números ainda melhores pela Ferrari.
#5 Cliff Allison
Cliff Allison nasceu na Inglaterra em 1932 e correu na Formula 1 entre os anos de 1958 e 1961. Além da Ferrari, o piloto esteve na Lotus, Scuderia Centro Sud e UDT Laystall. Ao todo, Cliff disputou 18 Grandes Prêmios, subindo ao pódio uma vez e marcando 1 1 pontos.
Vale destacar que a sua melhor posição na temporada foi o décimo segundo lugar em 1960. Cliff fez a sua estreia em 1958 no Grande Prêmio de Mônaco e encerrou a carreira no GP da Bélgica de 1961.
#6 Nigel Mansell
Nigel Mansell chegou na Ferrari em 1989 e foi o último britânico até a chegada de Lewis Hamilton na próxima temporada. Já no Grande Prêmio do Brasil, em sua estreia Mansell conseguiu a sua primeira vitória pela equipe italiana. O ano não foi bom como o esperado, mas o leão venceu mais uma, chegou duas vezes na segunda colocação e duas vezes em terceiro.
Ainda em 1989, Mansell ficou marcado por ter sido desclassificado no Grande Prêmio de Portugal, quando passou dos boxes e precisou dar ré. Mesmo eliminado da corrida, ele seguiu na pista e bateu em Senna. Esse acidente lhe custou a exclusão do GP seguinte. Mesmo com muitos problemas, Mansell terminou a temporada na quarta colocação. Depois de uma temporada ruim em 1990, o leão chegou a manifestar a vontade de se aposentar, mas foi demovido da ideia e acertou o seu retorno para a Williams no ano seguinte.
#7 Oliver Bearman
Oliver Bearman substituiu Carlos Sainz no Grande Prêmio da Arábia Saudita, no começo desta temporada. O espanhol passou por uma cirurgia de apêndice de urgência. Cria da Academia Ferrari, Bearman de apenas 18 anos, foi convocado de última hora, largou na 11ª posição e fez uma grande corrida. No final da prova, o jovem piloto conquistou 6 pontos com a sétima posição na Arábia Saudita.
Antes de mais nada, Max Verstappen venceu o Grande Prêmio da Arábia Saudita. Com a vitória, o piloto da Red Bull chegou ao 100º pódio na Fórmula 1. Além disso, o holandês ajudou a equipe a conquistar a segunda dobradinha da scuderia, já que seu companheiro Sergio Pérez chegou na segunda colocação. Chales Leclerc da Ferrari fechou o pódio na terceira posição.
Max Verstappen foi pole position e venceu praticamente de ponta a ponta, tendo em vista que Lando Norris liderou o Grande Prêmio por cinco voltas. Com o triunfo, Maxa Verstappen chegou aos 51 pontos na temporada se isolando ainda mais na ponta da competição. Seu companheiro de equipe, Sergio Pérez é o vice-líder com 36 pontos.
Foto: Fórmula 1
A corrida em Jeddah serviu para mostrar mais uma vez a superioridade do carroda da Red Bull na temporada. Para se ter noção, Max Verstappen venceu com 13.643 segundo de vantagem para Sergio Pérez e 18.639 segundos para Charles Leclerc. Além disso, a prova mostrou que Ferrari e a MacLaren tem potencial para crescimento ao longo do ano.
Por outro lado, a Mercedes vive um cenário bem diferente das principais concorrentes. George Russel largou em sétimo mas não conseguiu acompanhar o ritmo da MacLaren de Oscar Piastri e da Aston Martin de Fernando Alonso. Lewis Hamilton largou em oitavo, fez apenas uma troca mas terminou em nono.
A grande surpresa ficou por conta da estreia forçada do britânico Oliver Bearman da Ferrari. O detalhe é que o espanhol Carlos Sainz passou por uma cirurgia de apendicite de urgência e ficou fora do GP. Bearman de apenas 18 anos, foi convocado de última hora, largou na 11ª posição e fez uma grande corrida. No final da prova, o jovem piloto conquistou 6 pontos com a sétima posição na Arábia Saudita.